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 in PORVIR |

 

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

 

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?
Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

 

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?
Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

 

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?
Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

 

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?
Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

 

 

 

Adaptado do português do Brasil.

in Letra Pequena de Rita Pimenta |

 

Uma homenagem à literatura clássica infantil, num livro muito bonito e cheio de referências bibliográficas felizes.

Logo nas guardas de abertura, encontramos uma mancha de caracteres que invocam dezenas de títulos e escritores que nos remetem para leituras de infância: As Aventuras de Pinóquio (Carlo Collodi), Um Conto de Natal (Charles Dickens), 20.000 Léguas Submarinas (Júlio Verne), Aventuras de Alice no País das Maravilhas (Lewis Carrol), só para citar alguns.

 

Disseram os autores, Oliver Jeffers e Sam Winston, sobre o livro que criaram juntos: “Desde o início sabíamos que queríamos criar um conto que celebrasse o nosso amor pela literatura clássica infantil com um toque moderno. Para nós, tratou-se de capturar alguma da magia que acontece quando alguém se perde ao ler uma história intemporal, mas de um modo que os leitores ainda não tinham visto.”

 

E a verdade é que a obra é muito original e poética. Por isso mereceu este ano o Prémio de Melhor Livro de Ficção atribuído pela Feira do Livro Infantil de Bolonha. (...)

 

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 Fonte | por Laura Fleming | Edutopia |

 

A hashtag can help you create a community within and around your school library, as well as help you widen your reach beyond the school.

 

It was once known as the pound sign, but in the Digital Age # has been rebranded as the universal symbol known as the hashtag. Use of the hashtag dates back to 1988 and Internet Relay Chat (IRC) where it was used to categorize items and content into groups. Although just one simple character, the hashtag has proven to be one of the most powerful digital tools out there and is recognized globally. That’s why you should create a hashtag for your school library -- as a way to communicate with your community and extend your reach beyond your school.

 

Social media offers almost limitless opportunities to connect with people all around the world. But how do we know where to go to find people with similar goals and interests? The hashtag has been adopted by the social networks Twitter, Instagram, Facebook, Google+, Pinterest, and more. It enables groups of people who use these platforms to find like-minded people. Hashtags have become ubiquitous, and we now see them everywhere -- on screens, in businesses, and even in our schools.

The hashtag and other tools have allowed even the most connected schools to break out of their digital silos and tell their stories to audiences beyond just those who follow them on a specific social media platform. For example, two school hashtags that I follow are #leydenpride (the hashtag for Leyden High School District 212 in Illinois) and #engage109 (the hashtag for Deerfield Public School District 109, also in Illinois). It was because of their hashtags that I learned of the amazing, innovative things taking place in these two districts, and so it was from them that I learned the power of the hashtag as well. Now I follow both hashtags regularly even though I am not part of either school community.

Why Have a Hashtag?

As a thought partner for the Future Ready Librarians initiative, I know firsthand how important leading and learning with social media are for a modern-day librarian. As more and more libraries move into the Digital Age, many are turning to social media as a way to create a positive brand presence and to promote their library programs and resources. In addition to having a presence on social media platforms, there is value in creating a hashtag for your school’s library, including allowing you to expand your library’s reach. School librarians are well positioned to lead the charge of these digital efforts.

 

 

Conteúdo relacionado:

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 Visto aqui: ALFINete |

 

Há mais conexões móveis que pessoas no planeta Terra, e mais gente com acesso a um telemóvel que a uma casa de banho. 

Digital technology is widespread and spreading fast. There are more mobile connections than people on the planet, and more people have access to a mobile phone than to a toilet. Cross-border flows of digitally transmitted data have grown manifold, accounting for more than one-third of the increase in global GDP in 2014, even as the free-flow of goods and services and cross-border capital have ebbed in the aftermath of the 2008 recession. While more people can benefit from access to information and communication, the potential for bad actors to create widespread havoc increases; with every year, the incidents of cyberattacks get bigger and have wider impact.

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 Maio 2014 | Download |

 

 

 

¿Para quién es esta guía?

 

 

 

Todas las personas implicadas en experiencias de acción social, cada cierto tiempo nos planteamos dudas y preguntas sobre nuestras prácticas, así como sobre nuestra relación y trabajo con otras personas. ¿Serán nuestras prácticas las adecuadas en este momento? ¿Por qué sucedió de esta manera con este grupo y de forma diferente con otro? ¿Por qué nuestra acción acabó transformándose en algo que no buscábamos y produjo resultados no esperados?

 

 

 

Para reflexionar y mejorar nuestras prácticas en el ámbito de la transformación social presentamos a continuación una herramienta metodológica –la sistematización– que puede ser útil no sólo para nuestro colectivo sino también para otras personas. Se trata de una herramienta que puede posibilitar que el grupo, solo o acompañado por otras personas, pueda reflexionar, cuestionarse, aprender y consensuar líneas de actuación para próximas prácticas.

 


No es una “receta”, sino una propuesta que debe ser adecuada y adaptada a cada grupo, en función de su experiencia, tiempos, recursos, etc., pero que puede facilitar no sólo la mejora de nuestras prácticas, sino el aprendizaje y el empoderamiento de todas las personas implicadas en la acción.

 

 

Esperamos por tanto, poder contribuir con esta propuesta a la mejora de nuestras prácticas en el campo de la intervención social, al empoderamiento de aquellas personas con las que trabajamos y, con todo ello, a la transformación del mundo que habitamos.

 

 in Introducción

 

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