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A Crise Climática | recursos

El País

04.12.19

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por J. A. AUNIÓN | MANUEL PLANELLES

 

Durante milhares de anos, os seres humanos basearam o seu desenvolvimento na agricultura e na caça. E as principais fontes de emissão de CO₂ estavam ligadas a uma sociedade tradicional e rural.

A partir da segunda metade do século XVIII, o motor a vapor muda tudo. A queima de biomassa para gerar energia é adicionada ao carvão como principal energia da Revolução Industrial, primeiro no Reino Unido e depois em toda a Europa. O carvão ainda é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono atualmente.

A revolução da mecanização e industrialização estende-se por todo o Ocidente por via do carvão. Mas a esta fonte é adicionada outra também rica em carbono: o petróleo. A invenção do automóvel e, acima de tudo, a produção em massa de carros pela mão do Ford T de 1913 desencadeia a queima de óleo e as emissões de CO₂.

O grande salto ocorre após a Segunda Guerra Mundial. O período de paz relativa, juntamente com mais avanços tecnológicos e o aumento demográfico, também desencadeiam as emissões de dióxido de carbono. Além disso, as florestas (sumidouros de carbono) começam a encolher e o gás natural junta-se ao carvão e ao petróleo como motores das economias desenvolvidas.

Em 1992, foi aprovada a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um texto que já reconhecia a existência de um aquecimento alimentado pela atividade humana. E o objetivo de mitigar essas emissões, que não param de crescer, está definido.

As emissões de CO₂ continuaram a aumentar durante este século quase continuamente. O crescimento só foi abrandado pelas crises económicas. Em 2015, após décadas de discussões, o Acordo de Paris foi aprovado, o primeiro pacto que obriga todos os países signatários a apresentar planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. [...]

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Referência: El CO2 en el cambio climático | La Cumbre del Clima en EL PAÍS. (2019). EL PAÍS. Retrieved 4 December 2019, from https://elpais.com/especiales/2019/el-co2-en-el-cambio-climatico/

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Aprendizagem interligada/ Connect Your learning (CLRN): um recurso para a inovação na sala de aula, desenvolvido no âmbito do  Projeto Erasmus+, Connect Your Learning (2017/2019) com 15 cenários de aprendizagem transdisciplinares que colocam os alunos como utilizadores criativos e produtores de conteúdos com recurso aos media digitais e em rede.

 

A publicação, lançada em junho de 2019, resultou de uma série de encontros de professores que trabalham em diferentes estabelecimentos educativos e culturais na Polónia (Centro de Educação EST, Wadovice), Croácia  (Srednja Skola Dalj) e Portugal (Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira). A equipa de professores envolvidos desenhou, implementou e avaliou os impactos de cada cenário no processo de aprendizagem em que foi aplicado. No caso português, os recursos da Biblioteca Escolar foram relevantes para a consecução dos produtos finais.

 

Este compêndio de Boas Práticas, financiado com o apoio da Comissão Europeia, está disponível na Internet, em quatro línguas (InglêsPortuguêsPolaco e Croata), no website do Projeto Connect Your Learning (https://youthart.eu/connect/). Os cenários de aprendizagem propostos podem ser livremente apropriados e aplicados a outros contextos educativos.

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A Primeira Volta ao Mundo é uma nova série documental do Canal História que recorre a depoimentos de 53 especialistas internacionais e usa actores para entrevistas ficcionadas com os protagonistas da expedição.

Foi em 1519, a 20 de Setembro, que o português Fernão de Magalhães (1480-1521), navegador português ao serviço de D. Carlos I de Espanha, partiu de Sanlúcar de Barrameda, em Espanha. Três anos depois, com Magalhães morto, Juan Sebastián Elcano voltaria ao início para finalizar aquela que ficou registada como a primeira viagem de circum-navegação da Terra. A efeméride dos 500 anos de tal feito é assinalada com uma nova série documental do Canal História dividida em seis episódios. A Primeira Volta ao Mundo, uma produção espanhola, arranca neste sábado, às 22h15.

O objectivo da série é explorar não tanto “a gesta, mas sim o gesto”, afirmou Sergio Ramos, vice-presidente de programação da versão ibérica do canal, na apresentação de A Primeira Volta ao Mundo na Biblioteca Nacional de Madrid esta quarta-feira à tarde. Ou seja, queriam mostrar como era o dia-a-dia em alto-mar dos entre 230 e 270 tripulantes das cinco naus da expedição — dos quais só restaram, no fim, 18 homens e uma nau —, bem como a maneira como o feito deles mudou o mundo e como a Europa percebeu a dimensão do resto do globo e a vastidão dos oceanos. Ao PÚBLICO, explicou ainda que queriam “dar um twist” à história, com “linguagem e imagem contemporâneas”, como comparar a montagem da expedição com uma start-up, o que acontece no primeiro episódio.

