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Juntos descobrimos a engenharia | e-book

Atividades, jogos e enigmas

16.06.20

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"Juntos descobrimos a Engenharia" é o novo livro digital infantil que a Ordem dos Engenheiros lançou para assinalar o Dia Mundial da Criança.
 
Leonardo Da Vinci e Mary Jackson, dois nomes emblemáticos da história da Engenharia, são os protagonistas desta publicação, que inclui muitas atividades, jogos e enigmas que levarão os mais novos a descobrir tudo o que precisam para serem verdadeiros engenheiros.
 
Num período marcado ainda pelo afastamento de muitas famílias, este é o contributo da Ordem dos Engenheiros para a sociedade e, de forma muito particular, para os seus membros - avós, pais e demais familiares -, ajudando-os na missão de explicar às crianças, de forma lúdica, o que é ser Engenheiro.
 

Referência: Ordem dos Engenheiros. (2020). Retrieved 16 June 2020, from https://www.ordemengenheiros.pt/pt/atualidade/noticias/ordem-dos-engenheiros-lanca-livro-digital-infantil-sobre-engenharia/

Leitura em papel versus leitura em ecrã

Investigação sobre a evolução da leitura na era da digitalização

25.05.20

A evolução da leitura na era da digitalização (E-READ) é uma iniciativa de pesquisa financiada pela União Europeia, envolvendo quase duzentos académicos e cientistas de toda a Europa, estudiosos da leitura , publicação e alfabetização. 

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Abril 2020 | Publicado pelo Centro Regional para el Fomento del Libro en America Latina y el Caribe, Cerlalc -Unesco

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Este dossiê reúne artigos escritos por investigadores que estudam os efeitos que a introdução de tecnologias digitais podem ter na leitura. 

Algumas das questões abordadas nos artigos são:

  • As tendências para ler de maneira fragmentada e abrangente, promovidas pelos media digital, podem estar a afetar a nossa capacidade de ler profunda e concentradamente? 
  • Os materiais impressos têm vantagens para entender e lembrar o que lemos em comparação com os materiais digitais? 
  • Os chamados "nativos digitais" são mais competentes para a leitura de materiais digitais? 
  • Que efeitos teria o abandono da caligrafia?

 

Esta é a área de investigação que mais se tem debruçado sobre as diferenças na cognição e na compreensão que a leitura digital introduz por comparação à leitura em papel.

Referência: Dosier Lectura en papel vs. lectura en pantalla - Cerlalc. (2020). Cerlalc. Retrieved 25 May 2020, from https://cerlalc.org/publicaciones/dosier-lectura-en-papel-vs-lectura-en-pantalla/

Livros digitais | autores portugueses

eBooks | Inclusão

14.02.20

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Livros digitais de autores portugueses, em .pdf para: estudantes, educadores e público em geral. 

 

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Biblioteca de Livros digitais inclusivos

O livro eletrónico dez anos depois

Uma revolução que nunca chegou

03.01.20

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The 2010s were supposed to bring the ebook revolution. It never quite came.
Publishing spent the 2010s fighting tooth and nail against ebooks. There were unintended consequences.

By Constance Grady@constancegrady  Dec 23, 2019, 10:00am EST

Ler artigo na fonte.

 

No início de 2010, o mundo parecia estar preparado para uma revolução do livro eletrónico. Dez anos depois, as vendas estabilizaram, correspondendo 20% a livros eletrónicos e 80% a livros impressos. 

 

O  Amazon Kindle, lançado em 2007, incorporou efetivamente os e-books. Em 2010, ficou claro que os e-books não eram apenas uma moda passageira, mas que tinham vindo para ficar. Pareciam preparados para ser uma tecnologia disruptiva para a indústria editorial. Os analistas previam com confiança que os millennials iriam acolher os livros eletrónicos de braços abertos, abandonando os livros impressos e que as vendas continuariam a aumentar, para ocupar cada vez mais espaço no mercado e que o preço dos livros eletrónicos continuaria a cair e o mundo editorial mudaria para sempre.

