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Blimunda #86 - julho de 2019 by Fundação José Saramago on Scribd

Eis mais uma edição da Blimunda. Neste número 86 da revista, além das secções habituais, destaca-se: uma leitura de Feminismo Para os 99%Um Manifesto, de Nancy Fraser, Tithi Bhattacharya e Cinzia Arruzza; uma conversa com a autora de livros infantis e juvenis e promotora de leitura Margarida Fonseca Santos; o discurso de José Saramago ao receber o Prémio Camões em janeiro de 1996.

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Modas em Ciências? ...hum...má ideia!

Resumo

A inquietação e o sobressalto do pensamento são dois dos pontos base de quem se dedica ao Ensino e à Investigação. Com uma maior ou menor intensidade quanto à consciência (e cada qual tem a sua, e é das poucas coisas que nunca vai ser padronizada!), não há volta a dar..., periodicamente dou comigo a pensar no assunto que vos trago neste Editorial: “até que ponto as novas descobertas e evoluções no conhecimento – a tal Crista da Onda! – podem e/ou devem ser divulgadas nos meios como o ensino não formal, os museus e centros ciência viva ou mesmo o ensino formal, enquanto estão a ser testados, estudados, divulgados nas universidades e nos centros de investigação?”                                     ler mais >>

 

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ReferênciaRevista de Ciência Elementar. (2019). Rce.casadasciencias.org. Retrieved 23 July 2019, from https://rce.casadasciencias.org/rceapp/

 

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Nome do autor: Fundação Telefónica
Data: 04-07-2019

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Descrição:

O número 111 do TELOS é dedicado à voz. A língua falada é a herança da humanidade e o seu poder estende-se à tecnologia, máquinas e robôs. A tecnologia, por sua vez, permite-nos recuperar e difundir o valor das línguas, muitas negligenciadas e até maltratadas, para evitar a sua perda definitiva e para que possam contribuir para o desenvolvimento, a paz e a reconciliação, como observou a Assembleia da ONU quando proclamou 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas.

 

A oralidade distinguiu os seres humanos desde o início dos seus dias até hoje, o início de uma mudança liderada pela tecnologia, a voz recupera agora relevância graças aos sistemas de processamento de linguagem natural, da inteligência artificial e dos assistentes virtuais, capazes de interagir com a linguagem humana e aprender connosco.

 

Na capa desta edição aparece Juliana Rue, professora de música e engenheira de som, é  diretora e proprietário do estúdio de som MIUT , especializado em livros de áudio e projetos audiovisuais.

 

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CADERNO TEMAS CRÍTICOS

 

Caio Gagliardi e Pedro Sepúlveda, Introdução

 

António M. Feijó, Pessoa recebido por presença

Caio Gagliardi, O Pessoa “Sincero” de Casais Monteiro

Rita Patrício, Jacinto do Prado Coelho, crítico imanente

Fernando Cabral Martins, Eduardo Lourenço e a revolução órfica

Manuela Parreira da Silva, José Augusto Seabra: no coração do texto

Fernando Beleza, Pessoa e a pulsão de morte: Decadência, heteronímia e modernismo

 

Os autores

 

ReferênciaNúmero Atual — Estranhar Pessoa. (2019). Estranhar Pessoa. Retrieved 18 April 2019, from http://estranharpessoa.com/revista

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Blimunda de março chega com notícias de Macau, e de mais uma edição do Festival Rota das Letras. Nas páginas desta edição, um artigo sobre a poesia de Jidi Majia, traduzida por José Luís Peixoto, e o relato de um encontro que juntou os dois escritores no Festival.

 

No infantil e juvenil, o retrato de 13 anos de Semanas da Leitura em Portugal, com relatos de alguns dos que as organizam ou que nelas participam.

 

Na secção Saramaguiana, destaque para O Ano da Morte de Ricardo Reis, recuperando um texto publicado no Jornal do Brasil em 1988, ano em que o romance chegou aos leitores brasileiros.

 

Para além destes destaques, a Blimunda traz as suas secções habituais, com muitos e bons conteúdos para ler.

 

 
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ReferênciaBlimunda # 82. (2019). Mailchi.mp. Retrieved 8 April 2019, from https://mailchi.mp/josesaramago/blimunda-82

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AdolesCiência é uma publicação electrónica de caráter multidisciplinar, com arbitragem científica independente e disponível em acesso aberto.

