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Foi publicado, ontem, o Despacho n.º 5741/2015 que fixa o processo de reconhecimento e certificação das ações de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro.

Entidades formadoras previstas:

a) Os Centros de Formação de Associações de Escolas (CFAE);

b) As instituições de ensino superior;

c) Os centros de formação de associações profissionais ou científicas

sem fins lucrativos;

d) Os serviços centrais do Ministério da Educação e Ciência;

e) Outras entidades públicas, particulares ou cooperativas, sem fins

lucrativos, acreditadas para o efeito.

Reconhecimento de ações de curta duração:

1.Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, a participação em ações de formação de curta duração relacionadas com o exercício profissional, tais como seminários, conferências, jornadas temáticas e outros eventos de cariz científico e pedagógico com uma duração mínima de três horas e máxima de seis horas.

2. A participação nas ações previstas no número anterior tem como limite máximo um quinto do total de horas de formação obrigatória no respetivo escalão ou ciclo avaliativo. Competência do reconhecimento: No caso das entidades formadoras públicas, particulares ou cooperativas, sem fins lucrativos, acreditadas pelo CCPFC, da competência do respetivo órgão de direção.

Condições de reconhecimento: O reconhecimento de ações de curta duração decorre da apresentação de requerimento pelo interessado às entidades formadoras, acompanhado de documento comprovativo de presença e do programa temático da respetiva ação verificação cumulativa das seguintes condições:

a) A existência de uma relação direta, científica ou pedagógica, com o exercício profissional;

b) Manifestação de rigor e qualidade científica e pedagógica;

c) Sejam asseguradas por formadores que, no mínimo, sejam detentores do grau de Mestre. O reconhecimento das ações de formação de curta duração só pode ocorrer uma única vez na mesma ação, independentemente do formador, local ou ano de realização. O reconhecimento da participação em ações de curta duração que incidam sobre temas científicos ou pedagógicos, exige uma relação direta com os conteúdos científicos integrados nos curricula do grupo de recrutamento ou de lecionação do docente em causa. 

Despacho n.º 5741/2015, de 29 de maio

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Está disponível para escuta e descarregamento o Guia Multimédia de Alfama, produzido pelo MEMORIAMEDIA/IELT no âmbito do projecto Seeing Stories – Recovering Landscape Narrative in Urban and Rural Europe.
Baseado em fontes históricas, literárias e mitológicas, este guia narrativo do mais antigo bairro de Lisboa apresenta-nos um território ampliado pelas memórias ancestrais do lugar, reais e imaginadas. O percurso, com paragem em nove pontos emblemáticos, evoca as heranças latina e árabe, que modelaram o bairro, a tradição judaica e tantas culturas que por aqui deixaram a sua marca antes e depois das Descobertas.
Guiados pelos textos e pela voz de Ana Sofia Paiva, escutaremos as mulheres-serpente de Ofiusa, que com os marinheiros de Ulisses formaram Ulisseia, Lisboa mitológica, as mouras encantadas que cantam nas fontes e termas de al-hamma, a Lisboa árabe, ou a história de Ganga, o rinoceronte branco enviado da Índia para El rei D. Manuel I e motivo pelo qual as ruas lamacentas da Alfama do século XVI foram revestidas com pedras de calcário branco e negro, a famosa calçada portuguesa. Envolvendo a voz de Ana Sofia Paiva, surgem por vezes as guitarras de Eurico Machado e de Jon Luz, autor das restantes paisagens sonoras. É também possível imprimir o guia em pdf elaborado por José Barbieri.
Testado in loco no Contemfesta 2014, num passeio narrativo com vários contadores de histórias, o Guia Multimédia de Alfama apresenta-se agora como protótipo de um modelo de comunicação cultural e turística assente no potencial da “narrativa da paisagem” como bem cultural e económico, capaz de fortalecer as identidades locais e o sentimento de comunidade no fórum internacional.
O projecto Seeing Stories tem o apoio do Programa Cultural da União Europeia.

Fonte: Boletim IELT

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Rimas salgadas” de Miguel Horta será apresentado no dia 3 de junho na Fundação José Saramago (18h). Entrada livre, sujeita à lotação da sala.

Sobre o livro diz o autor:

Não se sabe muito bem onde começa um livro…o mais certo é começar com um pequeno poema que vai flutuando na cabeça enquanto decorrem os dias. Depois, há um momento habitualmente despoletado por uma criança, a vontade muito grande de comunicar com essa pequena pessoa. Bom, talvez tudo isto tenha começado na minha infância, na praia do Vau (Portimão) numa daquelas madrugadas que antecedem um memorável dia de pesca a bordo do Sabiá (o barco do meu Tio). Ou ainda, mais pequenino, revirando as pedras na maré vazia à procura de animais escondidos nas poças de água, sendo surpreendido por um polvo bebé muito zangado que logo tingiu tudo de preto com o seu ferrado. O certo é que todo aquele azul que despenhava em ondas sobre os meus pés continha algo de intrinsecamente concordante com os meus olhos e com a minha existência, ao ponto de passar intensamente para a minha pintura. Agora está aí o livro e responde a algumas preocupações que me veem assaltando. As crianças sabem pouco sobre o oceano; não há tempo para o mar no meio de tanta meta curricular, sendo certo que só conseguimos defender aquilo que conhecemos bem.

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Pode consultá-lo aqui >>

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