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 Ensina RTP |

 

O documentário “Regresso sem Fim” de Anabela Saint-Maurice viaja das origens, às reflexões e obra de um dos maiores pensadores do século XX.

 

Filósofo, crítico e ensaísta literário associado ao existencialismo, Eduardo Lourenço tomou a poesia como fonte preferencial da sua obra. Fernando Pessoa, o Modernismo e Portugal são temas recorrentes nos seus ensaios.

 

Eduardo Lourenço de Faria, nasceu no Distrito da Guarda em 23 de Maio de 1923.  Estudou no Colégio Militar e licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas em Coimbra. Foi Leitor na Universidade de Grenoble e tornou-se professor jubilado em Nice em 1988.

 

Recebeu vários prémios ao longo da carreira dedicada às artes e letras e publicou uma extensa lista de ensaios como Heterodoxia I e II, O Labirinto da Saudade – Psicanálise Mítica do Destino Português, ou Fernando, Rei da Nossa Baviera.

 

Eduardo Lourenço:

Referência: Eduardo Lourenço: . (2018). Eduardo Lourenço: . Retrieved 25 May 2018, from http://ensina.rtp.pt/artigo/eduardo-lourenco/

 

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Cerimónia de entrega de prémios do Concurso Literário Jovem promovida pela Rede de Bibliotecas de Mira, no dia 25 de maio de 2018.

 

Festa da Rede de Bibliotecas de Ovar

Na sexta edição da Festa organizada pela Rede de Bibliotecas de Ovar, mais uma vez a partir do palco do auditório do Centro de Arte de Ovar, serão dadas a conhecer à comunidade algumas atividades desenvolvidas no âmbito da promoção da leitura através da apresentação de apontamentos musicais e de dança, da dramatização de textos, da declamação de poemas, entre outros, protagonizados por alunos e professores de todos os níveis de ensino dos três Agrupamentos de Escolas do concelho que, desta forma animada e criativa, partilham com a plateia os seus livros e autores favoritos.

 

Rede de BIbliotecas de Ovar

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"Júlio Pomar - O Risco" é um documentário biográfico sobre um dos mais importantes pintores portugueses contemporâneos. Ao longo de 59 minutos acompanhamos o percurso do artista através do seu testemunho na primeira pessoa e com depoimentos de pessoas de vários quadrantes da sociedade, entre eles António Lobo Antunes, Siza Vieira, Mário Soares, Vasco Graça Moura, vários críticos de arte, galeristas, entre outros.

 

Documentário "Júlio Pomar - O Risco"

Referência: Documentário "Júlio Pomar - O Risco". (2018). YouTube. Retrieved 24 May 2018, from https://www.youtube.com/watch?v=_wd-yj0hkCQ&feature=share

 

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Podem as crianças em grupo, com acesso à Internet, aprender sozinhas? Sugata Mitra, cientista e professor

 

Doutor em física e professor de tecnologia educativa da Universidade de Newcastle (Reino Unido), Sugata Mitra salta para a fama internacional quando a TED, organização que promove a tecnologia, a educação e o desenho elegeu a sua conferência como a mais inspiradora e com mais potencial de mudança, no ano 2013. 

 

A sua história conta a experiência de um jovem e brilhante físico que há quase 20 anos coloca um computador com ligação à internet num muro de um subúrbio de Nova Deli, perto da sua sala de aula, e se pergunta: conseguirão aquelas crianças, sem educação, aprender por si mesmas? As gravações com câmara escondida mostraram ao professor Mitra que as crianças jogaram no computador, aprenderam a usá-lo e para além disso ensinaram as outras sem a intervenção de nenhum adulto. 

 

À sua história chamou-se "Hole in the Wall" (Buraco na Parede) e inspirou parte do argumento do filme que ganhou o Óscar, 'Slumdog Millionaire'. Mitra avançou nas suas investigações o que denominou como educação minimamente invasiva e reproduziu o teste noutros lugares da Índia e do mundo. Os resultados? A capacidade de auto-aprendizagem das crianças com o uso da Internet e as novas tecnologias é surpreendente.

 

Hoje, a sua proposta educativa conhece-se como SOLE (siglas em inglês de Self Organised Learning Environments), ambientes de aprendizagem auto-organizados e conta com experiências em escolas de mais de 50 países.

 

Tradução livre do espanhol.

 

 

¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?

Referência: ¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 23 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/puede-un-grupo-de-ninos-con-acceso-a-internet-aprender-solos-sugata-mitra/

 

 

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Põe a tua terra nos píncaros - Um herói da tua terra é organizado pela Rádio Miúdos e tem a colaboração da Rede de Bibliotecas Escolares e o apoio de Portugal Inovação Social, no âmbito do Portugal 2020, e da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Todos os alunos do 2.º ao 9.º ano das escolas públicas e municípios de Portugal poderão participar, criando um spot de rádio sobre um herói da sua terra. Pode ser um herói da História, um herói vivo, um ecologista, lutador, inovador, humanista, alguém que pelos seus feitos ou atitude foi ou é exemplar. A duração do spot deverá ser no máximo cinco minutos.

 

Em junho de 2019, realiza-se na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o evento final desta iniciativa.

 

As candidaturas dos municípios têm de ser feitas até ao dia 31 de maio e as escolas podem concorrer até ao dia 2 de novembro.

 

A divulgação dos resultados será publicada a 30 de novembro.

 

O regulamento pode ser consultado aqui>>.

 

Veja também: Vencedores 2017

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 foto de Paulo Pimenta | Ler na fonte 

 

O prémio, que chegou este ano à sua 30.ª edição, foi anunciado esta tarde, após reunião do júri, no Hotel Tivoli, em Lisboa.

