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Novos Media e Aprendizagem OnlineJosé Bidarra

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Declaração completa [PDF]

 

Resposta da IFLA às notícias falsas: desenvolva competências e lute contra a censura. Da Conferência Anual. 25 de agosto de 2018

 

A informação falsa que aparece online pode distorcer a tomada de decisão das pessoas e prejudicar o debate nas sociedades. E, ao mesmo tempo, a luta contra as "falsas notícias" também serve como desculpa para promulgar leis repressivas que restringem a liberdade de expressão. Uma resposta eficaz baseada em meios mais fortes, literacia informacional e maior confiança no ambiente digital deve ser dada e deve-se tomar cuidado para não tomar medidas que corram o risco de limitar a liberdade de acesso à informação.

As bibliotecas podem ser muito úteis.

 

As "Fake News" é um assunto que está sendo debatido intensamente em muitas partes do mundo. Há uma grande preocupação de que a desinformação deliberada possa minar a tomada de decisão democrática e trazer confusão e dúvida para as vidas das pessoas.

 

A difusão de informações imprecisas com a intenção de enganar não é algo novo. No entanto, a rapidez com que as notícias digitais são produzidas e disseminadas faz com que a prevalência de "falsas notícias" seja uma tendência preocupante.

 

A contribuição das bibliotecas

As bibliotecas desempenham um papel importante nesse debate, dado o seu compromisso institucional e ético de ajudar os utilizadores a aceder a informações confiáveis ​​e autênticas.

 

A IFLA tem trabalhado ativamente durante anos na  informação e alfabetização midiática . No WLIC 2017, a IFLA publicou a sua declaração sobre  alfabetização digital, destacando que a capacidade de aproveitar o potencial das ferramentas digitais é essencial para uma sociedade democrática e uma cidadania comprometida.

 

Na WLIC em 2018, a  Declaração da IFLA sobre Notícias Falsas  reafirma o papel essencial das bibliotecas para combater a desinformação por fornecer as ferramentas e competências para as detectar e reconhecer. A experiência profissional dos bibliotecários torna as nossas instituições únicas quando se trata de ajudar os cidadãos a avaliar criticamente as informações que encontram online.

 

Ao mesmo tempo, as bibliotecas combatem a censura ao defender a liberdade de expressão e informação como um direito humano fundamental. A declaração enfatiza este papel e apela aos governos para resistirem à tentação de "proibições"  que podem prejudicar a liberdade intelectual.

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Respuesta de la IFLA a las Noticias Falsas: Desarrollar Destrezas y Luchar contra la CensuraUniverso Abierto. Retrieved 31 August 2018, from https://universoabierto.org/2018/08/29/respuesta-de-la-ifla-a-las-noticias-falsas-desarrollar-destrezas-y-luchar-contra-la-censura/

 

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Todos os anos, milhares de estudantes tomam a palavra e, com a ajuda dos seus professores, produzem jornais impressos e / ou online, programas de rádio e vídeos. 

 

Os projetos de Media escolar oferecem situações de aquisição pedagógica de acordo com os objetivos da Common Knowledge Base: fluência na língua portuguesa, técnicas comuns de informação e comunicação, habilidades sociais e cívicas, autonomia e iniciativa. Além disso, a conceção e a criação de um Media construído na escola requer a interseção de abordagens técnicas, legais, reguladoras, financeiras e organizacionais que permitem aos jovens adquirir competências que vão além do conhecimento tradicional.

 

Traduzido do francês com adaptações.

 

Referência: Médias scolaires - CLEMI. (2018). CLEMI. Retrieved 28 August 2018, from https://www.clemi.fr/fr/medias-scolaires.html

 

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Definições sobre a Criança e o Direito à Imagem

“O direito à imagem é um direito absoluto na medida em que é reconhecido como um verdadeiro direito de personalidade, pelo que impõe por um lado, a terceiros esse reconhecimento, salvo havendo autorização ou consentimento (que deve ser expressa) do próprio para a utilização da sua imagem, e por outro lado, não lhe é contraposto um dever jurídico, antes uma obrigação universal, por isso, ele é um direito exclusivo.

