Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blogue RBE

Seg | 20.09.21

Centenário de José Saramago

2021-09-20.png

A 16 de novembro de 2022 assinala-se o Centenário do nascimento de José Saramago e a Rede de Bibliotecas Escolares, parceira da Fundação José Saramago, participa e colabora no Programa de homenagem do cidadão e escritor que se inicia nos 365 dias anteriores.

No campo da leitura, o programa “Saramago na Escola” inclui as “Leituras Centenárias”, uma parceria da Fundação José Saramago com a Rede de Bibliotecas Escolares e com o Plano Nacional de Leitura.

Assinalando a abertura do Centenário, no dia 16 de novembro de 2021 realizar-se-ão, em 100 Escolas Básicas portuguesas, sessões de leitura do conto “A Maior Flor do Mundo”, presente no currículo escolar do 4º ano do Ensino Básico.

As inscrições para as “Leituras Centenárias” terão lugar até 10 de outubro de 2021, através do endereço centenario@josesaramago.org .No portal RBE encontrará mais informações.

No contexto do Quadro Estratégico 2027: Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro, educar para um modo de vida sustentável e humanista, que conjugue conhecimentos, competências, valores e participação, implica pensar e criar experiências de aprendizagem amplas, aprofundadas e integradas na vida de cada um.

O Centenário gera esta oportunidade! Leia como no portal RBE: https://www.rbe.mec.pt/np4/835.html

_____________________________________________________________________________________________________________________

Sex | 17.09.21

Quadro Estratégico da RBE | Para onde vão as bibliotecas escolares?

2021-09-17.png

O Quadro Estratégico da Rede de Bibliotecas Escolares, definido para o período de 2021-2027, orienta a sua ação e aponta caminhos para que todas as comunidades educativas usufruam de bibliotecas escolares de excelência. Esta é, aliás, a missão do Programa RBE, que visa apoiar as bibliotecas para que estas “respondam de forma eficaz e inovadora aos desafios colocados à educação e à escola, garantindo a todos, e com todos, ambientes de informação e conhecimento, conducentes ao desenvolvimento dos saberes e competências indispensáveis numa sociedade cada vez mais dinâmica, imprevisível, digital e global” (RBE, 2021, p. 27).

Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro é o foco da ação do Programa RBE, pelo que, ao longo do presente ano letivo, serão publicadas neste espaço orientações e pistas de trabalho para apoiar o trabalho das bibliotecas.

Estas publicações estarão organizadas em torno dos quatro eixos estratégicos definidos no Quadro Estratégico: Sítios, Saberes, Pessoas e Ligações, tendo sempre em vista a qualidade e melhoria contínua. Nesse sentido, as publicações terão em conta as linhas de ação, por eixo, a saber:

1. Sítios:

- Espaços físicos e digitais;

- Serviços;

- Equipamentos, conetividade e softwares;

- Recursos humanos.

2. Saberes:

- Ação pedagógica;

- Serviços e programas na área da leitura e da escrita;

- Programas de literacias da informação, dos media e digital;

- Práticas interdisciplinares que promovam a colaboração, a experimentação e a criação.

3. Pessoas:

- Ação na área da cidadania;

- Práticas promotoras do desenvolvimento da sensibilidade e da criação estética e cultural;

- Dinâmicas que conduzam a comportamentos e estilos de vida responsáveis.

4. Ligações:

- Articulação com diferentes organismos do Ministério da Educação;

- Desenvolvimento e consolidação de redes de otimização e partilha de saberes, recursos e prática;

- Criação / consolidação de parcerias;

- Articulação com as famílias e as comunidades;

- Integração em redes de desenvolvimento e cooperação internacional.

Espera-se, desta forma, dar alguns contributos para apoiar a concretização dos planos de ação das bibliotecas escolares, em consonância com as orientações do Ministério da Educação (ME) e com orientações internacionais nas áreas da educação e, especificamente, das bibliotecas. Nesse sentido, e tendo em conta as orientações do ME para o ano letivo 2021-2022, começar-se-á por dar especial atenção à recuperação das aprendizagens, com destaque especial para a leitura e a escrita, competências essenciais para o sucesso dos alunos. Para além disso, e face à crescente digitalização e ao movimento global de transição digital, serão apresentadas orientações e propostas que apoiem as bibliotecas escolares a desenvolver-se do ponto de vista digital, contribuindo, dessa forma, para a operacionalização dos Planos de Desenvolvimento Digital das Escolas.

