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Nacho Dean

"Um é aventureiro e o outro é um poeta, porque ele tem uma visão romântica da existência e acha que a vida tem que ser mais do que apenas atravessar o mundo". O naturalista e aventureiro Nacho Dean foi a primeira pessoa na história a percorrer o mundo a pé e sozinha, completando um total de 31 países e 33.000 quilômetros em três anos. "O meu objetivo não era fazer uma pausa na minha vida, mas abraçá-la com mais intensidade do que nunca", diz ele. Anos depois, outro desafio foi proposto: unir os cinco continentes nadando com o objetivo de lançar uma mensagem de conservação do oceano. Um marco que ele completou na chamada 'Expedição Nemo': "O mar é o grande esquecido, lixo foi encontrado onde nem a luz do sol lhe chega", alerta.

Filho do marinheiro e amante da natureza, quando criança, Nacho Dean cresceu lendo Julio Verne e vendo os documentários de Félix Rodríguez de la Fuente. Com eles cresceu a sua paixão pela exploração e pela visão de mundo como um todo. "A natureza é o lugar a que pertencemos, o que fazemos a nós mesmos", reflete. As suas expedições serviram para tornar visível a degradação do planeta e influenciar a nossa responsabilidade pelas mudanças climáticas.

Para ele, caminhar, viajar e observar são escolas da vida, porque nos ensinam que as coisas podem ser de muitas maneiras diferentes. O seu compromisso inabalável com a natureza é o seu motor de inspiração e o que determina a sua visão reveladora da existência.

A vida numa cidade inteligente

Sensores com sentidos

28.01.20

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Imagem da digital futurecom

 

Digital, sustentável e, acima de tudo, cada vez mais humana. Estas são as características das cidades do futuro.

De Nova York a Barcelona, ​​passando por Frankfurt e Buenos Aires, as cidades do mundo são cada vez mais inteligentes. Impulsionadas por um exército de objetos que interagem entre si, as cidades inteligentes procuram solucionar uma longa lista de desafios: escassez de recursos, concentração urbana, engarrafamentos, poluição, entre outros, que crescem exponencialmente com o rápido aumento da população.

NÚMEROS

8.500 M. 60% 80%

Em 2030, haverá 8.500 milhões de habitantes no mundo, quase 1.000 milhões a mais do que agora.

60% da população mundial em 2030 vai viver numa cidade com pelo menos um milhão de habitantes. 80% da energia global será consumida nas cidades em 2040, em comparação com os 66% de hoje.
 

 

Mas como definimos uma cidade inteligente? "Falar sobre uma cidade inteligente é falar sobre cidades com senso humano, ou seja, onde o cidadão está no centro e a tecnologia trabalha para ele", diz Javier Paniagua, chefe de desenvolvimento de negócios da Smart Cities da Telefónica Empresas.

Quando uma cidade, por exemplo, possui semáforos capazes de medir a densidade do tráfego, o município pode otimizar o transporte público e o número de autocarros na estrada. Dessa forma, gere os seus recursos (número de carros e motoristas) e, acima de tudo, cuida do meio ambiente e acelera a mobilidade. As cidades inteligentes além de melhorar a vida dos cidadãos, permitem ao governo realizar uma gestão coordenada de serviços da cidade, e os gastos, portanto, mais inteligente.

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Referência: Ciudades Inteligentes | #ThinkBigEmpresas | Telefónica Empresas en EL PAÍS. (2020). EL PAÍS. Retrieved 28 January 2020, from https://elpais.com/publi-especial/thinkbig-empresas/ciudades-inteligentes/

A Crise Climática | recursos

El País

04.12.19

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por J. A. AUNIÓN | MANUEL PLANELLES

 

Durante milhares de anos, os seres humanos basearam o seu desenvolvimento na agricultura e na caça. E as principais fontes de emissão de CO₂ estavam ligadas a uma sociedade tradicional e rural.

A partir da segunda metade do século XVIII, o motor a vapor muda tudo. A queima de biomassa para gerar energia é adicionada ao carvão como principal energia da Revolução Industrial, primeiro no Reino Unido e depois em toda a Europa. O carvão ainda é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono atualmente.

A revolução da mecanização e industrialização estende-se por todo o Ocidente por via do carvão. Mas a esta fonte é adicionada outra também rica em carbono: o petróleo. A invenção do automóvel e, acima de tudo, a produção em massa de carros pela mão do Ford T de 1913 desencadeia a queima de óleo e as emissões de CO₂.

