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Emilia Ferreiro, especialista do mundo em alfabetização, fala sobre a importância de valorizar que as crianças escrevam conforme as suas ideias.

Vídeo da série Grandes Diálogos, publicado no site da revista Nova Escola.

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Tendo em conta o interesse do modelo de intervenção do Projeto SOBE para a melhoria da literacia em saúde e para a promoção da saúde em geral e prevenção da doença, este passou a designar-se Projeto SOBE+, alargando assim o seu âmbito a outras áreas da saúde.

 

Mantém-se o foco na integração da temática da saúde oral no currículo e em ambiente escolar, concorrendo para a melhoria dos conhecimentos e dos comportamentos, junto das crianças e das comunidades envolventes. Sempre que possível e adequado, estende-se a abrangência do projeto a temáticas com ele relacionadas.

 

No ano letivo 2018/2019 trabalhar-se-á com o enfoque na relação entre Alimentação Saudável e Saúde Oral. Para tal, o Projeto SOBE+ uniu esforços com o Projeto Heróis da Fruta, contando com o apoio da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI).

 

Iremos integrar a 8.ª edição do projeto Heróis da Fruta, dedicado à Saúde Oral, enquadrando a promoção da saúde e da literacia como missões dignas de verdadeiros heróis. Podem esperar-se novas atividades e materiais. Inscrições aqui até 12 de outubro.

 

Integrado no Projeto SOBE, surge o subprojeto Escovar na Escola, através do qual a Direção-Geral da Saúde irá distribuir 150.000 kits para a escovagem dos dentes (copo, escova e dentífrico). Este subprojeto visa incentivar as escolas e jardins-de-infância, que implementam ou desenvolvem projetos de saúde oral, a incluir a escovagem dos dentes efetuada pelos alunos diariamente, em ambiente escolar. A distribuição dos materiais relativos às candidaturas aprovadas em 2018 será realizada a partir de setembro pelos ACES. As candidaturas estarão abertas aqui até ao limite do stock.

 

A partir dos materiais lúdico-pedagógicos existentes nas bibliotecas escolares e em www.sobe.pt, pretende-se que a temática da saúde oral seja desenvolvida em todas as áreas curriculares (leitura, escrita, matemática, artes,..). Sugere-se que, para além das atividades escolares, sejam criados projetos indutores da adoção de boas práticas de saúde que incluam as famílias.

 

Conteúdo relacionado: 

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A partir do tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM) em 2018, "Why I love my school library", a RBE procurou uma formulação que melhor traduzisse para a língua portuguesa a ideia transmitida, optando-se por uma linguagem híbrida em que todas as gerações se reveem: “Eu ♥  biblioteca escolar”.

 

Como habitualmente, o Dia Internacional da Biblioteca Escolar será assinalado na quarta segunda-feira de outubro, dia 22.

 

Para além das propostas da IASL disponíveis aqui, a Rede de Bibliotecas Escolares lança o habitual desafio, para assinalar o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) e celebrar a importância das bibliotecas e de tudo o que têm de bom. 

 

Desta vez definimos dois destinatários: os alunos e os professores bibliotecários.

 

Desafio para os alunos:

A partir do lema e com a hashtag #Eu♥BE, a RBE convida os alunos a demonstrar a sua relação com a biblioteca escolar.

Instruções: 
- Criar uma frase, um meme, uma foto, um vídeo, … original que ilustre a sua ligação à biblioteca escolar;
- Partilhar no Facebook e/ou no Instagram com a hashtag #Eu♥BE.

A RBE divulgará nos seus canais as propostas mais criativas que surgirem. 

 

Desafio para os professores bibliotecários:

Reconhecemos que a chave para a afirmação da biblioteca na escola é a paixão com que cada professor bibliotecário se dedica ao que faz. A partir do modo de estar na escola e na comunidade, seja pessoal ou profissionalmente, cada um será capaz de identificar de entre as suas ações quotidianas, aquelas que fazem a diferença.

Porque são as pessoas que realmente importam, a RBE desafia os professores bibliotecários a “dar a cara”, através de uma frase-testemunho, muito breve e expressiva, de como na sua prática transparece o lema “Eu ♥ biblioteca escolar”. A RBE divulgará nos seus canais as propostas que considere mais marcantes.

Instruções:
- Descarregar o layout fornecido (em formato Powerpoint)
- Escrever uma frase curta sobre a forma como torna a sua ação especial enquanto professor bibliotecário  
- Inserir uma foto pessoal*, tirada na biblioteca escolar 
- Colocar só o nome próprio e a localidade como identificação
- Gravar o diapositivo como .jpg ou .png
- Partilhar no Instagram e/ou no Facebook, ou noutro sítio online
- Preencher o formulário disponível em http://bit.ly/mibe2018, indicando o código da escola, a frase e o url da publicação 
* Para quem não quiser usar uma foto, disponibilizam-se alguns exemplos de avatar que também pode também ser personalizado em https://avatarmaker.com/.