 

 

Ora se o direito à imagem é um direito de personalidade, ele é também um direito subjetivo, porquanto se traduz num poder concreto que é constituído por faculdades reais e potenciais, isto é, a faculdade de poder reproduzir, difundir ou publicar a imagem com a exclusão de todos os demais, salvo quando exista autorização expressa. “(…) é um direito que é vitalício, mais do que isso, o direito à imagem é um direito perpétuo (artigo 71.º, n.º 1 do C.c.), significando isto, que é protegido durante toda a vida do seu titular e mesmo depois da sua morte, não se colhendo ou descortinando qualquer restrição à sua proteção perpétua”.

 

Adalberto Costa — O direito à imagem in “Revista da Ordem dos Advogados”, n.º 4 (out. - nov. 2012), p. 1323-1377.

 

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 por José Manuel Burgueño | Ler artigo na fonte

 

Não estão limitadas a ambientes eleitorais: notícias falsas têm sido usadas há muitos séculos em períodos de guerra ou para justificar decisões difíceis. Desde o início dos tempos, a disseminação de informações distorcidas tem sido um recurso útil para qualquer esfera de poder que busque um objetivo

 

Hillary Clinton, a grande prejudicada pelo acumular de mentiras que foram espalhadas durante as eleições nos EUA que eventualmente deram o poder a Donald Trump, disse em dezembro de 2016 o que agora se tornou claro que "as assim - chamadas notícias falsas podem ter consequências no mundo real ". Dois erros: não é que elas possam ter consequências, é um facto que as têm; e não é agora quando isso foi evidenciado porque sempre, desde o começo dos tempos, tem sido assim.

(...)

 

A universalização das ferramentas de difusão, a sua facilidade de uso e a sua gratuidade multiplicam a capacidade de divulgação dessas notícias distorcidas.

(...)

 

Falsas notícias sempre serviram para obter apoio para medidas difíceis ou mobilizar as pessoas de acordo com certos interesses. A criação de um ambiente hostil para os judeus no final do século XVI em Espanha está documentada

(...)

 

Ler mais >>

 

Referência: Fake news, un fenómeno nuevo con siglos de historia | Telos Fundación Teléfonica. (2018). Telos Fundación Teléfonica. Retrieved 16 July 2018, from https://telos.fundaciontelefonica.com/fake-news-fenomeno-nuevo-siglos-historia/

 

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Giovagnoli, M. (2011). [e-Book]  Transmedia Storytelling: Imagery, Shapes and Techniques, ETC Press, 2011.

 

 

Contar histórias simultaneamente em múltiplos meios de comunicação é como criar uma nova “geografia do conto”, e requer que o autor e o público encontrem novos espaços interativos para partilhar em projetos editoriais para cinema, séries televisivas, campanhas publicitárias, videojogos, aplicações móveis, desenhos animados e cómics, livros e eventos performativos, respeitando as características e a linguagem de todos os media, ainda que façam parte de um único sistema de comunicações integradas. Story.

 

Transmedia Storytelling explora as teorias e descreve o uso das imagens e técnicas partilhadas por produtores, autores e audiências das indústrias de entretenimento, a informação e a comunicação quando criam e desenvolvem as suas histórias neste novo ecossistema interativo.

 

Desde Star Wars a The Dark Knight, de Lost a Heroes e Dexter, de Assassin’s Creed a Lord of the Rings and Avatar, passando por mais de 50 exemplos de projetos de êxito em todo o mundo, e com a contribuição de alguns dos mais importantes produtores e investigadores internacionais, Max Giovagnoli mostra como criar productos, obras, contos e campanhas publicitárias para o público, e olhando os novos universos narrativos.

 

 

Referência: Arévalo, J. (2017). Cómo contar historias para distintos medios: Imágenes, formas y técnicasUniverso Abierto. Retrieved 23 June 2018, from https://universoabierto.org/2017/12/15/como-contar-historias-para-distintos-medios-imagenes-formas-y-tecnicas/

 

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Histórias, histórias e mais histórias


A rádio ZigZag é uma rádio online, infantil, do grupo RTP. Com transmissão diária,  24h.

 

Pode ser ouvida online, numa transmissão linear, como qualquer outra rádio. Oiça-a aqui: radiozigzag.rtp.pt

 

A rádio ZigZag tem programas, locuções e música, como se fosse uma rádio de "crescidos", mas para crianças.

 

 

Público alvo 5/9 - 1º ciclo do Ensino Básico.

 

 

As rubricas estão disponíveis em separado, online e offline, on demand. Podem ser ouvidas episódio a episódio.

