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Rádio Miúdos • Emissões online

Literacia mediática

25.06.20

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No âmbito da parceria com a Rádio Miúdos na promoção de ações que promovem o desenvolvimento de competências de literacia mediáticas, a RBE associa-se à iniciativa que convida crianças e jovens que falem português a participarem nas emissões online desta rádio.

Os destinatários principais desta iniciativa são todas as crianças, fundamentalmente as do ensino básico, para que estas tenham oportunidade de ter voz e de aprenderem e se divertirem a fazer rádio com os os seus pares de todo o país e até do estrangeiro. Os professores e pais, que queiram participar, são muito bem vindos. Será uma oportunidade de ter a escola ou a biblioteca escolar representada numa iniciativa que chega a várias partes do mundo.

Para participar basta enviar um email ou contactar o número 965 191 518 (telefone, WhatsApp ou sms) para combinar a hora e saber o ID do Zoom, plataforma através da qual podem entrar na emissão. Em alternativa poderão participar por telefone, caso não tenham acesso ao Zoom, ou enviar uma mensagem para o número de telefone ou ainda através de mensagem de voz no site da Rádio Miúdos na barra laranja onde diz "grava aqui a tua mensagem de voz".

As emissões decorrem de segunda a sexta-feira no horário das 15h às 18h,  menos 1h nos Açores e não serão interrompidas durante o período de férias escolares de verão.

 

Referência: Rádio Miúdos • Emissões online. (2020). Retrieved 25 June 2020, from https://rbe.mec.pt/np4/2576.html

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No âmbito do protocolo de colaboração entre a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e a Associação de Professores de Filosofia (ApF), a RBE associa-se à divulgação do concurso Ensaio Filosófico, cuja 6.ª edição é lançada hoje, precisamente, no Dia Mundial da Filosofia.

Promovido para suscitar o interesse pela escrita e reflexão filosóficas, realçar a importância da disciplina de Filosofia na formação geral dos alunos do ensino secundário e consolidar competências em literacia da informação, o Concurso Ensaio Filosófico 2019-20 decorre até ao dia 1 de junho de 2020, de acordo com o respetivo regulamento. Qualquer esclarecimento adicional pode ser solicitado através do endereço eletrónico dir.apfilosofia@gmail.com.

portal da ApF agrega ainda um leque variado de recursos filosóficos bem como propostas de atividades que podem ser implementadas em diferentes contextos e que pretendem contribuir para a construção da autonomia e de uma cidadania ativa e responsável.

 

Para mais informações, consulte o regulamento do concurso AQUI.


Veja também: Ensaios outras edições
 
Regulamento [PDF]
Regulamento

 

Referência: Ensaio filosófico • Associação de Professores de Filosofia. (2019). RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. Retrieved 21 November 2019, from http://rbe.mec.pt/np4/2436.html

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Iniciativas | Documento orientador |

 

Entre 2019 e 2022 comemoram-se os 500 anos da viagem de circum-navegação comandada por Fernão de Magalhães.

Programa Geral das Comemorações, elaborado pela Estrutura de Missão criada por Resolução do Conselho de Ministros n.º 24/2017, integra projetos de diversas entidades e instâncias.

Dentro desse Programa Geral, os vários organismos da Educação encontram-se a desenvolver, articuladamente, um conjunto de atividades estruturado a partir de 10 iniciativas fundamentais, apresentadas, no dia 1 de março de 2019, pelo Senhor Secretário de Estado da Educação.

A RBE faz parte deste movimento com o projeto Navegar com a Biblioteca Escolar, que tem como objetivo fundamental dar voz aos alunos, estimulando a sua curiosidade e convidando-os a produzir recursos no âmbito de seis grandes desafios explanados no documento orientador.

Os produtos elaborados serão publicados na área do Navegar com a Biblioteca Escolar, dentro da plataforma global para as Comemorações, que será criada pela Estrutura de Missão.

Para participar, no ano letivo de 2019/20, as bibliotecas escolares devem inscrever-se no formulário disponível no Sistema de Informação > Formulários RBE > Navegar com a biblioteca escolar, depois de consultar o Documento orientador da iniciativa. Anualmente, até 2022, será aberto novo formulário para inscrição.

  • Logotipos [ZIP]

 

ReferênciaNavegar com a Biblioteca Escolar. (2019). RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. Retrieved 1 August 2019, from http://rbe.mec.pt/np4/2364.html

 

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Este programa é uma iniciativa conjunta da Secretaria de Estado da Educação, através da Rede de Bibliotecas Escolares, e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Visa intensificar a promoção do conhecimento e contribuir para o enriquecimento do percurso formativo dos jovens, estabelecendo formas de ligação mais estreitas entre as instituições de ensino superior e as escolas básicas e secundárias, com a intermediação das bibliotecas escolares. 

 

 
 
 
 
 
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Cientificamente Provável: os números.

