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Regulamento e Inscrição |

Projeto “Histórias da Ajudaris” - Anualmente, sob a forma de um desafio criativo, a Ajudaris, convida as escolas de todo o país a participarem neste projeto, com a escrita de uma, ou mais histórias. (ver mais em: http://www.ajudaris.org/site/historias-da-ajudaris/).

 

Todo este processo culmina, com a edição anual de um livro, que por um lado, promove a inclusão social através da leitura, escrita e arte e por outro, através da venda solidária dos exemplares, conseguimos ajudar famílias e crianças carenciadas.

 

O projeto já conta com mais de 700 estabelecimentos de ensino solidários em todo o país.

                Tema: 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável;

Público-alvo: Pré, 1º e 2º ciclo

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Fonte | Regulamento | Ficha de candidatura | Cartaz |

Com o intuito de alterar realidades sociais e, simultaneamente, formar os jovens, no sentido de os alertar para a possibilidade que cada um tem de melhorar a comunidade que os rodeia, o prémio “Linka-te aos Outros” tem como grupo-alvo todos os jovens a frequentar a escola entre o 7º e o 12º ano e consiste na apresentação de propostas para resolução, através de atividades de voluntariado, de problemas locais que os próprios detetem.

 

O “Linka-te aos Outros” assenta toda a sua essência nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas, são objetivos que, embora pareçam vagos e difíceis de alcançar, dependem do envolvimento de todos os governos e cidadãos.

 

Com pequenos gestos, na escola, na rua, em casa, junto da família, colegas ou amigos, é fácil cada um de nós à sua medida fazer parte da construção de um mundo mais humano.

 

O “Linka-te aos Outros” é um projeto que vem ajudar os jovens a concretizar estes objetivos.

A AMI selecionará os projetos mais consistentes (no máximo 5) e financiará 90% dos mesmos, até um total de €2000.

 

O Linka-te aos Outros vai mais além:

  • É um estímulo ao rigor, uma vez que a ficha de candidatura constitui uma proposta de projeto rigorosa, com definição de objetivos gerais e específicos, resultados, atividades, orçamento, calendário de execução, critérios de viabilidade e sustentabilidade e impacto;
  • É um estímulo ao envolvimento dos jovens na comunidade, uma vez que 10% do orçamento apresentado terá de ser conseguido pelos próprios jovens, junto de empresas, instituições e/ou comércio local.

 

De 15 de outubro de 2018 a 4 de janeiro de 2019 poderão ser enviados para a Fundação AMI os formulários de candidatura preenchidos e com os devidos anexos, para apreciação do Júri.

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Audio-conto: Heróis da Fruta e o acampamento da Noite das Bruxas

 

O projeto SOBE+ (Direção Geral da Saúde, Rede de Bibliotecas Escolares e Plano Nacional de Leitura) uniu esforços ao projeto Heróis da Fruta que definiu um novo lema para a sua missão do ano letivo 2018/2019: "Sorrisos Super Saudáveis".
 
Através de atividades de leitura e escrita, entre outras, pretende-se motivar o consumo diário de lanches escolares mais equilibrados e incentivar e reforçar hábitos de saúde oral junto dos alunos e encarregados de educação.
 
 
Por outro lado foi hoje lançado o conto que dá o mote ao início do desafio deste ano que pode ser visto e ouvido acima.
 

Os Heróis da Fruta têm um plano infalível para celebrar a noite mais assustadora do ano, sem doces: um acampamento noturno na biblioteca da escola. Neste conto pedagógico, além do incentivo para as escolhas alimentares mais saudáveis, as crianças recordam a importância de escovar os seus dentes depois das refeições e sempre antes de ir dormir!

Veja e subscreva o canal do youtube dos Heróis da fruta: aqui

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 por Rita Pimenta | ler no Público

 

Professores e alunos de todo o país trouxeram a Antiguidade para as salas de aula. Resultou. Crianças e jovens lêem os clássicos e gostam. Os prémios das Olimpíadas da Cultura Clássica são entregues nesta sexta-feira em Lisboa.

 

Perto de dois mil alunos de dezenas de escolas conviveram com Ulisses e Penélope, conheceram Zeus e os Jogos Olímpicos e exploraram o Labirinto de Creta com o Minotauro. Depois, participaram nas Olimpíadas da Cultura Clássica, uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e das autoras do projecto Olimpvs.net.

 

Nesta sexta-feira, os melhores trabalhos de escrita, artes e multimédia recebem prémios na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O secretário de Estado da Educação, João Costa, vai lá estar.

 

O projecto foi anunciado em Novembro do ano passado, tendo como propósito “manter vivo o espírito humanista do conhecimento clássico”, como afirmou na altura Teresa Santa-Clara, da RBE. E “a resposta das escolas foi muito superior à esperada”, disse agora ao PÚBLICO.

