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 por Isabel Lucas | Revista LERDownload | Primavera de 2018

 

Uma entrevista com Camille Paglia corre o risco de não passar da primeira pergunta. Ela fala, expõe ideias, cruza temas, deriva, faz o seu próprio contraditório, gere cadências, ri, indigna-se, imita vozes e atitudes. A sensação é a de que podia falar ininterruptamente. E tudo com uma voragem que explica a razão pela qual é tão temida quanto admirada. Professora de arte na University of Arts de Filadélfia, formou-se em Yale e especializou-se em cultura moderna.

 

Autora de uma vasta obra de ensaio, protagonizou algumas das mais acesas discussões acerca do feminismo e fundou uma corrente a que chamou de «Amazon Feminism». De si própria, afirma, com uma gargalhada, ser uma mulher perigosa. E provocadora, sempre, sem que esse seja o seu objetivo primordial. Democrata crítica dos democratas, académica pouco respeitada na academia, feminista olhada de lado por muitas feministas, aos 71 anos esta pessoa que se diz sem género sexual continua a assumir posições polémicas e a colecionar opositores. Como quando declara que estamos mergulhados num caos ético onde a intolerância aparece mascarada de tolerância, começa por dizer Camille Paglia no seu mais recente livro Free Women, Free Men, uma coletânea de ensaios sobre feminismo, sexo e questões de género publicada originalmente em 2017 e agora com versão portuguesa pela Quetzal, com o título Mulheres Livres, Homens Livres.

 

É uma análise ao presente no mundo ocidental, com foco nos Estados Unidos, textos onde a pensadora, crítica de arte e ensaísta, conhecida sobretudo pelas suas posições controversas sobre o feminismo na década de 80, retoma e transpõe para a atualidade os seus estudos sobre sexo, alertando para o forte policiamento sobre os comportamentos e a perda da noção de individualidade.

(...)

 

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 Regulamento |

 

SER LEITOR É COOL!

CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITORES

1ª Edição (2018/2019)

 

   

O concurso “Ser leitor é cool!” é organizado pelos professores bibliotecários dos grupos interconcelhios da Rede de Bibliotecas Escolares dos concelhos de Alcácer do Sal, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Estremoz, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Mora, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel, com o apoio das Coordenadoras Interconcelhias das Bibliotecas Escolares (CIBE) Ana Ferreira e Fátima Bonzinho, e destina-se a todos os alunos destes concelhos.

 

O concurso tem como objetivos a promoção da leitura e o desenvolvimento da expressão e compreensão escrita e oral. Está organizado em 4 escalões: 3.º ano, 4.º ano, 5.º ano e 6.º ano e compreende 3 fases.

 

A fase final tem lugar no dia 30 de abril de 2019, no Auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, em Campo Maior.

 

As inscrições decorrem até ao dia 14 de dezembro de 2018, estando o formulário de inscrição disponível através do link: https://goo.gl/UrbGMo

 

No sentido de criar um repositório aberto com a leitura dos alunos envolvidos, foi criado um canal Anchor - https://anchor.fm/leitorescool - onde cada coordenador da biblioteca publicará a gravação dos alunos do seu agrupamento (cada agrupamento deve respeitar as normas de proteção de dados).

 

A divulgação das atividades referentes a este concurso, nas diferentes redes sociais, usará a hashtag #leitorescool

 

 

 

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Por ocasião da passagem do Dia das Bibliotecas Escolares é com muito orgulho que a LER se associa à RBE e ao seu esforço e dedicação na área do incentivo à leitura — mas também na do gosto pelos livros, pelos autores e pela “magia das coisas que vêm nos livros”.

 

Assim, periodicamente, os leitores e parceiros da RBE poderão ler, na sua rede, textos publicados na revista LER, antigos e atuais. O objetivo é criar uma nova rede de partilha e de conhecimento centrada no livro e na leitura de livros — publicando textos de entrevistas com escritores, ensaios, artigos de opinião e, futuramente, notícias que interessam à grande comunidade de leitores da RBE.

 

Coisas destas não são difíceis; basta haver interesse e dedicação, gosto e simplicidade de meios. Um livro não é uma coisa complicada — é apenas o centro do nosso mundo.

 

Francisco José Viegas

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Outubro, mês dedicado às bibliotecas escolares incentiva-nos ao reforço desta REDE e à reflexão sobre o lugar da biblioteca naquele que é o processo de formação da criança e do jovem.

 

Suportados no valor do saber e da aprendizagem procuramos conciliar respostas ajustadas aos desafios mais gerais da educação, perseguindo os nossos propósitos de sempre: atender aos diferentes perfis dos nossos alunos com respostas adequadas às suas necessidades individuais.

 

Colaboração, inovação, inclusão, … algumas das marcas que têm acompanhado o desenvolvimento da RBE e que vão ao encontro das medidas educativas ministeriais preconizadas para este ano. Para as bibliotecas escolares é a oportunidade de reforçar a sua intervenção, participando ativamente neste desígnio e estreitando o trabalho colaborativo entre a biblioteca e os docentes das diferentes áreas curriculares, contribuindo para a flexibilidade das aprendizagens. 