 

Algumas rubricas são já utilizadas em contexto escolar, em sala de aula e nas bibliotecas escolares.

 

Inclui na programação mais de 60 conteúdos, de várias áreas. Pode explorá-los e dispiblilizá-los aos seus alunos.

 

A rádio também pode ser ouvida nos canais de tv cabo:

Meo 520 e NOS 270.

 

APPS:

  • Na App - Zig Zag Play RTP (Disponível em iOS e Android)
  • Podcast - Itunes

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 por P. José Maria Brito, sj | Fonte

 

Assinala-se neste 13 de maio o 52º Dia das Comunicações Sociais. A mensagem do Papa Francisco aborda a temática das "fake news." Nesta reflexão, lembramos que as notícias tanto podem ser falseadas por quem as escreve, como por quem as lê

 

Aquela voz misturava espanto, desilusão e talvez um pouco de mágoa. Uma mágoa tenuemente enraivecida. Chegara de um desses locais que a guerra traz aos telejornais e aos vídeos viralmente partilhados nas redes socais e desabafava: “como é possível que as notícias que aqui se difundem fiquem tão longe da realidade.” E acrescentava: “querem tudo a preto e branco, reduzido às velhas histórias de índios e cobóis.”

 

Muitas notícias têm o selo de garantia de credíveis agências internacionais, são insuspeitas de serem “fake“. E, no entanto, estão prisioneiras da lógica da pressa, da avidez da difusão a que corresponde a avidez apressada do consumo.

 

Cada um de nós, sentado à frente do ecrã do seu computador, deslizando o dedo na superfície do telemóvel ou vendo TV, não pode, por si só, mudar a qualidade do jornalismo.

 

Mas as notícias tanto podem ser falseadas por quem as escreve, como por quem as lê. Não se trata de desresponsabilizar os media. Trata-se de entender que o consumo e a partilha acrítica de informação são pasto fértil para o fogo da deturpação e da mentira.

 

Como podemos exercer de um modo mais exigente a leitura das notícias tornando-a mais verdadeira?

 

1. Distinguir as fontes e situar os factos

Há um cada vez maior número de sites a difundir informação de notícias e muitas delas trazem a nota do escândalo ou da tragédia. Zangas entre famosos, mortes ocultadas, crimes de corrupção por descobrir. Ora, se uma notícia é dada por um site relativamente desconhecido, talvez se possa fazer um breve “zapping” por sites credíveis verificando se há vestígio da dita informação. Outra pequenina coisa que pode ajudar é verificar a data das notícias. Por vezes, são difundidas como atuais notícias com quatro ou cinco anos…

 

Devido às suas responsabilidades, algumas personalidades públicas tornam-se, em dados momentos, foco de um maior escrutínio por parte dos media. Isso é bom para a democracia. Mas há que estar atento. A pressa de fechar edições e se adiantar à concorrência pode levar a tropeções. Lembro-me de notícias sobre o doutoramento do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, na altura da crise dos contratos de associação. Uma leitura atenta da notícia levava a perceber que o que de menos certo pudesse ter existido, já tinha há muito sido corrigido pelo ministro. Por isso, a notícia foi extemporânea. Utilizá-la na contestação das escolas com contrato de associação ao Governo não teria sido apenas um tiro no pé, mas fomentar um jornalismo apressado que se alimenta à custa de emoções primárias e não discernidas.

 

2. A verdade existe…

O prefixo pós é amplamente utilizado: pós-modernidade, pós-humanidade, pós-verdade. Associado a ele aparece a ideia de superação, ultrapassagem de limites, libertação de ataduras. Há nestes movimentos boa matéria de reflexão. A verdade e o modo como esta é discernida, através de uma consciência culturalmente situada, não admite conclusões quimicamente puras. Mas deixar que a verdade se transforme em mera convenção cultural, simples deliberação de maiorias ou de grupos de pressão, é matar a possibilidade de que haja critérios que permitam distinguir o que existe daquilo que não existe, o bem do mal.

 

A objetividade total no relato de um facto é impossível, podemos apenas exigir honestidade. Mas, da subjetividade do relato não se pode deduzir a morte do facto. Acreditar que a verdade existe, recusar o subjetivismo total é um bom antídoto para não alinhar em leituras falseadoras da realidade.

