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Agora que o novo ano lectivo começou, deixamos aqui um texto escrito e lido por Eduardo Sá, sobre "As Crianças e a Leitura".

"As histórias fazem mal às crianças"

Texto apresentado, no passado dia 19 de Abril, no "10 de letra - jornadas literárias", que se realizou no Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)

 

 

 

Ou, se preferir, oiça o podcast: 

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Todos Os Sonhos Do Mundo
 (todos os programas) 

Mário de Carvalho nasceu em 1944, estudou Direito, é escritor. | 30 Jun, 2017

 

"Tristeza não tem fim, felicidade sim", diz uma conhecida canção. Porque é que é tão difícil ser feliz se todos os nossos movimentos são no sentido de nos dizermos felizes? Vamos falar: para que a tristeza, pelo menos, conheça fim. Com Anabela Mota Ribeiro.

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O que é um clássico? O que é que as grandes obras da literatura e do pensamento mundial têm para nos ensinar? Agora que as aulas estão quase a começar, Miguel Monjardino, professor universitário especialista em Relações Internacionais, e Isabel Alçada, escritora e ex-ministra da Educação, olham de novo para a importância dos clássicos na educação.

 

Referência: O que nos ensinam os clássicos?. (2018). SoundCloud. Retrieved 5 September 2018, from https://soundcloud.com/user-48668146/o-que-nos-ensinam-os-classicos

 

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Fernão Lopes

15.02.18

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Ensina RTP - Fonte |

 

Guardador das escrituras do Tombo, a ele D. Duarte confiou a missão de escrever "as estórias dos reis que antigamente em Portugal foram", mais os feitos do seu pai, o Mestre de Avis. Neste artigo, contamos quem foi Fernão Lopes, o cronista do reino.

 


De origem modesta, Fernão Lopes terá nascido por volta de 1380, perto de Alfama, em Lisboa. Em 1418 era ele o «guardador das escrituras» do arquivo da Torre do Tombo. Foi depois nomeado cronista-mor do reino e, nesse ofício, escreveu as crónicas de D. Pedro I, D. Fernando e D. João I, tarefa que realizou em vários anos.

 

Neste excerto da série “Grandes Livros“, atentamos na vida do cronista que relatou acontecimentos fundamentais do século XIV português. Fernão Lopes é considerado por muitos o pai da nossa História e um percursor do jornalismo no seu “sentido mais puro”.

 

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E o Nobel regressou ao romance | por Isabel Lucas, Público

 

Evitando a polémica dos últimos dois anos, a Academia Sueca deu o prémio a um escritor de romances. Kazuo Ishiguro não gera paixões mas sossega quem acha que o Nobel andava a negar o cânone: é um inglês tranquilo que transporta a tradição para uma literatura que quer arriscar.

 

É o regresso ao romance. Constatação óbvia depois de ouvir o nome do inglês Kazuo Ishiguro como vencedor do Nobel da Literatura de 2017. Depois da jornalista bielorussa Svetlana Alexievich, em 2015, e do músico norte-americano Bob Dylan, em 2016. Não é literatura, é jornalismo, ouviu-se sobre a primeira. Não é literatura, são letras de canções, escutou-se sobre o segundo, com o mundo literário a dividir-se sobre se se poderá considerar poesia o que Dylan escreve. Quem gosta de apostar assegurou que 2017 seria o ano do regresso ao romance canónico com a atribuição do Nobel a um nome inquestionável. Não há dúvida: ao escolher Ishiguro, a Academia Sueca premiou um romancista, mas, como ironizou ontem Salman Rushdie, satisfeito com a escolha, ele também toca viola e escreve letras para canções. O Nobel não veio, no entanto, por isso, mas pelos seus "romances de grande força emocional, que revelam o abismo da nossa ilusória sensação de ligação ao mundo", como explicou Sara Danius, secretária permanente da Academia perante uma audiência que reagiu de forma morna, e a desilusão de todos os que antecipavam que este ano o prémio seria para um dos eternos nobelizáveis, como Philip Roth, Joyce Carol Oates, Ismaïl Kadaré, Javier Marías ou António Lobo Antunes. Como se Kazuo Ishiguro não fosse suficientemente sonante para que o Nobel da Literatura recuperasse das polémicas anteriores. (...)

 

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O portal RTP Ensina partilha o desafio dos professores na educação e formação de alunos. Na preparação do ano escolar, disponibiliza artigos que apoiam o trabalho dos professores e acrescentam interesse às matérias curriculares.

 

 

Dispondo de um acervo único, que resulta de oitenta anos de produção de programas de televisão e de rádio, a RTP oferece às escolas a possibilidade de consultarem entrevistas únicas, séries documentais ou pequenas rubricas específicas sobre a língua portuguesa .

 

Nesta área do Português, apresenta programas como Grandes Livros, Palavras Ditas ou Cuidado com a Língua!. E ainda escritores que em discurso direto falam dos seus livros e do processo criativo. São muitos que aqui têm biografia feita: José Saramago, Agustina, Lídia Jorge, e outros lusófonos, entre os quais Clarice Lispector, Pepetela ou Agualusa.

 

Para melhor consultar estas matérias, basta escolher o tema na lista abaixo. Alternativamente pode sempre utilizar a caixa de pesquisa livreno topo da página Ensina RTP à direita.

 Texto replicado da fonte com pequenas alterações.

 

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Documentário “David Mourão-Ferreira - Duvidávida” emitido na RTP 2 por Panavideo no Vimeo.

 

”Duvidávida”, um documentário sobre a vida e obra de David Mourão-Ferreira, emitido na RTP2.

Poeta, ficcionista, ensaísta, professor, divulgador, tradutor e dramaturgo. Este documentário dá a conhecer passagens da sua vida, episódios caricatos, outros dramáticos, testemunhos de quem o conheceu de muito perto e testemunhos de quem, com a distância necessária, consegue avaliar a dimensão da sua obra… múltiplos retratos de um homem que, acima de tudo, amava a vida. Como ele próprio escreveu “Que dúvida Que dívida Que dádiva/ Que duvidávida afinal a vida”.


Com testemunhos de Vasco Graça Moura, João Lobo Antunes, Urbano Tavares Rodrigues, Eugénio Lisboa, Maria Barroso, entre outros.

 

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Aquilino Ribeiro

27.05.17

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Aquilino Ribeiro (1885-1963), é um dos maiores escritores portugueses do século XX.

 

Nascido em 1885, em Sernancelhe, Aquilino Ribeiro é criado no ambiente bucólico e modesto de uma aldeia beirã. De lá saiu para o seminário em Beja, de onde foi expulso por falta de vocação, para se fazer depois cosmopolita em Paris e em Berlim, cidades de exílio. Mais tarde firmou residência em Lisboa, onde foi professor no liceu Camões e diretor da Biblioteca Nacional. Mas até ao ano da morte em 1963, há de regressar sempre a Soutosa, tanto na vida como nos livros.

 

A extensa bibliografia, com mais de setenta títulos, é uma viagem pelas terras da Beira, uma espécie de “Geografia Sentimental” (1951), em que retrata o mundo rural, nos seus costumes, lendas e regionalismos. Entre a Beira e o modernismo de Paris, escreve o primeiro livro, “Jardim das Tormentas”, contextualizado nesta peça pelo escritor Rui Lage.

 

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 Visionar |

 

As sessões do Congresso Internacional Fernando Pessoa, 4.ª edição, que se realizou no passado mês de Fevereiro na Fundação Calouste Gulbenkian, estão agora disponíveis na íntegra no portal Educast.

 

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