 

Referências

Rede de Bibliotecas Escolares (2021). Bibliotecas Escolares: presentes para o futuro. Programa Rede de Bibliotecas Escolares: Quadro estratégico: 2021-2027. Lisboa: ME.

 

Fonte da imagem

Photo by Ryoji Iwata on Unsplash

_____________________________________________________________________________________________________________________

Qui | 16.09.21

Consulta Pública da Comissão Europeia

2021-09-16.png

#DigitalDecade4YOUth

Como parte integrante da sua visão e dos novos caminhos a criar para a Transformação Digital da Europa até 2030, a Comissão Europeia pretende assegurar que o mundo digital está preparado para o futuro. No âmbito do processo de consulta mais amplo, de maio a outubro de 2021, crianças, jovens, pais e encarregados, professores e educadores, bem como outras partes interessadas da União Europeia, estão a ser consultados sobre as várias prioridades que visam promover, proteger, respeitar e cumprir os direitos da criança num mundo digital.

Até ao momento, o trabalho de consulta já obteve contribuições de cerca de 750 crianças e jovens através de 70 grupos-alvo, no qual o Consórcio do Centro Internet Segura esteve envolvido contando com a colaboração de vários parceiros nacionais. Pretende-se agora reunir mais informações das partes interessadas que cuidam, educam ou podem influenciar oportunidades e experiências online positivas para as crianças e jovens da Europa.

Para isso, foi disponibilizado um questionário onde constam questões, baseadas nas perguntas a que as crianças e os jovens responderam, para que seja possível comparar perspetivas. Assim, pede-se a quem preencher o questionário que considere as oportunidades e benefícios de que crianças e jovens podem usufruir estando online, os desafios e riscos que podem enfrentar e que indique quem acha que é (ou deveria ser) responsável por melhorar as experiências online. Pede-se, ainda, a sua opinião sobre o que os decisores políticos têm de fazer na próxima década para impulsionar mudanças. Importa realçar que, neste estudo, foram consultadas especificamente crianças e jovens até aos 18 anos.

Juntamente com as respostas já recebidas de crianças e jovens, o feedback fornecido neste questionário contribuirá para o desenvolvimento de um conjunto de princípios e direitos digitais para uma declaração interinstitucional entre a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e o Conselho, a publicar no final de 2021, bem como para a nova Estratégia Better Internet for Kids (BIK), a adotar em 2022.

O questionário está disponível em português e pode ser respondido aqui (survey), bastando selecionar a língua pretendida na coluna do lado direito.

Desde já o Consórcio do Centro Internet Segura, de que a Rede de Bibliotecas Escolares é parceira, muito agradece a colaboração de cuidadores e educadores, através da resposta ao questionário.

_____________________________________________________________________________________________________________________

Ter | 14.09.21

A escola no pós-pandemia

2021-09-13.jpeg

No sentido de ajudar a desenhar “estratégias e medidas para reduzir, nas escolas, os impactos socioeducativos da pandemia e potenciar o desenvolvimento e o progresso na aprendizagem de crianças e jovens” o Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou a Recomendação A Escola no pós-pandemia: desafios e estratégias 1.

Tem como complemento o Estudo sobre a primeira vaga da Covid 19 (março a julho 2020),  Educação em Tempo de Pandemia: Problemas, respostas e desafios das escolas 2, reflexão alargada com vários contributos, incluindo audições de pessoas e entidades, que reúne cronologia e indicadores.

O contexto d’ A Escola no pós-pandemia é o de uma realidade mutável e inesperada, proporcionada pela situação de emergência da pandemia, que exige o envolvimento e empenho de docentes, não docentes, famílias e comunidades que, no início da pandemia, souberam responder “com enorme dedicação e eficácia”. Por conseguinte, a reflexão do CNE segue “uma visão da escola e da comunidade escolar como um todo (whole school approach)”, dotado de autonomia e que trabalha em conjunto na procura de soluções.

