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Um programa de rádio sobre cidadania digital para os mais novos

ZigZaga na Net” são 30 episódios de conteúdo áudio sobre Cidadania Digital que a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Direção-Geral da Educação (DGE), em parceria com a Rádio Online ZigZag da Antena 1 - RTP,  lançaram no dia 14 de fevereiro, no auditório da RTP.

Este programa de rádio juvenil pretende sensibilizar para várias questões de literacia digital, nomeadamente os direitos e deveres online; os direitos de autor; a veracidade e fiabilidade da informação (desinformação e notícias falsas); a privacidade; a pegada digital; a dependência online e das tecnologias; os comportamentos seguros online; o bullying e o ciberbullying, entre muitos outros. 

A Escola de Referência de alunos surdos do Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos foi desafiada a participar e envolver os alunos na tradução para Língua Gestual Portuguesa dos episódios, dando assim origem a um projeto pioneiro nesta matéria. Estes episódios contam ainda com a presença assídua das mascotes do Centro Internet Segura (a INES) e do SeguraNet (o Pisca).

 

ReferênciaFCT e DGE lançam “ZigZaga na Net”. (2019). Portugal INCoDe.2030. Retrieved 18 February 2019, from https://www.incode2030.gov.pt/destaque/fct-e-dge-lancam-zigzaga-na-net

 

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Série apresentada por João Paulo Diniz, produzida para assinalar os 75 anos da Rádio em Portugal, com entrevistas de estúdio a convidados, reportagens e imagens de arquivo.

Ler mais >>

 

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A equipa do Concurso Media@ção criou um conjunto de pequenos vídeos para apoiar alunos e professores na área da produção de vídeo e, em especial, aqueles que vão candidatar-se ao concurso. Cada um daqueles centra-se sobre uma das etapas: desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição. Estão disponíveis aqui>>

 

Esperamos que sejam úteis a todos os que se interessam pelo vídeo e que consigam entusiasmar novos alunos e docentes a participar no concurso Media@ção, este ano sobre o tema Media, democracia e tolerância

 

Atenção ao prazo final de entrega dos trabalhos: 15 de março

 

Encontra todas as informações sobre o concurso aqui>>.

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Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

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El informe “Journalism, Media and Technology Trends and Predictions 2019″ encuesta a 200 líderes digitales de todo el mundo sobre lo que creen que serán los retos y oportunidades a los que se enfrentarán el periodismo, los medios de comunicación y la tecnología este año. Este será el año en que la regulación de las empresas de plataformas tras la creciente preocupación por la desinformación, la privacidad y el poder de mercado. Algo que antes se consideraba impensable se ha convertido en “inevitable”, en palabras del jefe de Apple, Tim Cook, aunque los detalles serán confusos, difíciles de resolver y tomarán tiempo para hacerse realidad.

 

Mientras tanto, la difusión de contenidos falsos, engañosos y extremos seguirá socavando las democracias de todo el mundo, con la polarización de las elecciones en la India, Indonesia y Europa como puntos álgidos. El periodismo seguirá transformándose por los cambios estructurales que ya han provocado importantes caídas de los ingresos publicitarios. Los editores están buscando suscripciones para compensar la diferencia, pero es probable que los límites de esto se hagan evidentes en 2019. Tomadas en conjunto, es probable que estas tendencias conduzcan a la mayor ola de despidos en empresas periodísticas en años, debilitando aún más la capacidad de los editores para exigir responsabilidades a los políticos populistas y a los poderosos líderes empresariales.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Tendencias en periodismo, medios de comunicación y tecnología 2019Universo Abierto. Retrieved 22 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/22/tendencias-en-periodismo-medios-de-comunicacion-y-tecnologia-2019/

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Ensina RTP |

 

Os media têm um vocabulário próprio; Termos que designam actividades ou técnicas para facilitar a compreensão entre profissionais. Este dossiê apresenta alguns desses termos.

 

Referência: Vocabulário de media. (2018). Vocabulário de media. Retrieved 14 December 2018, from http://ensina.rtp.pt/dossie/vocabulario-de-media/

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 Fonte |

 

Coleção: Livros LabCom
Ano da edição: 2018
ISBN: 978-989-654-472-0


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Sinopse

Nunca como hoje os media foram tão ubíquos e penetrantes de um ponto de vista social.

 

A partir deles, transformamos categorias estruturantes da nossa vida e adotamos novas formas de ação. Neles e a partir deles construímos discursos, relações, a perceção de nós mesmos e dos outros. Ainda a partir deles, projetamos modos de vida em comum.

 

A história dos media mostra-nos como sempre o fizemos. Contudo, sentimos que nunca com a escala, o alcance e a intensidade de hoje.

