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por Ingrid Mosquera Gende

[Profesora adjunta en la Universidad Internacional de La Rioja. Dpto. Inglés. Facultad de Educación. Doctora en filología inglesa. DEA en Psicología de la Educación. Postgrados en Alteraciones de la Audición y el Lenguaje y en Estrategias de Aprendizaje. Máster en Docencia Universitaria.]

 

Eu sou fã do Twitter. Mesmo que tenha aspectos negativos, colocando os prós e contras numa escala, não tenho dúvidas. Para começar, precisamos conhecer o mais básico  e,  para isso, permito-me partilhar consigo o videotutorial acima em que explico algumas ideias para nos apresentarmos no Twitter com um propósito educativo.

 

Siga as contas

Uma das possibilidades mais interessantes do Twitter , e a mais conhecida, é seguir outras contas. Há muitos artigos que nos oferecem um compêndio das melhores contas educativas no Twitter , mas acho que cada um deve seguir o seu instinto, sem se deixar levar pelo número de seguidores que um utilizador pode ter . Quando entra no Twitter e começa a procurar por contas e pode ver quem está seguindo a quem, algumas contas vão levá-lo para outras pessoas e nós mesmos podemos decidir quem seguir e quem não seguir. Recomendo seguir professores que publicam as suas experiências e o dia a dia na sua sala de aula, podemos aprender muito com eles.

 

Listas

Pode chegar um momento em que seguimos tantas pessoas que nos parece que há informações perdidas ao longo do caminho. Para isso, nós podemos criar as nossas próprias listas , tanto com pessoas que seguimos como com pessoas que não seguimos. Podemos criar listas dedicadas a tópicos específicos que sejam do nosso interesse, para as consultarmos quando julgarmos apropriado. Este é o exemplo de uma lista que preparei, com apenas 10 membros, das quase 900 contas que atualmente acompanho. Quando vou à lista, vejo apenas as publicações desses 10 membros. Esta é uma maneira não exclusiva de filtrar e organizar as informações no Twitter .

 

Momentos

Para mim, os momentos foram uma grande descoberta . Isso significa aglutinar num único espaço os tweets que são especialmente interessantes , das contas que são, sejam ou não seguidas. Para dar um exemplo, este é um momento que criei, chamado Experiências na sala de aula , é muito mais visual se puder vê-lo no seu telemóvel. Defini-lo-ia como um ebook interativo no qual reuno experiências que utilizadores, professores, compartilham no Twitter . Muitas ideias podem ser retiradas, vendo o que os colegas estão a fazer nas suas salas de aula. Ele vai continuar a crescer.

 

Hashtags

As hashtags são rótulos que, com este símbolo #,  permitem agregar os twits de um tema específico . Quando pesquisa no Twitter , pode procurar todas as postagens que possuem hashtags específicas . Existem hashtags educativas muito recorrentes. Além disso, usando hashtags, em dias e horários específicos, geralmente uma hora, eventos educacionais ocorrem no Twitter, de diferentes tópicos, que muitos professores usam para discutir e aprender sobre novos recursos e experiências. Vai descobri-los facilmente seguindo professores e visualizando as suas publicações.

 

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Twitter: una gran oportunidad de aprendizaje para alumnos y docentes. (2019). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 30 January 2019, from http://blog.tiching.com/twitter-una-oportunidad-de-aprendizaje/

 

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O livro de atas do  XXV Colóquio da Afirse Portugal, realizado em Lisboa, em fevereiro de 2018, encontra-se disponível para consulta.

 

Pinhal, J.,  Cavaco, C., Cardona, Mª.J., Costa, F., Marques, J. & Faria, R. (Orgs.) (2019). A investigação, a formação, as políticas e as práticas em educação – 30 anos de AFIRSE em PortugalAtas do XXV Colóquio da AFIRSE Portugal. Lisboa: AFIRSE Portugal e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

 

Trata-se do colóquio comemorativo dos 30 anos da AFIRSE em Portugal,  por isso o Livro de Atas encontra-se disponivel e aberto a todos os interessados.

 

ReferênciaLivro de Atas de 2018. (2019). AFIRSE Portugal. Retrieved 29 January 2019, from http://afirse.ie.ul.pt/livro-de-atas-de-2018/

 

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Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos (web | pdf ING | pdf PT), de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação, nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público; 

Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;

Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

 

Olhando para o presente, o ideal humanista de construção do conhecimento, alicerçado no bem e no belo, surge ameaçado. Olhando para o futuro, vemos na qualidade e continuidade das aprendizagens que todos possamos realizar o caminho que nos pode aproximar do cumprimento deste ideal. Confiamos nos responsáveis das bibliotecas para esta missão.