Porque é que os nativos digitais, a geração Z e a geração do milénio têm tão pouco interesse nos livros eletrónicos? “Eles estão sempre ligados, vivem nas redes sociais, mas, quando se trata de ler um livro, fazem-no em papel."

Quem são as pessoas que realmente compram livros eletrónicos? São principalmente os boomers. “Os leitores mais velhos são os que mais gostam de ler digitalmente”, diz Albanese. “Eles não precisam de ir à livraria. Podem aumentar o tamanho da fonte. Para eles, o novo formato é conveniente.”

Os livros eletrónicos não só se vendem menos do que todos previam no início da década, como também custam mais  do que se pensava e, por vezes, até mais do que o seu equivalente impresso.

Então o que aconteceu? Porque falhou a inevitável revolução dos livros eletrónicos?

Para encontrar as respostas, teremos que analisar a ação judicial movida pelo Departamento de Justiça dos EUA, em 2012, contra a Apple, que havia entrado recentemente no mercado de e-books com a chegada do iPad, e os outros cinco maiores grupos editoriais que, juntos, formam os Big Six  da indústria.

O Departamento de Justiça acusou a Apple e os editores de terem um acordo para estabelecer os preços dos e-books contra a Amazon e, embora tenha vencido o processo judicial, o modelo de preços que a Apple e os editores tinham estipulado continuou a dominar a indústria, criando efeitos indesejados.

Quando o Kindle entrou no mercado em 2007, a Amazon tinha um argumento de venda simples: qualquer pessoa com um Kindle podia comprar todos os livros eletrónicos que desejasse no mercado on-line e, muitos deles, de facto, de entre os mais vendidos na lista do New York Times, não custariam mais de US $ 9,99. Mas, em 2009, os editores tiveram outra opinião, consideraram que a ideia de vender e-books por US $ 9,99 punha em causa a sua existência. E, segundo os editores, ao fixar o preço de um e-book em US $ 9,99, a Amazon poderia levar os leitores a subestimar o valor dos livros.

A Amazon estava a ganhar muito pouco com as vendas de livros eletrónicos em 2010 e, provavelmente, estaria a perder dinheiro com a maioria deles. Para uma empresa tão grande quanto a Amazon, é perfeitamente razoável perder dinheiro com uma nova iniciativa, se isso os ajudasse a dominar o espaço de mercado.

Mas as editoras ficaram aterrorizadas com o que aconteceria quando a Amazon se estabelecesse como o único agente no mercado, em termos de e-books.

A Apple havia estabelecido um modelo de revenda que funcionava de forma diferente daquela a que os editores estavam acostumados. Era chamado de modelo de agência e funcionava assim: os editores decidiam qual deveria ser o preço de tabela do seu livro e depois colocavam-no à venda a esse preço na loja iBooks. A Apple cobrava uma comissão de 30% em cada venda. Mas a Apple não conseguiu entrar no mercado de e-books enquanto cobrou cinco dólares a mais, por unidade, do que o seu maior concorrente. 

Então, a Apple chegou a um acordo com as cinco editoras que formavam os Big Six (Simon & Schuster, Penguin, HarperCollins, Hachette e Macmillan; Random House, então a maior editora comercial, absteve-se): todos seguiriam o modelo de agência da Apple. Dessa forma, a Amazon também se viu forçada a vender os seus e-books por US $ 14,99 e, se recusasse, os editores poderiam negar a venda dos seus e-books à Amazon e torná-los exclusivos da Apple. 

