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Intervenção da senhora Coordenadora Nacional da RBE, Manuela Silva

Se preferir oiça o podcast

Discurso de abertura

O título do encontro - Parcerias: Rios de possibilidades - desafia-nos a pensar naquilo que a Biblioteca, como espaço, se constitui e representa. ...no gosto pelo saber, onde não podemos descurar o belo, nem o profundo. ...A Biblioteca é um espaço com múltiplas dimensões que proporciona a capacidade de socialização entre os alunos e que possibilita, através das estratégias que desenvolve, a curiosidade e que promove descobertas. [...]

Manuela Silva, 6.12.2019, Casa Memória Camões, Constância.

***

A intervenção (parcial) do senhor secretário de estado, João Costa, no encerramento do Encontro

[ficheiro não editado]

Discurso de encerramento

"O papel das Bibliotecas Escolares no currículo, como espaço para trabalho conjunto com as disciplinas para melhorar várias aprendizagens que os resultados do PISA e das Provas de Aferição permite identificar como particularmente problemáticos: a leitura crítica, o gosto pela leitura, a diferença entre tipos diferentes de texto. A Biblioteca como espaço de inclusão, na sua capacidade de promover bem-estar e formas de arte. A Biblioteca como espaço para a Cidadania contra as fake news, a pseudo-ciência e o "adormecimento"."

João Costa - Página pessoal Facebook, 6.12.2019

 

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| Datas | Regulamento | Prémios |

 

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Jogo INCLU | recursos

Inclusão

05.12.19

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Jogo: Os jogos INCLU possibilitam que todas as pessoas, com ou sem deficiência e em particular as crianças, possam jogar em conjunto.

 

Composição: INCLU é um jogo composto por cartas com Letras representadas nos 3 alfabetos (o alfabeto português, o alfabeto manual da LGP e em Braille) e em relevos que permite realizar um conjunto variado de atividades e de jogos, em equipa ou individualmente, que estimulam o desenvolvimento de competências pessoais e sociais entre as crianças e entre elas e seus pais, avós e professores.

 

Objetivo: O objetivo é construir palavras associadas a um determinado Tema utilizando da visão, do tato, de gestos, da fala e da audição.

 

Temas: A cada jogo INCLU está associado um determinado tema.

 

Contém: Os jogos INCLU contêm cartas do Tema, cartas de Letra e carta de Apoio.

 

Idade: Os jogos INCLU são para Todas as pessoas dos 3 aos 99 anos.

 

Atividades e Jogos: Cada jogo INCLU traz consigo um conjunto variado de atividades e jogos, com níveis de aprendizagem, graus de dificuldade e de estratégia e dinâmicas diferentes, em equipa ou individualmente.

 

Etiquetas:

A Crise Climática | recursos

El País

04.12.19

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por J. A. AUNIÓN | MANUEL PLANELLES

 

Durante milhares de anos, os seres humanos basearam o seu desenvolvimento na agricultura e na caça. E as principais fontes de emissão de CO₂ estavam ligadas a uma sociedade tradicional e rural.

A partir da segunda metade do século XVIII, o motor a vapor muda tudo. A queima de biomassa para gerar energia é adicionada ao carvão como principal energia da Revolução Industrial, primeiro no Reino Unido e depois em toda a Europa. O carvão ainda é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono atualmente.

A revolução da mecanização e industrialização estende-se por todo o Ocidente por via do carvão. Mas a esta fonte é adicionada outra também rica em carbono: o petróleo. A invenção do automóvel e, acima de tudo, a produção em massa de carros pela mão do Ford T de 1913 desencadeia a queima de óleo e as emissões de CO₂.

O grande salto ocorre após a Segunda Guerra Mundial. O período de paz relativa, juntamente com mais avanços tecnológicos e o aumento demográfico, também desencadeiam as emissões de dióxido de carbono. Além disso, as florestas (sumidouros de carbono) começam a encolher e o gás natural junta-se ao carvão e ao petróleo como motores das economias desenvolvidas.