 

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A campanha eleitoral para eleger os "Livros mais fixes" tem o seu início a 28 de janeiro e termina a 13 de março de 2019.

 

Em cada escola, os alunos que queiram fazer campanha por um livro inscrevem-se junto do professor bibliotecário ou do professor responsável pela iniciativa.

 

A organização das inscrições, as ações e o calendário da campanha eleitoral serão da responsabilidade da biblioteca escolar ou do professor responsável.

 

Durante a campanha eleitoral, os alunos defenderão publicamente o livro de que mais gostam. Poderão fazê-lo dentro da sala de aula (equivalente a uma sessão de esclarecimento), na biblioteca escolar ou na sala de alunos (equivalente a um comício), nas redes sociais e meios digitais da escola (equivalente a tempo de antena) ou através de cartazes afixados na sala de aula, na biblioteca ou noutro local público da escola. Poderão também organizar debates entre vários candidatos e desenvolver outro tipo de material de propaganda, como autocolantes, pins, folhetos, etc., ou organizar debates entre representantes de várias escolas.

 

A VISÃO Júnior e a VISÃO farão a cobertura da campanha eleitoral e darão espaço aos candidatos, tanto nas suas edições impressas como nos seus sítios na internet e nas redes sociais.

 

A RBE difundirá a cobertura da campanha através das suas redes sociais.

 

Os alunos terão também a possibilidade de criar tempos de antena de rádio, que serão transmitidos pela Rádio Miúdos, em março, e pelas rádios locais com quem as escolas estabeleçam parceria.

 

O dia de reflexão será 14 de março de 2019.

 

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A equipa do Concurso Media@ção criou um conjunto de pequenos vídeos para apoiar alunos e professores na área da produção de vídeo e, em especial, aqueles que vão candidatar-se ao concurso. Cada um daqueles centra-se sobre uma das etapas: desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição. Estão disponíveis aqui>>

 

Esperamos que sejam úteis a todos os que se interessam pelo vídeo e que consigam entusiasmar novos alunos e docentes a participar no concurso Media@ção, este ano sobre o tema Media, democracia e tolerância

 

Atenção ao prazo final de entrega dos trabalhos: 15 de março

 

Encontra todas as informações sobre o concurso aqui>>.

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Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

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A governança da Internet é um campo complexo que abrange as regras, normas e padrões que determinam como a Internet - das conexões físicas aos programas e informações que a transmitem - funciona. Dada a crescente centralidade da internet no trabalho das bibliotecas, as bibliotecas são as principais partes interessadas.

 

As discussões sobre governança da Internet cobrem decisões e debates em diversas áreas políticas, refletindo os interesses, valores e abordagens de uma ampla gama de partes interessadas. Embora isso seja um foco amplo, também permite uma visão muito mais inclusiva de algumas das principais questões económicas, sociais, culturais e cívicas que enfrentamos hoje. 

 

As bibliotecas têm um grande interesse em participar neste debate. Elas confiam na internet para cumprir a sua missão de fornecer acesso à informação no dia a dia e têm um interesse de longo prazo no seu futuro como meio de organizar, partilhar e divulgar informação. 

 

Para se envolver, é necessário um entendimento básico das questões de Governança da Internet, cobrindo tópicos que são essenciais para o trabalho das bibliotecas públicas, incluindo acesso público, censura, direitos digitais, liberdade de expressão e neutralidade da rede, entre outros. A missão das bibliotecas.

 

Por essa razão, a IFLA elaborou um guia que resume as questões mais importantes neste campo, no contexto do cenário mais amplo de governança da Internet e das partes interessadas envolvidas na formação do mesmo. 

 

O Guia de Governança da Internet da IFLA para Bibliotecas é composto por seis capítulos e cada novo capítulo será publicado todas as semanas a partir de 21 de janeiro de 2019.