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El libro electrónico diez años después, una revolución que nunca llegóUniverso Abierto. Retrieved 3 January 2020, from https://universoabierto.org/2019/12/24/el-libro-electronico-diez-anos-despues-una-revolucion-que-nunca-llego/

 

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El libro

El año pasado un grupo de investigadores recibimos la propuesta de colaborar en un libro sobre las nuevas prácticas de lectura y escritura para el Centro Nacional de Innovación e Investigación Educativa (Ministerio de Educación y Formación Profesional de España). José Antonio Cordón-García, Daniel Escandell Montiel (ambos de la Universidad de Salamanca) y yo en representación de la Universitat Pompeu Fabra – Barcelona coordinamos las secciones que integran este volumen volumen. Si la sección de Cordón-García se focalizó en las nuevas formas de lectura, y la de Escandell Montiel en la creación y enseñanza de la escritura digital, en mi sección nos orientamos hacia la creación de textos en el contexto de las culturas colaborativas juveniles. En total participamos en este volumen 16 autores, entre ellos José M. Tomasena, María J. Establés, Mar Guerrero, María J. Masanet y Julio C. Mateus de la UPF. El resultado es un volumen de 156 páginas titulado Lectoescritura Digital que puede ser descargado de forma libre y gratuita.

El libro se enriquece con una serie de entrevistas a reconocidos investigadores en los temas que se abordan en sus páginas -como Joaquín Rodríguez, Joan Ferrésy María Pizarro-. En mi caso, tuve el enorme privilegio de entrevistar a Néstor García Canclini, autor de estudios fundamentales para los que investigamos las transformaciones de la esfera cultural y mediática en tiempos de digitalización. Junto a clásicos como Culturas Híbridas (Grijalbo, 1989), obras como Hacia una antropología de los lectores (2015, México: UAM-Telefónica-Ariel) o Jóvenes, Culturas Urbanas y Redes Digitales (Ariel/Telefónica, 2012, con F. Cruces M. Urteaga Castro Pozo) son referencia obligada para comprender los cambios en el mundo de la lecto-escritura.

A partir de aquí, la entrevista a Néstor García Canclini, a quien agradezco muchísimo su disponibilidad, al igual que a Martha Villabona García del Centro Nacional de Innovación e Investigación Educativa, quién actuó de “interfaz” entre todos los tres coordinadores de sección de este volumen.

La entrevista

En tu libro Lectores, espectadores e internautas (2007) propones un acercamiento a las prácticas de consumo mediático y prestas particular atención a las tensiones y en cómo cambian las viejas prácticas (por ejemplo la lectura). ¿Cómo podríamos resumir en pocas palabras el pasaje del lector al internauta? ¿Qué quedó por el camino? ¿Qué se ganó?

La aparición de ordenadores y móviles fue vista, al principio, como la irrupción de nuevos aparatos que venían a competir con la escuela, los cines, las editoriales y las salas de conciertos. Como había ocurrido –equivocadamente- con la llegada de los televisores. Luego fuimos aprendiendo que los medios audiovisuales generaban otros modos de leer, mirar y escuchar, de aprender, entretenernos y reunirnos. Ser internautas implica un cambio más radical que el de ser espectador (de medios) y no solo lector. Las categorías de lectores y espectadores, como sujetos de actividades relativamente diferenciadas, permitieron mantener campos distintos para la industria editorial, la musical, la cinematográfica y la televisiva. Las empresas y los modos de producción de estos campos se reordenaron y fusionaron como resultado de la convergencia tecnológica.

Si la integración digital entrelaza textos, imágenes y sonidos es porque también los lectores y espectadores se reconvierten en usuarios de pantallas que tienen todo hiperconectado. Leo un libro y, sin levantarme, busco qué más se sabe de ese autor, escucho una conferencia o un concierto suyo en YouTube, el servidor me sugiere otros autores que podrían interesarme, películas y videos relacionados. Estalla la distinción entre medios, entre géneros, entre contenidos con propietarios desligados.

