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PÊRA, Edgar
25 de Abril uma aventura para a democracia [Registo vídeo] / realização Edgar Pêra . - Lisboa : CD25A, 2000. - 1DVD : col. 15' .


Documentário realizado por ocasião das comemorações dos 25 anos do 25 de Abril e incluído no kit pedagógico sobre a história portuguesa recente, editado pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

 

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Uma manifestação a favor da leitura assinala em Lisboa o Dia Mundial do Livro. A marcha parte, nesta terça-feira, às 14h30, da Praça Luís de Camões. Leituras, música e artes performativas entram na festa

 

por Rita Pimenta. Jornal Público.

Foto
ANDRE RODRIGUES/ARQUIVO 

Porque a “leitura é uma boa causa”, porque “não ler não é opção” e porque “não se pode dar a democracia por adquirida”, a comissária do Plano Nacional de Leitura 2027, Teresa Calçada, convida “todos os que gostam de livros, leitura e palavras” a manifestarem-se no Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.

PÚBLICO -
 

“ManiFESTA-te pela leitura” foi o nome dado ao desfile, em que se destaca propositadamente a palavra “festa”, e que partirá, às 14h30 desta terça-feira, da Praça Luís de Camões rumo aos Armazéns do Chiado, com a participação de artistas e músicos do Chapitô. Na divulgação, fala-se num “momento festivo de celebração do livro, dos autores e dos leitores”.

 

 

Referência: Pimenta, R. (2019). Dia Mundial do Livro: Contra a ignorância, marchar, marcharPÚBLICO. Retrieved 23 April 2019, from https://www.publico.pt/2019/04/22/culto/noticia/dia-mundial-livro-ignorancia-marchar-marchar-1870018

 

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Isabel Acuña e mais 4. O dom de ler. Kindle ed. 2019

 

Este livro celebra um dos atos únicos na condição humana: a leitura. É inspirado pelo famoso poema de Miguel de Unamuno, que começa com o verso "ler, ler, ler, viver a vida" e conclui com reflexões que cobrem a importância das nossas ações e da palavra escrita. Com este poema como premissa, convidaram-se vários escritores conhecidos do mundo de língua espanhola para responder à pergunta "O que está a ler para si?". 


Este livro é publicado para assinalar o Dia Mundial do Livro 2019, comemorado mundialmente em 23 de abril e coincidindo com Sant Jordi, cuja tradição é particularmente forte na Catalunha, onde é celebrada com a oferta de livros e rosas entre amigos e amantes.


Para melhor acomodar essa tradição, os ilustradores Las Rayadas complementaram o conteúdo com ilustrações alusivas a rosas e livros. 

 

Grátis na Amazon. Para Kindle. Em língua castelhana.

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CADERNO TEMAS CRÍTICOS

 

Caio Gagliardi e Pedro Sepúlveda, Introdução

 

António M. Feijó, Pessoa recebido por presença

Caio Gagliardi, O Pessoa “Sincero” de Casais Monteiro

Rita Patrício, Jacinto do Prado Coelho, crítico imanente

Fernando Cabral Martins, Eduardo Lourenço e a revolução órfica

Manuela Parreira da Silva, José Augusto Seabra: no coração do texto

Fernando Beleza, Pessoa e a pulsão de morte: Decadência, heteronímia e modernismo

 

Os autores

 

ReferênciaNúmero Atual — Estranhar Pessoa. (2019). Estranhar Pessoa. Retrieved 18 April 2019, from http://estranharpessoa.com/revista

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Apresentação

 

Na sociedade em rede a pergunta que devemos fazer é como se desenvolvem as aprendizagens dos novos atores e como estes se transformam em autores nos contextos de criação do conhecimento.

 

Os atores seguem um guião de ação, mas o que esperamos é que estes assumam um novo papel, como autores, para participarem de forma ativa nos processos de mudança e inovação.

 

A educação sustentada na reprodução de saberes, que se afirma ainda de modo recorrente, tem como pensamento orientador a valorização do currículo formal, a partir do qual resulta um modelo de desenvolvimento limitado, nos planos social e cognitivo, para enfrentar os processos de mudança.

 

Neste sentido, a educação para o futuro tem como maior desafio construir o pensamento para a cultura da inovação.

 

O desafio que enfrentamos na globalização do conhecimento não consiste em reproduzir saberes, pois assim ficaremos em modo de pausa no processo de mudança, mas sim inovar o conhecimento em rede para podermos antecipar o futuro.