O documento organiza-se em 8 pontos que incidem sobre os vários atores e desafios:

  1. Bem-estar e progressão nas aprendizagens;
  2. Currículo e gestão do currículo;
  3. Práticas pedagógico-didáticas e de avaliação;
  4. Formação de pessoal docente e reforço de condições e recursos;
  5. Lideranças, trabalho colaborativo e equipas multidisciplinares;
  6. Escola e famílias;
  7. Escola e comunidade;
  8. Formação inicial de professores e de outros profissionais.

Não obstante o seu caráter indissociável, na abertura do ano letivo 2021/ 2022 destacam-se ideias provenientes sobretudo dos três primeiros pontos, que podem inspirar e orientar a convivialidade e o planeamento e ação estratégica das bibliotecas escolares.

 

  1. Bem-estar e progressão nas aprendizagens

- A principal preocupação por parte das escolas deve ser “ouvir as crianças e jovens e identificar as condições psicoafectivas e de aprendizagem de cada um deles para que se possa atuar nestas duas frentes — aprendizagens essenciais e estruturantes e bem-estar emocional”.

A Recomendação A voz das crianças e dos jovens na educação escolar 3,  generalizada à Educação Pré -Escolar, Ensino Básico e Secundário e Ensino Profissional, entende “por ‘voz das crianças e dos jovens na Educação Escolar’ a possibilidade e o direito das crianças e dos jovens terem oportunidade para exprimir as suas ideias e opiniões ao longo de todo o processo educativo”. Este é um documento importante porque:

- Reconhece as “várias dimensões transversais da voz: como instrumento de interação, de participação, de apropriação do conhecimento e de empoderamento social, promotores de desenvolvimento humano e de afirmação de cidadania”;

- Afirma que é “indispensável ao processo de aprendizagem” – “se nós não falarmos a professora nunca vai saber se aprendemos ou não aprendemos”, diz um aluno do primeiro ciclo, referido no documento - e de socialização democrática das crianças e jovens;

- Do reconhecimento do valor da sua voz em contexto escolar geram-se, segundo diversa literatura científica, benefícios: “empoderamento, motivação, envolvimento e sucesso nas aprendizagens” e “transformação do papel do professor”.

Segundo A escola no pós-pandemia, crianças e jovens devem ser ouvidos e ver “a sua participação ser respeitada e considerada” em todas as decisões que os envolvem, inclusive a respeito da escola (e da biblioteca): sua organização e funcionamento, gestão e desenvolvimento do currículo, processo de aprendizagem (objetivos, percursos e ritmos, recursos, avaliação pedagógica…) e formação de professores são áreas cujas decisões deveriam integrar contributos das crianças e jovens. Lembrando Paulo Freire, cujo centenário se celebra a 19 de setembro 4, “A educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B”.

- As estratégias pedagógicas para consolidar e adquirir aprendizagens essenciais devem ser desenhadas, implementadas e avaliadas com as crianças e jovens, “sem recorrer a ‘mais do mesmo’": aumento da carga letiva e manutenção de estratégias pedagógicas que induzem à passividade dos alunos. Privilegiam-se “atividades e espaços não escolarizados de socialização e integração” informal, como “visitas culturais ou de contacto com a natureza, jogos colaborativos, dinâmicas de conhecimento e acolhimento mútuo” que incluem educação artística e desportiva e integram-se estas experiências e conhecimentos na aprendizagem do currículo. Incrementam-se “entre as bibliotecas escolares e as entidades locais, atividades de animação à leitura com grupos heterogéneos que evidenciem, tanto quanto possível, a diversidade cultural e étnica dos territórios, de forma a reforçar aprendizagens diversas e uma maior socialização e conhecimento mútuo”.

 

  1. Currículo e gestão do currículo

- A gestão e planeamento do currículo deve ser revista para reforçar competências essenciais, numa perspetiva de ciclo e não de ano letivo e usando a flexibilidade curricular para colmatar falhas de aprendizagem e para dar “cada vez mais, voz aos alunos”, procurando envolvê-los, desde o primeiro ciclo, no planeamento do ano letivo, “numa lógica de gestão participada e de fomento da cidadania”.

- Na aprendizagem de conteúdos menos consolidados ou matérias novas, valorizar a sua ligação às diferentes disciplinas, de modo a construir uma visão holística e integrada do currículo, que promova o trabalho colaborativo de professores da mesma turma/ departamento/ ano de escolaridade, em áreas como planificação de conteúdos, elaboração de tarefas e formas e instrumentos de avaliação.

