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2009 deverá ficar para a história da Internet como o ano das redes sociais. O Facebook declarou ter chegado aos 350 milhões de utilizadores registados enquanto o Twitter adicionou 75,3 milhões de novos fãs entre Janeiro e Novembro.

25,6% | População mundial ligada à Internet em 30 de Setembro. Destes, 42,6% residem na Ásia, 24.1% na Europa e 14,6% na América do Norte. A África, onde apenas 6,8% da população tem acesso à mãe de todas as redes, e no Médio Oriente, com 28,3%, registaram as maiores taxas de crescimento entre 2000 e 2009, a saber: 1392.4% e 1,648.2 %, respectivamente. Fonte: Internet World Stats

38,9% | Utilizadores de Internet em Portugal. Em relação a 2006 regista-se um crescimento de 3,2%, sobretudo entre as mulheres e os maiores de 18 anos em geral. Quem acede à Net em Portugal considera-a mais fiável do que as fontes interpessoais ou mesmo a televisão. Em contraponto, a falta de interesse é apontada por 39,9% dos inquiridos como a principal razão para não aceder à rede. Fonte: Obercom
Carlos Abreu (http://www.expresso.pt/) 31 de Dezembro de 2009
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Livros de 2009

31.12.09

Times Christmas Books 2009


Outra imagem interessante para mais uma selecção de livros de 2009, no Times Online.


Ilustrações de Daniel Pudles para "os livros do ano" escolhidos pelo jornal americano The Economist:


           


Uma viagem de exploração de Umberto Eco pela "poética da lista" e pelos diferentes modelos de listas que se encontram ao longo da história da literatura: o elenco visual; listas de coisas; listas de lugares; listas de Mirabilia; colecções e tesouros; listas de vertigens; et caetera....


Umberto Eco, A vertigem das listas

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Livros de 2009

30.12.09

Il.: Daniel Pudles, The economist

Sobretudo nesta época, somos mais ou menos contaminados por uma espécie de "vertigem das listas" em relação ao ano que finda. Críticos e especialistas dos mais diversos campos apresentam-nos a sua selecção do melhor que leram/viram/ouviram/provaram na sua área de especialidade. O domínio dos livros é um dos que tradicionalmente se presta a essa operação de inclusão/exclusão. E cujas  listas  tipo  "os 10 melhores" ou  "os 100 melhores", padecem dos mesmos atributos que  listas idênticas respeitantes a outros objectos de culto que não os livros: são incompletas, precárias, subjectivas e tendo como referente essencial o mercado editorial de cada país e o que se publica na respectiva língua. Mas não deixam de ser, quanto mais não seja,  uma referência curiosa, ou um convite a uma escolha pessoal mais reflectida. Alguns sítios em que é possível espreitar variadas selecções de livros:

                             - Público
                             - Babelia 
                             - New York Times
                             - Le Monde
                             - The Guardian

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