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Manual de educação para a cidadania digital

Ser criança na era da tecnologia

28.11.19

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As crianças de hoje vivem num mundo em rápida mudança, cujos horizontes se estão a ampliar. A tecnologia trouxe-lhes não apenas novas experiências para viver, mas também uma dimensão totalmente nova às suas vidas diárias num mundo etéreo a que chamamos "estar online". Crianças e jovens devem, portanto, ter valores, competências, atitudes, conhecimentos e entendimento crítico para enfrentar os desafios colocados pelas tecnologias digitais e pela Internet, bem como para aproveitar uma ampla gama de oportunidades. 

Manual de educação para a cidadania digital - Ser criança na era da tecnologia fornece informações, ferramentas e as melhores práticas para apoiar o desenvolvimento dessas competências, em consonância com a vocação do Conselho da Europa para proteger as crianças e capacita-as para viverem juntas em pé de igualdade nas sociedades democráticas culturalmente diversas de hoje, tanto online como offline.

Este manual é destinado a professores, pais e decisores políticos. Descreve detalhadamente as múltiplas dimensões que compõem cada um dos 10 domínios da cidadania digital e inclui uma ficha informativa sobre cada um deles, que oferece ideias, as melhores práticas e outras referências para ajudar os educadores.

O Manual para a educação e para a cidadania digital baseia-se no quadro de competências do Conselho da Europa para uma cultura de democracia e complementa o Manual da Internet como parte de uma abordagem coerente para a educação dos cidadãos e para a sociedade do futuro.

 Faça o download do Manual de educação para a cidadania digital (disponível apenas em inglês)

 

Referência: numérique, E., presse, S., technologie, E., & l'Europe, C. (2019). Etre enfant à l'ère de la technologieEducation à la citoyenneté numérique. Retrieved 28 November 2019, from https://www.coe.int/fr/web/digital-citizenship-education/-/being-child-in-the-age-of-technology-difgital-cititzenship-education-handbook

 

 

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Nome do autor: Fundação Telefónica
Data: 04-07-2019

Download .pdf | Escutar | Sítio web de Telos |

Descrição:

O número 111 do TELOS é dedicado à voz. A língua falada é a herança da humanidade e o seu poder estende-se à tecnologia, máquinas e robôs. A tecnologia, por sua vez, permite-nos recuperar e difundir o valor das línguas, muitas negligenciadas e até maltratadas, para evitar a sua perda definitiva e para que possam contribuir para o desenvolvimento, a paz e a reconciliação, como observou a Assembleia da ONU quando proclamou 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas.

 

A oralidade distinguiu os seres humanos desde o início dos seus dias até hoje, o início de uma mudança liderada pela tecnologia, a voz recupera agora relevância graças aos sistemas de processamento de linguagem natural, da inteligência artificial e dos assistentes virtuais, capazes de interagir com a linguagem humana e aprender connosco.

 

Na capa desta edição aparece Juliana Rue, professora de música e engenheira de som, é  diretora e proprietário do estúdio de som MIUT , especializado em livros de áudio e projetos audiovisuais.

 

Conteúdo relacionado:

 

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Vincent-Lancrin, S., et al. (2019), Measuring Innovation in Education 2019: What Has Changed in the Classroom?, Educational Research and Innovation, OECD Publishing, Paris,https://doi.org/10.1787/9789264311671-en.

 

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por Cristóbal Cobo Romani | fevereiro 2019 | Download PDFDownload ePub |

 

Apresentação

A atual concentração do poder digital em poucas empresas (Google, Facebook, Amazon, Apple ou Microsoft) não está somente a gerar novas formas de poder e controlo que exacerbam as já existentes, mas paara além disso criam novas formas de exclusão e periferia.

 

É o fim da lua de mel digital.

 

Através da voz de diferentes especialistas internacionais esta obra profunda questões como: que fazer para reverter as atuais assimetrias de poder? quem observa os que nos observam?  podemos pensar em tecnologias com um enfoque (mais) humano? ou, aceito os termos e condições da vida digital?

 

Este é um trabalho realizado com o apoio da Fundação Santillana e a colaboração do Centro de Estudos Fundação Ceibal.

 

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