Em 1992, foi aprovada a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um texto que já reconhecia a existência de um aquecimento alimentado pela atividade humana. E o objetivo de mitigar essas emissões, que não param de crescer, está definido.

As emissões de CO₂ continuaram a aumentar durante este século quase continuamente. O crescimento só foi abrandado pelas crises económicas. Em 2015, após décadas de discussões, o Acordo de Paris foi aprovado, o primeiro pacto que obriga todos os países signatários a apresentar planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. [...]

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Conteúdo relacionado:

Referência: El CO2 en el cambio climático | La Cumbre del Clima en EL PAÍS. (2019). EL PAÍS. Retrieved 4 December 2019, from https://elpais.com/especiales/2019/el-co2-en-el-cambio-climatico/

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por Catarina Reis | DN | Download relatório | Relatório nacional |

 

Só na última edição do relatório que avalia os conhecimentos dos alunos de vários países é que Portugal tinha atingido valores superiores acima da média da OCDE. A tendência mantém-se, apesar de ter descido em duas áreas: na literacia da leitura e da ciência. A versão 2018, divulgada esta terça-feira,

 

Estarão os jovens portugueses preparados para utilizar no dia-a-dia o que aprendem dentro da sala de aula? O título já ninguém tira. Depois de ter sido apelidado de "a maior história de sucesso na Europa", Portugal volta a consolidar os resultados obtidos em 2015 no relatório PISA - Program in International Student Assessment (em tradução livre, Programa Internacional de Avaliação de Alunos), quando superou pela primeira vez a média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico). A edição 2018 mostra que, apesar de os jovens portugueses de 15 anos (amostra do estudo) terem descido ligeiramente no ranking que avalia a sua literacia (na leitura, na ciência e na matemática), continuam a ser daqueles que registam uma maior evolução positiva, num ranking liderado pelos países do sudeste asiático. O PISA 2018 foi divulgado esta terça-feira.

O estudo internacional, divulgado de três em três anos desde o ano 2000, traça um retrato sobre o desempenho dos alunos de 15 anos de 79 países e economias diferentes. Ao todo, a nível mundial, contou com a colaboração de cerca de 600 mil estudantes, representando cerca de 32 milhões de jovens nesta faixa etária. Em Portugal, foram 5932 alunos e 5452 professores, entre 276 escolas de todas as regiões do país.

Cada um participou numa série de questionários que avaliaram os seus conhecimentos em três áreas-chave - Leitura, Ciência e Matemática, sendo a Leitura a área principal desta edição - e a sua relação com a escola. A grande maioria dos alunos de 15 anos participantes no estudo (57,4) encontrava-se no 10.º ano de escolaridade - um número superior ao registados nos últimos anos, em que havia uma maior distribuição por outros anos. Já 17,2% ainda estava no 9.º ano, 7,2% no 8.º ano e 2,4% no 7.º ano. Há ainda 15,7% destes que se encontravam em em áreas de formação e educação vocacionais ou profissionais.

Portugueses ainda estão acima da OCDE, mas desceram

São várias as conclusões que este relatório permite retirar quanto àquilo que pode ser o retrato da educação em Portugal, que aparece nos vigésimos lugares da lista nas três áreas avaliadas. Em traços gerais, as notícias continuam a ser positivas para o país, que mantém médias acima da OCDE. Mas, desta vez, desceu ligeiramente nos conhecimentos de Leitura e significativamente em Ciência.

 

relatório Pisa
Infogram

 

Na Leitura, a área de eleição desta edição do PISA, os resultados de 2018 (492) ficaram ligeiramente acima da média obtida em 2000 (mais 22 pontos percentuais), mas a seis pontos de diferença em relação a 2015. Uma diferença que os especialistas do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), organismo que coordena a versão portuguesa do estudo, consideram ser "não estatisticamente significativa". O país mantém-se, assim, ao lado de nações como a Alemanha (498 pontos), pela Eslovénia (495 pontos), pela Bélgica (493 pontos), pela França (493 pontos), pela República Checa (490 pontos) e pela Holanda (485 pontos) - presenças cativas nos rankings mundiais.