A cada formulário será atribuído um número de ordem. De entre todos os números será sorteado um prémio pecuniário a aplicar na biblioteca.

 

Veja também: Materiais MIBE 2018 [ZIP]

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 Download |

 

Cada agrupamento conta com uma ou mais bibliotecas escolares (BE) que facultam recursos capazes de apoiar o percurso formativo e curricular das crianças/ alunos.

 

Aos professores bibliotecários (PB) cabe gerir, de forma integrada, as bibliotecas escolares e os serviços de biblioteca dirigidos a toda a população escolar do agrupamento, apoiando-se num trabalho colaborativo com os docentes das várias escolas.

 

Com este documento, a RBE pretende apoiar os professores bibliotecários na organização, gestão e dinamização das bibliotecas escolares nas escolas do primeiro ciclo e nos jardins-de-infância, convocando os docentes para uma melhor apropriação desta estrutura, através da apresentação de propostas facilitadoras da utilização da BE por todos.

 

Apresenta-se como um instrumento de operacionalização de trabalho colaborativo entre o professor bibliotecário e os docentes, visando apoiar o desenvolvimento de um conjunto de competências gerais e transversais às diferentes áreas curriculares e conteúdos programáticos, em contextos diversificados, promovendo a biblioteca escolar como um ambiente de aprendizagem transdisciplinar e dinâmico.

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Ouvido crítico. RTP Play. 26 Set, 2018
www.rtp.pt/play/p4406/e366234/ouvido-critico

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Agora que o novo ano lectivo começou, deixamos aqui um texto escrito e lido por Eduardo Sá, sobre "As Crianças e a Leitura".

"As histórias fazem mal às crianças"

Texto apresentado, no passado dia 19 de Abril, no "10 de letra - jornadas literárias", que se realizou no Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)

 

 

 

Ou, se preferir, oiça o podcast: 

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O Caderno de Educação Financeira 3 para o 3.º ciclo do ensino básico destina-se a apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) e pode, enquanto material de apoio à Educação Financeira, ser trabalhado nos diversos contextos curriculares de aprendizagem: no seio das disciplinas; em Cidadania e Desenvolvimento; em ofertas complementares ou no apoio ao desenvolvimento de projetos. Os temas do REF são trabalhados de forma criativa e didática, através de cinco histórias protagonizadas por alunos do 8.º e 9.º anos de escolaridade, promotores de iniciativas/aventuras apoiados pelos professores e pela família. As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes de natureza financeira, inerentes à narrativa, bem como desenvolver atitudes e comportamentos financeiramente adequados.

 

Com esta publicação pretende-se apoiar a educação financeira dos mais novos, convictos de que esta lhes permitirá, no futuro, exercer uma cidadania financeira responsável.

 

A publicação deste Caderno de Educação Financeira, tal como os já publicados para o 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, resulta da parceria, no âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira, entre o Ministério da Educação (através da Direção-Geral da Educação), os supervisores financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) e quatro associações do setor financeiro (Associação Portuguesa de Bancos, Associação Portuguesa de Seguradores, Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e Associação de Instituições de Crédito Especializado).

 

O lançamento oficial do Caderno de Educação Financeira 3, realiza-se no dia 27 de setembro, no Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda, em Lisboa, sendo uma iniciativa do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Autoridade de Supervisão e Fundos de Pensões e Comissão de Mercados Mobiliários), conta com o apoio do Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação.

 

Referência: Lançamento do Caderno de Educação Financeira 3 | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 26 September 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/lancamento-do-caderno-de-educacao-financeira-3

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 SeguraNet |


A 12.ª edição dos Desafios SeguraNet 2018/19 terá início no dia 01 de outubro, prolongando-se até 31 de maio de 2019.

 

Esta edição destina-se a todas as escolas, públicas e privadas, do ensino básico.

 

Para participar nos Desafios, as Escolas deverão efetuar o registo com o código de estabelecimento de ensino.

 

Nos Desafios dirigidos ao 1.º ciclo do ensino básico, as turmas registadas serão, ao longo do ano, convidadas a responder a três Desafios sobre temas relacionados com a segurança digital.

 

No caso dos Desafios dirigidos ao 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, as equipas de alunos e professores poderão responder a um desafio por mês e as equipas de encarregados de educação a desafios trimestrais.

