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Em que ponto estamos?

Desde a disseminação dos computadores pessoais nos anos 80 do século passado, a expansão da World Wide Web nos anos 90 e o surgimento das redes sociais e dos dispositivos móveis nos anos 2000, a tecnologia digital tem sido um catalisador de mudança social nas sociedades contemporâneas. Apesar de as escolas terem feito grandes esforços nas duas últimas décadas para se adaptarem às novas condições sociais e tecnológicas, a perceção geral é de que a vida social das crianças, pré-adolescentes e adolescentes gira em torno de um conjunto de tecnologias digitais e de novas práticas que são muitas vezes diferentes das dos pogramas educativos das escolas. [...]

 

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O Estado da Literacia para os Media, na Educação, nos EUA | snapshot 2019

Os Media, campo de estudo interdisciplinar

13.11.19

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Introdução

Com décadas de bolsas no campo da alfabetização mediática, numerosos pesquisadores,  educadores e advogados têm apelado à ampla implementação da alfabetização mediática na educação (Considine, 1990; Thoman & Jolls, 2004;Hobbs, 2010; De Abreu, 2018).

Desde 2015, a Associação Nacional de Educação para a Alfabetização  em Media (NAMLE) cresceu, de cerca de 300 membros para mais de 5.000,  mostrando uma expansão notável do interesse e procura da educação para os media.

Paralelamente com as preocupações crescentes sobre desinformação, os media e a alfabetização passaram para a vanguarda da atenção nacional.

Definida como a “capacidade de aceder, analisar, avaliar, criar, e agir, usando  todas as formas de comunicação ”(NAMLE, 2014), a educação para os media é um campo interdisciplinar de estudo e maneira de ensinar, que chama a atenção para os aspectos  sociais, políticos, económicos e culturais dos media e prepara ativamente estudantes e cidadãos para a crítica e a participação criativa na era digital.

[...]

Referência:  Namle.net. (2019). Retrieved 13 November 2019, from https://namle.net/wp-content/uploads/2019/06/SOML_FINAL.pdf

 

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Competência mediática e digital - e-book

do acesso à autonomia

10.11.19

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Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.

Prólogo

La educomunicación como proyecto social en el mundo de las pantallas

La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]

 

Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf

 

 

 

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Autores: Fraillon , J., Ainley , J., Schulz , W., Friedman , T., Gebhardt , E.

Este livro de acesso aberto apresenta a estrutura de avaliação do ICILS (International Computer an Information Literacy Study) 2018 da AIE, projetada para avaliar quão bem os alunos estão preparados para estudar, trabalhar e viver na era digital. 

O estudo mede as diferenças internacionais em informática e informação dos alunos (CIL): a sua capacidade de usar computadores para investigar, criar, participar e comunicar em casa, na escola, no local de trabalho e na comunidade. 

Os países participantes também têm a opção dos seus alunos concluírem uma avaliação do pensamento computacional (CT). A estrutura de avaliação do ICILS articula a estrutura básica do estudo, fornecendo uma descrição do campo e dos constructos a serem medidos. 

Este livro descreve o design e o conteúdo dos instrumentos de medição, justifica esses projetos e descreve como as medidas geradas pelos instrumentos se relacionam com as construções. As relações hipotéticas entre construções fornecem a base para algumas das análises a seguir. 

Acima de tudo, a estrutura vincula o ICILS a outras pesquisas semelhantes, permitindo que o conteúdo dessa estrutura de avaliação combine teoria e prática numa explicação do 'o quê' e do 'como' do ICILS.

 

ReferênciaICILS | IEA. (2019). Iea.nl. Retrieved 8 November 2019, from https://www.iea.nl/studies/iea/icils

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Apple store | Google play

 

No âmbito do Programa de Literacia Familiar Conto Contigo (PLFCC) da Fundação Aga Khan (AKF) foi desenvolvida uma app que visa promover hábitos e práticas de literacia familiar que tenham impacto no desenvolvimento de competências de literacia emergente - referidas na investigação como preditoras do sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita.
 
 
Os Programas de Literacia Familiar têm vindo a ser amplamente recomendados dado que a sua avaliação revela que são uma medida eficaz de combate ao insucesso escolar.
 
 
O PLFCC está a ser implementado em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, as bibliotecas públicas e municipais, de norte a sul do país, no âmbito de protocolos estabelecidos entre a AKF Portugal, a RBE e a DGLAB e inscrito como contributo para o Plano Nacional de Leitura.
 