¿Qué quedó atrás? La exigencia de viajar a distintos países y ciudades para saber cuáles son las novedades de los museos, el deporte o los descubrimientos científicos. Tenemos menos necesidad de ir a la biblioteca, al diccionario de nuestra casa o al videoclub para buscar nombres, mapas o películas que ya no están en cartelera. Se gana en accesibilidad y uso. La abundancia digital provoca asociaciones inesperadas y conversaciones a distancia. Pero también hay que hablar de lo que se pierde, se complica o podría lograrse pero se frustra porque la convergencia tecnológica está administrada con nuevas aduanas, costos que alejan a unos usuarios de otros, o los agrupan tendenciosamente. Y también debemos atender a los sentidos diversos con que los internautas modificamos las interacciones: ¿las mejoramos o las enfriamos cuando dejamos de hablar por teléfono y acordamos citas o realizamos conversaciones por WhatsApp o correos diferidos?

A pesar de la disponibilidad de mayor información en las redes, la gente viaja cada vez más. Hoy debemos sacar entradas para las grandes exposiciones en los museos con muchas semanas de antelación y en varias ciudades –por ejemplo Barcelona- están naciendo movimientos anti-turistas… ¿Hasta dónde las tecnologías digitales, que en teoría nos acercan a todos los museos y ciudades exóticas, no terminan alimentado el turismo de masas? Quizá esto tenga que ver con las miles de fotos idénticas que se suben a Instagram en los mismos lugares icónicos del planeta, desde la torre de Pisa hasta el Taj Mahal…

Por un lado, tu pregunta apunta a los límites necesarios en la expansión numérica y lucrativa de las instituciones culturales y las ciudades: ¿debe ser el aumento de público el criterio para evaluar el éxito de un museo, una bienal o un festival? ¿A dónde conduce seguir manejando la expansión urbana como patrón de éxito –las marcas Barcelona, Londres, Nueva York- si el aumento de turistas, de inversionistas extranjeros, y otras marcas, como Airbnb, expulsan a los habitantes históricos, encarecen los precios de renta y venta hasta destruir la convivencia vecinal y el uso responsable de los servicios, en fin, lo que daba la calidad de vida que volvió atractivas a esas ciudades?

Necesitamos una nueva reflexión de fondo sobre el sentido, mucho más complejo hoy, de las políticas urbanas, culturales e interculturales. Las redes, como amplificadoras de las tendencias mercantilistas hegemónicas, son interventoras decisivas en los conflictos urbanos e interculturales. En la Unión Europea el impacto magnificado de las fake news en las elecciones y la estabilidad política está llevando al debate mundial más avanzado sobre la legislación reguladora que se requiere y sobre la urgencia de recuperar el papel público de los Estados (no de cada uno por separado). Falta extender esta reactivación internacional de los poderes públicos respecto del gobierno de las ciudades, de las instituciones culturales, del turismo y –fundamental- de los migrantes que no se desplazan por placer ni en busca del prestigio de las marcas. Se vuelve indispensable recentrar toda la discusión sobre el crecimiento y el desarrollo en los ciudadanos, los desalojados de la política desde que los partidos en casi todo Occidente se redujeron a cúpulas que se distribuyen prebendas, desde que la videopolítica canaliza las quejas, las denuncias y las críticas ofreciendo más atención que los organismos públicos. Las redes corren el riesgo de amplificar y dar apariencia de horizontalidad a estos simulacros participativos. Pero en verdad radicalizan la desciudadanización. Las reinvenciones más atractivas de los movimientos sociales ocurren cuando se enlazan las conexiones tecnológicas de las redes con la convivencia vecinal y la interculturalidad transnacional.

 

Referência:

Article title: Entrevista a Néstor García Canclini: “La cultura digital cambia la lectura y los modos de estudiarla”.
Website title: Hipermediaciones
URL: https://hipermediaciones.com/2019/09/19/entrevista-a-nestor-garcia-canclini-la-cultura-digital-cambia-la-lectura-y-los-modos-de-estudiarla/

 

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Desde o início do século XIX, a prática de leitura e escrita mudou devido aos avanços tecnológicos e às diferentes necessidades de comunicação que surgiram a partir de ambientes de novos media. O constante desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação facilita o consumo e a criação de produtos digitais e, além disso, favorece a participação e a colaboração. 

