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Terminaram no dia 31 de março as inscrições para o Oeiras Internet Challenge Nacional, iniciativa promovida pelo Município de Oeiras, através das suas Bibliotecas Municipais, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares.

Dirigido à comunidade escolar do ensino secundário, o torneio de pesquisa, seleção e avaliação de fontes de informação em linha, em forma de quiz com recurso ao Kahoot, visa o desenvolvimento de competências digitais e de literacia da informação.

Estão inscritas quarenta e cinco equipas de doze distritos de norte a sul do país, um número bastante animador. Apesar da iniciativa ter sido lançada em pleno período de ensino a distância, as bibliotecas escolares organizaram-se e não perderam a possibilidade de dar continuidade ao trabalho na área da literacia da informação, prioritária no atual contexto.    

O apuramento destas equipas foi organizado localmente por cada biblioteca escolar, de modo descentralizado e com inteira autonomia, sendo de realçar o grande envolvimento dos professores bibliotecários e o interesse dos alunos em todo o processo, já que os Kahoot de treino disponibilizados pela organização no blogue da iniciativa foram realizados 896 vezes nos meses de fevereiro e março. A mobilização foi ainda maior em dez das escolas participantes, com provas de seleção interna bastante disputadas.

A final do torneio terá lugar no dia 28 de abril, entre as 10:00 e as 12:00. Entretanto, as equipas inscritas podem continuar a treinar as suas competências de pesquisa respondendo aos “Desafios Kahoot” que vão ser lançados pela organização, no Instagram das Bibliotecas Municipais de Oeiras, nos dias 16, 17, 23 e 24 de abril, sempre às 18:00.

A todos desejamos boa sorte e ótimas pesquisas!

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Divulgam-se os resultados do Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta, uma iniciativa da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes (Município da Sertã) com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura 2027. Foram enviados 71 trabalhos, provenientes de bibliotecas escolares de todo o país. 

Na categoria "Leitura Individual", o júri apurou três bibliotecas vencedoras: 

1.º prémio - Biblioteca escolar de Paços de Brandão, Agrupamento de Escolas de Paços de Brandão; 
2.º prémio - Biblioteca escolar Dr. Hipólito de Carvalho, Escola Básica e Secundária Dr. Serafim Leite, São João da Madeira; 
3.º prémio - Biblioteca escolar da Escola Secundária José Afonso, Agrupamento de Escolas José Afonso, Loures. 
 
Na categoria “Leitura coletiva”, o júri considerou que os trabalhos recebidos não apresentaram qualidade e foi decidido atribuir apenas o 3.º prémio à Biblioteca escolar da Escola Secundária Damião de Goes, Alenquer. 
 
O júri deliberou, ainda, dividir o valor do prémio destinado aos 1.º e 2.º lugares da categoria “Leitura Coletiva” pelas bibliotecas que apresentaram uma prestação de qualidade relevante na categoria "Leitura Individual". Deste modo, as doze bibliotecas a seguir listadas, receberam um prémio que não estava previsto inicialmente: 
 
- Biblioteca escolar da Escola Básica e Secundária Rainha Santa Isabel, Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel, Leiria; 
- Biblioteca escolar Prof. Armando de Lucena, Escola Básica e Secundária Prof. Armando de Lucena, Malveira; 
- Biblioteca escolar Navegar, Escola Secundária do Restelo, Lisboa;  
- Biblioteca escolar do Agrupamento de Escolas Dr. João de Araújo Correia, Peso da Régua; 
- Biblioteca escolar Cândida Reis, Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva, Cucujães;  
- Biblioteca escolar da Escola Básica do Viso, Agrupamento de Escolas do Viso, Viseu; 
- Biblioteca escolar da Escola Secundária de Barcelos, Barcelos; 
- Biblioteca escolar da Escola Básica e Secundária Dr. Pascoal José de Mello, Agrupamento de Escolas de Ansião; 
- Biblioteca escolar da Escola Secundária de Albufeira, Agrupamento de Escolas de Albufeira Poente, Albufeira. 

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“Para quem nunca concorreu a este concurso, eu queria dizer que a cultura clássica não é ‘uma seca’; ela ajuda-nos a perceber muitas coisas da nossa própria cultura!”

Estas são as palavras do Rodrigo, um dos alunos premiados nas Olimpíadas da Cultura Clássica do ano letivo passado, registadas no testemunho que gravou para o vídeo de Celebração 2019-20 / Lançamento 2020-21.

Vale a pena revisitar este vídeo para ouvir a voz dos alunos: a sua experiência sobre a descoberta dos mitos gregos que são o mote, em cada ano, para ficar a conhecer um pouco da Antiguidade Clássica. Na sua autenticidade, esta frase toca no ponto essencial: a cultura clássica permite-nos conhecer a nossa!

Por outras palavras, no mesmo vídeo, o Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor João Costa, lembra: “se chegámos ao nível civilizacional e de conhecimento que temos, isso deve-se a o facto de termos tido saberes, construções e idealizações desde a antiguidade clássica que nos levam a ser o que somos hoje”.
É um facto! Muitas das estruturas de pensamento, das formas de arte, dos modelos de organização da sociedade que temos hoje, vão beber ao caminho desbravado pelos Clássicos.