O grande salto ocorre após a Segunda Guerra Mundial. O período de paz relativa, juntamente com mais avanços tecnológicos e o aumento demográfico, também desencadeiam as emissões de dióxido de carbono. Além disso, as florestas (sumidouros de carbono) começam a encolher e o gás natural junta-se ao carvão e ao petróleo como motores das economias desenvolvidas.

Em 1992, foi aprovada a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um texto que já reconhecia a existência de um aquecimento alimentado pela atividade humana. E o objetivo de mitigar essas emissões, que não param de crescer, está definido.

As emissões de CO₂ continuaram a aumentar durante este século quase continuamente. O crescimento só foi abrandado pelas crises económicas. Em 2015, após décadas de discussões, o Acordo de Paris foi aprovado, o primeiro pacto que obriga todos os países signatários a apresentar planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. [...]

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Referência: El CO2 en el cambio climático | La Cumbre del Clima en EL PAÍS. (2019). EL PAÍS. Retrieved 4 December 2019, from https://elpais.com/especiales/2019/el-co2-en-el-cambio-climatico/

Crianças pelos direitos do planeta

Declaração Europeia dos Direitos do Planeta e dos Seres Vivos

02.12.19

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Déclaration européenne des droits de la planète et du vivant

Les enfants d'Europe,

Représentés par 310 enfants de 10 nationalités européennes différentes, encadrés par 27 enseignants participants,

Réunis au Parlement européen à Strasbourg le 27 novembre 2019,

Reconnaissant l'interdépendance de l'humanité et de la planète Terre comme faisant partie du même écosystème,

Considérant l’accélération de la dégradation de la biodiversité, des océans, des sols, de l’air et du climat,

Convaincu de la nécessité de respecter la vie sur Terre comme un tout indissociable dans toutes ses manifestations,

Considérant que le moment est venu pour les êtres humains de vivre en harmonie avec la Terre et avec tous les êtres vivants,

Proclamer les droits suivants de la planète:

 

Article 1

Notre planète a le droit d’être respectée et protégée par les êtres humains.
 

Article 2

Notre planète a besoin de la contribution des êtres humains pour prendre soin de sa santé et de ses équilibres écologiques vitaux.
 

Article 3

Tous les êtres vivants ont le droit de vivre dans un habitat sain et paisible.
 

Article 4

La diversité des espèces vivantes doit être protégée afin de préserver l’équilibre des écosystèmes naturels et de la chaîne alimentaire.
 

Article 5

Notre planète a le droit de ne pas être surexploitée par les êtres humains pour satisfaire leurs besoins toujours croissants et pour alimenter une population humaine en croissance exponentielle.
 

Article 6

Les animaux sensibles ont le droit au bien-être. Les espèces animales nocturnes ont le droit de vivre et de chasser librement la nuit, sans être perturbées par les pollutions lumineuses d’origine humaine.
 

Article 7

Les espèces végétales, et notamment les arbres, qui produisent de l’oxygène et absorbent le CO2, ont le droit de se développer et de s’épanouir. Elles ont le droit à la photosynthèse.
 

Article 8

Les forêts doivent être protégées de la déforestation sauvage. La régénération des forêts doit être assurée par leur entretien et leur reboisement.
 

Article 9

L’océan, ses ressources et ses écosystèmes doivent être préservés et gérés de façon durable et responsable. L’océan a le droit de rester dans son état d’origine, clair et bleu, et d’être protégé des impacts liés au changement climatique.
 

Article 10

Les ressources en eau de la planète, qui sont essentielles pour tous les êtres vivants, doivent être préservées de toute pollution.
 

 

 

[Mais de 300 crianças de 10 países europeus, entre os quais Portugal, terminaram a elaboração da DECLARAÇÃO EUROPEIA DOS DIREITOS DO PLANETA, apresentada em Estrasburgo.]

Referência: Déclaration (FR) - Kids For Planet Rights. (2019). Kids For Planet Rights. Retrieved 2 December 2019, from https://kidsforplanetrights.org/declaration-fr

 

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Com Clara Schmelck, jornalista do INTÉGRALE, filósofa e coordenadora de curso no CELSA e Serge Barbet, diretor do CLEMI.