 

Entraram no concurso cerca de mil trabalhos sobre Antiguidade Clássica escritos por alunos do 4.º ao 12.º ano, enquanto nas provas de artes e multimédia participaram 800 estudantes. Cristina Pimentel, presidente do júri, disse ao PÚBLICO: “Tínhamos pensado que, se nos chegassem 20 ou 30 trabalhos, já ficaríamos contentes. Foi uma bela surpresa.”

 

A adesão das escolas foi tal que tiveram de encerrar a plataforma de inscrição online para pedidos de conferências à volta do tema e do projecto, informa a professora da área de Literaturas, Artes e Culturas, dizendo que “choveram pedidos”.

 

Começa assim a ser cumprido o desejo das autoras da colecção Olimpvs.net, Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista do PÚBLICO: “Estender este gosto pelos clássicos a todas as escolas.”        

 

Esculturas, banda desenhada e humor

Cristina Pimentel valoriza o trabalho dos professores-bibliotecários e diz ter acontecido exactamente o que desejavam: “A ligação entre professores de várias disciplinas. Docentes de Língua Portuguesa, História, Educação Visual e Tecnológica trabalharam em conjunto.” Para o ano, terá de ser revista “a estrutura de funcionamento”, anuncia. “Estamos felizes, mas exaustas.”

 

Receberam esculturas, jogos de tabuleiro, bandas desenhadas, cartazes e até uma instalação artística (de quadros com poemas). Noutro registo, entraram no concurso filmes, jogos de computador, páginas Web e um e-book. “Trabalhos maravilhosos”, diz a jurada, que assumiu a dificuldade em escolher os premiados. A prová-lo está o facto de o primeiro prémio nesta categoria de artes/multimédia ter sido atribuído ex aequo a três trabalhos. “Sei que é estranho haver três primeiros prémios, mas era impossível escolher”, diz entusiasmada.

 

Na vertente das provas escritas, os alunos, além de terem de responder a algumas perguntas, foram desafiados a criar composições. Havia a proposta de se “transformarem” em Telémaco e redigirem uma carta que seria entregue ao seu pai; a de se imaginarem Teseu e entrarem no labirinto mas sem o novelo ou ainda supor que Ulisses tivesse conseguido libertar-se das cordas enquanto escutava o canto das sereias.

(...)

 

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Ler+ Jovem é um desafio lançado aos jovens do ensino secundário pelo Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para promover a leitura, dentro e fora das escolas.

 

A iniciativa dirige-se a escolas do ensino secundário que desejem dinamizar atividades para estimular a prática e o gosto pela leitura e pela escrita dos alunos deste nível de ensino.

 

O Ler+ Jovem visa constituir-se como um projeto de jovens e com jovens, que se destina quer aos seus pares, quer à população em geral.

 

Os jovens serão, por conseguinte, os principais atores das ações de divulgação da leitura e da escrita a desenvolver junto das respetivas comunidades.

 

O projeto Ler+ Jovem desenvolver-se-á em cada escola secundária ao longo de dois anos letivos.

 

Os agrupamentos e escolas não agrupadas que queiram apresentar candidatura à 6ª edição do Ler+ Jovem devem preencher, até ao dia 20 de julho, o formulário disponível no SIPNL. No caso dos agrupamentos, a submissão deverá ser feita pela escola-sede.

 

Para o efeito, aconselha-se a leitura prévia das orientações do projeto.

 

Para mais questões ou informações, contactar:

PNL2027 - rita.zurrapa@pnl2027.gov.pt  ou RBE - helena.araujo@rbe.mec.pt

 

Saber mais:

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Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, fala sobre o Constancioneiro e lê a carta que o secretário de estado da educação, João Costa, lhe endereçou a este propósito (3´:50´´).

 

No texto que se segue, Ana Paula Ferreira, coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, apresenta o livro e aponta as bondades do projeto que lhe deu origem, destacando ainda o excelente desempenho destes (mesmos) alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa:

 

Boa noite!

Começo por cumprimentar todos os presentes e elogiar-vos o vosso bom gosto por estarem presentes neste evento que alia a leitura à aprendizagem e que decorre num espaço tão propício à poesia.

 

Agradeço à Sra. Diretora, Dr.ª Olga Antunes, o convite para fazer a apresentação deste Constancioneiro, livro que de forma exemplar brinca com as suas origens – O Cancioneiro e Constância.

 

 

Agradeço, também, aos grandes obreiros do projeto, a professora Susana Neves, os seus magníficos poetas trovadores, os alunos das duas turmas de 10º ano do Agrupamento e, claro, ao professor bibliotecário, António Marques e à sua capacidade de incentivar a mudança, de levar os seus parceiros a tirarem partido das inúmeras possibilidades da biblioteca e de aceitarem ser e fazerem diferente na escola.