 

No mundo digital e em rede a educação a distância tem um papel fundamental para afirmar as novas proximidades no diálogo, na colaboração e na construção conjunta das aprendizagens e do conhecimento.

 

 

 

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No dia 23 de abril, às 14h30, junte-se a quem gosta do Livro e da Leitura no Largo Camões, para festejar os livros e os leitores!

 

 

 

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   Por favor, clique no mapa para o ampliar.

Quando celebramos livros, celebramos também atividades - escrever, ler, traduzir, publicar – que nos preenchem e realizam; e nós celebramos, fundamentalmente, as liberdades que os tornam possíveis.


Os livros estão presentes na interseção de algumas das liberdades humanas mais indispensáveis, nomeadamente a liberdade de expressão e a de publicação.


Estas são liberdades frágeis que enfrentam muitos desafios, desde os direitos autorais à diversidade cultural, até às ameaças físicas que pairam sobre os autores, jornalistas e editores em muitos países em que essa liberdade é negada, ainda hoje, quando escolas são atacadas e manuscritos e livros destruídos.


Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO (a propósito do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2018)

 

Teresa Calçada antecipa, na TSF, aquilo que vai ser ...a festa da leitura e do livro:

 

Contamos consigo! 

#diamundiallivro2019 - esta é a hashtag do evento.

 

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Os primeiros livros foram escritos antes dos 20 anos, quando era estudante de medicina, em Coimbra. Fernando Namora, médico, escritor e também pintor (a sua faceta menos conhecida) documenta ficcionalmente a sua vida: retalhos de um homem simples e humano.

 

O jovem médico andava de aldeia em aldeia, como se fosse um novo e moderno João Semana, mítico personagem de Júlio Dinis. Tirara o curso de medicina por vontade da mãe e descobrira a vocação de acudir “às dores e ao sofrimento alheios”. Na mudança para Lisboa, irá afastar-se do médico “para que o escritor pudesse persistir”.

 

Muito da sua vida começada na aldeia de Vale Florido, a 15 de abril de 1919, há de fazer parte das histórias dos seus romances, essa outra vocação que o encontrou na adolescência. Como o gosto pela pintura a transparecer no jornal que, nos tempos de escola, criara sozinho: páginas escritas e ilustradas por Fernando Namora. O  que veio depois, até ao ano da sua morte, em 1989, está condensado em mais de 30 livros. Os primeiros surgiram antes de terminar o curso em Coimbra. Desse tempo são “Almas sem Rumo” e “Cabeças de Barro”. A estreia na poesia acontece em 1938, com a publicação de “Relevos”. No mesmo ano, um novo romance: “As Sete Partidas do Mundo”.

 

Homem do campo e da cidade, conhecedor de diferentes realidades sociais e dos dramas humanos, o narrador aproxima-se claramente do neorrealismo, embora algumas das suas obras pendam para o existencialismo. O autor de “Retalhos da vida de um Médico”, romance adaptado para o cinema, dizia que os seus livros eram acessíveis e fáceis de ler.

 

Referência: Fernando Namora: retalhos da vida de um médico-escritor. (2019). Fernando Namora: retalhos da vida de um médico-escritor. Retrieved 17 April 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/fernando-namora-retalhos-da-vida-de-um-medico-escritor/

 

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Carlos Cortés, Carlos ;  Isaza, Luisa. “Noticias falsas en Internet: la estrategia para combatir la desinformación”. Palermo: Universidad de Palermo, 2017

 

Este documento expõe as medidas anunciadas pelo Facebook e pelo Google para combater a desinformação. Inclui também uma breve alusão ao YouTube e ao Twitter. Concentra-se naquelas medidas que têm um efeito direto na plataforma e nas informações recebidas pelos seus utilizadores, e não em medidas preventivas e educacionais que têm funcionado em paralelo. Da mesma forma, o documento tenta determinar qual será a cobertura geográfica dessas medidas. 

 

Posteriormente, como conclusão, explica quais podem ser os problemas por trás das soluções propostas em quatro pontos: i) escala e tempo, ii) o impacto, iii) o papel da sociedade civil e iv) transparência.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Noticias falsas en Internet: la estrategia para combatir la desinformaciónUniverso Abierto. Retrieved 14 April 2019, from https://universoabierto.org/2019/04/13/noticias-falsas-en-internet-la-estrategia-para-combatir-la-desinformacion/

 

 

 

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Laura Rojas-Marcos - Psicóloga

 

Versão completa.

 

Referência: Qué es la asertividad y para qué sirve. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 April 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-asertividad-y-para-que-sirve-laura-rojas-marcos/

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