 
 A sua implementação, apoiada pela utilização de um Guia de Implementação que é disponibilizado a todos os interessados, prevê a realização de sessões lúdicas, com famílias e crianças em idade pré-escolar. Para maximizar o trabalho realizado nas sessões e para chegar a mais famílias, a AKF desenvolveu  com o CITI/ FCSH, a app Conto Contigo que está disponível para ser descarregada gratuitamente na apple store e na google play.
 
Esta app permite aos utilizadores receberem notificações no seu telemóvel com sugestões de atividades muito simples e divertidas que podem realizar com as crianças e que promovem a sua descoberta da linguagem escrita, preparando-as para a entrada na escola. Os utilizadores podem ainda optar por receber outro tipo de notificação "Dicas" que contém informações fáceis de perceber sobre a forma como os pais podem apoiar as crianças na descoberta da linguagem escrita.
 
 
 O utilizador escolhe também a periodicidade com que quer receber as notificações e a melhor hora do dia.
 
 
A app tem ainda um repositório de notificações para que as famílias possam realizar as atividades quantas vezes desejarem.
 
 
Esta app pretende ser útil a Educadores de Infância, Professores Bibliotecários, Bibliotecários, entre outros.
 
 
 
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O E-Book Literacia e Inclusão Digital: Boas Práticas em Portugal e em Espanha resulta de um amplo leque de pesquisas sobre Literacia e Inclusão Digital, em Portugal e em Espanha, identifcadas pela Rede ObLID

Conferência discutiu os ambientes digitais de crianças e jovens portugueses

 

 

Quatro em cada cinco internautas portugueses entre os 9 e os 17 anos usa a internet todos os dias para ouvir música e ver vídeos e três em cada quatro usa-a diariamente para se comunicar com amigos e familiares. Neste ambiente de oportunidades, o reverso também existe: 23 por cento assinalam terem vivido no último ano situações na internet que incomodaram e perturbaram.

 

Estes e outros resultados do mais recente inquérito EU Kids Online foram apresentados e discutidos na conferência Crianças e Jovens Portugueses no Contexto Digital, que se realizou no dia 28 de fevereiro, no Auditório B da Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, no Campus de Campolide.

 

 

Referência: Conferência: Crianças e Jovens Portugueses no Contexto Digital — NOVA FCSH. (2019). Fcsh.unl.pt. Retrieved 1 March 2019, from http://www.fcsh.unl.pt/media/eventos/conferencia-criancas-e-jovens-portugueses-no-contexto-digital

 

Entrevista a Catarina Oliveira – Membro do grupo Líderes Digitais

 

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por Cristóbal Cobo Romani | fevereiro 2019 | Download PDFDownload ePub |

 

Apresentação

A atual concentração do poder digital em poucas empresas (Google, Facebook, Amazon, Apple ou Microsoft) não está somente a gerar novas formas de poder e controlo que exacerbam as já existentes, mas paara além disso criam novas formas de exclusão e periferia.

 

É o fim da lua de mel digital.

 

Através da voz de diferentes especialistas internacionais esta obra profunda questões como: que fazer para reverter as atuais assimetrias de poder? quem observa os que nos observam?  podemos pensar em tecnologias com um enfoque (mais) humano? ou, aceito os termos e condições da vida digital?

 

Este é um trabalho realizado com o apoio da Fundação Santillana e a colaboração do Centro de Estudos Fundação Ceibal.

 

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MILD (https://mild.rbe.mec.pt) - Manual de Instruções para a Literacia Digital - é uma plataforma digital da Rede de Bibliotecas Escolares que ajuda os jovens a usar a Internet e as redes digitais de uma forma mais informada, consciente, crítica e segura. 

 

Apresenta um conjunto de recursos e atividades nos domínios da leitura, dos media e da cidadania digitais, organizados em oito áreas de literacia, que podem ser usados em contexto formal ou informal de aprendizagem, na sala de aula, na biblioteca escolar ou de forma autónoma pelos jovens.

 

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Ver na fonte para mais informação.

 

Referência: Bueno, O. (2019). Fotos: Seis cosas que quizá no sabías de los algoritmos EL PAÍS RETINA. Retrieved 19 February 2019, from https://retina.elpais.com/retina/2019/02/06/album/1549450488_222524.html#1549450488_222524_1549625604

 

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