Para tal, a série conta com o depoimento de 53 especialistas de várias nacionalidades e áreas, dos portugueses Jorge Rosas, gerente das Adegas Ramos Pinto, Joaquim António Gonçalves Guimarães, arqueólogo, ou José Manuel de Carvalho Marques, ex-presidente da Câmara de Sabrosa, a historiadores, escritores, navegadores, políticos, guias turísticos, cozinheiros, biólogos, músicos ou militares argentinos, chilenos e espanhóis, nacionalidades que estavam representadas na expedição. Estes falam de como, no caso de Jorge Rosas, os tripulantes bebiam vinho, ou, no caso de Javier Velázquez, dono de restaurante e cozinheiro argentino, de como é que os tripulantes comiam carne de guanaco, animal sul-americano, tudo em nome da sobrevivência sob condições duras que testaram a capacidade de resistência do ser humano.

De fora, ficaram testemunhos como os dos filipinos, um território importante da viagem. “Era o destino principal que queríamos tratar, mas deparámo-nos com um problema, que é não haver muita gente com esse conhecimento. Encontrávamos alguém que disse que falaria disso, mas depois não sabia muito”, confessa Daniel Terzagui, produtor executivo. “É mais fácil encontrar essa informação aqui”, continua Carmen Mena-García, professora catedrática de História da América na Universidade de Sevilha e uma das especialistas retratadas na série. Também não houve possibilidade de incluir, por questões de agenda, o historiador Rui Manuel Loureiro, que a académica espanhola nomeia como alguém “que está a fazer coisas muito interessantes com documentos portugueses”. Longe das polémicas e disputas recentes entre Portugal e Espanha sobre esta efeméride, tanto Terzagui como Mena-García realçam o papel de Portugal na expedição, em termos de “todo o conhecimento e infra-estrutura”.

Entrevistas de agora com o passado

Além das pessoas reais que prestam declarações, há um esforço para uma reconstituição de época com actores que interpretam algumas das figuras históricas envolvidas a falaram para a câmara. A ideia destas entrevistas ficcionadas, sustenta o responsável do canal, era não pedir “aos actores que interpretassem algo que não sabíamos se ocorreu ou não”, mas dar uma ideia do que seria o dia-a-dia a bordo da expedição. Já Daniel Terzagui, o produtor executivo, sublinhou o foco em factos verificáveis. Henrique de Malaca, por exemplo, o escravo de Magalhães que provavelmente terá sido a primeira pessoa realmente a circum-navegar o mundo, não é uma personagem muito presente, visto não haver muita informação sobre ele, e muitas perspectivas contraditórias.

Segundo o Ministério da Cultura espanhol, há mais de 190 iniciativas oficiais espanholas que vão decorrer ao longo dos próximos três anos. A série é uma delas. A efeméride está, conta Carmen Mena-García, a levar a cada mais investigações sobre o assunto, pelo que, volvidos esses três anos, “vamos falar de uma maneira diferente” sobre a circum-navegação.

A série surge no ano em que o História comemora 20 anos de presença ibérica, algo que decidiram celebrar juntando duas efemérides: a dos 500 anos da circum-navegação e dos 50 da chegada do homem à Lua, traçando um paralelo entre elas. Não vai ser o único evento televisivo a assinalar o feito. A RTP1, por exemplo, dedicará o dia de sexta-feira a uma emissão especial em directo do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a partir das 10 da manhã.

 

Referência

Author Rodrigo Nogueira
Article title: Seis episódios para assinalar os 500 anos da viagem de Fernão de Magalhães
Website title: PÚBLICO
URL: https://www.publico.pt/2019/09/20/culturaipsilon/noticia/primeira-volta-mundo-1887193

 

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Esta edição 2019-2020 foi completamente revista e aumentada para responder melhor às necessidades dos professores. Destina-se aos 2º e 3º ciclos. 


Encontrará: 

- Informações práticas.

- The Critical Critical Focus, que apresenta (exemplos de oficinas).

- Media escolares.

- Recursos para analisar as imagens na internet e noticiários.

- Publicidade oculta e fake news.

Faça o download do folheto 2019-2020 (PDF)

Referência: Brochure Éducation aux médias et à l'information - CLEMI. (2019). CLEMI. Retrieved 6 September 2019, from https://www.clemi.fr/fr/ressources/brochure-education-aux-medias-et-a-linformation.html

 

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Hoje, na RTP 3: A II Guerra Mundial, 80 anos depois.