 

Ler mais >>

 

Baixe o guia:

Os capítulos serão disponibilizados abaixo: 

Capítulo 1:  Introdução à Governança da Internet

 

Capítulo 2: A tecnologia por trás da governança da Internet

Data de publicação: 28 de janeiro de 2019

 

Capítulo 3: Principais atores no cenário da governança da Internet

Data de publicação: 4 de fevereiro de 2019

 

Capítulo 4: Governança da Internet e Sociedades Modernas

Data de publicação: 11 de fevereiro de 2019

 

Capítulo 5: A Implicação Legal, Económica e de Segurança da Governança da Internet

Data de publicação: 18 de fevereiro de 2019

 

Capítulo 6: Direitos Humanos e Governança da Internet

Data de publicação: 25 de fevereiro de 2019

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Vídeo animado produzido pela Softlink Education para a campanha Great School Libraries da Associação Britânica de Bibliotecas Escolares e para a campanha australiana 'Students Need School Libraries'.

 

Música de www.bensound.com

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Revista LER | Verão 2018

 

Novas formas de cerceamento da liberdade de expressão e artística em matéria de sexualidade, novas e cada vez mais finas abordagens de género, legislações restritivas, repressão social da pornografia e do livre arbítrio do comportamento sexual privado, censura de conteúdos programáticos nas escolas e universidades, acusações de assédio sexual sem exigência de ónus da prova – e a lista segue. Sofremos os efeitos secundários de mudanças sociais e correções políticas necessárias ou estamos a entrar numa nova era sexualmente restritiva?

 

Na terceira viagem ao que pensava ser a costa ocidental da Ásia, Cristóvão Colombo, talvez inspirado pela nudez das indígenas, anotou que o mundo não era afinal redondo, mas em forma de mama feminina, com o Paraíso por mamilo situado numa ilha, algures perto da atual Venezuela. Colombo ficou para a história como o descobridor da América e, progressivamente, também como o impulsionador do genocídio, estupro, tortura, comércio e repressão cultural dos povos nativos e o responsável pela primeira epidemia de sífilis de que há notícia na Europa. Se fosse hoje, Walt Whitman seria autorizado a louvá-lo como profeta («Prayer of Columbus»)? Muito provavelmente, não. Hoje, em cada vez mais cidades norte-americanas, o feriado nacional de 12 de outubro, instituído em 1932 em honra de Colombo, está a mudar de nome para Dia do Povo Indígena. Hoje, em cada vez mais editoras norte-americanas, recorre-se a sensitive readers para a leitura de originais e eventual higienização do texto quanto a eventuais ofensas a determinados grupos de leitores ou eventual revisão e inserção de texto que seja mais conforme com eles. Hoje, pelo menos metaforicamente, o mundo corre o risco de se tornar quadrado.

 

No final do século XIX, os contemporâneos do autor de Folhas de Erva consideraram a sua poesia ultrajante, pornográfica e imatura e criticaram-na e censuraram-na o mais que puderam. Whitman perdeu o emprego como escriturário público, por «falta de carácter moral», e viveu grande parte da vida na pobreza, ajudado por uns quantos amigos que reconheciam a grandeza da exuberância emocional e do radicalismo estilístico da sua obra. O próprio Ralph Waldo Emerson, pensador transcendentalista que inspirou e apoiou o auto-intitulado bardo da América, aconselhou-o a expurgar do poema «Filhos de Adão» o manifesto conteúdo homo-erótico.

 

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El informe “Journalism, Media and Technology Trends and Predictions 2019″ encuesta a 200 líderes digitales de todo el mundo sobre lo que creen que serán los retos y oportunidades a los que se enfrentarán el periodismo, los medios de comunicación y la tecnología este año. Este será el año en que la regulación de las empresas de plataformas tras la creciente preocupación por la desinformación, la privacidad y el poder de mercado. Algo que antes se consideraba impensable se ha convertido en “inevitable”, en palabras del jefe de Apple, Tim Cook, aunque los detalles serán confusos, difíciles de resolver y tomarán tiempo para hacerse realidad.

 

Mientras tanto, la difusión de contenidos falsos, engañosos y extremos seguirá socavando las democracias de todo el mundo, con la polarización de las elecciones en la India, Indonesia y Europa como puntos álgidos. El periodismo seguirá transformándose por los cambios estructurales que ya han provocado importantes caídas de los ingresos publicitarios. Los editores están buscando suscripciones para compensar la diferencia, pero es probable que los límites de esto se hagan evidentes en 2019. Tomadas en conjunto, es probable que estas tendencias conduzcan a la mayor ola de despidos en empresas periodísticas en años, debilitando aún más la capacidad de los editores para exigir responsabilidades a los políticos populistas y a los poderosos líderes empresariales.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Tendencias en periodismo, medios de comunicación y tecnología 2019Universo Abierto. Retrieved 22 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/22/tendencias-en-periodismo-medios-de-comunicacion-y-tecnologia-2019/

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