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“Avós na Net” é uma mini série de 6 episódios do Centro Internet Segura produzida pela GO-TO e que nos conta as peripécias do avô Rogério Queirós e da avó Alzira Santiago e dos seus netos ao lidar com o mundo digital.
A partir do humor, Lídia Franco e Victor de Sousa contracenam e abordam temas como os cuidados a ter ao:
Numa perspetiva intergeracional, o Centro Internet Segura, ao desenvolver esta série, pretende contribuir para promover a utilização da Internet junto da população sénior de uma forma segura, consciente e responsável, realçando os benefícios e as oportunidades que a tecnologia oferece para o seu bem-estar.
Veja já o primeiro episódio aqui.
2.º episódio:
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O livro patenteia uma reflexão diversificada sobre contextos cívicos, incluindo as literacias cívicas e críticas, apresenta ainda propostas práticas que educadores de diferentes naturezas, técnicos que trabalham em associações, famílias, ou outros atores sociais podem usar para pensar a educação para os média.
Maria José Brites, Inês Amaral & Marisa Torres da Silva
CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Universidade do Minho
978-989-8600-88-2
O "chapéu de chuva" desta iniciativa é a privacidade online de crianças e jovens e para este primeiro ano os temas serão "A Privacidade & Direitos Humanos", "Gestão da Identidade & Privacidade", "Privacidade & Pegada Digital", "Privacidade e Internet das Coisas", "Privacidade & Encriptação".
A iniciativa inclui quatro componentes: um evento anual para assinalar o Dia da Proteção de Dados; a disponibilização de tutoriais e outros recursos sobre privacidade e segurança online;um concurso anual destinado a estudantes; disseminação de trabalhos de estudantes sobre a privacidade e segurança online.
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Em que ponto estamos?
Desde a disseminação dos computadores pessoais nos anos 80 do século passado, a expansão da World Wide Web nos anos 90 e o surgimento das redes sociais e dos dispositivos móveis nos anos 2000, a tecnologia digital tem sido um catalisador de mudança social nas sociedades contemporâneas. Apesar de as escolas terem feito grandes esforços nas duas últimas décadas para se adaptarem às novas condições sociais e tecnológicas, a perceção geral é de que a vida social das crianças, pré-adolescentes e adolescentes gira em torno de um conjunto de tecnologias digitais e de novas práticas que são muitas vezes diferentes das dos pogramas educativos das escolas. [...]
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Introdução
Com décadas de bolsas no campo da alfabetização mediática, numerosos pesquisadores, educadores e advogados têm apelado à ampla implementação da alfabetização mediática na educação (Considine, 1990; Thoman & Jolls, 2004;Hobbs, 2010; De Abreu, 2018).
Desde 2015, a Associação Nacional de Educação para a Alfabetização em Media (NAMLE) cresceu, de cerca de 300 membros para mais de 5.000, mostrando uma expansão notável do interesse e procura da educação para os media.
Paralelamente com as preocupações crescentes sobre desinformação, os media e a alfabetização passaram para a vanguarda da atenção nacional.
Definida como a “capacidade de aceder, analisar, avaliar, criar, e agir, usando todas as formas de comunicação ”(NAMLE, 2014), a educação para os media é um campo interdisciplinar de estudo e maneira de ensinar, que chama a atenção para os aspectos sociais, políticos, económicos e culturais dos media e prepara ativamente estudantes e cidadãos para a crítica e a participação criativa na era digital.
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Referência: Namle.net. (2019). Retrieved 13 November 2019, from https://namle.net/wp-content/uploads/2019/06/SOML_FINAL.pdf
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Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.
Prólogo
La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]
Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf
Autores: Fraillon , J., Ainley , J., Schulz , W., Friedman , T., Gebhardt , E.
Este livro de acesso aberto apresenta a estrutura de avaliação do ICILS (International Computer an Information Literacy Study) 2018 da AIE, projetada para avaliar quão bem os alunos estão preparados para estudar, trabalhar e viver na era digital.
O estudo mede as diferenças internacionais em informática e informação dos alunos (CIL): a sua capacidade de usar computadores para investigar, criar, participar e comunicar em casa, na escola, no local de trabalho e na comunidade.
Os países participantes também têm a opção dos seus alunos concluírem uma avaliação do pensamento computacional (CT). A estrutura de avaliação do ICILS articula a estrutura básica do estudo, fornecendo uma descrição do campo e dos constructos a serem medidos.
Este livro descreve o design e o conteúdo dos instrumentos de medição, justifica esses projetos e descreve como as medidas geradas pelos instrumentos se relacionam com as construções. As relações hipotéticas entre construções fornecem a base para algumas das análises a seguir.
Acima de tudo, a estrutura vincula o ICILS a outras pesquisas semelhantes, permitindo que o conteúdo dessa estrutura de avaliação combine teoria e prática numa explicação do 'o quê' e do 'como' do ICILS.
Referência: ICILS | IEA. (2019). Iea.nl. Retrieved 8 November 2019, from https://www.iea.nl/studies/iea/icils
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O E-Book Literacia e Inclusão Digital: Boas Práticas em Portugal e em Espanha resulta de um amplo leque de pesquisas sobre Literacia e Inclusão Digital, em Portugal e em Espanha, identifcadas pela Rede ObLID.
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