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Para capacitar as pessoas que usam o Twitter para que possam analisar criticamente os conteúdos que veem, no início da Semana Mundial de Alfabetização Midiática e Informacional 2019 da UNESCO, foi lançado este novo guia para educadores, chamado Ensinar e Aprender com o Twitter.

Fácil de ler, informativo e divertido, o guia tem o objetivo principal de ajudar os educadores a capacitar as gerações mais jovens com competências de alfabetização mediática, permitindo que façam as perguntas certas sobre conteúdos que encontram na internet e analisem criticamente as notícias e informações com as quais se envolvem.

O guia contém diretrizes de melhores práticas sobre alfabetização mediática da UNESCO e também uma lista de leitura com curadoria de especialistas em programas da UNESCO, cujo objetivo é orientar os educadores sobre a atual literatura de ensino sobre esse tópico.

Para garantir um amplo alcance global, ele será traduzido inicialmente para nove idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, português, árabe, japonês, sueco e hindi, com plano futuro de traduzi-lo para outras línguas.

Também distribuiremos o guia para as escolas, alavancando nossas parcerias em todo o mundo, por exemplo, via rede de ONGs relevantes da UNESCO, agências estaduais de educação e a rede europeia de Centros de Internet Segura.

Esses esforços complementam diretamente o nosso processo de desenvolvimento de políticas sobre desinformação - e mais especificamente a abertura de um novo período de comentários públicos, quando você poderá dar opinião sobre as próximas políticas que adotaremos para combater a mídia sintética e manipulada em nosso serviço.

 

Sala de aula digital

O guia também contém dicas para educadores e pais que desejam descobrir os benefícios do uso do Twitter como uma ferramenta de aprendizagem na sala de aula ou em casa, oferecendo uma combinação útil de teoria, planos de aula e estudos de caso.

A partir de uma visão holística do que significa ser um bom cidadão digital, o manual também contém seções sobre segurança online e a respeito de como educadores podem lidar com o cyberbullying e aprender a controlar sua pegada digital. Veja mais detalhes aqui.

Referência: Twitter e UNESCO lançam guia de alfabetização midiática e informacional. (2019). Blog.twitter.com. Retrieved 3 November 2019, from https://blog.twitter.com/pt_br/topics/company/2019/twitter-e-unesco-lancam-guia.html

 

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Corporate author: UIS [560], FHI 360 (USA) [2], Oxford Policy Management (UK) [2], University of Cambridge (UK). Research for Equitable Access and Learning Centre [2]
ISBN: 978-85-7652-241-6
Collation: 143 pages
Language: Portuguese
Also available in: English
Year of publication: 2019
Type of document: book

 

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Está disponível em português, para download gratuito, a obra ‘Njinga Mbande: Rainha do Ndongo e do Matamba’, uma publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, que se revelou como negociadora e diplomata ímpar, além de apresentar táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.

 

O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Setor de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Gênero, com financiamento do Governo da República da Bulgária.

 

Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

 

Referência: Silva, D. (2017). Baixe material pedagógico da Série Mulheres na História da África, produzido pela UnescoUniverso Educom. Retrieved 7 March 2019, from http://universoeducom.org/baixe-material-pedagogico-da-serie-mulheres-na-historia-da-africa-produzido-pela-unesco/

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 Download | 2018

 

This new publication by UNESCO is a timely resource and highly topical subject for all those who practice or teach journalism in this Digital Age.

 

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 Download | Abril 2016

 

Introducción

Una de las claves para lograr la mejora sostenida de la calidad y la equidad en la educación, así como asentar las bases de una genuina inclusión en este sector, se basa en disponer de sólidos marcos de referencia conceptuales y de evidencia empírica robusta acerca de cómo potenciar y democratizar las oportunidades, los procesos y los resultados de aprendizaje.

 

Así lo entienden la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE), la Oficina Regional para América Latina y el Caribe de UNICEF (UNICEF- LACRO) y la Oficina Internacional de Educación de la UNESCO (OIE-UNESCO) enfatizando que el logro de conocimiento relevante y sustentable implica conocer y entender en profundidad la diversidad de contextos, componentes y procesos implicados en todo aprendizaje y, a la vez, tener los conocimientos y las competencias institucionales y docentes requeridas para apoyar de manera personalizada el aprendizaje de cada estudiante en un ambiente colaborativo. (...)

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Photo by Annie Spratt on Unsplash

 

História

Por mais de cinco décadas, o conceito de literacia evoluiu de habilidades básicas de leitura, escrita e aritmética para noções mais amplas, como a alfabetização funcional e os fundamentos da aprendizagem ao longo da vida.

2015

  • A Declaração de Incheon adotada no Fórum Mundial de Educação de 2015, realizada em Incheon, República da Coréia, incorpora o compromisso com a Educação 2030 de fornecer ensino inclusivo e equitativo de qualidade e aprendizagem ao longo da vida para todos e reconhece o papel fundamental que ele joga na alfabetização.