Segundo o PISA, cerca de 80% dos jovens portugueses conseguiram alcançar, pelo menos, o nível 2 (numa escala de 6) de conhecimento na leitura. Este nível supõe que os alunos são capazes de "identificar a ideia principal de um texto de extensão moderada, localizar informação assente em critérios explícitos e, por vezes, critérios complexos", refletindo sobre "os objetivos e a forma dos textos quando lhes é explicitamente solicitado para o fazerem", lê-se no documento. Na OCDE, esta média é de 77%, abaixo da portuguesa. Contudo, apenas 7% dos alunos portugueses atingiram níveis superiores da escala (5 e 6, por exemplo), quando na OCDE, em média, são 9%.

 

Melhores resultados PISA
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Foi na Ciência que se sentiram as maiores diferenças face aos restantes países e economias. Na mais recente edição, a média entre todos os jovens portugueses foi de 492 pontos, "uma diferença significativa de menos 9 pontos" em relação a 2015, embora se mantenha acima da média da OCDE por três pontos. Portugal retoma, assim, resultados próximos do nível observado em 2009 e 2012. Segundo o IAVE, não é mais do que um espelho da "tendência decrescente da pontuação média da OCDE na avaliação das ciências que já em 2015 apresentou uma quebra de quatro pontos em relação a 2006". Assim sendo, "quando se analisa a variação média em ciclos de três anos, Portugal é um dos 13 países que apresenta uma variação positiva e significativa de mais 4,3 pontos na avaliação das ciências".

Na literacia científica, o nível de proficiência dos alunos assemelha-se ao encontrado na área da Leitura: 80% alcançou pelo menos o nível 2 (na OCDE, situa-se nos 78%), através do qual demonstrar saber "utilizar conhecimentos do dia-a-dia acerca de conhecimentos e procedimentos elementares para identificar uma explicação científica apropriada, interpretar dados e identificar a questão investigada num delineamento experimental simples". Quando analisado o quadro superior de conhecimentos, nos níveis 5 e 6 da escala, os resultados também são inferiores à media da OCDE, com apenas 6% a atingi-los (na OCDE, 7%).

Só na área de Matemática é que Portugal conseguiu manter a linha, situando-se novamente os 492 pontos alcançados já na última edição do PISA, três pontos acima da média da OCDE (489 pontos). Numa análise mais generalizada, segundo o IAVE, desde 2003 verifica-se um crescimento significativo de seis pontos. Por outro lado, "no mesmo período, a OCDE registou uma tendência negativa evidenciando um ligeiro decréscimo (menos 0,6 pontos)".

No ranking mundial da literacia matemática, são as economias de Pequim, Xangai, Jiangsu, Zheijang (B-S-J-Z) na China (591 pontos), Singapura (569 pontos), Macau (558 pontos), Hong Kong (China) (551 pontos) e Taiwan (531 pontos) que ocupam o topo.

Um pouco mais abaixo do registado nas áreas de Leitura e Ciências, 77% dos alunos em Portugal alcançaram pelo menos o nível 2 de conhecimento em Matemática - semelhante ao panorama da OCDE (76%). Mas há cerca de 12% que chegam a níveis superiores.

 

Ciência Melhores resultados PISA
Infogram

 

O género conta

Apesar de semelhantes entre si, os resultados referentes às áreas-chave escondem diferenças, umas mais significativas do que outras, no que toca ao género do aluno avaliado. Regra geral, as raparigas obtém melhores resultados na leitura do que os rapazes, enquanto estes se saem melhor na Ciência e na Matemática.

À semelhança do que tem sido verificado em anos anteriores, as raparigas registaram um melhor desempenho na Leitura, com mais 24 pontos do que os rapazes, em média - de 504 para 480 pontos. Ainda que a distância entre os dois sexos seja inferior à verificada em 2009, continua semelhante à do ano 2000. De acordo com o IAVE, "Portugal seguiu a tendência internacional, embora a diferença de pontuação entre rapazes e raparigas portugueses seja menor do que a observada para a maioria dos países/economias".