 

  1. Práticas pedagógico-didáticas e de avaliação

- Nas aprendizagens em falta, envolver e integrar as crianças e jovens através de “práticas de aprendizagem ativa e colaborativa” - metodologias de projeto, investigação e resolução de problemas e de trabalho cooperativo - e promover o acompanhamento mútuo de parcerias entre alunos, em regime de voluntariado, para apoio ao estudo ou a outras necessidades – a Recomendação reconhece o voluntariado juvenil uma “forma de enriquecimento pessoal e curricular”.

- As literacias da leitura, da escrita e da oralidade devem ser trabalhadas por todos os professores transversalmente, ao longo de todo o percurso educativo do aluno. A escola também deve investir na literacia científica e matemática, através da criação de planos específicos. Literacia mediática e digital, gestão e autorregulação das emoções e métodos de estudo são componentes de trabalho regular da biblioteca escolar, que devem integrar as propostas de recuperação das escolas.

- No regresso ao presencial, é importante preservar e incrementar competências digitais, incentivando, durante o horário escolar, práticas de aprendizagem mistas, com componente presencial e à distância (blended learning) e uso de ferramentas digitais que promovam diversificação de estratégias, trabalho autónomo e avaliação formativa. As oportunidades de promoção de literacia digital devem abranger alunos, docentes e não docentes e famílias. A Recomendação considera ainda que, para os alunos que vivem em regiões ou frequentam escolas com menos ofertas educativas no secundário, se equacione “a possibilidade de, aproveitando as funcionalidades do ensino remoto conjugadas com momentos presenciais, oferecer, com caráter de excecionalidade, algumas disciplinas [à distância] que vão ao encontro das opções dos alunos, em termos de áreas de conclusão do ensino obrigatório e de acesso ao ensino superior".

- Na avaliação abandonar a “ênfase excessiva na orientação para os resultados” e privilegiar a finalidade formativa que fomenta a aprendizagem e melhoria contínua.

O importante não é recuperar os “dias perdidos”, mas aprofundar uma visão de escola integradora e humanista que partilhe com as crianças e jovens e a comunidade a responsabilidade de co-criação de condições para fazer da escola “um espaço aprazível” que reúna as melhores condições para as crianças e jovens progredirem nas respetivas aprendizagens, tendo em vista sucesso, inclusão e cidadania, os três pilares do Plano 21|23 Escola+ 6.

Porque “situações excecionais podem ser a alavanca” para mudanças conducentes à “Escola que desejamos” a Recomendação abrange outras medidas de maior alcance: reformulação dos currículos “por forma a disponibilizar um referente curricular coerente, focado e flexível”; reorganização do secundário - o 10.º ano deve ser “mais livre e transversal (…) relegando para os 11.º e 12.º anos a escolha das vias de conclusão e acesso ao ensino superior”; “mais condições às escolas para desenvolver” artes e desporto, “permitindo a gestão mais autónoma dos recursos e a contratação de professores especialistas” e acesso ao ensino superior em outros moldes para que o percurso escolar “não esteja condicionada por este acesso, nem as provas que para ele se realizem induzam práticas letivas e de aprendizagem baseadas, quase exclusivamente, no treino e na memorização”.

 

Referências

1. Conselho Nacional de Educação. (junho de 2021). Recomendação A Escola no pós-pandemia: desafios e estratégias. https://www.cnedu.pt/content/deliberacoes/recomendacoes/REC_A_Escola_no_pos-pandemia.pdf

2. Conselho Nacional de Educação. (junho de 2021). Educação em Tempo de Pandemia: Problemas, respostas e desafios das escolas. https://www.cnedu.pt/content/iniciativas/estudos/Educacao_em_tempo_de_Pandemia.pdf

3. Conselho Nacional de Educação. (14 de julho de 2021). A voz das crianças e dos jovens na educação escolar. https://www.cnedu.pt/content/deliberacoes/recomendacoes/Recomendacao_n._2_2021_Voz.pdf

4. Instituto Paulo Freire. (19 de fevereiro de 2021).Convite para celebrar o Centenário de Paulo Freire. https://www.paulofreire.org/noticias/813-convite-para-celebrar-o-centen%C3%A1rio-de-paulo-freire