 

Tive o prazer de acompanhar a forma inovadora e colaborativa como o projeto se foi desenvolvendo e este lançamento, hoje, mostra que, tal como disse Fernando Pessoa, “o homem sonha, a obra nasce”.

 

Estou certa que o ambiente educativo inovador que se vive neste agrupamento impulsiona este tipo de projetos e gostaria que em todas as escolas do nosso país os alunos tivessem a oportunidade de experienciar a aprendizagem desta forma: enquanto ponte para uma intervenção ativa na sociedade, colocando-os perante desafios que desenvolvem a sua perseverança, o pensamento crítico e reflexivo, a autonomia.

 

 

Um verdadeiro exemplo de um projeto que desenvolve as competências definidas para os alunos à saída da escolaridade obrigatória.

 

Este projeto, decorrente de um domínio de articulação curricular, no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, envolveu as disciplinas de Português, Francês e Espanhol, em “estreita colaboração com a biblioteca escolar”, como é referido no posfácio.

 

 

biblioteca escolar assume neste agrupamento um papel de destaque, enquanto centro de inovação pedagógica, capaz de fomentar e difundir projetos verdadeiramente estruturantes, em parceria com as várias estruturas educativas, em prol das aprendizagens dos nossos alunos, para assim contribuir para a criação de cidadãos ativos, autónomos e responsáveis.

 

 

 

Não poderia deixar de referir o excelente desempenho destes mesmos alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O júri  atribuiu a estes nossos alunos 4 prémios, no escalão C (10, 11º e 12º anos).

 

Os prémios vão ser entregues na próxima sexta-feira.

 

 Artes/multimédia:

 1º lugar  -   Beatriz Cabeças, Inês Pedro, Laura Gonçalves

Trabalho: A Teia de Penélope, Rainha de Ítaca

 

Menção Honrosa -   Afonso Martins, João Lisboa, Ricardo Mascate, Rodrigo Sousa, Tomás Santos e Tomás Pedro

Trabalho: Os mitos do Minotauro e de Penélope 

 

 Provas escritas:

 1º lugar  - Clarisse Malheiro Junqueira

2º lugar -  Ana de Moura Lopes Velho

 

 A palavra de ordem é, sem dúvida, “ORGULHO”.

Obrigada!

***

 

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Miúdos a Votos 2017/ 18

 

Sinta o ambiente. Siga a entrevista com a coordenadora nacional da Rede de Bibliotecas Escolares. Conheça a razão de ser desta iniciativa. 

 
Com a Visão Júnior! Claro. O nosso obrigado.

 

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Margarida, Eduardo e Eduarda, os três apresentadores, vindos de Escariz,

Arouca,com as capas dos livros vencedores

 

(Notícia publicada originalmente na Visão Júnior.)

 

«O Tubarão na Banheira», «Harry Potter e a Pedra Filosofal» e «A Culpa é das Estrelas» foram os grandes vencedores eleitorais de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?»

 

Já são conhecidos os vencedores da iniciativa «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?». A terceira parte da grande festa na Feira do Livro de Lisboa terminou às 7 da tarde.

 

Os alunos do 1.º ciclo elegeram o «O Tubarão na Banheira», de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos; em segundo lugar ficou «O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos», de Nuno Caravela (7,8% dos votos); e «O Principezinho» de Antoine de Saint-Exupéry, foi o terceiro candidato eleito (7,8% dos votos), acabando assim destronado do 1º lugar conseguido na votação de 2017.

No 2.º ciclo, dois autores britânicos que já o ano passado tinham alcançado o pódio voltaram a ganhar: «Harry Potter e a Pedra Filosofal», de J. K. Rowling, é o vencedor, com 13,8% dos votos; e «Avozinha Gângster», do autor e também comediante David Walliams é o outro, tendo alcançado o segundo lugar com 11,1% dos votos. «A Fada Oriana», de Sophia de Mello Breyner Andresen, ficou em 3.º lugar, com 5,8% dos votos dos meninos do 5º e 6º ano.

 

No 3º ciclo, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A «Culpa é das Estrelas», de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos «Avozinha Gângster», de David Walliams - com 9,4 % dos votos - e «O Rapaz do Pijama às Riscas» de John Boyne, com 9,2% dos votos.

 

Eis as percentagens de votos de todos os livros que se apresentaram a estas eleições, por ciclo

 

1.º CICLO

3.º CICLO

 

 

2.º CICLO

 

Este ano votaram 59 663 alunos; destes, 4943 votos foram nulos e 244 foram em branco.

Em comparação com o ano passado votaram mais miúdos e miúdas, principalmente no 1º ciclo. No segundo e terceiro ciclo o número de votos foi menor, como podes ver no gráfico em baixo:

A festa contou com a participação de 19 escolas de todo o país e perto de 500 alunos. Assistiram a secretária de Estado adjunta da Educação, Alexandra Leitão; Isabel Alçada, escritora e ex-ministra da Educação, e Maria Emília Brederode dos Santos, membro do Conselho Nacional de Educação.

