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  por ©️ Maria Jose Vitorino

 

Portugal, até 2018 Bibliotecas Escolares - Professores Bibliotecários - Breve historial da formação

 

Apresentação sucinta de alguns factos sobre a formação de professores para funções em bibliotecas escolares, incluindo a figura do professor bibliotecário criada em 2009 pela Rede de Bibliotecas Escolares.

 

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 Portal da dislexiaJNE

 

Foi publicado pelo Júri Nacional de Exames (JNE) o Guia para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames – JNE/2018 que contempla as normas para aplicação de condições especiais na realização de Provas de Aferição (2ª ano, 5º ano e 8º anos), Provas Finais (9º ano) e Exames Finais (11º e 12º anos) dos alunos com Necessidade Educativas Especiais para o ano de 2018.

 

Este Guia inclui a descrição das condições especiais nas Provas e Exames Nacionais que podem ser aplicadas aos alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008 (Educação Especial: cegueira, baixa visão, surdez, Perturbação do Espectro do Autismo, incapacidades intelectuais, Dislexia, Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção, etc.), com Problemas de Saúde ou Incapacidades Físicas Temporárias.(...)

 

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Moura, O.

Moura, O. (2018). Condições especiais na realização de Provas e Exames dos alunos com Dislexia e outras NEE – 2018Portal da Dislexia. Retrieved 28 February 2018, from https://dislexia.pt/blog/condicoes-especiais-na-realizacao-de-provas-e-exames-dos-alunos-com-dislexia-e-outras-nee-2018/

 

 

A fuga da Ervilha (Sistema Digestivo) é uma das atividades desenvolvidas no Agrupamento de Escolas Moinhos da Arroja, Odivelas, no âmbito do projeto Infomedia – um passo para o conhecimento, distinguido pelas Ideias com Mérito em 2017.

 

Esta atividade realizou-se em articulação com os professores titulares de turma, envolvendo a leitura, a abordagem de conteúdos de Estudo do Meio e Matemática e a iniciação ao pensamento computacional e à robótica. 

 

Acabou de receber um pedido de amizade numa rede social e o nome do perfil é-lhe familiar? "Boas notícias, poderá não ser um perfil falso. Mas tenha o cuidado de analisar o perfil." O conselho é da investigadora Luzia Pinheiro, da Universidade do Minho, que reuniu dez passos para identificar um perfil falso numa rede social

 

Ver na fonte.

 

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 DR | por Rita Pimenta | Público|

 

Até ao final do ano, a Casa da Avenida põe os miúdos a viajar através de ateliers criativos e de continuidade. Quem quiser subir a bordo será guiado por Margarida Costa e Maria João Frade. O Mundo no Bolso garante carimbos no passaporte e na memória.

 

Mapa-Múndi; Labirintos e Caminhos; Malas e Baús; Viajar sem Sair do Lugar e O Mundo no Bolso são os títulos dos encontros-oficinas que reúnem crianças a partir dos quatro anos no 2.º andar de uma casa de família na Avenida Luísa Todi, em Setúbal. Ao longo de 2017, houve ali ateliers O Ano Inteiro, a partir da agenda do Planeta Tangerina assim designada. Pais e crianças reclamaram novos encontros felizes em 2018. Já começaram.

 

A grande viagem deste ano teve início a 27 de Janeiro com um jogo de palavras. Cada criança falou sobre o que lhe sugeriam os conceitos de “mundo” e de “viagem”. Disseram o que sabiam, o que já tinham experimentado, por onde tinham andado.

 

A seguir, a cada uma foi dado um bilhete, com um número de lugar sentado. Num corredor da casa, havia a marcação dos lugares no chão, a simular um transporte. Os miúdos tinham de identificar os seus lugares e ocupá-los. Depois de instalados, começaram a escutar ruídos e registos de sons de viagem. “O que se ouve quando se entra num autocarro, os sons de exterior, o ruído de vários meios de transporte, comboio, avião, barco. E foram identificando e conversando a propósito do que estavam a ouvir”, descreve, com entusiasmo, Maria João Frade, ex-professora de Português e Francês.

 

Depois, passaram para uma sala cheia de mapas antigos pendurados nas paredes, que a proprietária da galeria Casa da Avenida, que habita no 1.º andar do edifício e explora o Café da Casa, no R/C, “tinha descoberto no sótão há muitos anos e que não tinha ainda utilizado com os miúdos”. “Foi um deslumbramento quando entraram e viram os mapas. Nunca tinham visto mapas assim.” Gostaram das cores, do papel, das diferentes representações gráficas e de toda a atmosfera da sala.

 

Detiveram-se neles algum tempo, “para perceberem regiões, culturas, paisagens, distâncias, a tipologia dos mapas, temáticos ou não”, enumera. Depois, a sala foi escurecida e viram outros tipos de mapas e noutro suporte, numa projecção de espaços reais e imaginários, extraídos de sites sobre o tema.

 

Seguiu-se a retirada de papelinhos de dentro de um grande pote transparente e que identificavam lugares. Cada criança dizia que lugar lhe tinha saído. Podia ser uma cidade, um país de verdade ou o reino fictício de Rohan (de O Senhor dos Anéis, de Tolkien, cuja capital seria Edoras). A partir daí, a conversa derivava para: “É um lugar que existe ou é um lugar que não existe?”

 

Houve quem defendesse que os lugares fictícios existiam, sim senhor, a que outros contrapunham: “Como é que sabes, já lá estiveste?” Seguiram-se perguntas como: “É preciso ter lá estado para saber que existe?” Houve toda uma discussão sobre “lugares que existem e que não existem, com argumentos ‘porque já lá estive’, ‘já vi num livro’, já ouvi falar”…

 

Este é um dos momentos que tornam a educadora Margarida Costa mais feliz, já que a também “guia” de O Mundo no Bolso fez várias formações em filosofia para crianças e adora escutá-las, estimular-lhes o pensamento e “aprofundar o seu espírito crítico e criativo face ao mundo”, conta-nos.

 

Passou-se depois para a actividade plástica “o meu mundo, o meu mapa”. Nessa altura, fizeram-se dois grupos: dos quatro aos oito anos e outro a partir dos nove. “Distribuiu-se um guião sobre o que se pode pôr dentro de um mapa, para terem uma pequena orientação inicial. Depois, a liberdade era total.” Uns basearam-se nas pistas, outros nem por isso. “Alguns até fizeram mapas pop-up, com montanhas. Os mais velhos criaram mapas mais descritivos, com mais elementos, legendas e ilustrações.”

(...)

 

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