Mas não só: os próprios heróis e personagens fantásticos, fruto da imaginação dos Antigos, estão vivos nas histórias, nos filmes, nos livros que marcam, hoje, o imaginário de crianças e adolescentes! Basta pensar em Cérbero, o monstruoso cão de três cabeças que guardava o mundo dos mortos na mitologia grega, que nos reaparece, com todos os atributos, no cão de três cabeças que Harry Potter e os seus amigos enfrentam na narrativa de J. K. Rowling.

São estas razões e motivação suficientes para que as Olimpíadas da Cultura Clássica tenham tido, mais uma vez, a adesão de escolas de norte a sul do país, neste ano tão difícil que vivemos.

Toda a informação está disponível na página do portal RBE. O calendário dos desafios escritos foi obrigado a sofrer uma atualização: mantêm-se as datas para os escalões A e B (respetivamente 13 e 14 de abril), mas a prova do escalão C, do ensino secundário, foi adiada para o dia 22 de abril, uma vez que os alunos só regressam às escolas a 19.

Quanto aos desafios de artes/ multimédia, já estão disponíveis os formulários para a sua submissão: Para as escolas pertencentes à RBE: no Sistema de Informação; para todas as outras: aqui. Ambos ficam abertos para submissão de trabalhos até 5 de maio.

Espera-se que os trabalhos dos alunos, neste ano letivo, constituam fonte de inspiração para que as escolas que ainda não experimentaram concorrer às Olimpíadas da Cultura Clássica, se inscrevam na próxima edição, de 2021-22!

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O Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa do Plano Nacional Leitura 2027, que agrega vários parceiros[1] e visa estimular o gosto e o prazer da leitura para melhorar o domínio da língua portuguesa, a compreensão leitora e os hábitos de leitura. Esta iniciativa, em que a Rede de Bibliotecas Escolares se envolve ativamente, organiza-se em diferentes fases: Fase 1 - Escolar/ Municipal/; Fase 2 – Intermunicipal e Fase 3 - Nacional. Em cada fase há atividades de leitura e um conjunto de provas para subsequente apuramento de concorrentes para a fase seguinte.

Embora tal não seja imperativo, na fase 1, ao nível das escolas, a dinamização do concurso encontra-se muito frequentemente sob a responsabilidade do professor bibliotecário que, a partir da biblioteca e articulando com os demais docentes da escola, organiza e operacionaliza a competição.

Sempre que num concelho existe mais de uma unidade orgânica, há lugar à implementação de um segundo momento nesta fase – uma prova de seleção da responsabilidade da biblioteca municipal, realizada em articulação com os Coordenadores Interconcelhios da RBE. Este momento resulta, na maioria das situações, de um profundo e enraizado trabalho de articulação ao nível das redes concelhias que integram bibliotecas municipais e bibliotecas escolares.

Este concurso teve o seu início em 2006, não se concluiu em 2019-2020 devido à pandemia e, na atual e difícil conjuntura, foi preciso um esforço conjunto muito significativo para conseguir levar a cabo todas as ações necessárias e adaptar procedimentos, de modo a continuar a proporcionar aos alunos e às comunidades esta ação em prol da leitura, já com uma história significativa.

Terminada esta fase 1, em que a RBE está envolvida de forma muito próxima, é tempo de partilhar o muito que foi feito. Assim, embora não se esgote tudo o que tem vindo a acontecer desde outubro, agrega-se abaixo um conjunto de atividades implementadas pelas bibliotecas escolares e municipais até ao momento, no âmbito do concurso.

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A edição de 2020/ 21 do Concurso Nacional de Jornais Escolares já foi lançada e traz algumas novidades. Os estabelecimentos de ensino interessados podem candidatar-se até 31 de março.

Nesta edição do Concurso Nacional de Jornais Escolares, as publicações podem ser inscritas como jornais de agrupamento (categoria A) ou jornais de escola (categoria B). Serão atribuídos primeiro e segundo prémios em cada uma destas categorias. Para além dos três prémios especiais — reportagem, trabalho de ciência e design gráfico —, este ano incluiu-se um prémio incentivo para publicações dinamizadas em contextos mais desfavorecidos, que contempla um workshop sobre como fazer um jornal. Em relação ao formato do jornal, são admitidas várias tipologias, desde que cumpram os critérios definidos, nomeadamente ter havido, pelo menos, duas edições. Assim, aceitam-se publicações em papel e/ ou em formato digital, sendo possível concorrer com um número em papel e outro digital; quanto às publicações online, devem ter sido atualizadas regularmente durante o presente ano letivo.

O Concurso Nacional de Jornais Escolares é uma iniciativa do jornal PÚBLICO, através do projeto PÚBLICO na Escola. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis na página do Concurso Nacional de Jornais Escolares do jornal PÚBLICO.

Artigo completo: PÚBLICO na escola


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