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O PÚBLICO na Escola está de regresso e vai abrir as portas das redacções do jornal, em Lisboa e no Porto, para mostrar como é o trabalho dos jornalistas. O projeto conta com o apoio do Ministério da Educação e da Fundação Belmiro de Azevedo e foi lançado ontem em Lisboa. 

O lançamento marca também o regresso do concurso nacional de jornais escolares, que teve a sua última edição em 2014. No site do projeto, será possível aceder a conteúdos sobre literacia mediática, recursos pedagógicos para utilizar os jornais em contexto de sala de aula e actividades para os alunos aprenderem com os media de forma mais autónoma.

Leia mais aqui.

ReferênciaQueres saber como funciona o jornal? O PÚBLICO na Escola ensina. (2019). PÚBLICO. Retrieved 6 November 2019, from https://www.publico.pt/2019/11/05/video/publico-escola-oportunidade-formar-cidadaos-atentos-20191105-140144

Oiça aqui o discurso do Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues:

 

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Download | Guia em linha |

Este guia convida a refletir, por um lado, sobre como ativar a memória e a continuação da vida das atividades e processos que realizamos, e por outro, que meios, dos que temos ao nosso alcance, podem ser mais indicados para consegui-lo.

 

Referênciacómo documentar un proyecto - La Aventura de Aprender. (2019). Laaventuradeaprender.intef.es. Retrieved 21 October 2019, from http://laaventuradeaprender.intef.es/guias/como-documentar-un-proyecto

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O projeto “Marcas na História” surgiu da necessidade de reforçar o papel das Bibliotecas, Escolares e Municipais, na dinamização de projetos cada vez mais agregadores, entre os Agrupamentos de Escolas, Biblioteca Municipais e a comunidade em geral, em articulação com outros parceiros, nomeadamente empresas, associações e instituições públicas e privadas. Contando desde já com o apoio da Fujifilm Portugal e da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo.

Procuramos através deste projeto, também, trabalhar a inclusão, porque ela é a luta pelo direito de todos às mesmas oportunidades de aprendizagem através da ligação entre saberes, culturas, artes, tecnologias, linguagens e das literacias que as suportam.

A partilha e o pensamento criativo serão aliados preciosos para o sucesso na implementação deste projeto.

É consensual que o mundo atual, as novas literacias, colocam novos desafios à educação e à sociedade.

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Já estão a decorrer as inscrições para a Maratona Fotográfica, ação nº 1 deste projeto. O uso da imagem ligada às tecnologias vai ao encontro da necessidade de inovação no contexto da escola/sociedade atual, correspondendo aos interesses e gosto não só dos alunos/jovens, mas também, da comunidade local, despertando outras formas de observar, registar, conhecer e estimar o que existe à sua volta.

Vamos estar atentos porque muitas novidades espreitam!

 

Hiperligação inscrições: https://forms.gle/Qod61mNvmTLx1TG86

Hiperligação Blog: https://projetomarcasnahistoria.blogspot.com/

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Episódios | Sobre o projeto |

 

A Voz aos investigadores portugueses em 90 segundos de Ciência.

Dos Açores ao Minho, da Madeira à Covilhã, do Algarve a Bragança, e aos que andam espalhados pelo mundo. Das ciências sociais às ciências exatas, passando pelas humanidades.

Duas vezes por dia na Antena 1, de segunda a sexta, antes das onze da manhã e antes das sete da tarde.

O 90 Segundos de Ciência é um projeto do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier ITQB NOVA, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – FCSH NOVA, ambos da Universidade Nova de Lisboa, e Antena 1, com o apoio da Novartis e Santander Universidades.

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O projeto:

Há um projeto-piloto na cidade do Porto que está a dar provas ao nível da promoção na aprendizagem inicial da leitura e da escrita, entre mais de 700 crianças que frequentam a rede pública municipal do pré-escolar e do ensino básico (1.º ano). Os resultados do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) foram apresentados nesta quinta-feira.

 
Quer para a educação pré-escolar quer para o 1.º ano do ensino básico, as crianças-alvo de intervenção do CiiL "expressam melhorias significativas comprovadas pela diferença substancial entre este grupo e o grupo de crianças 'controlo', ou seja, crianças com características semelhantes, a frequentar os mesmos níveis de ensino, mas sem intervenção do CiiL", revelou Ana Sucena, coordenadora científica e técnica do projeto, na primeira conferência promovida pelo Centro de Investigação e Intervenção na Leitura, realizada nesta quinta-feira no Auditório Magno do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).
 
