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por Cristóbal Cobo Romani | fevereiro 2019 | Download

 

Apresentação

A atual concentração do poder digital em poucas empresas (Google, Facebook, Amazon, Apple ou Microsoft) não está somente a gerar novas formas de poder e controlo que exacerbam as já existentes, mas paara além disso criam novas formas de exclusão e periferia.

 

É o fim da lua de mel digital.

 

Através da voz de diferentes especialistas internacionais esta obra profunda questões como: que fazer para reverter as atuais assimetrias de poder? quem observa os que nos observam?  podemos pensar em tecnologias com um enfoque (mais) humano? ou, aceito os termos e condições da vida digital?

 

Este é um trabalho realizado com o apoio da Fundação Santillana e a colaboração do Centro de Estudos Fundação Ceibal.

 

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Ver na fonte para mais informação.

 

Referência: Bueno, O. (2019). Fotos: Seis cosas que quizá no sabías de los algoritmos EL PAÍS RETINA. Retrieved 19 February 2019, from https://retina.elpais.com/retina/2019/02/06/album/1549450488_222524.html#1549450488_222524_1549625604

 

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Materiais produzidos pelo Instituto Crescer trazem sugestões e reflexões para os professores que desejam adotar novas práticas pedagógicas.

 

Com a proposta de apoiar a adoção de tecnologias digitais e o desenho de novas práticas pedagógicas, o Instituto Crescer lançou os guias “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas” e “Oficinas Crescer em Rede”. Disponibilizados gratuitamente, eles trazem sugestões e reflexões para professores que estão dispostos a inovar as suas metodologias de ensino.

 

No guia “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas”, os educadores conhecem metodologias ativas que foram testadas com os estudantes ou por meio de atividades de formação de professores realizadas pelo Instituto Crescer. O material traz orientações para as escolas que desejam organizar um grupo de estudos para apoiar a formação continuada na escola. O foco está na implementação de metodologias que contribuem para o desenvolvimento de competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), como pensamento crítico, científico e criativo, uso de diferentes linguagens e cultura digital.

 

Já no guia “Oficinas Crescer em Rede”, os professores têm acesso a um conjunto de oficinas pedagógicas voltadas para o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais que podem ser aplicadas com crianças e adolescentes em diferentes contextos de aprendizagem, da educação formal até o contraturno. Todas as atividades foram planeadas para um período de 3 horas, utilizando materiais simples que estão disponíveis em qualquer escola. Entre as sugestões, estão atividades de circo, educomunicação, música e recriação.

 

Os guias foram produzidos com licença Creative Commons que permite o uso integral ou remixados, conforme os interesses de cada instituição, desde que mencionado o crédito de autoria. Os materiais estão disponíveis no site do Instituto Crescer.

 

Replicado da fonte com adaptações linguísticas.

 

Referência: Guias gratuitos ajudam professores a inovar e usar metodologias ativas - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 6 February 2019, from http://porvir.org/guias-gratuitos-ajudam-professores-a-inovar-e-usar-metodologias-ativas/

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Normas para crianças e pais no uso da tecnología. Elizabeth Kilbey, psicóloga e escritora.

 

 

Capaz de decifrar os enigmas do mundo infantil, a psicóloga e escritora Elizabeth Kilbey é o rosto mais conhecido da série de televisão britânica "A Vida Secreta das Crianças", onde analisa o comportamento de crianças entre 4 e 6 anos de idade.

 

Kilbey é investigadora no campo da psicologia clínica e especializada na "idade de latência", que define como "o período que vai dos 4 aos 11 anos ou mais e que é uma das etapas mais importantes, embora mais negligenciada, do desenvolvimento da criança ". 


Kilbey trabalhou durante duas décadas propondo soluções para os problemas familiares mais comuns e, nos últimos anos, tem percebido uma preocupação recorrente na sua prática: o uso descontrolado das novas tecnologias pelas crianças. "Os ecrãs estão a mudar a forma como as crianças brincam, a maneira como se socializam e as atividades com que ocupam o seu tempo", diz o psicólogo. Com o objetivo de fornecer soluções, Kilbey publicou recentemente "Disconnected Children", um livro no qual ela analisa o impacto dos dispositivos de ecrã e fornece ferramentas para os gerir e criar um ambiente familiar seguro.

