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José Afonso Furtado e Gustavo Cardoso estão, neste momento, na Livraria Almedina do Atrium Saldanha (Lisboa),  a debater o livro recentemente lançado pelo primeiro: Uma cultura da informação para o universo digital.

Na sinopse da obra, edição da Fundação Francisco Manuel dos Santos, lê-se:

O termo literacia é hoje aceite para designar a persistente dificuldade de percentagens significativas da população dominarem as competências de leitura, escrita e cálculo. Diversas medidas institucionais não conseguiram erradicar este fenómeno, origem de preocupantes desigualdades, a que a emergência de novos ambientes digitais veio ainda acrescentar maior complexidade. A informação é agora criada, registada e armazenada em suportes digitais e circula em infra-estruturas e redes globais. Se é certo que tal pode representar enormes oportunidades para o desenvolvimento individual e colectivo, tem contudo gerado novas desigualdades, que se sobrepoem e reconfiguram as anteriores. A noção de “fractura digital” designa então as dificuldades na interacção com as tecnologias e no acesso a recursos de informação, cuja produção é exponencial e de dimensão difícil de abranger e gerir. Responder aos desafios do universo digital, que transformará todas as facetas da nossa vida, exige uma ética e uma cultura da informação para a inclusão social.

Na edição do Público de hoje, José Afonso Furtado fala do livro e das questões que este aborda num artigo intitulado O Google pode deixar-nos sózinhos. 



RBE


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