O projeto, que nasceu de uma parceria entre a Câmara do Porto, o Instituto Politécnico do Porto e o Ministério da Educação, em setembro de 2015, tem "um propósito claro e indicadores de resultados bem definidos", salientou o vereador da Educação da Câmara do Porto, Fernando Paulo.
 
Concretamente, "até 2020, abranger 4.700 alunos e reduzir em 12% o número de alunos com níveis negativos e em 30% a taxa de retenção e desistência", declarou o responsável.
 
Há praticamente quatro anos no terreno, o projeto acompanha hoje "773 crianças", 538 na educação pré-escolar e 235 no 1.º ciclo e tem ganho dimensão no contexto da cooperação institucional. Trata-se, por isso, de "um excelente exemplo do trabalho em rede" que o Município do Porto valoriza e promove, assinalou Fernando Paulo.
 
Através de equipas multidisciplinares que incluem profissionais da educação e da saúde do Porto, o projeto trabalha, ao nível dos 5 anos, a consciência fonémica e a linguagem, esclareceu Ana Sucena citada pela Lusa. E numa segunda fase, incide sobre a consciência fonémica e as relações letra/som, ou seja, "os alicerces daquilo que nos vai permitir ler uma palavra isoladamente".
 
Com o sucesso da iniciativa no Porto, já se equaciona a criação de uma Rede CiiL, com o objetivo de alargar a resposta de intervenção ao nível da promoção precoce da aprendizagem da leitura a todo o território nacional. Ana Sucena indica ao "Porto." que "tendo sido notório o interesse entre os participantes em aderir à mesma".
 
Na sessão de abertura da I Conferência do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) participaram ainda o pró-reitor do IPP-Instituto Politécnico do Porto, Luís Miguel Pinho, a presidente da Escola Superior de Saúde do P.PORTO, Cristina Prudêncio, o coordenador nacional da Estrutura de Missão do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, José Verdasca, entre outras autoridades e conferencistas. 
 
Atualmente, a ação do CiiL desenvolve-se no âmbito de uma candidatura cofinanciada aos Planos Integrados e Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE) do POR NORTE 2020, com atuação em todos os Agrupamentos de Escolas do Município do Porto.
 
 
ReferênciaAlunos das escolas do Porto ganham hábitos de leitura na aprendizagem das primeiras letras - Notícias - Portal de notícias do Porto. Ponto. . (2019). Porto.pt. Retrieved 15 July 2019, from http://www.porto.pt/http://www.porto.pt/noticias/criancas-das-escolas-do-porto-ganham-habitos-de-leitura-na-aprendizagem-das-primeiras-letras
 
 
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O Projeto “D’ÁQUEM, ALÉM-MAR,” nasceu de uma candidatura ao projeto “LER+MAR”.


A escola, que integra o  Programa “Territórios Educativos de Intervenção Prioritária”, TEIP3, está inserida numa comunidade com contexto socio-cultural  carenciado e com uma população reduzida.


O projeto "D’AQUÉM, ALÉM-MAR,” convocou saberes e competências na construção e comunicação de conhecimentos sobre o MAR – intrinsecamente ligado ao nosso concelho e cultura, mas distante das vivências dos alunos.


Implementou dinâmicas de trabalho cooperativo e colaborativo, desenvolvendo competências a partir do tema estruturante, numa perspetiva multidisciplinar, articulada e transversal que associou as dimensões: literária, ambiental, científica e tecnológica, geográfica, histórica, cultural e artística.


Com o desenvolvimento deste projeto, explorou-se o tema "Mar" nas suas múltiplas potencialidades não só como elemento natural, fonte de vida, bem estar, sua defesa e subsistência, mas também como presença forte na literatura, pintura e demais expressões artísticas.

Fátima Bonzinho
Coordenadora Interconcelhia da RBE

[Texto e locução da professora bibliotecária e coordenadora do projeto, Ana Sequeira]

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Clássicos em Rede é uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o site Olimpvs.net 

 

por Rita Pimenta

 

Cientificamente Provável é um programa que pretende ligar o ensino superior aos ensinos básico e secundário e que une as pastas da Educação e da Ciência. A apresentação está marcada para esta quarta-feira na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

“Se o ensino secundário se sente refém do acesso ao ensino superior, é bom que o conheça”, disse ao PÚBLICO João Costa, secretário de Estado da Educação, que em conjunto com João Sobrinho Teixeira, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, irão apresentar nesta quarta-feira o programa Cientificamente Provável.