 

Este concurso é uma iniciativa enquadrada nas ações estratégicas de ensino orientadas para o perfil do aluno definidas nas Aprendizagens Essenciais da disciplina Tecnologias Informação Comunicação (TIC) e nas Orientações curriculares para as TIC no 1.º Ciclo.

 

Esta iniciativa também poderá ser dinamizada no âmbito da disciplina Cidadania e Desenvolvimento nos domínios:
Direitos Humanos (Campanha Não ao Discurso do Ódio; Ciberbullying); Saúde (Dependência OnlineBullying/Ciberbullying); Sexualidade (SextingSextortion); Media (Literacia mediática; Direitos de Autor; Fake News) e Segurança, Defesa e Paz (Cibersegurança).

 

Registo em: http://www.seguranet.pt/pt/desafios

 

Referência: Lançamento da 12.ª edição dos Desafios SeguraNet 2018/2019 | SeguraNet. (2018). Seguranet.pt. Retrieved 26 September 2018, from http://www.seguranet.pt/pt/noticias/lancamento-da-12a-edicao-dos-desafios-seguranet-20182019

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a tv, o rádio, a revista e, nos últimos 20 anos, o mundo digital “multiplicaram” a nossa professora. e, em vez de desenvolver “informatofobia”, a professora precisa entender que é preciso trazer novas ferramentas para a sala de aula. no café filosófico cpfl especial sobre “a era da curadoria: o que importa é saber o que importa!”, o filósofo e educador mario sergio cortella afirmou que passamos o tempo todo por um “tsunami informacional” nos dias atuais.

 

esse tsunami, no entanto, não é sinônimo de “conhecimento”. conhecimento é o que sai com a gente ao fim da aula. a informação é cumulativa, o conhecimento é seletivo.

 

tem gente que não navega, naufraga”, disse. “falamos da democratização da informação, mas há também a banalização da edição da informação.” a tarefa da curadoria, definiu, é dificultar que fiquemos iludidos com o que é mera abstração. “a ideia de curador é a daquele que cuida. com a internet, perdemos a exclusividade da edição. a novidade é que a curadoria pode ser feita de outros modos. a maioria lê outras fontes além de jornais.” segundo ele, conhecimento é algo que não se esquece.

 

“não importa que alguém decore o que está no livro, importa que ele saiba usar o que está no livro.” de acordo com o especialista, “aprendemos de tudo na escola, menos a estudar”. “na faculdade é que vamos aprender sobre metodologia e pesquisa.” para transmitir este conhecimento, é preciso levar o mundo para dentro das escolas. “o que importa é o que está em nosso cotidiano. é o ponto de partida”, disse. “a matemática foi ensinada como um suplício porque não foi explicado como funcionava em nossa vida.

 

”embora defenda o uso da tecnologia como ferramenta para o conhecimento, cortella alertou: recursos como os emoticons, usados para expressar sentimentos em redes como o whatsapp, “são a falência da palavra escrita”. ele disse ainda que as ferramentas analógicas não perderão a importância em meio à era digital. “a mais antiga plataforma de ensino a distância é o livro. as tecnologias trouxeram outras plataformas. mas o livro não desapareceu.”

 

Referência: Café Filosófico - A era da curadoria; o que importa é saber o que importa - Mario Sergio Cortella. (2018). YouTube. Retrieved 26 September 2018, from https://www.youtube.com/watch?time_continue=328&v=sFKNpkpf9Iw

 

Oiça aqui, se preferir, o Café Filosófico em formato podcast. Ideal para ouvir no smartphone e em qualquer lugar, ou no automóvel...  poupando dados de tráfego de Internet.

This podcast is available on...

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A atualidade da leitura constitui o tema da segunda conferência do PNL2027, enquanto elemento primordial do presente e condição universal de futuro. Aprender, trabalhar, criar, ser livre e autónomo, gerir emoções e sentimentos, ter consciência de si e dos outros, conhecer e compreender o mundo, tomar decisões, exige dos cidadãos que se façam leitores fluentes, críticos e reflexivos.

 

Ler e escrever bem são o pilar insubstituível desta construção pessoal e social, determinante face à complexidade, fluidez e mudança acelerada do mundo contemporâneo e à emergência de novas formas de leitura, escrita e comunicação que, longe de o dispensarem, o exigem cada vez mais. Ler e  escrever obrigam, hoje, a  uma competência acrescida, que tanto deriva da rapidez, dispersão, interconexão e volatilidade da informação própria dos ambientes digitais, como da necessidade simultânea de uma literacia básica e fundacional, compreensiva, profunda e lenta, que só a aprendizagem sólida e a prática continuada da leitura e da escrita possibilitam. É esta dupla exigência de compreender, aplicar e transferir para múltiplos contextos e situações esse saber total que faz deste tema um desígnio para o presente e o futuro.

(...)

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