Francisco Ferreira*, Presidente da "Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável".

Consultar na fonte.

Com o propósito de sensibilizar as crianças e jovens para a agenda do ambiente, o presidente da Associação Zero, Francisco Ferreira, profere, em exclusivo para a RBE, um discurso que pode ser ouvido aqui.

 

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A questão da Amazónia, com Nuno Rogeiro, foi tema, hoje, no programa Leste-Oeste, da SIC Notícias.

Um documento, para ajudar a enquadrar uma problemática, que está na ordem do dia.

 

O Porvir selecionou filmes, infográficos, músicas e produções de realidade virtual para levar a discussão sobre a preservação da maior floresta tropical do mundo à sala de aula

 

Nas últimas semanas, o debate sobre a Amazónia ganhou destaque nas redes sociais e nos principais meios de comunicação. De acordo com dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais), durante o mês de julho o desmatamento da área teve um crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os casos de queimadas na região também se repercutiram no noticiário internacional, e o presidente francês Emannuel Macron chegou a convocar uma reunião do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) para discutir o casos e propor ajuda económica para minimizar os danos da tragédia. O facto causou imediata reação do governo brasileiro, que defende a soberania do país em questões envolvendo a Amazónia.

Para apoiar professores que desejam trabalhar este tema com os estudantes, o Porvir fez uma seleção de materiais que podem ser utilizados em sala de aula. Entre as dicas, são apresentadas sugestões de filmes, infográficos, músicas e produções de realidade virtual. Os materiais podem servir como ponto de partida para iniciar um debate sobre a importância da Amazónia, considerando seus aspectos sociais, ambientais, políticos e económicos. Veja:

Filmes
Andes Água Amazónia: o documentário trata de um dos mais importantes ciclos hidrológicos da Terra, que acontece entre os Andes e a Amazónia. Classificação livre, 22 minutos.

Belo Monte – Anúncio de Uma Guerra: a partir de entrevistas com moradores de cidades próximas ao canteiro de obras da fábrica, como Altamira e Vitória do Xingu, o filme traz a opinião de especialistas e ainda mostra depoimentos de moradores e indígenas de regiões próximas ao complexo hidroelétrico. Classificação livre, 80 minutos.

Amazónia Eterna: o filme apresenta equívocos e possíveis caminhos para ver a maior floresta tropical do mundo nas suas camadas social, política e económica. Classificação livre, 79 minutos.

Mais Cidade, Menos Floresta: reúne dados e indicadores que impactam no desenvolvimento da cidade de Manaus (AM), principalmente em relação à diminuição da floresta. 

 

Infográficos
InfoAmazonia: mantido por uma rede de organizações e jornalistas, o portal traz uma série de dados, infográficos e notícias sobre a Amazónia.

O que está acontecendo com o desmatamento na amazónia: o infográfico apresenta dados que relacionam políticas públicas com a redução das taxas de desmatamento.

 

Músicas
EP Amazónidas: a produção independente do compositor Jean Carmo conta um pouco sobre a história do Amapá, enquanto trata de temas como terra, preservação e legado.

Chico Terra: a música “Reforma Amazongráfica”, do amapaense Chico Terra, fala de resistência e luta da Amazónia.

Amazónia: a música de Roberto Carlos chama a atenção para os sinais de alerta com origem na floresta tropical.

 

Realidade virtual
Amazónia Adentro: produzido pela Conservação Internacional e pela Jaunt VR, o filme de realidade virtual propõe uma experiência pela Amazónia a partir da narração do indígena Kamanja Panashekung e do ator Marcos Palmeira.

AMAZON 360 VR: o vídeo da WWF International oferece uma experiência de imersão para tratar sobre o papel vital da Amazónia na estabilidade climática do planeta.

AMAZÓNIA em 360°: Do passeio pelos igarapés amazónicos até a aldeia de Copaíba, na região do médio Purus, na Terra Indígena Caititu, o vídeo de realidade virtual apresenta uma viagem pela Amazónia em 360 graus.

AwavenaVR: Para os Yawanawa da Amazónia, a medicina tem o poder de nos transportar para um mundo que se encontra dentro do mundo que conhecemos. Awavena é uma colaboração entre essa comunidade e cineastas que usam a tecnologia para contar a história de Hushahu, a primeira mulher da tribo a tornar--se uma xamã, e criar uma experiência transcendente.