 

A cerimónia de entrega dos prémios das Olimpíadas da Cultura Clássica, integradas no projecto Clássicos em Rede, foi o momento escolhido para divulgar publicamente “um protocolo que pretende aproximar o ensino superior do ensino básico e secundário e que já conta com 360 parcerias”, segundo João Costa.

 

“O grande objectivo”, diz o secretário de Estado da Educação, “é concretizar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”.

PÚBLICO -
Foto de Fábio Augusto
 
 
O secretário de Estado da Educação, João Costa, acredita que, “sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons”

A boa parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares e o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa “foi inspiradora do Cientificamente Provável”, conta aquele responsável. E acrescenta: “Sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons.”

 

Assim, os centros de investigação universitários vão “apoiar visitas de estudo, disponibilizar recursos e materiais e dar palestras a escolas do ensino básico e secundário”.

Desta forma, também eles “ficarão a conhecer o funcionamento e necessidades” dos níveis que antecedem o ensino superior.

 

Um dos aspectos que João Costa quer realçar, além do “objectivo formativo”, é a “flexibilidade curricular”, que já está formalmente prevista e pode ser praticada assim: “Um aluno de Ciências e Tecnologia ter uma disciplina de Latim e um aluno de Línguas e Humanidades frequentar Biologia em vez de uma disciplina do seu curso.”

 

Fala ainda em como a iniciativa Clássicos em Rede ajuda a promover e revitalizar a cultura clássica, “uma área que tem estado a mirrar” e que, nas suas palavras, é “fundamental para o entendimento da organização social da Antiguidade, do conhecimento dos nossos referentes e de como vai ajudando a inverter o decréscimo dos alunos de Latim”.

 

Desta iniciativa também fazem parte as autoras de Olimpvs.net (site complementar a uma colecção de livros sobre a Antiguidade Clássica): Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista e editora do PÚBLICO.

 

Mais de 4 mil alunos

Manuela Pargana Silva, coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, dá-nos conta de que neste segundo ano do programa Clássicos em Rede (2018-2019) foram abrangidos 4250 alunos (do 4.º ao 12.º ano e de 92 escolas,), tendo participado em sessões nas escolas um total de 22 investigadores universitários.

 

Para esta responsável, também ligada ao Ministério da Educação, “tem sido uma excelente oportunidade para as bibliotecas escolares proporcionarem, aos alunos, o alargamento dos seus conhecimentos numa área crucial para os seus referentes culturais e humanísticos do mundo ocidental, ao mesmo tempo que estimulam a sua curiosidade e criatividade através da investigação e produção de múltiplos recursos digitais e artísticos”, diz-nos em mensagem enviada por correio electrónico.

 

Na tarde desta quarta-feira, a partir das 13h30, a festa faz-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se mostrarão os trabalhos dos alunos que participaram nas Olimpíadas da Cultura Clássica e se entregarão prémios aos melhores.

 

Os temas propostos foram: Dido e Eneias, Perseu e Andrómeda e, por último, As sete maravilhas do mundo antigo. As áreas de participação dividiam-se em desafios escritos e desafios de arte/multimédia. Nesta última, os contributos podiam surgir sob diversas formas: aplicações informáticas ou recursos digitais; vídeos ou filmes; desenho ou ilustração; escultura ou instalação.

 

Armas que sangram por amor

A pedido do PÚBLICO e através de Teresa Santa-Clara, do gabinete coordenador da Rede Bibliotecas Escolares, foi possível depoimentos de alguns dos jovens premiados.

 

Marta Carrilho, que será distinguida com o primeiro prémio com o seu vídeo Perseu e Andrómeda — A Magia das Armas Que Sangram por Amor, frequenta o 11.º ano, na Escola Secundária José Gomes Ferreira (Lisboa), concorreu com “um vídeo que alia o trabalho de filmagem com um texto poético, que fala das palavras enquanto armas para transmitir uma mensagem de esperança”.