 

Referência: Normas para niños y padres en el uso de la tecnología. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 9 January 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/normas-para-ninos-y-padres-en-el-uso-de-la-tecnologia-elizabeth-kilbey/

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Comunicação feita por Cristóbal Cobo no dia 31 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no âmbito da 2ª Conferência do PNL 2027.

 

Ver em .pdf (Adobe Spark)

 

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Muitas pessoas pensam que a transmissão de dados é via satélite. No entanto, 99% dos dados que consumimos viajam através de cabos submarinos que ligam o planeta inteiro. Mas nós realmente sabemos como esses gigantes subaquáticos funcionam?

Descubra mais sobre cabos submarinos aqui.

 

Referência: Viaje al interior de un cable submarino - Blogthinkbig.com. (2018). Blogthinkbig.com. Retrieved 19 August 2018, from https://blogthinkbig.com/onlife/viaje-al-interior-de-un-cable-submarino

 

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 Ouvir a entrevista |

 

Reportagem / Entrevista Manhã 1

  • O desenvolvimento da tecnologia e a circulação da informação na forma como os mais novos aprendem, na entrevista de Miguel Bastos a Marc Prensky, especialista em educação e tecnologia | 04 Jul, 2018

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 por Sébastien Turbot* | Fonte: Porvir |


Como a chegada de novas ferramentas e algoritmos pode transformar a experiência mão na massa e tornar a aprendizagem mais profunda e relevante

 

“A combinação de humanos com máquinas não é o futuro, é o presente”, disse o xadezista russo Garry Kasparov numa recente palestra TED.

 

E esse “presente” está a transformar o mundo da educação em ritmo acelerado. Com as crianças cada vez mais a usar tablets e a programação a ser incluída nos currículos nacionais por todo o mundo, a tecnologia está a tornar-se parte integrante das salas de aula, tal como o giz e o quadro negro.

 

Já testemunhámos o aumento e o impacto da tecnologia da educação, especialmente através de uma multiplicidade de plataformas de aprendizagem adaptativa, como Khan Academy e Coursera, que permitem aos alunos aprimorar as suas habilidades e conhecimento.

 

E agora a realidade virtual (VR, na sigla em inglês) e a inteligência artificial (AI, também em inglês) estão a ganhar força. Um recente relatório do grupo editorial britânico Pearson decifra como a inteligência artificial transformará positivamente a educação nos próximos anos. Segundo os autores do relatório, “o futuro oferece o potencial de ferramentas e apoio ainda maiores. Imagine companheiros de aprendizagem ao longo da vida alimentados por AI que possam acompanhar e apoiar estudantes individuais ao longo de seus estudos – dentro e além da escola – ou novas formas de avaliação que medem a aprendizagem enquanto ela está a ocorrer, moldando a experiência de aprendizagem em tempo real”.

 

Na verdade, os altos custos continuam a ser um desafio, mas o dia em que as ferramentas de inteligência artificial e realidade virtual serão tão acessíveis quanto os smartphones e os computadores de mesa não está longe.

 

 

 

 

adapatdo do português do Brasil.

 

Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!
Inteligência artificial na educação: não ignore, faça bom uso!. (2017). PORVIR. Retrieved 19 September 2017, from http://porvir.org/inteligencia-artificial-na-educacao-nao-ignore-faca-bom-uso/

 

*Sébastien Turbot é o curador e diretor de programas globais no WISE (World Innovation Summit for Education) da Qatar Foundation. Siga-o no Twitter: @sturbot

 

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Horizon Report K12 (and how we’re leading these changes!), NHC, 2017.

Download | Download the Digital Toolkit | Fonte |

 

“As bibliotecas cumprem a sua promessa quando alimentam a curiosidade, nutrem a paixão e fomentam a experimentação. Desta maneira, as bibliotecas escolares podem servir como incubadoras naturais para programas inovadores, ampliando assim as capacidades das suas instituições.”

Mark Dzula

 

"Las nuevas pedagogías que aprovechan la tecnología están afectando el diseño de los espacios de aprendizaje. El aprendizaje combinado incluye una variedad de actividades tales como trabajo en grupos pequeños, actividades prácticas y trabajo individual con dispositivos informáticos. . . Las bibliotecas escolares también están en el nexo para repensar los espacios de aprendizaje porque son los espacios más grandes y a menudo menos utilizados. El aprendizaje experiencial a través de la robótica, la impresión 3D y la realidad virtual ocurre a menudo en los centros de medios de la biblioteca, requiriendo el expurgo de algunas de las obras de referencia para crear más sitio para estas actividades. 