O cenário é outro quando o assunto é Ciência ou mesmo Matemática. Em Portugal, são os rapazes aqueles que registam melhores resultados na literacia científica (494 pontos contra 489). Ainda que a diferença não seja tão significativa, continua a ser dos países com diferenças mais acentuadas. Os resultados médios da OCDE mostram menores distâncias entre género e "sobretudo favoráveis às raparigas em 2018".

Referência: Jovens portugueses reforçam resultados acima da média da OCDE. (2019). DN. Retrieved 3 December 2019, from https://www.dn.pt/vida-e-futuro/relatorio-pisa-jovens-portugueses-reforcam-resultados-acima-da-media-da-ocde-11577144.html

 

Conteúdo relacionado:

 

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| Download | 2019 |

 

O livro patenteia uma reflexão diversificada sobre contextos cívicos, incluindo as literacias cívicas e críticas, apresenta ainda propostas práticas que educadores de diferentes naturezas, técnicos que trabalham em associações, famílias, ou outros atores sociais podem usar para pensar a educação para os média.

 

Maria José Brites, Inês Amaral & Marisa Torres da Silva

CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Universidade do Minho

978-989-8600-88-2

 

 

Já são conhecidos os nomes das escolas finalistas para os Torneios Regionais de Rádio CONSUMIR COM CABEÇA, que a Rádio Miúdos organiza com o apoio do Fundo para a Promoção dos Direitos dos Consumidores.


Nesta primeira fase, meia centena de escolas de todo o país participaram com 63 spots de rádio sobre hábitos de consumo e consumismo, para se candidatarem a este Concurso que irá percorrer todo o país com programas de rádio.


Depois do desafio lançado em Outubro aos estudantes do terceiro ciclo de todas as escolas do país e ilhas, foram hoje conhecidas as 8 escolas finalistas que irão participar nas finais regionais.


As oito escolas finalistas são: a Escola Secundária de S. Pedro de Vila Real; Escola EB23 de Sande, Porto; Escola Secundária Fernando Namora, Condeixa-a-Nova; Agrupamento de Escolas de Verde Horizonte, Mação, Escola Básica e Secundária Padre José Augusto da Fonseca, Aguiar da Beira; Escola Básica e Secundária/Pré da Calheta, Madeira, Escola Básica Jacinto Correia, Lagoa e Escola Básica 2º e 3º ciclo Visconde de Juromenha, Sintra.


A partir de 13 de Janeiro, a Rádio Miúdos vai realizar 8 programas de rádio em outras tantas regiões do país para apurar 3 escolas finalistas nacionais deste torneio de rádio. A final terá lugar no mês de Abril, nos estúdios da Rádio Miúdos. Estes finalistas vão passar por vários desafios em concurso de rádio que vão pôr à prova os conhecimentos que têm sobre consumismo e boas práticas de consumo e que incluem provas artísticas e questionários sobre o tema.

Descarregar press release aqui.

Contrato para a Web

Princípios para governos, empresas e cidadãos

02.12.19

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| Novembro 2019 | Sítio Web | Download |

 

CONTRATO PARA A WEB
 

A Web foi projetada para reunir pessoas e disponibilizar conhecimento gratuitamente. Ela mudou o mundo para sempre e melhorou a vida de muitos milhões. No entanto, muitas pessoas ainda não conseguem colher os seus benefícios e, para outros, a Web tem custos inaceitáveis.

Todos temos um papel a desempenhar na proteção do futuro da Web. O Contrato para a Web foi criado por representantes de mais de 80 organizações, representando governos, empresas e sociedade civil, e estabelece compromissos para orientar as agendas das políticas digitais. Para atingir os objetivos do Contrato, governos, empresas, sociedade civil e indivíduos devem se comprometer com o desenvolvimento sustentado de políticas, advocacia e a implementação do texto do Contrato.