 

Eis o que tem para nos dizer: “A Magia das Armas Que Sangram por Amor reflecte mais do que a minha participação neste concurso. É uma mensagem para todos os que a queiram ouvir, uma voz que viu num mito do passado uma esperança para o futuro. Eu agarrei com vontade as armas que mais me protegem, as palavras. Numa aliança entre o texto poético e o filme, travei a minha batalha e procurei que o meu caminho se cruzasse com todos aqueles a que me dirigia. Encontro nas palavras o meu melhor escudo e na sua subjectividade os movimentos que lhe dão sentido. Com este projecto, encontrei o jeito mais certo de agarrar estas armas, de as erguer por todos e não por mim. Assim, nasceu a magia deste concurso, a felicidade de ver a minha batalha resultar numa vitória comum: a de ver as minhas palavras tornarem-se em todos nós uma marca permanente que chama por amor.”

 

Dar vida a uma lenda desconhecida

Noutro tema e merecedor de Menção Honrosa está o trabalho Dido e Eneias – O Musical, dos alunos Beatriz Entrezede, Guilherme Sereno, Mafalda Felício e Natacha Silva, do 11.º ano e também da Escola Secundária José Gomes Ferreira. O grupo musicou e cantou os vários episódios da história de Dido e Eneias.

 

Depoimento colectivo: “Este trabalho foi-nos proposto como um desafio, que aceitámos, pondo à prova a nossa criatividade. Queríamos um tema que não conhecêssemos e que se relacionasse connosco. Então, Dido e Eneias – O Musical pareceu-nos o mais indicado. Juntámos o nosso gosto pela música, cantar e representar com a vontade de dar vida a uma lenda desconhecida pela nossa geração.”

 

Aprender e rir

Outra Menção Honrosa vai para o vídeo humorístico Os Deuses É Que Escolhem as Maravilhas dos Homens, dos alunos Eduardo Guarita, João Ferreira, Júlia Lemos Marcelo e Margarida Matos (11.º ano, Escola Secundária José Gomes Ferreira), “um vídeo elaborado com sentido de humor, que simula um concílio dos deuses em que estes iriam escolher quais as sete maravilhas criadas pelos homens”.

 

Júlia Marcelo escreve-nos assim: “Acredito que o nosso trabalho foi importante para reforçar a importância do trabalho em equipa, proporcionando-nos não só a aprendizagem do tema geral trabalhado no vídeo, mas também o espírito de trabalho colectivo. Mais que isso, o objectivo de escolha de humor para retratar o assunto abordado deve-se pela maior facilidade de atenção, seja por nossa parte — quem realizou o trabalho — seja por parte dos que assistem.”

 

A importância do trabalho em equipa

João Rodrigo Ferreira conta como foi para ele: “Participei neste concurso porque achei o tema interessante e, por isso, cativante. O facto de ter sido realizado em grupo tornou-o mais divertido e dinâmico. Aprendi mais sobre História da Antiguidade e gostei muito da realização do vídeo e sua gravação. No geral, gostei muito de ter participado neste projecto.”

 

Por último, Eduardo Garita diz-nos: “Neste pequeníssimo trabalho aprendemos a importância do trabalho em equipa e da cooperação que isso envolve. Nós escolhemos este tema e este tipo de comunicação porque queríamos falar sobre mitologia, mas queríamos fazer algo mais interessante com isso. Por isso decidimos fazer o vídeo com humor.”

 

Outras alunas premiadas noutras categorias foram Lia Gualdino Alves e Ana Catarina Tiago, ambas da Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras (escalão 10.º, 11.º e 12.º anos).

 

Música, teatro e lanche

Depois da inauguração da exposição, haverá um momento musical no Anfiteatro 1, com a participação da Academia de Amadores de Música. O director da Faculdade de Letras de Lisboa, Pedro Tamen, dará início à sessão, às 14h30, com a participação na mesa de Rodrigo Furtado (director do Centro de Estudos Clássicos), Manuela Pargana (coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares), Maria Cristina Pimentel (representante do júri), Arnaldo do Espírito-Santo (director da ADFLUL), António Feijó (pró-reitor da Universidade de Lisboa) e João Costa (secretário de Estado da Educação).

 

Depois da entrega de prémios, o Curso Profissional de Artes do Espectáculo da Escola Secundária de D. Pedro V proporcionará um momento de teatro (15h50).