5. Rede de Bibliotecas Escolares. (2020) Biblioteca Escolar Digital: Instrumentos. https://digital-rbe-d01.blogspot.com/

6. Ministério da Educação. (julho de 2021). Plano 21|23 Escola+. https://escolamais.dge.mec.pt/

Fonte da Imagem: Conselho Nacional de Educação. (junho de 2021). Recomendação A Escola no pós-pandemia: desafios e estratégias. https://www.cnedu.pt/content/deliberacoes/recomendacoes/REC_A_Escola_no_pos-pandemia.pdf

_____________________________________________________________________________________________________________________

Sab | 11.09.21

Boas Vindas à Biblioteca Escolar. Estamos com todos!

2021-09-10.jpeg

Chega o mês de setembro e com ele o início de mais uma etapa que marca inequivocamente todos os membros de uma comunidade educativa, particularmente por representar um novo ciclo que se renova no processo de aprender, de ensinar, mas também de desenvolvimento de competências sociais e emocionais geradoras de momentos de bem-estar!

Esta ideia é particularmente reforçada para um ano letivo em que desejamos muito que se restabeleça alguma normalidade permitindo que as interações e os cenários de aprendizagem sejam sobretudo presenciais.
Ainda assim, aproveitemos as oportunidades que as tecnologias e canais digitais das nossas bibliotecas oferecem e estando todos nós empenhados em promover as melhores práticas e fornecer a melhor (in) formação, participemos nesta festa que deve constituir o início de um novo ciclo letivo.

Aqui se centra o desafio que propomos a todas as bibliotecas, para este mês de setembro. Partilhem com a vossa comunidade as boas vindas à escola, mas particularmente ao serviço(s) que a Biblioteca Escolar oferece. Façam-no de forma criativa, mas geradora de empatia e bem-estar e que os potenciais utilizadores se sintam acolhidos.

- Uma imagem graficamente apelativa com uma mensagem consistente não esquecendo a identificação da Escola/ biblioteca, que podem publicar nos diferentes canais digitais que disponibilizam e que podem, no dia de receção aos novos alunos, constituir com um 1º passo para uma boa política de comunicação da biblioteca para a comunidade.

- Um pequeno/ breve filme (uma curta) com mensagem impactante! …

- Um infográfico apelativo e claro, …

O que a vossa imaginação e criatividade ditar, e de acordo com a comunidade que as bibliotecas servem!

Partilhem nos vossos canais e façam-nos chegar essa informação para que divulguemos no Instagram RBE.

Para o efeito:
Usem hashtags - #boasvindas_bibliotecaescolar #bibliotecaescolar

Partilhem a ligação connosco preenchendo o seguinte formulário disponível nesta hiperligação.

Serão selecionadas e partilhadas pela RBE as publicações mais criativas que identifiquem a escola/ biblioteca Escolar e que estejam divulgadas nos canais oficiais das Bibliotecas.

Aceitem o desafio! Façam-no sobretudo pela Vossa comunidade.

_____________________________________________________________________________________________________________________

Sex | 10.09.21

Sessão de apresentação: LEME - Literacia e Educação para os Media Em linha

2021-09-06.png

O sítio de Internet LEME - Literacia e Educação para os Media Em linha é um agregador de recursos (ex: vídeo, áudio, jogos, propostas de atividades), disponíveis em linha (https://leme.gov.pt/) e prontos a usar em atividades pedagógicas a desenvolver em contextos formais, não-formais ou informais de aprendizagem.

Esta plataforma é uma iniciativa do Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media e do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, que promoveram a constituição de um Grupo de Trabalho, composto por vários organismos e alguns convidados a título individual, que a Rede de Bibliotecas Escolares integra desde a primeira hora.

