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Download | Recomendação 3/2019 |

 

Recomendação

O CNE recomenda que se disponha de um planeamento prospetivo que inclua estratégias de caracterização e provisão das necessidades do sistema educativo no que diz respeito ao pessoal docente nos diferentes grupos de recrutamento, para que se possa antecipar o estudo e a implementação das respostas mais adequadas. (...)

 

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Resumo

Diversos estudos de pesquisa e prática concluem que a pedagogia dos media deve ser integrada na formação de professores para que futuramente a possam usar  nas suas aulas de forma eficaz e bem-sucedida. No entanto, esses resultados não se refletem nos atuais programas universitários, de modo que em algumas instituições os estagiários podem chegar ao final dos seus estudos sem ter abordado questões de educação para os media.

 

Para entender, avaliar e melhorar ainda mais a situação atual da formação de professores no campo da pedagogia dos media, é necessária uma extensa pesquisa. Levando em consideração essa situação, o artigo a seguir apresenta um resumo do "status quo" das competências em pedagogia, focando-se nos exemplos da Alemanha e dos EUA.

 

Para criar uma base, apresentam-se diferentes modelos de competências pedagógicas mediáticas nos dois países e tentar-se-á responder à questão de saber se essas competências são promovidas pelos programas de formação de professores. Em seguida, serão descritos o método e os resultados selecionados de um estudo que mediu as competências pedagógicas dos media de estudantes nos dois países, a partir de um modelo generalizador de competências pedagógicas mediáticas que interligam pesquisas alemãs e internacionais, nesse campo.

 

A perspectiva internacional comparativa ajuda a ampliar as perspectivas e a entender as diferenças e semelhanças. Os dados deste estudo servem para identificar diferentes formas de integrar a pedagogia dos media na formação de professores. Além disso, podem ser tiradas conclusões sobre as consequências desses processos para os professores em formação e as suas competências nos media.

 

Tradução livre

 

Marcalyc | Móvil

 

Referência: Tiede, J., & Grafe, S. (2016). Media Pedagogy in German and U.S. Teacher Education. Comunicar24(49), 19-28. doi:10.3916/c49-2016-02

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Já se encontra disponível, no repositório da Universidade de Aveiro, a versão portuguesa do “Digital Competence Framework for Educators (DigCompEdu)”, da responsabilidade dos investigadores do CIDTFF, Margarida Lucas e António Moreira.

 

O DigCompEdu dirige-se a educadores de todos os níveis de educação, desde a infância até ao ensino superior e educação de adultos, incluindo formação geral e profissional, educação especial e contextos de aprendizagem não formal. Propõe 22 competências, organizadas em 6 áreas, e um modelo de progressão para ajudar os educadores a avaliarem e desenvolverem a sua competência digital.

 

Com base no DigCompEdu foi desenvolvida uma ferramenta de autorreflexão que permite aprender mais sobre os pontos fortes pessoais e as áreas onde é possível melhorar a utilização que se faz das tecnologias digitais para o ensino e a aprendizagem. Está disponível para educadores de diferentes níveis de ensino e pode ser acedida aqui.

 

Referência: – Livro | DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores . (2019). Blogs.ua.pt. Retrieved 13 January 2019, from http://blogs.ua.pt/cidtff/index.php/2019/01/11/livro-digcompedu-quadro-europeu-de-competencia-digital-para-educadores/

 

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No quadro das novas políticas educativas, Maria do Céu Roldão, agora em coautoria com Sílvia de Almeida, retoma a reflexão sobre autonomia das escolas e flexibilização curricular procedendo a uma atualização do livro Gestão Curricular – Para a Autonomia das Escolas e dos Professores.

Dada a relevância desta publicação entendeu a DGE apoiar esta reedição/atualização, disponibilizando-a agora à comunidade educativa, em particular às escolas.

 

Referência: (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 17 December 2018, from http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/AFC/livro_gestao_curricular.pdf

 

 

 

 

Onde se falou da Web e do uso seguro da informação na sala de aula e na vida, de tecnologias digitais, de informação, de conhecimento e de aprendizagem. Em suma, de multiliteracias.

 

Como ensinar e aprender no mundo digital que é hoje o nosso? Como tirar partido, como abrir a porta ao saber informal na sala de aula? Como é que se transforma em conhecimento?

 

Como é que se promove, nos professores e alunos, a capacidade de autoformação  ao longo da vida?

 

Os professores dirigem as aprendizagens nas Escolas e devem por isso apropriar-se destes (novos) saberes, de forma a poderem usá-los e transmiti-los aos alunos.

 

29 de julho de 2018.
Leituras na Linha. 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais

 

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