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Construído à volta de um desafio ou de uma missão, o Escape Room educativo desenvolve o pensamento crítico, a cooperação e a colaboração. Quem está interessado em explorar este recurso, recorrendo quer a elementos físicos, quer virtuais, encontra no sítio francês S ‘CAPE um bom ponto de partida.

S ‘CAPE disponibiliza dicas e tutoriais para a criação de Escape Rooms, recursos variados, bem como artigos e testemunhos sobre a sua utilização em contexto educativo. Como num verdadeiro jogo, dá resposta a jogadores de todos os níveis:

- Nível inicial: Comece por pôr as mãos na massa, consultando infográficos com as várias etapas da construção de um Escape Room educativo e explorando a rubrica Escape Game, L’essential.

- Nível intermédio: Esclareça todas as dúvidas, partindo de perguntas que outros professores também fizeram a si próprios: J’ai conçu un Escape Game pour ma classe…mais en est-ce vraiment un? ou será que o meu recurso Permettre la fusion des cerveaux?.

- Nível avançado: Porque não propor aos alunos um Escape Room literário? Ainda que a preparação seja exigente, “le temps n’est rien en comparaison de l’apport d’une telle pratique pour nos élèves: une meilleure compréhension, un réinvestissement des compétences et surtout un réel plaisir de lire, de découvrir ensemble en coopérant.”

Concebido em 2017 por professores no âmbito do curso de formação, «Travailler autrement : élaborer une activité de classe de type escape game utilisant l’intelligence collective », a vertente pedagógica de S ‘CAPE é assumida na preocupação em identificar os constrangimentos à utilização de Escape Rooms em sala de aula e propor alternativas muito concretas. “Nous croyons au défi-évasion en tant qu’outil, utilisable lors des différentes phases des apprentissages, permettant de mettre en œuvre des pratiques actives, réflexives et sociales, au même titre que le travail en ateliers, la démarche d’investigation… tenant compte de la diversité des élèves et permettant de développer le sens du partage et l’intelligence collective".

Feira da livro

27.08.20

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O Parque Eduardo VII, em Lisboa, e os Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, vão encher-se de livros, já a partir de hoje (em Lisboa) e de amanhã (no Porto). São as Feiras do Livro, que este ano acabam por coincidir na mesma altura, terminando ambas no dia 13 de setembro.

Em comunicado, a APEL garante que "a organização irá colocar em marcha todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos participantes e visitantes", o que implicará naturalmente um conjunto de medidas e de restrições, nomeadamente no que toca à circulação e número de pessoas, para que tudo decorra sem problemas.

Momentos altos do encontro com os livros e a leitura, com escritores e editores, as Feiras do Livro 2020 denotam preocupações com o ambiente, a sustentabilidade, a segurança, mas também o desejo de combater o desânimo e a ansiedade, bem expresso no mote escolhido pela Feira do Livro do Porto, "Alegria para o fim do mundo" (transcrito do livro de Andreia C. Faria).

Com extensas programações destinadas às famílias, esta será uma boa ocasião para realimentar o imaginário e a curiosidade dos mais novos, lembrando, nas vésperas do regresso às aulas, como a aprendizagem e o crescimento não fazem caminho sem a leitura.

Feira do livro:
. Lisboa
. Porto

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A Universidade de Harvard disponibiliza online uma iniciativa com webinars, histórias e recursos para docentes, educadores e famílias.

Artigo completo: Education Now

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O roteiro “Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens ao Longo do Ano Letivo de 2020/ 2021” constitui-se como uma ferramenta de apoio às escolas/ bibliotecas na planificação do ano letivo 2020/ 2021.
Propõem-se, deste modo, neste roteiro, várias medidas de apoio e de recuperação das aprendizagens a implementar, em função dos contextos, no próximo ano letivo, em todas as escolas e agrupamentos, numa necessária articulação com as várias comunidades educativas.
 

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Cada vez mais, autores de literatura infantil, abordam temas relacionados com a natureza designadamente, o mar e as florestas, aproximando o mundo natural à criança.

No artigo acima referenciado “100% natural: cómo los libros informativos han contado nuestra historia com la naturaleza”  é apresentada uma lista de livros nestas áreas que vão desde o séc. XVIII com “el primer libro que reflejó uma nueva manera de sentir” até à atualidade. Estas obras, ricas em ilustrações, incluem questões  relacionadas com a intervenção do homem na natureza, da personalidade das estações, da relação entre a cidade e o campo,  como nos podemos comprometer com o planeta, etc.

Os livros apresentados despertam a consciência do público infantojuvenil e motivam-nos para cuidar do futuro do planeta Terra. “Ya sabemos que un libro no reemplaza la experiencia de la naturaleza, pero puede que, después de leerlo, nuestra experiencia sea más intensa y rica”.

Artigo completo: https://anatarambana.blogspot.com/2020/07/100-natural-como-los-libros.html

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