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 ensaio de Alexandre Homem Cristo | Observador |

 

O que leva um país cujo sistema educativo o mundo se habituou a invejar a ajustar a sua estratégia? A noção de que o conhecimento já não é suficiente para os jovens. 

 

Um sistema de topo, mas em queda e desactualizado

Porque mudar um sistema educativo que, apesar de tudo, está no topo?

Uma reforma curricular para o século XXI

Incertezas quanto à reforma

So what? Quatro pontos a fixar da reforma curricular finlandesa

 

Que conhecimentos precisarão os jovens de aprender na escola para ultrapassar os desafios da sua vida futura? E, num mundo onde a informação está cada vez mais acessível e à distância de um clique, que competências deverão adquirir? Estas são perguntas necessárias, difíceis e sem resposta única, que todos os ministros da Educação se colocam hoje em dia. Em Portugal, esse processo de reflexão arrancou recentemente com o “perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória” – ou, como ficou conhecido, “perfil do aluno para o século XXI” – que o Ministério da Educação apresentou. Mas, noutros países, esse processo está já concluído.

(...)

 

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A 'app' da Smartify permite que os visitantes dos museus tenham acesso a información adicional e multimédia sobre a obra que têm à frente.

 

A organização Smartify tem como propósito enriquecer as visitas a museus e centros de arte aplicando tecnologias de reconhecimento de imagem e de realidade aumentada. Esta combinação permite que os visitantes tenham acesso a informação adicional e multimédia acerca da obra que estão a ver, em qualquer momento e em qualquer lugar, diretamente no ecrã do seu telefone móvel. 

 

A realidade aumentada consiste em potenciar a realidade, acrescentando em tempo real informação digital que se torna visível através de um ecrã (como o do teléfone móvel, a forma mais habitual) ou projetando a informação sobre objetos reais. A realidade aumentada é parecida com a realidade virtual, mas integra a experiência virtual com o espaço físico que rodeia o espectador. *

(...)

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Download:

 

*Tradução livre do artigo do jornal espanhol El País.

 

 

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Webinar DGE, com Carlos Pinheiro

 

O desenvolvimento, nas últimas décadas, da capacidade de computação e o aparecimento de dispositivos eletrónicos dedicados (consolas de videojogos) tornou os jogos digitais extremamente populares e expandiu o fenómeno da ludificação para faixas etárias habitualmente arredadas do jogo como forma de entretenimento (a média de idades dos jogadores de videojogos é hoje de 37 anos). Com uma média de crescimento anual 40% nos últimos anos, a indústria de videojogos é atualmente a principal indústria cultural, tendo ultrapassado o cinema e a música. O volume de negócios estimado para 2017 de 102 mil milhões de dólares.

 

 

A aquisição de competências físicas e cognitivas associada aos videojogos tem sido demonstrada em inúmeros estudos nos últimos anos. Comprovou-se, por exemplo, que melhoram a atenção, o foco e o tempo de reação, desenvolvem a capacidade de processar e avaliar uma grande quantidade de informações num curto período de tempo, melhoram a motricidade fina e otimizam a coordenação olho/mão. Jogos de ação e estratégia em tempo real exigem habitualmente a capacidade de, perante um fluxo constante de informações, escolher a informação relevante e usar imediatamente essa informação na tomada de decisões. Para além dos benefícios físicos e cognitivos, estão também amplamente comprovados os benefícios motivacionais e emocionais e o reforço de competências sociais.

 

É portanto indiscutível que os jogos poderão assumir um papel importante na aquisição e consolidação de aprendizagens. Iremos assim debater as vantagens dos videojogos na educação e demonstrar como a introdução de elementos e dinâmicas do jogo na conceção de estratégias de aprendizagem poderão ter um impacto positivo significativo no sucesso escolar.

