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Onde para a leitura?

Este é o mote escolhido pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para assinalar, a 28 de outubro, o Dia Nacional da Biblioteca Escolar. As iniciativas irão decorrer na Casa das Histórias Paula Rego e numa carruagem de comboio da CP, envolvendo alunos do concelho de Cascais.

A pergunta “Onde para a leitura?” leva os jovens a refletirem sobre o perfil do leitor e da biblioteca, a partir de situações reais no âmbito da mobilidade sustentável.

As bibliotecas escolares estão convidadas a associar-se a esta comemoração, adaptando o programa proposto aos diversos territórios. Para o efeito, a RBE sugere, no Instagram, a utilização das hashtags #diariografico_rbe e #vozesemrede_rbe.

Esta proposta enquadra-se no tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2019 - Vamos imaginar

 

Veja também:
Atividades [PDF]
Atividades
 
Atividades Cascais [PDF]
Atividades Cascais

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PODCASTS

Série de programas emitidos pela Emissora Nacional, produzidos a propósito da passagem do IV centenário da publicação de "Os Lusíadas".

 

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Com o objetivo de potenciar as Bibliotecas Municipais como um espaço privilegiado de encontro de profissionais de informação e mediadores da leitura, bem assim como de todo o público em geral interessado pelas questões à volta do Livro e da Leitura, num ambiente intimista e de conversa informal, irá realizar-se a 2.ª sessão do ciclo de “conversas” à volta da temática das Bibliotecas, do Livro e da Leitura, denominado de Conferências na Biblioteca, na Biblioteca Municipal de Sintra.

Esta sessão das Conferências na Biblioteca, realizada em parceria com a DGLAB, a RBE de Sintra, as Bibliotecas Escolares e a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Centro Estudos Clássicos, Mestrado em Ciências da Documentação e Informação), está associada a um dia comemorativo/simbólico na área do Livro e da Leitura e a uma temática, sendo:


                               Dia 17 de outubro – 5.ª feira - 19h00


Outubro  mês das Bibliotecas Escolares
Tema -“Leituras em rede”

 

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Inscrição | Programa |

Jorge de Sena, nome ímpar da literatura e da cultura portuguesas,  nasceu em Lisboa a 2 de Novembro de 1919 e viveu exilado no Brasil entre 1959 e 1965, e nos EUA a partir de 1965, vindo a falecer em Santa Bárbara, na Califórnia, a 4 de Junho de 1978.

Comemorando o centenário do nascimento do escritor, o CLEPUL, através do seu Grupo 1 – Literatura e Cultura Portuguesas, organiza um colóquio internacional para o qual convidou alguns dos mais reputados especialistas do Autor, que abordarão diversas vertentes da sua obra vasta e multímoda. Poeta, ficcionista, dramaturgo, ensaísta, crítico e teorizador da literatura, historiador da cultura, tradutor, diarista, epistológrafo, tudo isto foi Jorge de Sena, mas sem nunca esgotar a sua funda ânsia de abarcar a totalidade do que é humano.

Pretende-se com este colóquio iluminar zonas menos conhecidas da obra seniana, fazer um balanço do estado da arte dos estudos sobre a obra do autor de Metamorfoses e perspectivar o muito que  está ainda por fazer, nomeadamente no que toca ao diálogo de Jorge de Sena com os seus contemporâneos e com as gerações que lhe sucederam. Será publicado um volume com as intervenções realizadas.

 

Referência: (2019). Centenariojorgesena.wixsite.com. Retrieved 16 October 2019, from https://centenariojorgesena.wixsite.com/home

 

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Adela Cortina | Filósofa

 

Referência: Una lección de ética frente a la intolerancia. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 14 October 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aporofobia-no-se-rechaza-al-extranjero-sino-al-pobre-adela-cortina/

 

 

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Inscrições Programa | 29 de outubroB. Municipal José Saramago |

 

A Câmara Municipal de Loures promove, no dia 29 de outubro, a partir das 9 horas, o encontro Rotas de Leitura , que se irá realizar na Biblioteca Municipal José Saramago.

A participação é gratuita, sujeita a inscrição prévia e limitada à capacidade da sala.

 

 

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Clássicos em rede é um programa de atividades para alunos dos ensinos básico e secundário, que tem por objetivo divulgar e promover a valorização o legado da Cultura Clássica junto dos alunos dos ensinos básico e secundário. 

É desenvolvido, em parceria, pela Rede de Bibliotecas Escolares, pelo Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CEC-FLUL) e pelas autoras do projeto Olimpvs.net.

