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No âmbito do projeto Editar a Memóriacoordenado pela investigadora Teresa Araújo, são editados dois e-books que apresentam sob rigorosos critérios científicos duas obras inéditas com notável relevância literária. Romances Tradicionais do Distrito de Bragança e O Conto Tradicional Português no Século XXI encontram-se disponíveis em acesso aberto.

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Romances Tradicionais do Distrito de Bragança, de J. J. Dias Marques e Ana Sirgado, reúne os poemas recolhidos pelo primeiro autor nos seus trabalhos de campo realizados na década de 80 do século passado. Por outro lado, O Conto Tradicional Português no Século XXI, de J. J. Dias Marques e Paulo Jorge Correia, contribui para a percepção do estado do género na memória coletiva portuguesa, já que colige versões recolhidas recentemente numa ampla geografia nacional.

Texto replicado da fonte.

Instituto de Estudos de Literatura e Tradição
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas | Universidade NOVA de Lisboa

Referência: Projeto "Editar a Memória" edita dois ebooks. (2020). Mailchi.mp. Retrieved 31 January 2020, from https://mailchi.mp/dd7ba9d4b1e5/0xvq9c64us-3776257?e=a7233fb23c

 

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A vida e a obra do escritor Vergílio Ferreira, num documentário originalmente exibido poucos dias antes do seu falecimento. Com imagens de arquivo, depoimentos diversos e leitura de excertos de obras da sua autoria.

Referência: Vergílio Ferreira: Retrato à Minuta. (2020). Arquivos.rtp.pt. Retrieved 29 January 2020, from https://arquivos.rtp.pt/conteudos/vergilio-ferreira-retrato-a-minuta/

 

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Ebook em PDFEbook em ePub |

Título: Esteiros
Autor: Soeiro Pereira Gomes
Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara
Revisão e diagramação: Carlos Pinheiro
Coleção: Clássicos da Literatura
1.ª edição: janeiro de 2020
Imagem da capa: Angelina Pereira

Edição segundo as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, com base na edição de 1941 (Edições Sirius).

 «Esteiros, minúsculos canais, como dedos de mão espalmada, abertos na margem do Tejo. Dedos das mãos avaras dos telhais que roubam nateiro às águas e vigores à malta. Mãos de lama que só o rio afaga.»

 

Referência: Gomes, E. (2020). Ebook gratuito: «Esteiros» de Soeiro Pereira GomesBibliotecaescolar-cre.blogspot.com. Retrieved 8 January 2020, from https://bibliotecaescolar-cre.blogspot.com/2020/01/ebook-gratuito-esteiros-de-soeiro.html?m=1

 

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Escreveu poemas e sonetos singulares como a sua vida. Camilo Pessanha é considerado "o representante mais genuíno do simbolismo" em Portugal. Em Macau cumpriu um exílio voluntário de quase 30 anos por causa, dizem, de um desgosto de amor.

Por um amor não correspondido desterrou-se em Macau durante quase 30 anos. Ana de Castro Osório recusou o seu pedido de casamento, mas foi ela quem  cuidou de editar “Clepsidra”, o livro de poesia que o imortalizou.

Camilo não se preocupava em guardar o que escrevia em papel, antes tinha os poemas de cor e os ditava quando era preciso. Na sua “poesia de imagens” há uma melodia de palavras, um encontro entre estados de alma e musicalidade, um ritmo de sons perceptível na leitura. A sua obra  “é o fruto mais puro e sazonado do Simbolismo português”. Os poemas mais antigos que se conhecem são “Lúbrica” de 1885 e, “Caminho” de 1887. Depois da sua morte, foram publicados ensaios seus sobre a cultura oriental num volume intitulado “China”.

Camilo Pessanha (1867-1926), doutor formado na faculdade de Direito em Coimbra, foi professor, advogado e redator de jornais em Macau. A adaptação à pequena colónia portuguesa não foi fácil, com o tempo conseguiu  desenvolver uma paixão pela arte e literatura chinesas. Aprendeu a falar cantonense, traduziu poemas da dinastia Ming  e foi um colecionador de arte oriental que veio a doar ao estado português.

De Camilo diz-se que se deixou cair no vício do ópio, que a sua figura impressionava pela magreza, pelas barbas negras e um certo olhar febril, que tinha a saúde fraca e medo da morte. Por duas vezes voltou a Portugal para tratar-se. Mas o poeta que escreveu  “eu vi a luz em um país perdido, a minha alma é lânguida e inerme” morreu na sua Macau, que um dia chamou “o chão antipático do exílio”.

 

ReferênciaCamilo Pessanha, um poeta ao longe. (2019). Camilo Pessanha, um poeta ao longe. Retrieved 9 November 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/camilo-pessanha-1867-1926/

 

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Valter Hugo Mãe

08.11.19

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A jornalista Paula Moura Pinheiro conversa com Valter Hugo Mãe, poeta e romancista, sobre literatura, o Prémio Saramago, "O Filho de Mil Homens", o seu 5º e último romance, e sobre um breve texto que escreveu no iPhone e que levou ao rubro a assistência de um importante festival literário no Brasil, sendo que a sua única certeza é que "O amor é a única maneira de nos sentirmos o dobro do que somos".

Referência: Valter Hugo Mãe. (2019). Arquivos.rtp.pt. Retrieved 8 November 2019, from https://arquivos.rtp.pt/conteudos/valter-hugo-mae-3/

 

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