 

Igualmente, a multiplicidade de saberes e competências e o carácter mais humanista da formação do aluno, previsto no Perfil dos alunos no final da escolaridade obrigatória têm, na biblioteca, um suporte e um apoio indispensáveis.

 

A relação privilegiada, de proximidade, que desenvolvemos nesta REDE, permitirá continuarmos a encontrar as melhores respostas aos múltiplos desafios que, permanentemente, nos confrontam.

 

Nesse sentido, o desenvolvimento da RBE tem tido como pilar estruturante o lançamento anual de diferentes candidaturas que amplificam as possibilidades das bibliotecas adequarem os projetos à sua realidade ao mesmo tempo que proporcionam percursos inovadores diversificados.

 

Para uma efetiva conjugação de esforços entre todos destacámos, este ano, um conjunto de áreas prioritárias que nos parecem essenciais para consolidar o nosso trabalho.

(...)

 

Aos coordenadores interconcelhios, professores bibliotecários, docentes das equipas das bibliotecas escolares, assistentes operacionais e alunos, desejo que a celebração em torno do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares se traduza num ano inteiro de boas experiências!

Votos de bom trabalho!

Manuela Pargana Silva

 

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Autora: Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso | 2015

 

Resumo:

 

Esta dissertação aborda, de um ponto de vista crítico, a teoria do Conetivismo à luz dos seus princípios e das respetivas implicações na visão tradicional de aprendizagem e de conhecimento.

 

A tese foi desenvolvida tendo em conta uma metodologia de revisão bibliográfica das publicações mais relevantes da autoria dos principais representantes do Conetivismo, nomeadamente George Siemens e Stephen Downes, estando sempre subjacente a preocupação em não apresentar apenas mais um estudo sintetizador da teoria, mas simultaneamente uma visão crítica do Conetivismo.

 

Enquanto teoria de aprendizagem para uns, mera perspetiva epistemológica para outros, o Conetivismo tem assumido um papel crescente no debate acerca daquilo que entendemos por aprendizagem em rede e das suas implicações nos estatutos tradicionais do conhecimento e da aprendizagem e até do papel dos educadores e dos alunos.

 

Alvo de reconhecimento para uns, de críticas para outros, o Conetivismo está ainda a dar os primeiros passos no desenvolvimento de uma visão epistemológica inovadora, principalmente no que diz respeito à partilha em rede, à aprendizagem centrada em comunidades online, regidas por interesses e objetivos comuns, onde a auto-aprendizagem é fundamental. Mas que consequências traz esta nova forma de encarar a aprendizagem?

 

Até que ponto o Conetivismo é uma teoria que vai mais além das teorias de aprendizagem anteriores? Passaremos a encarar o conhecimento de modo diferente a partir daqui? Qual o verdadeiro alcance dos MOOC, cada vez mais em voga?

 

Citação:  Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso - O conetivismo e as suas implicações nas noções de aprendizagem e conhecimento. [S.l.] : [s.n.], 2015. 121 p.

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

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 Download | 2018 |

 

Apresentação

 

Intitulada Literacia científica na escola, a presente publicação resulta do projeto Promoção da Literacia Científica, desenvolvido no Centro de Linguística da Universidade NOVA de Lisboa, entre 2016-2017, e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do programa Língua e Cultura Portuguesa. Partindo dos pressupostos de que não há ciência independente das formas e dos formatos textuais que a configuram e de que a ciência desempenha um papel decisivo no desenvolvimento dos jovens, na apropriação do conhecimento e na capacidade de intervenção na sociedade, o projeto Promoção da Literacia Científica foi levado a cabo por Matilde Gonçalves (coordenadora), Antónia Coutinho, Noémia Jorge, Inês Ribeiros, Lúcia Cunha, Maria do Rosário Luís, Miguel Magalhães e Margarida Azevedo (colaboradora). Tratou-se de um projeto constituído por duas etapas: a primeira incidiu na constituição e análise de um corpus de textos de divulgação científica (disponível em http://www.literaciacientifica.pt/corpus); com base nos resultados da análise, a segunda assentou na criação de estratégias de
intervenção didática com vista à promoção da literacia científica de alunos do Ensino Básico e Secundário, tendo culminado na dinamização da ação de formação

A ação de formação, que deu origem à presente publicação, decorreu a 27 dejaneiro e 11 de fevereiro de 2017, na NOVA FCSH, e contou com 50 participantes, com perfis diversos e propósitos diferenciados: professores, investigadores, gestores de ciência, psicólogos. Articulando teoria e prática, nela foram apresentados os principais resultados da investigação e dinamizadas oficinas com propostas de didatização dos textos de divulgação científica.