Para além das Olimpíadas da Cultura Clássica e das sessões de exploração, será lançado em 2019/ 2020, o Prémio para professores - Isabel Simão.

Pode aceder às novidades que vão sendo divulgadas nos botões. 

Olimpíadas

           
Reucursos
            Sessões de exploração

 

A Cultura da Antiguidade Clássica está presente, das mais diversas formas, nos dias de hoje: desde a literatura ao cinema, desde os conceitos políticos às instituições que suportam as nossas sociedades, desde as bases do conhecimento científico, aos modelos estéticos e arquitectónicos…

Levando as crianças e os jovens a descobrir esta presença, pretende-se estimular a sua curiosidade para compreender a origem de tantas situações e objetos do seu quotidiano, bem como aumentar a sua capacidade para cruzar informações de múltiplas áreas do saber, de modo a construírem um conhecimento mais profundo sobre a sociedade em que se inserem.

Contribuir-se-á, assim, para que cresçam com uma visão informada e lúcida do mundo em que vivem, na linha do perfil de aluno, e de cidadão, que se pretende para o século XXI.


Veja também: Lançamento do projeto

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Artigo de Teresa Carvalho

O bem-amado

Poeta de inegável presença canónica na poesia portuguesa do século XX, Eugénio de Andrade fez das palavras o ofício de uma vida e da poesia uma «arte de música». Faria hoje 94 anos (19/01/2017).

O autor de Ostinato Rigore comparava o seu trabalho de poeta ao ofício de pedreiro que fora o do avô, concluindo a aproximação nos seguintes termos: «Ele usava o granito como material, as suas casas estão ainda de pé; o neto trabalha com poeira, sem nenhuma pretensão de desafiar o tempo». A verdade é que são muitas as vozes que dizem que terá construído um monumento perene.

«No prato da balança um verso basta/ para pesar no outro a minha vida» - escreveu Eugénio de Andrade num breve poema, consciente do desacerto que há entre a vida e a poesia, que nele não diferiam.

António Ramos Rosa chamou-lhe rei Midas do verbo: palavra que tocasse virava ouro de lei. E tocou algumas. Palavras «nuas e limpas» que apelam aos sentidos e se combinam em exercício conjugado da inteligência e da emoção – o imenso tesouro de Eugénio de Andrade, herdeiro de «um desprezo pelo luxo» que, nas suas múltiplas formas, considerava uma degradação.

Revelado em 1948 com As Mãos e os Frutos, o seu mais emblemático livro, que então impressionava pela afirmação da corporalidade e do desejo, estreia-se com Adolescente (1942), volume que depois retirou da sua bibliografia por considerar que o verdadeiro timbre da sua voz poética estava ainda ausente.

Definiu-se como «um poeta solar» e respondia mais depressa à chamada da «luz limpa do sul» com que incendiava os seus versos que ao nome de baptismo: José Fontinhas, nascido na Póvoa da Atalaia, uma pequena aldeia da Beira Baixa, situada entre o Fundão e Castelo Branco, cidade de onde foi levado para Lisboa, aos sete anos, pela mão da mãe Maria dos Anjos, figura tutelar da sua vida e presença central da sua poética. Uma poética que os títulos em prosa – Memória Doutro Rio (1978), Vertentes do Olhar (1987) – realizam com igual fulgor.

Da primeira infância reterá, para além das feridas pela ausência do pai, figura que recusou «a vida inteira. Inteiramente», o berço camponês de nascimento, uma «arquitectura extremamente clara e despedida», que os seus poemas tanto reflectem, lugares selectos, despertares, incluindo o da poesia.

Em 1947, já regressado de Coimbra, onde permanece entre 1943 e 1946, estreitando relações de amizade com Miguel Torga e estabelecendo um diálogo cultural com figuras de sucessivas gerações (Afonso Duarte, Paulo Quintela, Eduardo Lourenço, Carlos de Oliveira), torna-se funcionário público, passando a trabalhar como inspector administrativo nos Serviços Médico-Sociais, cargo que exercerá ao longo de 35 anos. Resolvida a questão económica, pôde prosseguir assim o seu ofício poético, a busca rigorosa da linguagem, sem pressa, seguindo, de resto, o «Conselho» metaliterário que a si mesmo dera na colectânea que o impõe como poeta: «Sê paciente; espera/ que a palavra amadureça/ e se desprenda como um fruto/ ao passar o vento que a mereça». O segundo livro de poesia, Os Amantes Sem Dinheiro, surgia em 1950.