 

Referência: Contract for the Web. (2019). Contract for the Web. Retrieved 2 December 2019, from https://contractfortheweb.org/

Crianças pelos direitos do planeta

Declaração Europeia dos Direitos do Planeta e dos Seres Vivos

02.12.19

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Déclaration européenne des droits de la planète et du vivant

Les enfants d'Europe,

Représentés par 310 enfants de 10 nationalités européennes différentes, encadrés par 27 enseignants participants,

Réunis au Parlement européen à Strasbourg le 27 novembre 2019,

Reconnaissant l'interdépendance de l'humanité et de la planète Terre comme faisant partie du même écosystème,

Considérant l’accélération de la dégradation de la biodiversité, des océans, des sols, de l’air et du climat,

Convaincu de la nécessité de respecter la vie sur Terre comme un tout indissociable dans toutes ses manifestations,

Considérant que le moment est venu pour les êtres humains de vivre en harmonie avec la Terre et avec tous les êtres vivants,

Proclamer les droits suivants de la planète:

 

Article 1

Notre planète a le droit d’être respectée et protégée par les êtres humains.
 

Article 2

Notre planète a besoin de la contribution des êtres humains pour prendre soin de sa santé et de ses équilibres écologiques vitaux.
 

Article 3

Tous les êtres vivants ont le droit de vivre dans un habitat sain et paisible.
 

Article 4

La diversité des espèces vivantes doit être protégée afin de préserver l’équilibre des écosystèmes naturels et de la chaîne alimentaire.
 

Article 5

Notre planète a le droit de ne pas être surexploitée par les êtres humains pour satisfaire leurs besoins toujours croissants et pour alimenter une population humaine en croissance exponentielle.
 

Article 6

Les animaux sensibles ont le droit au bien-être. Les espèces animales nocturnes ont le droit de vivre et de chasser librement la nuit, sans être perturbées par les pollutions lumineuses d’origine humaine.
 

Article 7

Les espèces végétales, et notamment les arbres, qui produisent de l’oxygène et absorbent le CO2, ont le droit de se développer et de s’épanouir. Elles ont le droit à la photosynthèse.
 

Article 8

Les forêts doivent être protégées de la déforestation sauvage. La régénération des forêts doit être assurée par leur entretien et leur reboisement.
 

Article 9

L’océan, ses ressources et ses écosystèmes doivent être préservés et gérés de façon durable et responsable. L’océan a le droit de rester dans son état d’origine, clair et bleu, et d’être protégé des impacts liés au changement climatique.
 

Article 10

Les ressources en eau de la planète, qui sont essentielles pour tous les êtres vivants, doivent être préservées de toute pollution.
 

 

 

[Mais de 300 crianças de 10 países europeus, entre os quais Portugal, terminaram a elaboração da DECLARAÇÃO EUROPEIA DOS DIREITOS DO PLANETA, apresentada em Estrasburgo.]

Referência: Déclaration (FR) - Kids For Planet Rights. (2019). Kids For Planet Rights. Retrieved 2 December 2019, from https://kidsforplanetrights.org/declaration-fr

 

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Indisciplina na Escola | e-book

Questões-chave da educação

30.11.19

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Sinopse

"Continua a não ser fácil para os agentes educativos acreditarem que uma causa tão próxima e até tão óbvia como o insucesso académico possa ter alguma importância na configuração da indisciplina"

João A. Lopes

 

"É imperativo que se desenvolvam programas/planos escolares que previnam e que reduzam a violência juvenil ao mesmo tempo que promovem a motivação dos alunos, levando-os a conseguir um maior sucesso escolar"

Dorothy L. Espelage

 

Título: Indisciplina na escola
Prefácio: Helena Damião
Autores: Dorothy L. Espelage, João A. Lopes Tradução: Sara Nogueira
Revisão: Helder Guégués
Design e paginação: Guidesign
Colecção: Questões-chave da Educação
Edição: Fundação Francisco Manuel dos Santos 1.a edição: Outubro de 2013
© Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013 Impressão: Guide Artes Gráficas, Lda.

ISBN: 978-989-8662-34-7 Depósito Legal n.o: 365 613/13

 

Referência: Escola, I., Escola, I., Lopes, J., Espelage, D., & Santos, F. (2013). Indisciplina na Escola | Publicações | FFMSFundação Francisco Manuel dos Santos. Retrieved 30 November 2019, from https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/630/indisciplina-na-escola#page-sinopse-630

 


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