 

Apesar de todas as novidades e importantes transformações, a questão principal não é original e pode ser colocada de forma simples: como viver uma vida melhor com os media? Ou, noutros termos, como aproveitar as oportunidades deste novo ecossistema, e, ao mesmo tempo, limitar os riscos e as ameaças que ele esconde?

 

Como foi dito, trata-se de questões que não são novas e que, sob diferentes formas, acompanharam a emergência de anteriores formas de mediação, da escrita à imprensa e ao telégrafo.

 

A estas questões, colocadas hoje, este livro responde com uma proposta de compreensão sociológica dos novos media.

 

Sabemos que desde o seu aparecimento os media se encontram ligados de forma essencial às sociedades que os acolhem: o estudo de uns implicando o estudo das outras.

 

Num tempo marcado pela multimedialidade, pelas redes sociais online, pelos dispositivos móveis e pelos recursos de interatividade, este livro afirma a sua atualidade ao propor-se enunciar e analisar criticamente as mudanças sociais que lhes estão associadas.

 

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Novos Media e Aprendizagem OnlineJosé Bidarra

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Declaração completa [PDF]

 

Resposta da IFLA às notícias falsas: desenvolva competências e lute contra a censura. Da Conferência Anual. 25 de agosto de 2018

 

A informação falsa que aparece online pode distorcer a tomada de decisão das pessoas e prejudicar o debate nas sociedades. E, ao mesmo tempo, a luta contra as "falsas notícias" também serve como desculpa para promulgar leis repressivas que restringem a liberdade de expressão. Uma resposta eficaz baseada em meios mais fortes, literacia informacional e maior confiança no ambiente digital deve ser dada e deve-se tomar cuidado para não tomar medidas que corram o risco de limitar a liberdade de acesso à informação.

As bibliotecas podem ser muito úteis.

 

As "Fake News" é um assunto que está sendo debatido intensamente em muitas partes do mundo. Há uma grande preocupação de que a desinformação deliberada possa minar a tomada de decisão democrática e trazer confusão e dúvida para as vidas das pessoas.

 

A difusão de informações imprecisas com a intenção de enganar não é algo novo. No entanto, a rapidez com que as notícias digitais são produzidas e disseminadas faz com que a prevalência de "falsas notícias" seja uma tendência preocupante.

 

A contribuição das bibliotecas

As bibliotecas desempenham um papel importante nesse debate, dado o seu compromisso institucional e ético de ajudar os utilizadores a aceder a informações confiáveis ​​e autênticas.

 

A IFLA tem trabalhado ativamente durante anos na  informação e alfabetização midiática . No WLIC 2017, a IFLA publicou a sua declaração sobre  alfabetização digital, destacando que a capacidade de aproveitar o potencial das ferramentas digitais é essencial para uma sociedade democrática e uma cidadania comprometida.

 

Na WLIC em 2018, a  Declaração da IFLA sobre Notícias Falsas  reafirma o papel essencial das bibliotecas para combater a desinformação por fornecer as ferramentas e competências para as detectar e reconhecer. A experiência profissional dos bibliotecários torna as nossas instituições únicas quando se trata de ajudar os cidadãos a avaliar criticamente as informações que encontram online.

 

Ao mesmo tempo, as bibliotecas combatem a censura ao defender a liberdade de expressão e informação como um direito humano fundamental. A declaração enfatiza este papel e apela aos governos para resistirem à tentação de "proibições"  que podem prejudicar a liberdade intelectual.

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Respuesta de la IFLA a las Noticias Falsas: Desarrollar Destrezas y Luchar contra la CensuraUniverso Abierto. Retrieved 31 August 2018, from https://universoabierto.org/2018/08/29/respuesta-de-la-ifla-a-las-noticias-falsas-desarrollar-destrezas-y-luchar-contra-la-censura/

 

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Todos os anos, milhares de estudantes tomam a palavra e, com a ajuda dos seus professores, produzem jornais impressos e / ou online, programas de rádio e vídeos. 

 

Os projetos de Media escolar oferecem situações de aquisição pedagógica de acordo com os objetivos da Common Knowledge Base: fluência na língua portuguesa, técnicas comuns de informação e comunicação, habilidades sociais e cívicas, autonomia e iniciativa. Além disso, a conceção e a criação de um Media construído na escola requer a interseção de abordagens técnicas, legais, reguladoras, financeiras e organizacionais que permitem aos jovens adquirir competências que vão além do conhecimento tradicional.

 

Traduzido do francês com adaptações.

 

Referência: Médias scolaires - CLEMI. (2018). CLEMI. Retrieved 28 August 2018, from https://www.clemi.fr/fr/medias-scolaires.html

 

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