 

O vencedor do Prémio Camões 2018 é o escritor cabo-verdiano Germano Almeida. O escritor, que nasceu na ilha da Boavista em 1945, tem a sua obra publicada em Portugal pela editora Caminho, que em breve editará o seu mais recente romance, O Fiel Defunto. Estreou-se como contista no início da década de 80 e o seu primeiro romance, O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo, teve os direitos vendidos para vários países e foi adaptado ao cinema por Francisco Manso. 

 

O júri desta edição foi composto por Maria João Reynaud, professora jubilada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal); Manuel Frias Martins, professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Portugal); Leyla Perrone-Moisés, professora emérita da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (Brasil); José Luís Jobim, professor aposentado da Universidade Federal Fluminense e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Brasil); pelos PALOP, Ana Paula Tavares, poeta e Professora de Literaturas Africanas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Angola); José Luís Tavares, poeta (Cabo Verde).

 

Criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, o Prémio Camões tem um valor de 100 mil euros e é a mais importante consagração literária da língua portuguesa. No ano passado foi entregue ao poeta e romancista Manuel Alegre, o autor de Praça da Canção que, aos 81 anos, se tornou no 12.º português premiado.

 

Até então era o Brasil que contava com mais autores galardoados: João Cabral de Melo Neto, em 1990, Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), António Cândido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2005), João Ubaldo Ribeiro (2008), Ferreira Gullar (2010), Dalton Trevisan (2012), Alberto da Costa e Silva (2014) e Raduan Nassar (2016).

 

Portugal inaugurou o prémio com Miguel Torga (1989) e viu-o contemplar mais 11 autores: Vergílio Ferreira (1992), José Saramago (1995), Eduardo Lourenço (1996), Sophia de Mello Breyner Andresen (1999), Eugénio de Andrade (2001), Maria Velho da Costa (2002), Agustina Bessa-Luís (2004), António Lobo Antunes (2007), Manuel António Pina (2011), Hélia Correia (2015) e o já referido Manuel Alegre (2017). (...)

 

Ler mais >>

 

Prémio Camões. O escritor cabo-verdiano Germano Almeida é o Prémio Camões 2018

Referência: Prémio Camões. O escritor cabo-verdiano Germano Almeida é o Prémio Camões 2018. (2018). PÚBLICO. Retrieved 22 May 2018, from https://www.publico.pt/2018/05/21/culturaipsilon/noticia/e-o-premio-camoes-vai-para-1830809

 

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 foto JN | por Alexandre Inácio |

 

José Jorge Teixeira, professor de Física e Química na escola secundária Júlio Martins, em Chaves, foi eleito o melhor professor de Portugal. O dinheiro do prémio servirá para desenvolver o projeto que criou noutras escolas do país.

 

As suas aulas "começam sempre com bom humor, pelo porquê das coisas", garantiu esta tarde após receber os 30 mil euros de prémio do Global Teacher Prize Portugal, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. José Jorge Teixeira é professor há 24 anos e um dos seus principais objetivos é conciliar o ensino formal e informal para cativar os alunos. Aos docentes, deixou uma mensagem: a tecnologia e os recursos não são tudo, "temos a nossa cabeça e a nossa imaginação para do pouco fazermos muito".

 

Há 12 anos, o docente fundou na Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC): a partir da matéria, os alunos debatem ideias e criam um novo produto. A experiência é depois revelada à comunidade escolar. Este ano, por exemplo, os alunos estão a desenvolver um instrumento que permita a captação de água a partir do vapor. O objetivo, explicou o professor, é conseguir-se desenvolver plantas "autónomas", quase sem rega. O dinheiro do prémio, explicou aos jornalistas, será para replicar o seu projeto noutras escolas do país.

 

"Trabalhamos 22 horas letivas e inúmeras não letivas. Antes de vir para aqui já dei aulas de segunda, de terça, de quarta, de quinta? Estou esgotado!", afirmou José Teixeira, manifestando-se igualmente feliz.

(...)

 

 

Ler mais >>

 

Inácio, A. and Inácio, A.

Referência: Inácio, A., & Inácio, A. (2018). Professor de Chaves eleito o melhor de PortugalJN. Retrieved 19 May 2018, from https://www.jn.pt/nacional/interior/professor-de-chaves-eleito-o-melhor-de-portugal-9348102.html

 

 

 

 

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Porque é que as crianças deviam aprender filosofia? | Jordi Nomen

 

Jordi Nomen é professor de Filosofía na Escuela Sadako de Barcelona e autor do livro ‘El niño filósofo. Cómo ayudar a los niños a pensar por sí mismos’.

 

Nomen, explica-nos neste vídeo o sentido que tem a filosofia na educação das crianças destacando o valor das perguntas para as fazer pensar: ‘temos muitas respostas, mas fazem-nos falta as perguntas e isso não está no Google’, afirma. Defensor do papel das humanidades, Jordi Nomen destaca o papel da literatura, da música e filosofia na educação e afirma que ‘renunciar às humanidades é renunciar à humanidade’.

 

Visualizar o programa completo. | A filosofia faz-nos críticos, criativos e cuidadosos

 

 

¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?

Referência: ¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/por-que-los-ninos-deberian-aprender-filosofia-jordi-nomen/

 

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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 Programa | Inscrição | Palestrantes Oficinas Informações

 

Leituras na Linha . 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais


​Local: Casa das Histórias Paula Rego


28 e 29 de junho de​ 2018


Uma organização da Rede de Bibliotecas Escolares de Cascais, com a colaboração da Câmara Municipal de Cascais e do Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais.

 

Sítio web do Encontro

Sobre a Formação | Este Encontro está acreditado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua e está registado com o n.º CCPFC/ACC-100659/18, com uma duração de 12 horas.

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