Neste mesmo ano, a sua vida profissional na Inspecção Administrativa condu-lo ao Porto, cidade que adopta como a sua terra e onde viverá até à morte, sempre ao abrigo da vida social, literária e mundana, atento às coisas simples e às palavras que as dizem: neve, água, mar, navio, vento, fruto, terra, ave, boca – eis o seu léxico, de larga fluência metafórica, rigorosamente eleito e carregado de uma singular energia sémica que se expande e reformula. 

As Palavras Interditas (1951), Ostinato Rigore (1964), Obscuro Domínio (1971), Limiar dos Pássaros (1972), Matéria Solar (1980), O Sal da Língua (1995), Os Lugares do Lume(1998) são alguns dos mais conhecidos títulos que lhe compõem o vulto de poeta ímpar.

Antologiador de Camões e de Pessoa, autor de uma recolha de poesia erótica contemporânea (Eros de Passagem, 1982) e de duas selecções de poesia e prosa dedicadas ao Porto e a Coimbra – respectivamente Daqui Houve Nome Portugal (1968) e Memórias de Alegria (1971) –, Eugénio de Andrade ofereceu-nos também um panorama geral da poesia portuguesa, desde os cancioneiros medievais até Ruy Belo. Entre os muitos prémios com que foi distinguido, figura o Prémio Camões (2001).

Morreu em Junho de 2005. Estava escrito: «Pela manhã de Junho é que eu iria/ pela última vez».

 

Referência: Eugénio de Andrade. O bem-amado. (2019). ionline. Retrieved 11 October 2019, from https://ionline.sapo.pt/artigo/544766/eugenio-de-andrade-o-bem-amado?seccao=Mais_i

 

Eugénio de Andrade completaria em janeiro de 2015, 92 anos. A RTP recorda o poeta.

 

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Esta iniciativa pretende fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo. Pretende-se também contribuir para a definição de ações estratégicas de ensino, promotoras de situações de aprendizagem significativa.

As histórias a admitir a concurso, em língua portuguesa e em língua inglesa (3.º e 4.º anos), podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. 

Nesta 11.ª edição, podem ainda ser abordados os domínios contemplados na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente o da Educação Ambiental e o do Risco, através da exploração de temas como, por exemplo, proteção da floresta, entre outros.

Em todos os casos, deve existir um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.  

A dinamização deste concurso é assegurada, desde 2009, pelo  Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação (DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), do Plano Nacional de Leitura (PNL) e da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE)  em parceria com a Microsoft, a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) e com a Rádio ZigZag.

A candidatura é feita online, até ao dia 31 de janeiro de 2020, através do preenchimento de um formulário disponível em http://erte.dge.mec.pt/formularios.

A entrega dos trabalhos decorrerá de 15 de janeiro a 31 de  março de 2020, no endereço http://erte.dge.mec.pt/formularios.

Para mais esclarecimentos, consulte o site de apoio ou contacte-nos através do endereço de correio eletrónico: podcast@dge.mec.pt.

Referência:  O concurso “Conta-nos uma história!” está de volta! | Direção-Geral da Educação. (2019). Dge.mec.pt. Retrieved 11 October 2019, from https://www.dge.mec.pt/noticias/o-concurso-conta-nos-uma-historia-esta-de-volta

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Partilha de Práticas - Zonas: Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo e Centro

 

Encontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo de 16 de setembro, na F.C. Gulbenkian (Lisboa): Já estão disponíveis os 7 vídeos que cobrem por inteiro essa jornada.

 

O Encontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo teve lugar no dia 16 de setembro de 2019, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. Este encontro culminou o projeto-piloto, a nível nacional, de Literacia para os Media, realizado de janeiro a abril de 2019 e que resultou de uma parceria entre a Direção-Geral da Educação, o Sindicato dos Jornalistas e o Centro Protocolar de Formação para Jornalistas (Cenjor), tendo, ainda, o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

O projeto teve a particularidade de contar com jornalistas e académicos especialistas da área do jornalismo, na formação de docentes, tendo o intuito de contribuir para diferentes áreas da literacia para os Media – desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos, nomeadamente no que se refere às competências de leitura e de análise da informação, de forma crítica e autónoma e, consequentemente, para as competências da Cidadania Democrática.

Tratou-se de mais um momento relevante, entre escolas, professores, alunos, especialistas e outros parceiros, para divulgação de práticas, reflexão sobre os passos já concretizados e projeção do trabalho a realizar. Teve como público-alvo, docentes, alunos dos diferentes níveis de ensino envolvidos ou interessados na temática.

 

ReferênciaEncontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo - YouTube. (2019). YouTube. Retrieved 9 October 2019, from https://www.youtube.com/playlist?list=PLTz3J4grt9iRPziIbx1Ziqg-l-8wiWOKP

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