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Foi entretanto assinado, pelos Senhores Secretário de Estado da Educação e Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Protocolo de Colaboração deste programa, que consagra o estabelecimento de parcerias entre unidades de investigação do ensino superior e escolas dos ensinos básico e secundário.

 

Nos vídeos abaixo as intervenções dos Senhores Secretários de Estado aquando da assinatura do Protocolo de Colaboração:

 

 

Conteúdo relacionado:

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Clássicos em Rede é uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o site Olimpvs.net 

 

por Rita Pimenta

 

Cientificamente Provável é um programa que pretende ligar o ensino superior aos ensinos básico e secundário e que une as pastas da Educação e da Ciência. A apresentação está marcada para esta quarta-feira na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

“Se o ensino secundário se sente refém do acesso ao ensino superior, é bom que o conheça”, disse ao PÚBLICO João Costa, secretário de Estado da Educação, que em conjunto com João Sobrinho Teixeira, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, irão apresentar nesta quarta-feira o programa Cientificamente Provável.

 

A cerimónia de entrega dos prémios das Olimpíadas da Cultura Clássica, integradas no projecto Clássicos em Rede, foi o momento escolhido para divulgar publicamente “um protocolo que pretende aproximar o ensino superior do ensino básico e secundário e que já conta com 360 parcerias”, segundo João Costa.

 

“O grande objectivo”, diz o secretário de Estado da Educação, “é concretizar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”.

PÚBLICO -
Foto de Fábio Augusto
 
 
O secretário de Estado da Educação, João Costa, acredita que, “sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons”

A boa parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares e o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa “foi inspiradora do Cientificamente Provável”, conta aquele responsável. E acrescenta: “Sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons.”

 

Assim, os centros de investigação universitários vão “apoiar visitas de estudo, disponibilizar recursos e materiais e dar palestras a escolas do ensino básico e secundário”.

Desta forma, também eles “ficarão a conhecer o funcionamento e necessidades” dos níveis que antecedem o ensino superior.

 

Um dos aspectos que João Costa quer realçar, além do “objectivo formativo”, é a “flexibilidade curricular”, que já está formalmente prevista e pode ser praticada assim: “Um aluno de Ciências e Tecnologia ter uma disciplina de Latim e um aluno de Línguas e Humanidades frequentar Biologia em vez de uma disciplina do seu curso.”

 

Fala ainda em como a iniciativa Clássicos em Rede ajuda a promover e revitalizar a cultura clássica, “uma área que tem estado a mirrar” e que, nas suas palavras, é “fundamental para o entendimento da organização social da Antiguidade, do conhecimento dos nossos referentes e de como vai ajudando a inverter o decréscimo dos alunos de Latim”.

 

Desta iniciativa também fazem parte as autoras de Olimpvs.net (site complementar a uma colecção de livros sobre a Antiguidade Clássica): Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista e editora do PÚBLICO.

 

Mais de 4 mil alunos

Manuela Pargana Silva, coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, dá-nos conta de que neste segundo ano do programa Clássicos em Rede (2018-2019) foram abrangidos 4250 alunos (do 4.º ao 12.º ano e de 92 escolas,), tendo participado em sessões nas escolas um total de 22 investigadores universitários.

 

Para esta responsável, também ligada ao Ministério da Educação, “tem sido uma excelente oportunidade para as bibliotecas escolares proporcionarem, aos alunos, o alargamento dos seus conhecimentos numa área crucial para os seus referentes culturais e humanísticos do mundo ocidental, ao mesmo tempo que estimulam a sua curiosidade e criatividade através da investigação e produção de múltiplos recursos digitais e artísticos”, diz-nos em mensagem enviada por correio electrónico.

 

Na tarde desta quarta-feira, a partir das 13h30, a festa faz-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se mostrarão os trabalhos dos alunos que participaram nas Olimpíadas da Cultura Clássica e se entregarão prémios aos melhores.

 

Os temas propostos foram: Dido e Eneias, Perseu e Andrómeda e, por último, As sete maravilhas do mundo antigo. As áreas de participação dividiam-se em desafios escritos e desafios de arte/multimédia. Nesta última, os contributos podiam surgir sob diversas formas: aplicações informáticas ou recursos digitais; vídeos ou filmes; desenho ou ilustração; escultura ou instalação.

 

Armas que sangram por amor

A pedido do PÚBLICO e através de Teresa Santa-Clara, do gabinete coordenador da Rede Bibliotecas Escolares, foi possível depoimentos de alguns dos jovens premiados.

 

Marta Carrilho, que será distinguida com o primeiro prémio com o seu vídeo Perseu e Andrómeda — A Magia das Armas Que Sangram por Amor, frequenta o 11.º ano, na Escola Secundária José Gomes Ferreira (Lisboa), concorreu com “um vídeo que alia o trabalho de filmagem com um texto poético, que fala das palavras enquanto armas para transmitir uma mensagem de esperança”.