O recurso foi disponibilizado no passado dia 08/09/2021 e poderá assistir aqui à sessão pública de apresentação:

_____________________________________________________________________________________________________________________

Qui | 09.09.21

Lista de distribuição RBE

2021-09-08.png

A lista de distribuição RBE está em funcionamento desde 2003, o que só por si constitui uma prova cabal da sua utilidade e resiliência, num tempo em que os dispositivos digitais rapidamente se tornam obsoletos face à proliferação constante de formatos inovadores de comunicação. Passados 18 anos, esta lista de distribuição continua a constituir um meio privilegiado para a informação e comunicação partilhadas entre as bibliotecas escolares, possibilitando o debate de temas de interesse comum, a divulgação de iniciativas e a troca de materiais e experiências. No entanto, as marcas da passagem do tempo impõem-se inevitavelmente e, por essa razão, o mecanismo da lista foi submetido a um processo de revisão e otimização, sobretudo decorrente da transferência para um domínio próprio [difusao@bibliotecasescolares.pt], com isso garantindo uma melhoria na qualidade do serviço prestado.

Este renovado espaço de partilha de materiais entre as bibliotecas e de divulgação de informações relevantes para o trabalho das equipas tem novas potencialidades, tão aliciantes quanto desafiadoras, para os professores bibliotecários e para as equipas que coordenam.

Veja mais informações no portal RBE. [https://www.rbe.mec.pt/np4/listaDistribuicao.html]

_____________________________________________________________________________________________________________________

Ter | 07.09.21

Formação PORDATA e PORDATA KIDS

2021-09-07(2).png

As inscrições para as ações de formação Pordata e Pordata Kids encontram-se de novo abertas.

Por enquanto, todas as sessões serão exclusivamente realizadas a distância, através de Zoom, Google Meet ou Microsoft Teams.

Como já é do conhecimento das escolas, a Formação Pordata é dirigida a alunos do ensino secundário e a Formação Pordata Kids a alunos dos 4.º, 5.º e 6.º anos do ensino básico. Cada Agrupamento ou Escola não agrupada pode solicitar um máximo de quatro sessões, devendo indicar o n.º pretendido através de uma única inscrição. Em cada sessão poderão participar duas a cinco turmas, cabendo às escolas decidir esse número em função das suas condições logísticas (espaço disponível, projetor vídeo e Internet).

Conheça todas as informações relativas à edição 2021-2022 no portal RBE. [https://www.rbe.mec.pt/np4/FormacaoPORDATA.html]

_____________________________________________________________________________________________________________________

Ter | 07.09.21

Miúdos a Votos

2021-09-07.png

A Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior voltam a organizar, pelo sexto ano consecutivo, a eleição dos livros preferidos das crianças e dos jovens portugueses, através desta iniciativa que promove a leitura e o desenvolvimento de competências de cidadania ativa. Os números registados no ano letivo anterior são indicadores inequívocos do êxito deste projeto: participaram 610 escolas de todo o país, nas quais votaram 75 715 alunos, em listas constituídas a partir de mais de 23 000 nomeações.

Para além da importância desta ação na promoção da leitura, realizada entre pares, a partir das suas próprias escolhas, a iniciativa Miúdos a Votos constitui um exercício ímpar de cidadania, valorizando a responsabilidade do ato de votar. Este propósito ganha particular relevância num ano em que os cidadãos portugueses exercem o poder político através de sufrágio universal, igual e direto em eleições para os Órgãos das Autarquias Locais. Se, por um lado, há uma preocupação crescente com as taxas de abstenção em Portugal, por outro lado, há estudos que sustentam que a probabilidade de as pessoas irem votar aumenta com a sua consciencialização de que o voto é um dever cívico essencial que concorre para a manutenção da democracia. Porque não começar logo na escola?

Veja as informação relativas à edição 2021-2022 no portal RBE. [https://www.rbe.mec.pt/np4/MiudosaVotos.html]

_____________________________________________________________________________________________________________________

Seg | 06.09.21

Apresentação e abertura ao público do sítio LEME – Literacia e Educação para os Media Em linha

Captura de ecrã 2021-09-06, às 09.29.01.png

Na próxima quarta-feira, dia 8 de setembro de 2021, entre as 15h00 e as 16h00, num evento público online (acessível mediante inscrição prévia em https://dge-me-pt.zoom.us/webinar/register/WN_grhFsYoaTqygidlHLXM7Mg), será oficialmente apresentado e aberto o LEME – Literacia e Educação Mediática Em linha, um sítio na internet que agrega, organiza e referencia recursos de apoio à educação para os media, com acesso livre no endereço https://www.leme.gov.pt/ .