 

Após o encerramento das Olimpíadas da Cultura Clássica, será apresentado o programa Cientificamente Provável pelos secretários de Estado João Costa e João Sobrinho Teixeira. Um lanche no jardim D. Pedro V encerra a festa da Antiguidade Clássica. Do básico ao superior.

 

Referência: Pimenta, R. (2019). Clássicos inspiram protocolo entre ministérios da Educação e da CiênciaPÚBLICO. Retrieved 6 June 2019, from https://www.publico.pt/2019/06/04/culto/noticia/classicos-inspiram-protocolo-ministerios-educacao-ciencia-1875381

 

O dia foi em cheio na Fundação Calouste Gulbenkian. Centenas de crianças de escolas de todo o país vieram à capital para participar na festa dos «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?»

 
As imagens de um dia em cheio: perto de 700 alunos de 26 escolas estiveram na Fundação Calouste Gulbenkian, esta sexta-feira, 31, para a festa final de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?», em que foram apresentados os resultados nacionais desta iniciativa em que participaram mais de 78 mil alunos.

 

 
 
 
 
 
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Fotos: Visão Júnior

Referência: Fotogaleria: A festa final dos «Miúdos a Votos» foi uma animação. (2019). Jornal visao. Retrieved 2 June 2019, from http://visao.sapo.pt/visaojunior/miudos-a-votos/2019-05-31-Fotogaleria-A-festa-final-dos-Miudos-a-Votos-foi-uma-animacao

A FLUL recebe no próximo dia 5 de Junho, a partir das 14 horas, a cerimónia solene de entrega dos prémios da segunda edição das Olimpíadas da Cultura Clássica, uma iniciativa desenvolvida em parceria pela FLUL (Centro de Estudos Clássicos) e a Rede de Bibliotecas Escolares.

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Lançado em 2017 e destinado aos alunos do ensino básico e secundário, o projeto tem como objetivo aumentar os conhecimentos destes alunos sobre a Cultura Clássica e, sobretudo, levá-los a descobrir a sua presença na atualidade.

 

Na edição deste ano vão ser premiados 42 participantes nas diferentes categorias a concurso - desafio de escrita, desafio de artes plásticas e multimédia - de três escalões etários: escalão A do 4.º ao 6.º ano, escalão B do 7.º ao 9.º ano e o escalão C composto pelas participações dos alunos do ensino secundário.

 

"Perseu e Andrómeda", "Dido e Eneias" e "As Sete Maravilhas do Mundo Antigo” são os temas escolhidos para esta segunda edição, que contará com uma exposição dos trabalhos recebidos no átrio da Faculdade. Na edição do ano passado participaram 1.800 alunos.

 

Durante a sessão de entrega dos prémios das Olimpíadas será, também, apresentado o programa "Cientificamente Provável", com a presença do Secretário de Estado da Educação, João Costa, e do Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira.

 

O programa "Cientificamente Provável" visa intensificar a promoção do conhecimento e contribuir para o enriquecimento do percurso formativo dos jovens, através do estabelecimento de uma ligação mais estreita entre as instituições de ensino superior e as escolas básicas e secundárias.

 

A parceria entre as diversas instituições que participem no programa passará pela realização de sessões sobre temas da especialidade da unidade de investigação, pela promoção de contactos informais entre investigadores e alunos, pela realização de visitas de estudo, entre outras actividades.

 

Texto: Tiago Artilheiro (FLUL-DRE, Núcleo de Imagem, Comunicação e Relações Externas)

Fotografia: FLUL-DRE, Núcleo de Imagem, Comunicação e Relações Externas

 

Referência: Alumni, E., Estudantes, A., Estudantes, A., Alumni, G., UL, P., & Alumni et al. (2019). Olimpíadas da Cultura Clássica regressam à FLUL - Faculdade de Letras da Universidade de LisboaLetras.ulisboa.pt. Retrieved 28 May 2019, from https://www.letras.ulisboa.pt/pt/noticias/1273-olimpiadas-da-cultura-classica-regressam-a-flul

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Ver o vídeo na fonte.

 

O que é a Gentileza? O que é ser solidário?

A ação da... e na biblioteca escolar: A importância da partilha. Ler , partilhar leituras, para quê?

 

Veja o vídeo. A Gentileza, a solidariedade e a leitura, na prática destes alunos!

 


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