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Sinopse:

O Hidro foi bafejado pela sorte. Em seu redor a água parece não ter fim. Mas o seu estado de alegria é interrompido por sinais de alerta. Afinal, a água é limitada e escassa. Será tarde demais? Conseguirá a família H2O mudar os seus comportamentos e gerir este recurso de forma eficiente, aplicando o princípio dos 5 R’s (Reduzir os consumos, Reduzir as perdas e desperdícios, Reutilizar a água, Reciclar a água e Recorrer a origens alternativas)?

Vencedor do categoria do Festival de Cinema das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável “ODS em Ação 2019” na categoria PROTEGER O NOSSO PLANETA

 

 

A curta-metragem animada Aquametragem, da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora da categoria “Proteger o nosso planeta” no Festival de Filmes ODSs em Acção, organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Esta é a maior competição de trabalhos cinematográficos dedicados aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  

A curta, de pouco mais de cinco minutos, tem o objectivo de sensibilizar o público, “tanto crianças como adultos”, a utilizar os recursos hídricos de uma forma mais responsável e eficiente, explicou por telefone ao P3 Marina Lobo. No vídeo, Hidro, o protagonista da animação, ganha acesso a uma fonte potável de água, mas comete muitos erros na sua utilização: lava o carro de mangueira, demora demasiado tempo no banho e contribui para a poluição através da emissão de gases poluentes ao tratar a água utilizada. Hidroaprende com os erros e passa a valorizar a importância de utilizar um "recurso finito e escasso" de uma forma sustentável.

A ideia para a Aquametragem partiu da Lisboa E-Nova (Agência de Energia e Ambiente de Lisboa). Marina Lobo — que, além de animadora, também é engenheira ambiental — teve conhecimento do desafio e acabou por ser a escolhida para desenvolver uma animação sobre a água, em 2018. Além de chamar à atenção para o desperdício deste recurso, o vídeo também sugere uma abordagem sustentável ao problema, “baseada nos 5Rs do uso da água”: reduzir o consumo, reduzir o desperdício, reutilizar, reciclar e recorrer a origens alternativas.

 

Referência: Pinto, J. (2019). “Aquametragem”: curta portuguesa sobre desperdício de água vence prémio da ONUPÚBLICO. Retrieved 24 July 2019, from https://www.publico.pt/2019/07/16/p3/video/aquametragem-curta-portuguesa-sobre-desperdicio-de-agua-vence-premio-da-onu-145454

 

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Download: A descoberta das florestas | Download: Didática para professores | FAO 2018 |

 

 

Uma menina constrói um castelo num campo com galhos como torres, as folhas como uma cobertura e outra maior que atua como uma rampa para descer. Ela usa raízes e frutas variadas para decorar o seu divertido jogo da tarde na natureza de Cádiz e, em seguida, com as suas bonecas prepara uma performance teatral para a sua família na sua construção de madeira e oxigénio. "Há muito tempo que não me divertia tanto", diz, encantada após o aplauso do público. Não há necessidade de plástico, baterias ou paredes para a pequena se sentir confortável sentada no chão. Que o contato com o ambiente gera felicidade, que acalma o espírito ou que se relaciona com os ritmos do dia e das estações são debates históricos que com a proliferação de ambientes urbanos recuperaram o interesse. A descoberta das florestas , publicada este ano pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), apresenta um guia de aprendizagem para crianças menores de 10 a 13 anos e outro guia de Didática para professores.

 

Quase 70.000 espécies de plantas têm uso medicinal em todo o mundo

 

"Quando bebemos um copo de água, escrevemos num caderno, tomamos medicamentos para a febre ou construímos uma casa, nem sempre relacionamos isso com as florestas, mas esses e muitos outros aspectos de nossas vidas têm a ver com elas". diz a introdução do livro infantil, que é dividido em quatro módulos: O que é uma floresta? Florestas e água, O que podemos extrair das florestas? E de quem é a floresta? É uma publicação projetada para ir ao exterior, descobrir, explorar, sentir e respirar o que é estudado e descobrir a magia da natureza. "É projetado para que as crianças façam as perguntas primeiro e encontrem as respostas, com uma técnica chamada Inquiry Based Learning.. Elas têm que propor uma hipótese e depois observar e experimentar e ler as respostas no livro. Então são elas que geram as suas conclusões, como se fosse ciência para as crianças ", explica Elsa Rattoray, pedagoga que preparou o material didático, que inclui atividades e jogos e trata de temas que vão desde a pirataria biológica até ao manejo da terra.

 

*Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Lucas, Á. (2019). Este libro te guía por la magia de los bosquesEL PAÍS. Retrieved 7 January 2019, from https://elpais.com/elpais/2018/12/26/planeta_futuro/1545842819_003986.html

 

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