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Cent mille milliards de poèmes, de Raymond Queneau
FCG – Biblioteca de Arte - LT 6664 © Raymond Queneau, ADAGP, 2012 | Foto: Carlos Azevedo


 
Ficámos encantados não apenas com os livros -  alguns serão ainda livros? ou objetos de arte? - mas também com os textos que integram esta exposição da Fundação Calouste Gulbenkian.


com o infinito nas mãos 
Abrir um livro é correr o risco de encontrar o infinito. Ter ao alcance da mão, nos limites da página, o sem limites. E de que outro modo poderíamos nós encontrar o infinito senão no finito? Mensurável, palpável, visível. Nesse espaço aberto e branco da página, nas suas dobras, pode surgir o sem princípio, nem fim, nem centro: o Livro infinito. Liberdade que é também desorientação: perdem-se as certezas e as referências habituais; os caminhos e sentidos bifurcam-se; a noite cerca-nos. Uma espécie de cegueira: o livro abre uma obscuridade essencial. A dos novos começos.

Tarefas infinitas: quando a arte e o livro se ilimitam. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2012

De 20 jul a 21 out 2012
10:00 - 18:00
Encerra segunda-feira
Entrada: 3 €

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