 

3. … e o cinzento também

A verdade existe, mas nós não a podemos captar de um modo definitivo. Uma das nossas grandes tentações é a simplificação, reduzindo a complexidade da vida a etiquetas comodistas: bons e maus, progressistas e conservadores, santos e pecadores. Esta simplificação sossega o espírito, mata o cinzento, mas adormece a consciência. Exime-nos de buscar com paciência a causa das coisas. Impede-nos de aceitar os meios-tons da vida. Compreender o mundo dá trabalho.

 

É bom lembrar que o Facebook e o Google vão registando os nossos hábitos, apreendendo os nossos gostos e preconceitos e que, por isso, acabam por nos dar muito daquilo que queremos ver. É, por isso, necessário uma saudável auto-suspeita que nos leve a perguntar: não estou apenas a ver aquilo que me querem mostrar, a deixar que me envolvam na minha bolha preguiçosa?

 

 

 

sj, P., Pires, J., sj, P., Vala, J., Carvalho, R., Carvalho, R. and Pereira, I.

Referência: sj, P., Pires, J., sj, P., Vala, J., Carvalho, R., Carvalho, R., & Pereira, I. (2018). O falso consumo das notícias - Ponto SJPonto SJ. Retrieved 12 May 2018, from https://pontosj.pt/especial/o-falso-consumo-das-noticias/

 

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Observatório da Imprensa abriga um extenso acervo de 22 anos de crítica de mídia no Brasil a partir do gesto inaugural do jornalista Alberto Dines que, em parceria com o então reitor da Unicamp Carlos Vogt, deu origem a criação de um espaço autônomo e plural de crítica do jornalismo. Na mesma Universidade onde o projeto do Observatório nasceu junto ao Labjor – Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo- foi lançada, na semana passada, a compilação “Observatório da Imprensa – Uma antologia de Crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018”, organizada pelos jornalistas Pedro Varoni e Lucy Oliveira e publicada em formato e-book pela editora Casa da Árvore. O lançamento fez parte do Simpósio do Projor – Instituto para o desenvolvimento do jornalismo durante o 5º Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura.

(...)

 

Observatório da Imprensa foi criado na internet em 1996 para expandir-se gradativamente às outras mídias, convidando as pessoas a engajarem-se num fórum de ideias nitidamente progressistas, mas com um caráter apartidário e pluralista, a fim de combater a intolerância. Esse conteúdo resulta de um projeto editorial inovador e pioneiro em relação à crítica de mídia no Brasil.

 

A antologia constitui um documento de pesquisa para todos os interessados nas regularidades e mutações das relações entre jornalismo e poder no período que vai dos últimos anos do século passado a esse final da segunda década do século XXI.

 

Ler mais >>

 

Observatório da Imprensa lança e-book 'Uma antologia de Crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018' | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito

Referência: Observatório da Imprensa lança e-book 'Uma antologia de Crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018' | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. (2018). Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito. Retrieved 7 May 2018, from http://observatoriodaimprensa.com.br/memoria/observatorio-da-imprensa-lanca-e-book-uma-antologia-de-critica-de-midia-no-brasil-de-1996-a-2018/

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A "Agenda de atividades de transliteracia" acaba de ser publicada e pode ser descarregada gratuitamente aqui.

 

Ver um videoclipe dos Moby ou recorrer à fotografia para pensar o uso que fazemos dos media; usar videojogos para aprender história ou refletir sobre problemas mundiais; vestir a pele de um publicitário ou de um jornalista. Eis algumas das 15 sugestões de atividades que os professores encontram na publicação Levar os media para a escola, editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM).

 

Trata-se de uma série de propostas didáticas que não precisam de grandes recursos para serem realizadas em contexto escolar e que vêm acompanhadas de vários recursos e questões chave para auxiliar os professores na sua implementação. (...)

 

As anteriores agendas, também disponíveis para download gratuito, intitulam-se: 25+UM: Agenda de Atividades de Educação para os Media; Agenda de Atividades de Literacia Digital e Agenda de Atividades: Os Media e a Crise dos Refugiados.

 

Ler mais >>

 

Magalhães, R.

Magalhães, R. (2018). 15 ideias para “Levar os media para a escola”. Agenda de atividades de transliteraciaCecs.uminho.pt. Retrieved 23 March 2018, from http://www.cecs.uminho.pt/15-ideias-para-levar-os-media-para-a-escola-agenda-de-atividades-de-transliteracia/

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