 

Da mesma forma, essas tecnologias promovem a interatividade nos ecossistemas digitais que constroem significados através da interação de diferentes elementos icónicos, verbais e sonoros. 

 

No ecossistema do livro, a mediação da tecnologia levou à emergência do dispositivo de leitura, o que, juntamente com o aparecimento da web e hipertexto, modificou processo  leitor e a tradição secular baseada no uso de papel.

 

O tempo que antes se dedicava a ler o jornal, ver televisão ou escutar a rádio hoje distribuiu-se, de maneira atomizada, entre o Twitter, o Facebook, o WhatsApp, livro impresso, eBooks, Podcasts, Instagram, Wattpad, YouTube....

 

Referência: Lectoescritura digital - Publicaciones - Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. (2019). Sede.educacion.gob.es. Retrieved 4 July 2019, from https://sede.educacion.gob.es/publiventa/d/22961/19/0

 

 por Rita Pimenta e Vera Moutinho

 

As autoras de Poemas para as Quatro Estações (ed. Máquina de Voar) emprestaram-nos a voz e ajudaram-nos a dar as boas-vindas à Primavera. Mas as outras estações não foram desprezadas. Houve dois poemas para o Verão, para o Outono e para o Inverno. Mais um Livro para Escutar do Letra Pequena.

Já não são muito nítidas todas as características das quatro estações do ano que nos cabem a esta latitude, mas Manuela Leitão (texto) e Catarina Correia Marques (ilustração) recuperam poeticamente os sinais, os tons e os sabores de cada uma delas. Sem preferências, antes contemplando e respeitando o que nos oferecem.

Escreve-se (com verdade) na contracapa: “Para que as plantas floresçam na primavera, é preciso que, antes disso, o inverno as embale na terra, que o outono lhes espalhe as sementes ao vento, que o verão lhes amadureça os frutos. Os animais vão e vêm, conforme faz mais frio ou mais calor, e até nós nos comportamos de maneira diferente, com alegrias e afazeres próprios de cada tempo. Nenhuma estação faria sentido sem as restantes. Bom mesmo é sabermos contemplar a beleza de cada uma delas – essa espécie de poesia de que nos apercebemos não só com os sentidos, mas, sobretudo, com o coração.” 

(...)

 

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Rita Pimenta, V. M.

Rita Pimenta, V. (2018). Livros. Damos as boas-vindas à Primavera com mais um Livro para EscutarPÚBLICO. Retrieved 21 March 2018, from https://www.publico.pt/2018/03/20/video/poemas-para-as-quatro-estacoes-20180319-162253

 

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blogue Letra pequena, de Rita Pimenta

Ninguém deixa a Inês vestir-se de azul, mas ela quer ir bonita à festa do Ricardo. É mais um Livro para Escutar do Letra Pequena, contado pelo autor, António Mota. (Também pode ser escutado e visto no site do Público.)

 

O conto que deu título ao livro Histórias às Cores foi lido no estúdio do PÚBLICO. Nesta história fala-se de uma menina que foi convidada para ir à festa de anos do Ricardo. “Ela gostava muito do Ricardo, queria ir muito bonita.” Mas as amigas não concordaram com a cor da roupa que Maria Inês queria usar: azul. Afinal, as cores também se discutem.

 

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E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?

Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?

José Saramago

 

 

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O livro Era Uma Vez Uma Raiva veio de São Paulo. Por isso pediu-se a duas crianças brasileiras que lhe emprestassem a voz e o sotaque para mais um Livros para Escutar. Os irmãos Maria Clara Amaral, de nove anos, e Enzo Amaral, de 13, leram o livro de Blandina Franco e José Carlos Lollo.

 

Já se tinha escrito sobre ele no Letra pequena e na página Crianças da edição do Público de 14 de Janeiro.

 

Texto reproduzido da fonte com adaptações.

 

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