 

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 Programa | Inscrições |

 

A Rede de Bibliotecas de Albufeira e a Ajudaris, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, têm a honra de anunciar  e vos convidar para o “ Encontro Ajudaris e as Bibliotecas Escolares - Leitura, Escrita e Solidariedade ”, que se vai realizar no dia 29 de março de 2017, pelas 14h00, no Auditório da Biblioteca Municipal Lídia Jorge, em Albufeira, e que congregará representantes das áreas que melhor se cruzam com os princípios e os objetivos da AJUDARIS e das Bibliotecas Escolares.

A RBA conta com a vossa participação!

 

Anabela Baptista

(coordenadora interconcelhia)

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O grupo concelhio de Bibliotecas do concelho da Covilhã, composto pela

Chefe de Divisão da Cultura da Câmara Municipal da Covilhã, pelo Coordenador

Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares, Professores Bibliotecários de

todas as escolas do concelho, Bibliotecária Municipal, Bibliotecária da

Universidade da Beira Interior e outros Técnicos das Bibliotecas da UBI e da

Biblioteca Municipal da Covilhã, bem como outros elementos da divisão de

Educação e Cultura da Câmara Municipal da Covilhã, reúnem mensalmente, de

forma rotativa, em todos os estabelecimentos de ensino, assim como na Biblioteca

Municipal da Covilhã e na Biblioteca Central da Universidade da Beira Interior.

 

Avaliada a necessidade da criação de um logótipo que identificasse a Rede

Concelhia de Bibliotecas da Covilhã, foi solicitada a participação dos alunos das

escolas que possuem cursos de Artes e de Multimédia. A partir de um desafio

lançado pelos seus professores, alunos das Escolas Secundárias Campos Melo e

Quinta das Palmeiras, aceitaram o repto para se inspirarem nas Bibliotecas e na

sua região envolvente e apresentarem propostas de um Logótipo para a Rede

Concelhia de Bibliotecas da Covilhã.

 

 

 

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 SIC Notícias |

 

A campanha eleitoral de "Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?" está a decorrer em cerca 400 escolas do país e também em Angola, Timor e São Tomé. O objectivo da iniciativa da revista Visão Júnior e da rede de bibliotecas escolares é criar hábitos de leitura e promover a cidadania num processo eleitoral onde será escolhido um livro por ciclo de ensino.

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Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação, esteve esta segunda-feira numa escola de Agualva-Cacém, de onde saiu com os bolsos cheios de material de propaganda, feito pelos alunos, sobre os livros de que mais gostaram de ler. As eleições são já esta sexta-feira!

 

Há mais de um mês que mais de uma centena de escolas vive uma agitação fora do comum. Por causa de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?», uma iniciativa da revista VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, nos recreios e nas salas de aulas têm-se presenciado momentos extraordinários. Desde fevereiro que os alunos fazem campanha eleitoral pelas histórias que mais gostaram de ler, tentando convencer os colegas a, nesta sexta-feira, dia 17, votarem neles. E estão a fazê-lo como se de uma campanha eleitoral política se tratasse, organizando comícios e debates, criando cartazes e autocolantes, produzindo tempos de antena para a rádio e para a televisão. O projeto quer fomentar simultaneamente a leitura e a cidadania, permitindo aos alunos entre o 1.º e º 9.º anos organizaram e participarem num processo eleitoral (...)

 

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uma das arruadas numa escola de Pombal | fotografia de Maria João | Expresso |

 

Não vão escolher um Presidente ou deputados para a Assembleia. Vão eleger os “livros mais fixes”. “Miúdos a Votos”, uma iniciativa da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, convida os alunos de 406 escolas a recensearem-se e irem às urnas escolher um favorito

 

É tal como se fosse uma eleição política. Em vez de escolherem um Presidente ou deputados para a Assembleia, vão ser eleitos “os livros mais fixes”. Os eleitores são alunos do 1.º ao 9.º anos de mais de 400 escolas.

A iniciativa da VISÃO Júnior e da Rede de Bibliotecas Escolares, que tem o apoio da Comissão Nacional de Eleições, passa pelas fases normais do processo eleitoral, tais como o recenseamento, a campanha e os tempos de antena. A Pordata vai estar responsável pela contagem dos votos. (...)