 

A publicação está organizada em duas partes complementares, ambas focadas na noção de literacia científica e no trabalho com textos de divulgação de ciência; se a primeira parte é delineada por um cunho predominantemente teórico-reflexivo, a segunda assume uma feição de carácter formativo-didático.

(...)

 

Referência: Gonçalves, M. & Jorge, N. (org.) (2018). Literacia científica na escola . Lisboa: NOVA FCSH-CLUNL.

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O-Futuro-a-Janela-Capa.jpg

 Projeto Adamastor |

 

Título: O Futuro à Janela
Autor: Luís Filipe Silva
Data Original de Publicação: 1991
Data de Publicação do eBook: 2018
Capa: Ana Ferreira
Revisão: Ricardo Lourenço e Cláudia Amorim
ISBN: 978-989-8698-37-7

 

Em Varsóvia, desde 1952, existe um Museu dedicado à ciência e tecnologia, que Staline mandou construir como homenagem ao povo Polaco. No topo de uma torre imensa, associada ao museu, vive um vigia. Ali está ele, em permanência, com os olhos postos no horizonte, a observar o futuro radioso que tarda em chegar.
 
Na obra de Luís Filipe Silva, arrancada enfim aos abismos do passado, não é necessário subir a torres com 300 metros de altura. Basta abrir uma janela das nossas casas e inspirar fundo.
 
Pois o futuro já chegou, discreto, em passos de lã. Está na brisa que sopra lá fora, passeia-se pelas ruas vestido com uma armadura cintilante, cobre a noite com as tochas de mil naves, e aproxima-nos das estrelas. Espraia-se até à curva do horizonte, e chama por nós.
 
Abram as janelas e deixem-no entrar.

João Barreiros

 

 

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Audio-conto: Heróis da Fruta e o acampamento da Noite das Bruxas

 

O projeto SOBE+ (Direção Geral da Saúde, Rede de Bibliotecas Escolares e Plano Nacional de Leitura) uniu esforços ao projeto Heróis da Fruta que definiu um novo lema para a sua missão do ano letivo 2018/2019: "Sorrisos Super Saudáveis".
 
Através de atividades de leitura e escrita, entre outras, pretende-se motivar o consumo diário de lanches escolares mais equilibrados e incentivar e reforçar hábitos de saúde oral junto dos alunos e encarregados de educação.
 
 
Por outro lado foi hoje lançado o conto que dá o mote ao início do desafio deste ano que pode ser visto e ouvido acima.
 

Os Heróis da Fruta têm um plano infalível para celebrar a noite mais assustadora do ano, sem doces: um acampamento noturno na biblioteca da escola. Neste conto pedagógico, além do incentivo para as escolhas alimentares mais saudáveis, as crianças recordam a importância de escovar os seus dentes depois das refeições e sempre antes de ir dormir!

Veja e subscreva o canal do youtube dos Heróis da fruta: aqui

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Em 2018, o Programa SOBE+, resultante da parceria entre o PNL, a RBE e a DGS, uniu esforços com o Projeto Heróis da Fruta, passando a contar com o apoio da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e a envolver esta problemática.

 

O PNL2027 associa-se ao projeto Heróis da Fruta para a comemoração do Dia Mundial da Alimentação, através do incentivo à leitura e à escrita de obras e textos que apelam ao desenvolvimento desta temática.

 

Para tal sugere um conjunto de obras, de entre os seus livros recomendados, que abordam este assunto aqui.

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Gregorio Luri · Professor

 

 

"Professor da escola" é o atributo com o qual Gregorio Luri se sente mais confortável, embora seja considerado uma das maiores referências da educação em Espanha.

 

 

Estudou educação em Pamplona e completou a graduação em Ciências da Educação e PhD em Filosofia na Universidade de Barcelona. É professor, escritor e publicou mais de vinte trabalhos sobre filosofia e educação.

 

Luri argumenta que a atenção é o novo quociente intelectual: "a capacidade de uma pessoa se mover inteligentemente na sociedade da informação dependerá da sua capacidade de atenção".

 

Garante que a música, a matemática ou a leitura são recursos eficazes para educar a atenção.

 

Além disso, o professor de origem navarra, reivindica o "senso comum" na educação familiar. "Vamos começar com o óbvio: não há famílias perfeitas", é a afirmação aguda com a qual inicia o seu livro "Louvor às famílias sensivelmente imperfeitas". Um ensaio em que o pedagogo e filósofo fala de uma "neurose de pais jovens", da qual afirma "não é suficiente para eles fazerem isso perfeito, eles querem torná-lo mais perfeito".

 

Crítico com as "belas" fórmulas pedagógicas, Gregorio Luri analisa os problemas enfrentados pelas famílias atuais. "O meu objetivo não é ensinar coisas novas, mas valorizar o que já é conhecido", diz.

 

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ReferênciaLeer amplía los horizontes de tu mundo. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 16 October 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/la-atencion-es-el-nuevo-cociente-intelectual-gregorio-luri/

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