 

Referência: «Miúdos a Votos»: já são conhecidos os vencedores!. (2018). Jornal visao. Retrieved 1 June 2018, from http://visao.sapo.pt/visaojunior/2018-05-30-Miudos-a-Votos-ja-sao-conhecidos-os-vencedores

 
 
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 Ler na fonte: DN |

 

Quase 60 mil alunos e cerca de 600 escolas participaram nesta campanha

 

O Tubarão na BanheiraHarry Potter e a Pedra Filosofal e Culpa é das Estrelas foram os vencedores a segunda edição da iniciativa "Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?", que foram hoje divulgados na feira do Livro de Lisboa.

 

O objetivo desta iniciativa é eleger os livros preferidos dos alunos do ensino básico.

 

Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico elegeram o O Tubarão na Banheira, de David Machado, como o livro mais fixe, com 7,9% dos votos; em segundo lugar ficou O Bando das Cavernas - Na maior há 10 mil anos, de Nuno Caravela (7,8% dos votos). O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry, foi o terceiro candidato eleito (7,8% dos votos).

 

Já no 2.º ciclo, dois autores britânicos que já o ano passado tinham alcançado o pódio voltaram a ganhar: Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling, é o vencedor, com 13,8% dos votos; e Avozinha Gângster, do autor e também comediante David Walliams é o outro, tendo alcançado o segundo lugar com 11,1% dos votos.

 

A Fada Oriana, de Sophia de Mello Breyner Andresen, ficou em 3.º lugar, com 5,8% dos votos das crianças do 5.º e 6.º ano.

 

No 3.º ciclo do ensino básico, foram as obras inspiradas em histórias reais que conseguiram mais votos. A Culpa é das Estrelas, de John Green, ficou em primeiro lugar, com 10,9% dos votos. Em segundo e terceiro lugares, ficaram colocados os candidatos Avozinha Gângster, de David Walliams, com 9,4 % dos votos, e O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne, com 9,2% dos votos.

 

Esta é uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares e da Visão Júnior, em parceria com a Pordata, a Comissão Nacional de Eleições (CNE), a Rádio Miúdos, o Plano Nacional de Leitura e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.

 

A cerimónia de revelação dos "livros mais fixes" decorreu hoje e contou com a presença da secretária de estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.

 

A campanha, na qual participaram quase 60 mil alunos e cerca de 600 escolas, favorece o gosto pela leitura e uma cultura de cidadania e participação ativa, através da sensibilização para a importância do voto, desde as idades mais precoces.

 

Livros - Quais são os livros favoritos dos miúdos? Alunos do ensino básico elegeram os preferidos

Referência: Livros - Quais são os livros favoritos dos miúdos? Alunos do ensino básico elegeram os preferidos. (2018). DN. Retrieved 31 May 2018, from https://www.dn.pt/artes/interior/alunos-do-ensino-basico-elegem-livros-favoritos-9395959.html

 

 

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Hoje, quarta feira, dia 30, a partir das 4 da tarde, começa a festa final desta iniciativa. Vindos de vários pontos do país, alunos de cerca de 20 escolas vêm mostrar o que fizeram para que o seu livro favorito chegasse a vencedor. O projeto cruzou cidadania e leitura e pôs os estudantes a usar as mesmas ferramentas das campanhas eleitorais a sério.

 

Por isso, vai ser um ambiente de campanha eleitoral que se vai viver no dia 30, na Feira do Livro de Lisboa: grupos de crianças e jovens vão andar pelos stands a manifestar-se pelos seus livros preferidos, munidos de cartazes e propaganda eleitoral.

 

Nos palcos da Praça Verde e Amarela, apresentar-se-ão pequenas peças de teatro, dramatizações, músicas e até a um telejornal pré-histórico, inspirados nos livros. Na Praça da Fundação Francisco Manuel dos Santos, a Rádio Renascença vai transmitir em direto, a partir das 4 da tarde, uma mesa redonda com estudantes que participaram na iniciativa.

 

Às 18h15, as atenções vão-se concentrar nesta mesma praça, com uma cerimónia apresentada por alunos vindos da Escola Secundária de Escariz, concelho de Arouca, e com a participação de estudantes de várias outras escolas.

 

Vão estar presentes muitos alunos e professores de várias zonas do país, bem como repesentantes dos parceiros desta iniciativa da RBE e da Visão Júnior: a Pordata, a Comissão Nacional de Eleições, a Rádio Miúdos, a APEL e o PNL 2027.

A festa está aberta ao público em geral.

 

Ouça a Rádio Renascença, entre as 16h00 e as 17h00 e siga em direto através das páginas do Facebook da RBE e da Visão Júnior.

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