 

Eis o que tem para nos dizer: “A Magia das Armas Que Sangram por Amor reflecte mais do que a minha participação neste concurso. É uma mensagem para todos os que a queiram ouvir, uma voz que viu num mito do passado uma esperança para o futuro. Eu agarrei com vontade as armas que mais me protegem, as palavras. Numa aliança entre o texto poético e o filme, travei a minha batalha e procurei que o meu caminho se cruzasse com todos aqueles a que me dirigia. Encontro nas palavras o meu melhor escudo e na sua subjectividade os movimentos que lhe dão sentido. Com este projecto, encontrei o jeito mais certo de agarrar estas armas, de as erguer por todos e não por mim. Assim, nasceu a magia deste concurso, a felicidade de ver a minha batalha resultar numa vitória comum: a de ver as minhas palavras tornarem-se em todos nós uma marca permanente que chama por amor.”

 

Dar vida a uma lenda desconhecida

Noutro tema e merecedor de Menção Honrosa está o trabalho Dido e Eneias – O Musical, dos alunos Beatriz Entrezede, Guilherme Sereno, Mafalda Felício e Natacha Silva, do 11.º ano e também da Escola Secundária José Gomes Ferreira. O grupo musicou e cantou os vários episódios da história de Dido e Eneias.

 

Depoimento colectivo: “Este trabalho foi-nos proposto como um desafio, que aceitámos, pondo à prova a nossa criatividade. Queríamos um tema que não conhecêssemos e que se relacionasse connosco. Então, Dido e Eneias – O Musical pareceu-nos o mais indicado. Juntámos o nosso gosto pela música, cantar e representar com a vontade de dar vida a uma lenda desconhecida pela nossa geração.”

 

Aprender e rir

Outra Menção Honrosa vai para o vídeo humorístico Os Deuses É Que Escolhem as Maravilhas dos Homens, dos alunos Eduardo Guarita, João Ferreira, Júlia Lemos Marcelo e Margarida Matos (11.º ano, Escola Secundária José Gomes Ferreira), “um vídeo elaborado com sentido de humor, que simula um concílio dos deuses em que estes iriam escolher quais as sete maravilhas criadas pelos homens”.

 

Júlia Marcelo escreve-nos assim: “Acredito que o nosso trabalho foi importante para reforçar a importância do trabalho em equipa, proporcionando-nos não só a aprendizagem do tema geral trabalhado no vídeo, mas também o espírito de trabalho colectivo. Mais que isso, o objectivo de escolha de humor para retratar o assunto abordado deve-se pela maior facilidade de atenção, seja por nossa parte — quem realizou o trabalho — seja por parte dos que assistem.”

 

A importância do trabalho em equipa

João Rodrigo Ferreira conta como foi para ele: “Participei neste concurso porque achei o tema interessante e, por isso, cativante. O facto de ter sido realizado em grupo tornou-o mais divertido e dinâmico. Aprendi mais sobre História da Antiguidade e gostei muito da realização do vídeo e sua gravação. No geral, gostei muito de ter participado neste projecto.”

 

Por último, Eduardo Garita diz-nos: “Neste pequeníssimo trabalho aprendemos a importância do trabalho em equipa e da cooperação que isso envolve. Nós escolhemos este tema e este tipo de comunicação porque queríamos falar sobre mitologia, mas queríamos fazer algo mais interessante com isso. Por isso decidimos fazer o vídeo com humor.”

 

Outras alunas premiadas noutras categorias foram Lia Gualdino Alves e Ana Catarina Tiago, ambas da Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras (escalão 10.º, 11.º e 12.º anos).

 

Música, teatro e lanche

Depois da inauguração da exposição, haverá um momento musical no Anfiteatro 1, com a participação da Academia de Amadores de Música. O director da Faculdade de Letras de Lisboa, Pedro Tamen, dará início à sessão, às 14h30, com a participação na mesa de Rodrigo Furtado (director do Centro de Estudos Clássicos), Manuela Pargana (coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares), Maria Cristina Pimentel (representante do júri), Arnaldo do Espírito-Santo (director da ADFLUL), António Feijó (pró-reitor da Universidade de Lisboa) e João Costa (secretário de Estado da Educação).

 

Depois da entrega de prémios, o Curso Profissional de Artes do Espectáculo da Escola Secundária de D. Pedro V proporcionará um momento de teatro (15h50).

 

Após o encerramento das Olimpíadas da Cultura Clássica, será apresentado o programa Cientificamente Provável pelos secretários de Estado João Costa e João Sobrinho Teixeira. Um lanche no jardim D. Pedro V encerra a festa da Antiguidade Clássica. Do básico ao superior.

 

Referência: Pimenta, R. (2019). Clássicos inspiram protocolo entre ministérios da Educação e da CiênciaPÚBLICO. Retrieved 6 June 2019, from https://www.publico.pt/2019/06/04/culto/noticia/classicos-inspiram-protocolo-ministerios-educacao-ciencia-1875381

 


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