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Prefácio

(...) O presente manual procura servir como exemplo de currículo internacionalmente relevante, aberto à adesão ou adaptação, como resposta ao problema decorrente da desinformação global que confronta as sociedades em geral, e o jornalismo em particular.

Evita-se admitir que o termo fake news (“notícias falsas”) possua um significado direto ou comummente compreendido. Isso ocorre porque “notícias” significam informações verificáveis de interesse público, e as informações que não atendem a esses padrões não merecem o rótulo de notícias. Nesse sentido, então, a expressão “notícias falsas” é um oxímoro que se presta a danificar a credibilidade da informação que de facto atende ao limiar de verificabilidade e interesse público – isto é, notícias reais.

Para entender melhor os casos que envolvem manipulação exploratória do idioma e convenções de géneros de notícia, esta publicação trata esses atos de fraude pelo que são – como uma categoria particular de informação falsa em formas cada vez mais diversas de desinformação, inclusive em formatos de entretenimento como memes visuais.

Nesta publicação, o termo desinformação é comummente usado para se referir a tentativas deliberadas (frequentemente orquestradas) para confundir ou manipular pessoas por meio de transmissão de informações desonestas. Isso geralmente é combinado com estratégias de comunicação paralelas e cruzadas e um conjunto de outras táticas, como hackear ou comprometer pessoas. O termo “informação incorreta” frequentemente refere-se a informações enganosas criadas ou disseminadas sem intenção manipuladora ou maliciosa. Ambos são problemas para a sociedade, porém a desinformação é particularmente perigosa pois é frequentemente elaborada, com bons recursos, e acentuada pela tecnologia automatizada. (...)

 

Referência: Manual de Combate à Fake News. (2020). Retrieved 2 July 2020, from http://portaldobibliotecario.com/e-book/manual-de-combate-a-fake-news/

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa | 2020

Um olhar sobre como foi e a importância que tem

03.05.20

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Photo by Bruno Martins on Unsplash

 

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é celebrado no dia 3 de Maio. A data foi criada em 20 de Dezembro de 1993, com uma decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas[1],[2] e celebra o Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos[3] e marca o dia da Declaração de Windhoek, uma afirmação feita com jornalistas africanos em 1991 afirmando os princípios da liberdade de imprensa junto com a UNESCO[4]

 

Referência: Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. (2020). Pt.wikipedia.org. Retrieved 6 May 2020, from https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_da_Liberdade_de_Imprensa

 

 

Conteúdo relacionado:

Selfies, sexting, autoimagem física | materiais didáticos

Fundação para a Ciência e Tecnologia

09.02.20

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Download | 2019 |

INTRODUÇÃO*

Viver com e no contexto das redes sociais

[...]

O que é que torna, [...] estes serviços tão fascinantes e porque é que os jovens estão tão entusiasmados com a sua utilização? Que questões se lhes deparam, em termos de privacidade e autoimagem física, relacionadas com a sua utilização? Estas páginas oferecem algumas ideias inspiradoras para debater estes temas.

*com alterações.

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Literacia, Media e Cidadania - Tecnologia, Desinformação e Ética  - Atas do quinto congresso, realizado em maio de 2009 na Universidade de Aveiro, promovido pelo Grupo Informal sobre Literacia Mediática e editado por Sara Pereira, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.
 

Referência: Literacia, Media e Cidadania – Livro de Atas do 5.º congresso. (2019). Lasics.uminho.pt. Retrieved 20 December 2019, from http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/260/showToc

 

 

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Autor : Philippe Delmotte | 2019

Descarregar a brochura - 1.º Nível do secundário (pdf - 2,7 Mo - 46p) 

Descarregar a brochura - 2º e 3º Nivel do secundário (pdf- 2,9 Mo- 35 p)

 

A educação para os media desenvolve-se em torno de três objetivos principais:

  1. desenvolver no aluno a capacidade de analisar de forma crítica as mensagens mediáticas;
  2. promover o desenvolvimento das competências de expressão e de comunicação, através dos media;
  3. permitir uma reflexão sobre os seus próprios comportamentos face aos media, quer como receptores quer como emissores.

A educação para os media favorece o desenvolvimento pessoal do indivíduo e a sua responsabilidade cívica. Por esse motivo, considera-se que o conhecimento do mundo, da nossa identidade e das nossas relações com os outros são tão condicionados pela utilização dos media que é fundamental dar-lhes um lugar de destaque, através do questionamento filosófico e cívico.

São disponibilizadas duas brochuras, organizadas em torno de quatro capítulos, que pretendem levar o aluno a:

  • construir um pensamento autónomo e crítico;
  • conhecer-se a si e abrir-se ao outro;
  • construir uma cidadania assente na igualdade de direitos e na dignidade;
  • envolver-se na vida social e no espaço democrático.

Tradução, com adaptações, do francês.

 

Referência: Pistes pédagogiques pour mettre l'éducation aux médias au service de l'éducation à la philosophie et la citoyenneté. (2019). CSEM. Retrieved 19 December 2019, from http://www.csem.be/mediasphilosophiecitoyennete


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