Mal começou a II Guerra Mundial, em setembro de 1939, Portugal declarou-se neutral. O país conseguiu manter este estatuto até ao fim, mas vai conhecer alguns dos impactos do conflito. Conheça a situação nacional em 1939 e 1940.

 

A neutralidade portuguesa foi anunciada oficialmente nos jornais logo no início da guerra e nos anos seguintes o Presidente do Conselho, António Oliveira Salazar, fez tudo para manter a manter.

Apesar desta vontade não foi possível evitar a exposição do país a alguns efeitos da guerra, nomeadamente, ao surgimento de refugiados que procuravam, através de Portugal, chegar a um porto seguro, longe dos nazis.

Por outro lado estes mesmos refugiados mudaram a mentalidade portuguesa, nomeadamente das mulheres que conheceram outras formas de estar e viver.

 

ReferênciaPortugal no princípio da II Guerra Mundial. (2019). Portugal no princípio da II Guerra Mundial. Retrieved 1 September 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/portugal-no-principio-da-ii-guerra-mundial/

 

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1.ª Grande Guerra

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A questão da Amazónia, com Nuno Rogeiro, foi tema, hoje, no programa Leste-Oeste, da SIC Notícias.

Um documento, para ajudar a enquadrar uma problemática, que está na ordem do dia.

 

O Porvir selecionou filmes, infográficos, músicas e produções de realidade virtual para levar a discussão sobre a preservação da maior floresta tropical do mundo à sala de aula

 

Nas últimas semanas, o debate sobre a Amazónia ganhou destaque nas redes sociais e nos principais meios de comunicação. De acordo com dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Especiais), durante o mês de julho o desmatamento da área teve um crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os casos de queimadas na região também se repercutiram no noticiário internacional, e o presidente francês Emannuel Macron chegou a convocar uma reunião do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) para discutir o casos e propor ajuda económica para minimizar os danos da tragédia. O facto causou imediata reação do governo brasileiro, que defende a soberania do país em questões envolvendo a Amazónia.

Para apoiar professores que desejam trabalhar este tema com os estudantes, o Porvir fez uma seleção de materiais que podem ser utilizados em sala de aula. Entre as dicas, são apresentadas sugestões de filmes, infográficos, músicas e produções de realidade virtual. Os materiais podem servir como ponto de partida para iniciar um debate sobre a importância da Amazónia, considerando seus aspectos sociais, ambientais, políticos e económicos. Veja:

Filmes
Andes Água Amazónia: o documentário trata de um dos mais importantes ciclos hidrológicos da Terra, que acontece entre os Andes e a Amazónia. Classificação livre, 22 minutos.

Belo Monte – Anúncio de Uma Guerra: a partir de entrevistas com moradores de cidades próximas ao canteiro de obras da fábrica, como Altamira e Vitória do Xingu, o filme traz a opinião de especialistas e ainda mostra depoimentos de moradores e indígenas de regiões próximas ao complexo hidroelétrico. Classificação livre, 80 minutos.

Amazónia Eterna: o filme apresenta equívocos e possíveis caminhos para ver a maior floresta tropical do mundo nas suas camadas social, política e económica. Classificação livre, 79 minutos.

Mais Cidade, Menos Floresta: reúne dados e indicadores que impactam no desenvolvimento da cidade de Manaus (AM), principalmente em relação à diminuição da floresta. 

 

Infográficos
InfoAmazonia: mantido por uma rede de organizações e jornalistas, o portal traz uma série de dados, infográficos e notícias sobre a Amazónia.

O que está acontecendo com o desmatamento na amazónia: o infográfico apresenta dados que relacionam políticas públicas com a redução das taxas de desmatamento.

 

Músicas
EP Amazónidas: a produção independente do compositor Jean Carmo conta um pouco sobre a história do Amapá, enquanto trata de temas como terra, preservação e legado.

Chico Terra: a música “Reforma Amazongráfica”, do amapaense Chico Terra, fala de resistência e luta da Amazónia.

Amazónia: a música de Roberto Carlos chama a atenção para os sinais de alerta com origem na floresta tropical.

 

Realidade virtual
Amazónia Adentro: produzido pela Conservação Internacional e pela Jaunt VR, o filme de realidade virtual propõe uma experiência pela Amazónia a partir da narração do indígena Kamanja Panashekung e do ator Marcos Palmeira.

AMAZON 360 VR: o vídeo da WWF International oferece uma experiência de imersão para tratar sobre o papel vital da Amazónia na estabilidade climática do planeta.