 

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Inscrições | Programa | Participantes | Site oficial |

 

A terceira edição do Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia, promovido pela Fundação “O Século”, vai decorrer de 13 a 18 de Março de 2017, em São Pedro do Estoril.

 

Durante uma semana, escritores, ilustradores, contadores de histórias e diferentes especialistas vão-se reunir com o objetivo promover o debate em torno da literatura para a infância e juventude e a circulação do livro e do autor no espaço da Lusofonia.

 

Eliana Yunes - investigadora brasileira, fundadora do Programa Nacional de Incentivo à Leitura -, Flávia Lins Silva e Clóvis Levi (Brasil), Odair Varela Rodrigues (Cabo Verde), Teresa Noronha (Moçambique) e Ana Paula Tavares (Angola), Rita Taborda Duarte, Luísa Ducla Soares são alguns dos nomes de escritores que já confirmaram a sua presença na edição deste ano.

 

O 3.º Encontro vai, ainda, contar com a presença dos ilustradores Mafalda Milhões, Mónica Cid, Maria Remédio e Margarida Botelho, Manuela Silva, Rede de Bibliotecas Escolares; Fernando Pinto Amaral, Comissário do Plano Nacional de Leitura;  José Jorge Letria, Sociedade Portuguesa de Autores e Elísio Sumavielle, Presidente do Centro Cultural de Belém e ex-Secretário de Estado da Cultura, são alguns dos convidados especiais que marcarão presença neste Encontro.

 

À semelhança das edições anteriores, este 3.º Encontro arranca dia 13 de Março, com a visita de escritores, contadores de histórias e ilustradores às escolas, onde irão participar em sessões de leitura e conversa com crianças dos estabelecimentos de ensino dos vários concelhos da Grande Lisboa.

 

A partir de 16 de Março, os trabalhos deste 3.º Encontro centram-se nas instalações da Fundação “O Século”, em São Pedro do Estoril, onde escritores, ilustradores, contadores de histórias e diferentes especialistas se vão reunir com o objetivo promover o debate em torno dos temas relacionados com a literatura para a infância e juventude.

 

“As bibliotecas escolares e o futuro da promoção da leitura”; “Caminhos para a literacia visual”; “Oratura e literatura na lusofonia”; “Os jovens escritores, as escolas e o mercado editorial”; “Edição, divulgação  e comercialização dos livros infantis” e “A literatura para a infância e juventude como instrumento de consolidação da lusofonia”, são os temas em debate nas diferentes mesas redondas, que irão decorrer no Auditório Comendador Rui Nabeiro, na Fundação “O Século”.

 

Para além dos debates, destaque, ainda, para a Feira do Livro que irá decorrer de 16 a 18 de Março, e para a realização de oficinas pedagógicas, que terão lugar, no último dia do Encontro (18 de Março): A poesia na sala de aulas (José António Franco); Estimulação de criatividade (Ana Bela Mendes); Ilustração (Mafalda Milhões), e Vamos inventar uma história (David Machado).

 

O antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, preside, mais uma vez, à Comissão de Honra deste Encontro, que conta ainda com a presença do Professor Fernando Pinto do Amaral, Comissário do Plano Nacional de Leitura; Dra. Teresa Calçada, Comissária Adjunta do Plano Nacional de Leitura; e Dra. Leonor Riscado, da Escola Superior Educação de Coimbra. Integram também a Comissão de Honra os escritores Pepetela (Angola), Mia Couto (Moçambique); António Torrado (Portugal) e Ana Maria Machado (Brasil).

 

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Na Escola Básica 2,3 D. Pedro I, em Alcobaça, um grupo de alunos apela ao voto no livro «Cherub: O Recruta»

 

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Saiba mais sobre o Miúdos a Votos no Twitter, no Facebook, na Visão Júnior, na Rádio Miúdos e no sítio web da Comissão Nacional de Eleições.

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