2009-2010

  • A Sexta Conferência Internacional da UNESCO sobre Educação de Adultos, CONFINTEA VI, realizada no Brasil, aprovou o Marco de Ação de Belém.
  • O primeiro Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos, o GRALE I, foi apresentado pelo Instituto da UNESCO para Aprendizagem ao Longo da Vida (UIL) e forneceu uma visão geral da alfabetização em todas as regiões do mundo.

2003-2012

  • A UNESCO lidera as atividades da Década das Nações Unidas para a Alfabetização, que prevê ações para promover a alfabetização para todos. A Iniciativa de Conhecimento para a Alfabetização do Poder (LIFE) é o mecanismo que apoia essas medidas e melhora as taxas de alfabetização em todo o mundo.

2000

  • O Marco de Ação de Dakar foi aprovado por ocasião do Fórum Mundial sobre Educação, organizado pela UNESCO em Dakar, Senegal. A alfabetização é uma prioridade em sua agenda e os objetivos aprovados foram: responder às necessidades fundamentais de aprendizagem de jovens e adultos por meio de uma abordagem de alfabetização funcional e reduzir a taxa de analfabetismo de adultos em 50%.

1997

  • A importância da alfabetização de adultos foi destacada durante a 5ª Conferência Internacional sobre Educação de Adultos, a CONFINTEA V, em Hamburgo, Alemanha, com o documento final: A Declaração de Hamburgo sobre Educação de Adultos.

1990

  • A ONU escolheu 1990 como o Ano Internacional da Alfabetização e o papel crítico da alfabetização foi destacado durante a Conferência Mundial sobre Educação para Todos em Jomtien, na Tailândia, bem como no Marco de Ação para responder às necessidades básicas de aprendizagem, aprovado na conferência.

1975

  • A UNESCO organiza o Simpósio Internacional de Alfabetização e aprova a Declaração de Persépolis em Persépolis, República Islâmica do Irão, que descreve a alfabetização como uma contribuição para a libertação do homem, ao invés de se limitar a "aprender a ler, escrever e calcular".

1966

  • A reunião da Conferência Geral da UNESCO proclama oficialmente o 8 de setembro como Dia Internacional da Alfabetização.

1965

  • Congresso Mundial de Ministros da Educação sobre a Erradicação do Analfabetismo, realizado em Teerão, República Islâmica do Irão. O conceito de literacia funcional é introduzido como um meio para alcançar o desenvolvimento e não como um fim em si mesmo. Durante o congresso surge a ideia do Dia Internacional da Alfabetização.

 

Referência: International Literacy Day 8 September. (2018). Un.org. Retrieved 8 September 2018, from http://www.un.org/en/events/literacyday/history.shtml

 

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Photo by Annie Spratt on Unsplash

 

8 de setembro de 2018

“Quando aprenderes a ler, serás livre para sempre”, escreveu Frederick Douglass, no século XIX, um escravo negro americano liberto, campeão da causa abolicionista e autor de várias obras. Este apelo à emancipação através da leitura e, de um modo mais geral, do domínio dos conhecimentos fundamentais - ler, escrever e contar - tem um alcance universal.

 

A alfabetização é o primeiro passo para a liberdade, para a libertação das condicionantes sociais e económicas. É o pré-requisito para o desenvolvimento, individual e coletivo. Reduz a pobreza e as desigualdades, cria riqueza e ajuda a erradicar problemas de nutrição e de saúde pública.

 

Desde a época de Frederick Douglass, e particularmente nas últimas décadas, foram alcançados progressos consideráveis em todas as regiões do mundo, e milhões de homens e mulheres foram resgatados da ignorância e da dependência através de um amplo movimento de alfabetização e de democratização do acesso à educação. No entanto, a perspetiva de um mundo em que cada indivíduo seja detentor de conhecimentos fundamentais permanece um ideal.

 

Hoje em dia, em todo o mundo, mais de 360 milhões de crianças e adolescentes não estão matriculados na escola; seis em cada 10 crianças e adolescentes – ou seja, 617 milhões - não adquirem as competências mínimas em literacia e numeracia; 750 milhões de jovens e adultos ainda não sabem ler e escrever - e destes, dois terços são mulheres. Estas lacunas, que são extremamente incapacitantes, levam à exclusão de fato da sociedade e perpetuam a espiral de desigualdades sociais e desigualdades de género.

 

A tudo isto se soma agora um novo desafio: um mundo em plena mutação, onde o ritmo das inovações tecnológicas está continuamente a acelerar-se. Para poder encontrar um lugar na sociedade, conseguir um emprego e responder aos desafios sociais, económicos e ambientais, as competências tradicionais em literacia e numeracia já não são suficientes; novas competências, inclusive em tecnologias da informação e comunicação, estão a tornar-se cada vez mais necessárias.

 

É um desafio preparar os jovens e os adultos para empregos que na sua maioria ainda não foram inventados. É por isso indispensável ter acesso a uma aprendizagem durante toda a vida, tirar proveito de caminhos e pontes entre as diferentes modalidades de formação e beneficiar de grandes oportunidades de mobilidade.