O LEME é uma iniciativa promovida pelo Secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, e pelo Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva, a quem caberá o encerramento do evento de dia 8. Em termos de concretização, o projeto encontra-se atribuído a um Grupo de Trabalho (GT) multidisciplinar coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros (SGPCM) e formado por investigadores, professores, formadores, jornalistas e representantes de instituições públicas, sendo o site custeado pelo .PT. No evento (programa disponível abaixo), além de uma apresentação e demonstração de formas de pesquisa no sítio, será feita uma breve explicação do modo como a literacia mediática se enquadra no sistema de ensino português e haverá oportunidade para responder a perguntas da plateia.

Em termos gerais, o LEME apresenta-se como um agregador de diferentes tipos de recursos de literacia mediática (áudios, imagens, jogos, planos de atividades, vídeos), os quais são previamente selecionados e organizados pelo GT com o propósito principal de servir de ferramenta facilitadora do trabalho de educadores e professores, do ensino pré-escolar ao ensino secundário, que queiram explorar aprendizagens relacionadas com os media. Cada recurso, além de estar hiperligado à sua origem, é apresentado através de uma sinopse que sintetiza informações úteis (temas, objetivos gerais, no caso dos áudios, vídeos e dos planos de atividade também é referida por exemplo a duração, …), possibilitando uma ideia geral imediata sobre o seu potencial e aplicabilidade.

Ao entrar no sítio, quando se clica no separador referente aos “Recursos”, irá aceder-se a uma página com cinco campos de pesquisa – “Etiquetas”, “Língua”, “Nível de Escolaridade”, “Tipo de Recurso” e “Área” -, que, individualmente ou combinados entre si, permitem uma pesquisa avançada. A título exemplificativo: um professor com uma turma de 9.º ano, poderá saber que recursos estão disponíveis para os seus alunos se restringir a pesquisa a partir do campo “Nível de Escolaridade” e escolher a opção “3.º ciclo”, já um professor de inglês do 6.º ano poderá considerar útil pesquisar apenas os recursos disponíveis em língua inglesa, o que será facilitado pela combinação dos campos “Língua” (escolhendo a categoria “Inglês”) e “Nível de Escolaridade” (ativando a opção “2.ºciclo”). Também será possível procurar os recursos através do campo de pesquisa geral do site.

Ainda que os educadores e professores sejam os destinatários preferenciais desta ferramenta, o GT acredita que o LEME tem potencial para ser explorado por uma maior diversidade de agentes: pais e encarregados de educação, pelos próprios alunos, por grupos/instituições e cidadãos interessados em realizar iniciativas, projetos e atividades de promoção e desenvolvimento da educação para os media e da literacia mediática em diferentes contextos de aprendizagem, formais, não formais ou informais.

 No que diz  respeito à sua composição, o GT conta com a participação de representantes do CENJOR, da agência LUSA, do ISCTE e OBERCOM, do MILObs e do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, do Público na Escola, da Rede de Bibliotecas Escolares, do Sindicato dos Jornalistas, da Visão Júnior, da Direcção-Geral da Educação, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (as duas últimas, juntamente com a SGPCM, também em representação do GILM - Grupo Informal sobre Literacia Mediática), e, a título individual, do jornalista e investigador Paulo Pena e do professor e formador Vítor Tomé.

Em termos conceptuais, o LEME está alinhado com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania. Também o Referencial de Educação para os Media se encontra e o Referencial Aprender com a biblioteca escolar entre as principais referências teóricas deste projeto, influenciando, por exemplo, a forma como estão organizados os campos de pesquisa "Etiquetas" e "Áreas".

O LEME pretende ser um projeto de continuidade. Tal significa, para já, que irão sendo acrescentados outros recursos, além dos que estarão referenciados a partir do próximo dia 8 de setembro. 
 

PROGRAMA:
8 de setembro de 2021, 15h-16h
Em linha, através da plataforma zoom

15:00 – Abertura
                    Coordenador do Grupo de Trabalho
                    Representante do .PT
15:10 – A Literacia Mediática no sistema de ensino, DGE
15:20 – Apresentação da plataforma LEME, membro do Grupo de Trabalho
15:40 – Perguntas da plateia e respostas
15:50 – Encerramento
                     Secretário de Estado do Cinema Audiovisual e Media 
                     Secretário de Estado Adjunto e da Educação

 

_____________________________________________________________________________________________________________________