Reproduzido do sítio web do Porvir, com adaptações.

ReferênciaComo levar o debate sobre a Amazônia para a sala de aula - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 1 September 2019, from http://porvir.org/como-levar-o-debate-sobre-a-amazonia-para-a-sala-de-aula/

 

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Sinopse:

O Hidro foi bafejado pela sorte. Em seu redor a água parece não ter fim. Mas o seu estado de alegria é interrompido por sinais de alerta. Afinal, a água é limitada e escassa. Será tarde demais? Conseguirá a família H2O mudar os seus comportamentos e gerir este recurso de forma eficiente, aplicando o princípio dos 5 R’s (Reduzir os consumos, Reduzir as perdas e desperdícios, Reutilizar a água, Reciclar a água e Recorrer a origens alternativas)?

Vencedor do categoria do Festival de Cinema das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável “ODS em Ação 2019” na categoria PROTEGER O NOSSO PLANETA

 

 

A curta-metragem animada Aquametragem, da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora da categoria “Proteger o nosso planeta” no Festival de Filmes ODSs em Acção, organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Esta é a maior competição de trabalhos cinematográficos dedicados aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  

A curta, de pouco mais de cinco minutos, tem o objectivo de sensibilizar o público, “tanto crianças como adultos”, a utilizar os recursos hídricos de uma forma mais responsável e eficiente, explicou por telefone ao P3 Marina Lobo. No vídeo, Hidro, o protagonista da animação, ganha acesso a uma fonte potável de água, mas comete muitos erros na sua utilização: lava o carro de mangueira, demora demasiado tempo no banho e contribui para a poluição através da emissão de gases poluentes ao tratar a água utilizada. Hidroaprende com os erros e passa a valorizar a importância de utilizar um "recurso finito e escasso" de uma forma sustentável.

A ideia para a Aquametragem partiu da Lisboa E-Nova (Agência de Energia e Ambiente de Lisboa). Marina Lobo — que, além de animadora, também é engenheira ambiental — teve conhecimento do desafio e acabou por ser a escolhida para desenvolver uma animação sobre a água, em 2018. Além de chamar à atenção para o desperdício deste recurso, o vídeo também sugere uma abordagem sustentável ao problema, “baseada nos 5Rs do uso da água”: reduzir o consumo, reduzir o desperdício, reutilizar, reciclar e recorrer a origens alternativas.

 

Referência: Pinto, J. (2019). “Aquametragem”: curta portuguesa sobre desperdício de água vence prémio da ONUPÚBLICO. Retrieved 24 July 2019, from https://www.publico.pt/2019/07/16/p3/video/aquametragem-curta-portuguesa-sobre-desperdicio-de-agua-vence-premio-da-onu-145454

 

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O livro infantil ‘A história de Chiquinho’ conta de forma ilustrada a vida e a luta do ambientalista Chico Mendes. Com ilustrações de Ziraldo, o livro mostra diversas questões que envolvem a preservação da Floresta Amazónica.


A história do seringueiro e ativista é contada de forma resumida com o objetivo de colocar a criança em contacto com a personalidade histórica de Chico Mendes e a sua importância para a história brasileira.


Idealizado em parceria com o Instituto Chico Mendes e o cartunista e escritor Ziraldo.

 

Referência: Educom, U. (2019). Baixe livro gratuito, ilustrado por Ziraldo, que ajuda a conhecer quem foi Chico MendesUniverso Educom. Retrieved 18 June 2019, from http://universoeducom.org/baixe-livro-gratuito-ilustrado-por-ziraldo-que-ajuda-a-conhecer-quem-foi-chico-mendes/

 

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Resumo

O Instituto Nacional de Estatística editou a segunda publicação nacional de acompanhamento estatístico da Agenda 2030 da ONU, intitulada “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Indicadores para Portugal | Agenda 2030”. A partir dos indicadores disponíveis é possível ter uma noção do desempenho do país em relação aos ODS, registando-se progressos em alguns deles, nomeadamente nos domínios da redução da pobreza, do acesso à saúde e das energias renováveis. Adicionalmente, no final deste destaque, faz-se referência a uma publicação relativa à dimensão territorial dos indicadores ODS, editada em maio de 2019, sob coordenação do INE.

Download do documento PDF (736 Kb)

 

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