 

Em 2018, este Dia Internacional é subordinado ao tema “Alfabetização e desenvolvimento de competências” e foca-se numa abordagem evolutiva da educação. A UNESCO está ativamente envolvida nesta redefinição de políticas de alfabetização e incentiva práticas educacionais inovadoras. Também apoia as diferentes formas de cooperação entre o setor público e o setor privado, porque somente uma compreensão global da causa da educação pode responder adequadamente às necessidades de um mundo que parece reinventar-se a cada dia.

 

Neste Dia Internacional, convido todos os atores do mundo da educação, e de outros setores, pois trata-se de uma causa que a todos diz respeito, a mobilizarem-se a fim de que o ideal de uma sociedade mundial inteiramente alfabetizada se converta um pouco mais em realidade.

Audrey Azoulay

 

Referência: Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização. (2018). Comissão Nacional da UNESCO. Retrieved 3 September 2018, from https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/noticias/mensagem-da-diretora-geral-da-unesco-por-ocasiao-do-dia-internacional-da-alfabetizacao-2

 

 

 

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 Download | 2018

 

A versão em espanhol deste documento foi produzida pelo Instituto da UNESCO para a Aprendizagem ao Longo da Vida (UIL) com o apoio da OREALC / UNESCO Santiago e é uma contribuição para o debate sobre a aprendizagem ao longo da vida, desenvolvimento sustentável e o papel das comunidades para alcançar soluções relevantes e sustentáveis ​​ao longo do tempo.

 

O guia baseia-se em dois marcos do último ano da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2014): A Declaração de Jacarta sobre a promoção de uma sociedade solidária e colaborativa através de centros comunitários de aprendizagem (CAC) ), e o Compromisso de Okayama, relativo à promoção da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (ESD) para além da década. Ambos os compromissos refletem as práticas das CACs, visando estabelecer vínculos entre escolas, comunidades e sociedades, e promover a aprendizagem e a participação intergeracional de uma maneira que promova o desenvolvimento sustentável.

 

O manual revê os conceitos e estruturas normativas que são uma referência para a prática de EDS a partir de uma abordagem baseada na comunidade e dissemina breves estudos de caso sobre práticas e políticas numa ampla gama de modalidades baseadas na comunidade, incluindo boas práticas (Bangladesh , Etiópia, Índia, Japão, Malásia, Mali, Filipinas e Eslovênia), bem como políticas públicas (Brasil, Indonésia, Japão e Namíbia). 

 

O guia termina com um resumo dos seis princípios de ação que caracterizam uma “boa prática” comunitária sobre EDS e os mecanismos de apoio que determinam como os formuladores de políticas nacionais e locais podem apoiar ativamente organizações comunitárias e centros comunitários dedicados à promoção da educação para o desenvolvimento sustentável.

(...)

 

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Referência: La UNESCO reedita en español una guía informativa sobre aprendizaje a lo largo de toda la vida para el desarrollo sostenible | Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura. (2018). Unesco.org. Retrieved 18 August 2018, from http://www.unesco.org/new/es/media-services/single-view/news/la_unesco_reedita_en_espanol_una_guia_informativa_sobre_ap-1/

 

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Published in 2017 by the United Nations Educational,

Scientific and Cultural OrganizationDownload

 

Foreword

Over the past years, the number of reported attacks perpetrated by violent extremist groups has risen. As we witness tragedies on all continents, we understand that violent extremism knows no boundaries and affects every society. Young people are, however, most at risk. They are the main targets of recruitment strategies and fall victim to extremist violence.

 

This phenomenon alerts us to the risk of losing a generation of youth to despair and disengagement. In the face of such threats, there is no single solution. Security responses are important, but not sufficient, and will not tackle the many underlying conditions that breed violent extremism and drive youth to join violent extremist groups. We need soft power, such as education. In particular, we need relevant, inclusive and equitable quality education. This is the sine qua non to effective action and requires countries to simultaneously implement short, medium and long-term responses.

 

To assist countries in their efforts, UNESCO has developed this publication Preventing violent extremism through education: A guide for policy-makers. The Guide also responds to the decision of UNESCO’s Executive Board at its 197th session (197 EX/Dec46) through which Member States acknowledged the importance of preventing violent extremism through education and requested that UNESCO assist them in this endeavour. (...)

 

Anon

Referência: (2018). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 1 May 2018, from http://unesdoc.unesco.org/images/0024/002477/247764e.pdf

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Hughes, Conrad ; Acedo, Clementina. Guiding Principles for Learning in the Twentyfirst Century. Ginebra: UNESCO. Oficina Internacional de Educación, 2017

 

O objetivo deste livreto é fornecer princípios orientadores para a aprendizagem no século XXI. É destinado a professores, designers de currículo, líderes escolares e outros envolvidos em todos os níveis de educação escolar e pode ser usado para qualquer faixa etária, uma vez que os princípios que ele contém são gerais o suficiente para serem aplicados em diferentes contextos. (...)

 

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Referência: Arévalo, J. (2018). Principios rectores para el aprendizaje en el siglo XXIUniverso Abierto. Retrieved 29 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/04/24/principios-rectores-para-el-aprendizaje-en-el-siglo-xxi/

 

 


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