El informe anual de K12 Horizon identifica y perfila regularmente seis tendencias clave, seis desafíos significativos y seis desarrollos en tecnología educativa que probablemente afectarán la enseñanza y el aprendizaje.

10 Tendencias clave:

 

1. Avanzar en los enfoques de aprendizaje progresivo requiere una transformación cultural . Las escuelas deben estar estructuradas para promover el intercambio de ideas e identificar modelos exitosos con un objetivo hacia la sostenibilidad.

 

2. Los estudiantes son creadores. El llegada de los espacios de fabricación (makerspaces), permiten el aprendizaje activo y la inclusión de la programación y la robótica que están proporcionando a los estudiantes oportunidades para crear y experimentar a través de formas que estimulan el pensamiento complejo. Así, los estudiantes están diseñando sus propias soluciones a los desafíos del mundo real.

 

3. El aprendizaje inter y multidisciplinario. Los currículos escolares están haciendo cada vez más conexiones claras entre temas como la ciencia y las humanidades y la ingeniería y el arte, demostrando a los estudiantes que una perspectiva y un conjunto de habilidades completas son vitales para el éxito del mundo real.

 

4. El uso generalizado de la tecnología no se traduce en el logro igual del alumno. La tecnología es un facilitador pero no por si sola compensa las brechas en el compromiso y desempeño de los estudiantes atribuibles al estatus socioeconómico, raza, etnia y género.

 

5. La medición continua del aprendizaje es esencial para comprender mejor las necesidades de los alumnos . Las tecnologías analíticas están proporcionando a los maestros, escuelas y distritos opiniones tanto individuales como holísticas sobre el aprendizaje de los estudiantes, informando de estrategias para servir a las poblaciones en riesgo e infradotadas.

 

6. La fluidez en el ámbito digital es más que entender cómo usar la tecnología . El aprendizaje debe ir más allá de la adquisición de habilidades tecnológicas aisladas para generar una comprensión profunda de los entornos digitales, permitiendo la adaptación intuitiva a nuevos contextos y la co-creación de contenido con otros.

 

7. El aprendizaje autónomo no es una tendencia – es una necesidad . Las experiencias prácticas que permiten a los estudiantes aprender haciendo cultivan la autoconciencia y la autosuficiencia a la vez que desarrollan la curiosidad. La realidad virtual y los espacios de fabricación son sólo dos vehículos para estimular estas oportunidades de inmersión.

 

8. No hay reemplazo para una buena enseñanza – el rol está evolucionando . No importa cuán útil y difundida sea la tecnología, los estudiantes siempre necesitarán guías, mentores y entrenadores para ayudarles a navegar en proyectos, generar significado y desarrollar hábitos de aprendizaje a lo largo de la vida. Las culturas escolares deben fomentar, recompensar y escalar prácticas de enseñanza eficaces.

 

9. Las escuelas priorizan el pensamiento computacional en el plan de estudios .Desarrollar habilidades que permitan a los estudiantes utilizar computadoras para recolectar datos, dividirlos en partes más pequeñas y analizar patrones será una necesidad cada vez mayor para tener éxito en nuestro mundo digital. Mientras que la programación es un aspecto de esta idea, incluso aquellos que no se dedicarán ala informática necesitarán estas habilidades para trabajar con sus futuros colegas.

 

10. Los espacios de aprendizaje deben reflejar nuevos enfoques en la educación . La omnipresencia de las pedagogías activas del aprendizaje está requiriendo un cambio en cómo se están diseñando los ambientes de aprendizaje. Las tecnologías emergentes como la creación, la realidad mixta y la Internet de las Cosas están requiriendo planes más flexibles y conectados."

 

 

Arévalo, J.
Arévalo, J. (2017). Tendencias sobre tecnologías educativas en bibliotecas escolares. Universo Abierto. Retrieved 18 September 2017, from https://universoabierto.org/2017/09/12/tendencias-sobre-tecnologias-educativas-en-bibliotecas-escolares/

 

 

 

 

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