 

O primeiro número foi publicado, como previsto a 30 de abril de 2012. O segundo número foi publicado a 24 de dezembro de 2013. O terceiro número de 2014 em dezembro de 2014. O quarto número em março de 2017 e o quinto número encontra-se já disponí­vel. Não podemos, por isso, deixar de dirigir umas palavras aos que se envolveram neste projeto, que aceitaram este desafio e que tornaram esta primeira fase possível.

 

Agradecemos a todos os que, disponibilizando o seu tempo pessoal, aceitaram a tarefa de revisão dos trabalhos, sem a qual a edição em curso não existiria.

 

Felicitamos os professores que acreditaram neste projeto e confiaram nos jovens, incentivando-os a participar.

 

Felicitamos todos os jovens que aceitaram o desafio colocado pelos professores, se atreveram a percorrer este caminho e não desistiram quando essa era a vontade maior e a decisão mais fácil. São os primeiros jovens a desenvolver trabalhos deste género para uma revista também pioneira e isso deve ser motivo de orgulho para todos vós.

(...)

 

Ver Publicação atual: Vol. 5 n.º 1 - novembro de 2018.

Descarregar revista completa: adolesCiência - Vol. 5 n.º 1 - novembro de 2018

 

Referência: adolesCiência . (2015). Adolesciencia.ipb.pt. Retrieved 8 November 2018, from https://www.adolesciencia.ipb.pt/index.php/adolesciencia

 

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A Hereditariedade, o Sexo & Género,  os Computadores Quânticos,  o Scratch e Beleza e Ciência são alguns dos temas tratados neste número. 

 

 

Editorial

O poder das comunidades

 

A World Wide Web é uma coisa assustadora, com partes verdadeiramente tenebrosas. O crime cibernético é uma das maiores ameaças, não apenas à nossa segurança pessoal, mas até à segurança das Nações.

 

Os serviços de segurança e contraespionagem conseguem sabotar fisicamente fábricas noutros países usando vírus informáticos (stuxnet); as eleições do país mais poderoso do mundo podem ter sido manipuladas; contas bancárias podem ser esvaziadas; cartões de crédito que nunca saíram das nossas mãos são usados maliciosamente; a nossa identidade digital pode ser roubada e de repente estamos a cometer crimes sem o saber em locais onde nunca estivemos; organizações terroristas executam barbaramente os seus prisioneiros em direto.

 

As crianças e os jovens estão particularmente vulneráveis; o bullying atinge requintes absurdos, com consequências trágicas para algumas das suas vítimas. A exploração sexual online de crianças tem um dimensão horripilante (https://www.europol.europa.eu/iocta/2016/ online-child-exploit.html). A Dark Web (Web das trevas?) esconde atividades e perversões inimagináveis.

 

E, contudo, o que torna isto possível (para além da maldade e perversão que sempre existiu no seio da humanidade) é precisamente o que está por trás de todos os benefícios da internet e da Web. Ninguém a controla! Ninguém é seu dono, ninguém determina quem lá pode introduzir conteúdos, nem impõe quaisquer limites aos mesmos.

 

Uma das consequências da universalidade do acesso, é que, para trabalhar num projeto, os membros de uma equipa já não precisam de estar na mesma instituição, ou na mesma cidade, nem sequer no mesmo país ou continente. Isso permitiu a formação de comunidades muito diversificadas que desenvolvem projetos que podem ser de enorme impacto e utilidade, ou... absolutamente tenebrosos.

 

(...)

 

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 Fonte |

 

Este mês dá conta de dois projectos de criação com jovens, um pela Tate, um dos principais conjuntos de museus de arte do mundo, outro pela Fundação Moleskine. Ouvir dois dos seus protagonistas foi uma lufada de ar fresco.

 

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Resumo

Depois de anos de alguma incerteza e muita controvérsia quanto às possíveis causas da evolução climática que arrasa o nosso tempo, sucedem-se cimeiras atrás de cimeiras, quase à velocidade de crescimento dos gases de efeito de estufa na atmosfera, para discutir o que se convencionou chamar de “alterações climáticas”! Onde, a par de cientistas, ambientalistas, sociólogos e homens da finança, emergem as figuras políticas de muitos dos países que traçam o mapa mundo atual. Tentam firmar acordos e produzir medidas que contrariem o excesso e desmesurado crescimento de CO2 antrópico na atmosfera, bem patente nas curvas de variação deste gás, monitorizadas em vários laboratórios disseminados pelo planeta, desde Mauna Loa e de Samoa, à Antártida e ao Alasca.

 

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Referência Duarte, L.V., (2018) Da última Cimeira do Clima à história evolutiva da Terra, Rev. Ciência Elem., V6(1):001

DOI http://doi.org/10.24927/rce2018.001

 

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