Até 31 de outubro de 2019, o professor bibliotecário ou o professor responsável inscreve a escola, identificando os ciclos que irão participar, através do preenchimento do formulário disponível em https://bit.ly/2ZcBcfC.
Esta fase corresponde ao recenseamento numas eleições.
A escolha dos livros candidatos que concorrerão a estas eleições será realizada pelos alunos, até 31 de outubro de 2019, através do preenchimento do formulário disponível em https://bit.ly/2NovekP.
Esta fase corresponde à apresentação de candidaturas.
A comemoração do MIBE pode ser um bom pretexto para potenciar oportunidades de encontro entre livros e leitores, com o objetivo de alargar o leque de livros candidatos.
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Os novos cartazes já estão disponíveis
Eis os cartazes que professores e alunos podem descarregar e imprimir, para afixar nas suas escolas, divulgando a quarta edição de «Miúdos a Votos»:
Para descarregar o cartaz número 1 referente ao 1º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 2 referente ao 1º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 1 referente ao 2º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 2 referente ao 2º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 1 referente ao 3º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 2 referente ao 3º ciclo, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 1 referente ao ensino secundário, carregue aqui.
Para descarregar o cartaz número 2 referente ao ensino secundário, carregue aqui.
Nascida em Lisboa, em 1939, Luísa Ducla Soares tem mais de uma centena de livros publicados, a maioria dos quais prosa e poesia para crianças, influenciada pelas histórias de tradição oral e por temáticas do quotidiano.
Apesar de o impulso para a escrita ter surgido no final da infância, foi depois dos trinta que publicou o primeiro livro para crianças, intitulado "A história da papoila" (1972), e que lhe valeu um prémio do Secretariado Nacional de Informação, que recusou por objeção de consciência.
Depois desse livro, a autora publicou "Maria Papoila" e "O soldado João", pequenos contos que anos antes tinham sido totalmente censurados no Diário Popular, com o qual colaborava.
Licenciada em Filologia Germânica, trabalhou em jornais, editoras, no Ministério da Educação e na Biblioteca Nacional. Em 1996 recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da obra.
Este ano é candidata ao prémio literário sueco Astrid Lindgren Memorial Award.
Quase a completar 80 anos, e com uma enorme bibliografia, Luísa Ducla Soares dedica grande parte dos dias à escrita e ao encontro com leitores, em visitas a escolas.
Está aberta a 3.ª edição do concurso Media@ção, à qual podem candidatar-se alunos de ensino básico e secundário de escolas públicas, privadas, profissionais e, ainda, escolas portuguesas ou da rede de ensino de português no estrangeiro.
Conscientes de que alguns dos problemas que se têm acentuado e ganho visibilidade no atual contexto social e político merecem a atenção e o empenhamento de todos, definimos como tema, para este ano, a relação Media, desinformação e desenvolvimento sustentável.
Pretende-se que os trabalhos relacionem o uso dos media e o atual problema da desinformação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável n.º 5 (Igualdade de Género), n.º 13 (Ação Climática) ou n.º 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), a saber, que relacionem os media e a desinformação com problemas de igualdade/ violência de género, questões ambientais ou formas várias do designado discurso de ódio.
Para concorrer basta submeter os vídeos ou podcast candidatos através do formulário disponível em <https://forms.gle/AVZFsJqqcd2EbjJv8>. O termo para envio dos trabalhos é o dia 28 de março de 2020. A entrega de prémios ocorrerá no final do ano letivo, em data e locar a indicar.
Leia atentamente o Regulamento e não deixe de ir ao canal Media@ção, onde pode conhecer os trabalhos vencedores de edições anteriores e consultar os tutoriais de apoio ao concurso disponíveis em A linguagem audiovisual!
Qualquer dúvida deve ser colocada através do endereço media@mail-rbe.org
Aqui fica a versão em português dos Relatórios de Inovação da Open University, Reino Unido. "Pedagogias Inovadoras 2019: Explorar novas formas de ensino, aprendizagem e avaliação, para orientar os professores e os responsáveis pela educação".
Conteúdos
Aprender brincando - Motivar e envolver os alunos
Aprender com robôs - Ajudar os professores a libertar tempo para ensinar
Descolonização da aprendizagem - Mudar perspetivas e criar oportunidades
Aprendizagem baseada em drones - Ativar e enriquecer a exploração de espaços físicos
Aprendizagem através do encantamento - Despertar curiosidade, a investigação e a descoberta
Aprendizagem ativa - Encontrar soluções para aplicar no dia-a-dia
Estúdios virtuais - Pólo de atividade em que os alunos desenvolvem processos criativos
Aprendizagem situada - O local como estímulo para a aprendizagem
Tornar o pensamento visível - Abrir janelas na aprendizagem do aluno
Raízes de empatia - Aprendizagem emocional e social
As escolas e os professores enfrentam desafios que exigem a redefinição, a reconstrução e a reinvenção de concepções e práticas que têm prevalecido nos sistemas educativos desde o século XIX. Entre as pressões para a obtenção de resultados a qualquer preço e as perspectivas ultra relativistas que tendem a ignorar os resultados e a relevância dos conhecimentos académicos, é necessário utilizar novas racionalidades que nos ajudem a enfrentar os desafios da educação e da formação contemporâneas.
Precisamos de professores, profissionais do ensino, que se assumam como intelectuais, como observadores qualificados das realidades em que estão inseridos. Profissionais que pensem o currículo como um projeto de inteligência, um projeto de conhecimento, com profundas implicações na vida social, económica e política das crianças e dos jovens.
É tendo em conta estas ideias que, neste Webinar, se irá discutir o papel que a avaliação pedagógica pode ter no desenvolvimento das aprendizagens de todos os alunos. A investigação tem mostrado que a avaliação pedagógica, orientada para a distribuição de feedback de qualidade e para as aprendizagens, melhora “dramaticamente” o que os alunos sabem e são capazes de fazer. E isso é uma conquista inestimável que está ao nosso alcance.
Referência: Avaliação para as, e das, aprendizagens e qualidade da educação nas salas de aula. (2019). YouTube. Retrieved 3 October 2019, from https://www.youtube.com/watch?v=CwmOIm46cd8
Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. Pretende incentivar o compromisso cultural das comunidades e organizações e desenvolver redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas, designadamente, trabalhando em articulação com os planos, programas e redes pré-existentes.
Despacho n.º 4485/2019, de 2 de maio: Designa para exercer o cargo de presidente da comissão científica do Plano Nacional das Artes a licenciada Maria de Assis.