AMAZÓNIA em 360°: Do passeio pelos igarapés amazónicos até a aldeia de Copaíba, na região do médio Purus, na Terra Indígena Caititu, o vídeo de realidade virtual apresenta uma viagem pela Amazónia em 360 graus.

AwavenaVR: Para os Yawanawa da Amazónia, a medicina tem o poder de nos transportar para um mundo que se encontra dentro do mundo que conhecemos. Awavena é uma colaboração entre essa comunidade e cineastas que usam a tecnologia para contar a história de Hushahu, a primeira mulher da tribo a tornar--se uma xamã, e criar uma experiência transcendente.

Reproduzido do sítio web do Porvir, com adaptações.

ReferênciaComo levar o debate sobre a Amazônia para a sala de aula - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 1 September 2019, from http://porvir.org/como-levar-o-debate-sobre-a-amazonia-para-a-sala-de-aula/

 

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A importância das imagens e dos media visuais na cultura atual está a mudar, com implicações no significado de alfabetização no século XXI. As tecnologias digitais tornaram possível que quase todos criem e partilhem imagens. No entanto, a sua difusão não significa necessariamente que os indivíduos sejam capazes de visualizar criticamente, usar e produzir conteúdo visual. Os Padrões de Competência de Alfabetização Visual da ACRL para o Ensino Superior foram desenvolvidos para abordar essas características distintas de imagens e media visuais. Com base nesses padrões, este livro fornece  aos bibliotecários e formadores as ferramentas, estratégias e confiança para aplicar a literacia visual num contexto de biblioteca. Os leitores não só aprenderão formas de desenvolver a literacia visual dos alunos, mas também como usar materiais visuais para tornar a sua formação mais envolvente. Ideal para o bibliotecário ocupado que precisa de ideias, atividades e estratégias de ensino prontas para implementar, este livro

  • mostra como desafiar os alunos a mergulhar na procura de imagens, usando imagens no processo de pesquisa, interpretando-as e analisando-as, criando comunicações visuais e usando conteúdo visual eticamente;
  • fornece atividades de aprendizagem prontas para o envolvimento crítico com materiais visuais;
  • oferece ferramentas e técnicas para aumentar a própria autoconfiança visual; e
  • fornece estratégias para integrar, envolver e defender a alfabetização visual nas bibliotecas.

Com a orientação deste livro, os profissionais académicos podem ajudar os alunos a dominar a alfabetização visual, uma competência fundamental no mundo saturado de media de hoje, ao mesmo tempo que estimula a aprendizagem com materiais visuais.

 

Referência:

Título do artigo: Alfabetização Visual para Bibliotecas: Um Guia Prático e Baseado em Padrões | Loja ALA
Título do site: Alastore.ala.org
URL: https://www.alastore.ala.org/content/visual-literacy-libraries-practical-standards-based-guide

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Consultar a Tabela |


"Corresponde à versão "Sumário" com 2000 entradas (das 68000 da tabela completa)

A Biblioteca Nacional de Portugal está de parabéns pelo trabalho realizado e disponível pela licença Creative Comons. Aqui ficam os créditos do trabalho:



Na entrada do site temos um painel do lado esquerdo com as classes e tabelas auxiliares:

Ao carregar numa dessas tabelas surgem as suas notações principais. Se clicarmos numa notação surge do lado direito a explicitação dessa notação e notações relacionadas, sendo possível de navegar entre as relacionadas.


Ainda existem funcionalidades por implementar, não existe pesquisa (e nem parece que vá existir), o número de notações é pequeno em relação ao publicado em livro mas a navegação é fácil e agradável.
Ainda não estão traduzidas as explicações e exemplos... mas quem quiser pode colaborar!.
Claro que quem já trabalhou com a tabela inglesa, em que as notações se podiam pesquisar por palavra ou mesmo construir e copiar e colar, quer sempre mais!

Mas já era altura de termos a tabela CDU em formato digital! Eu, leitor digital, só posso agradecer!"
 

Referência: Tabela CDU disponível online. (2010). Bibliotequices.blogspot.com. Retrieved 20 August 2019, from https://bibliotequices.blogspot.com/2010/06/tabela-cdu-disponivel-online.html

 

 

O navegador português partiu de Sevilha há 500 anos.

Fernão de Magalhães fez-se ao mar no dia 10 de agosto de 1519.

Partiu de Sevilha com uma esquadra de cinco navios e 234 homens decidido a provar que era possível circum-navegar o globo.

 

Referência: 500 anos da circum-navegação de Fernão Magalhães SIC Notícias. Retrieved 11 August 2019, from https://sicnoticias.pt/pais/2019-08-10-500-anos-da-circum-navegacao-de-Fernao-Magalhaes

 

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