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Já se encontra disponível, no repositório da Universidade de Aveiro, a versão portuguesa do “Digital Competence Framework for Educators (DigCompEdu)”, da responsabilidade dos investigadores do CIDTFF, Margarida Lucas e António Moreira.

 

O DigCompEdu dirige-se a educadores de todos os níveis de educação, desde a infância até ao ensino superior e educação de adultos, incluindo formação geral e profissional, educação especial e contextos de aprendizagem não formal. Propõe 22 competências, organizadas em 6 áreas, e um modelo de progressão para ajudar os educadores a avaliarem e desenvolverem a sua competência digital.

 

Com base no DigCompEdu foi desenvolvida uma ferramenta de autorreflexão que permite aprender mais sobre os pontos fortes pessoais e as áreas onde é possível melhorar a utilização que se faz das tecnologias digitais para o ensino e a aprendizagem. Está disponível para educadores de diferentes níveis de ensino e pode ser acedida aqui.

 

Referência: – Livro | DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores . (2019). Blogs.ua.pt. Retrieved 13 January 2019, from http://blogs.ua.pt/cidtff/index.php/2019/01/11/livro-digcompedu-quadro-europeu-de-competencia-digital-para-educadores/

 

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Aprender en la Era Digital. Madrid; Fundación Telefónica, 2018

 

O estudo convida à reflexão e foca os cenários educativos atravessados hoje ​​por uma mudança vertiginosa de época. Os fatores mais decisivos deste cenário são as transformações que estão a ocorrer com conhecimento e informação. Pode-se argumentar que a educação tem lugar hoje no âmbito de uma revolução cujo alcance não se limita unicamente ao âmbito tecnológico e produtivo, mas manifesta-se em aspetos económicos, sociais, culturais, políticos e educativos, estabelecendo-se, em suma, um novo contexto digital e uma nova cidadania.

 

A partir de uma perspetiva ampla de qualidade educativa, os autores analisam a forma como as tecnologias contribuem para democratizar o conhecimento, disponibilizando-o para amplos setores sociais. Ao mesmo tempo, e de forma complementar e enfática, assinala-se que as TIC representam uma oportunidade para melhorar a qualidade da educação. Para tanto, o trabalho contextualiza a situação das políticas de TIC na Argentina, no marco da proatividade refletida nas agendas educativas da região.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Aprender en la era digitalUniverso Abierto. Retrieved 9 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/09/aprender-en-la-era-digital/

 

 

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As inscrições já estão abertas! Participa!

 

A tua escola precisa de um jornal digital? 

O Clube de Robótica quer mostrar os seus trabalhos?
A tua associação de estudantes quer chegar a todos? Precisas de mais voluntários para a ação social em que participas? Queres dar a conhecer os resultados desportivos da tua equipa?

 

O Sitestar.pt convida os alunos e as escolas a desenvolverem sites no domínio .pt

 

Esta iniciativa é para jovens criadores divulgarem os conteúdos, ideias, atividades e projetos mais relevantes utilizando a Internet de forma criativa, inovadora e segura. Tens aqui a oportunidade. Apresenta a tua ideia e recebe um Voucher durante 12 meses para construíres o teu site sob o domínio .PT

 

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Este guia fornece ferramentas práticas para ajudar professores do jardim de infância até ao final do ensino secundário a integrar a literacia digital na sua prática em sala de aula.

 

O guia examina as áreas específicas de competência que o MediaSmarts identificou como críticas para a aprendizagem dos alunos até o final do ensino secundário: ética e empatia, privacidade e segurança, mobilização da comunidade, saúde digital, consciencialização do consumidor, encontrar e verificar e criar e remixar

 

O guia aborda os desafios comuns associados à integração total da literacia digital na sala de aula, como as limitações da tecnologia disponível e as preocupações de gestão da sala de aula, e inclui ligações para o MediaSmarts e outros recursos relevantes, bem como aplicativos e ferramentas para criar media digital na sua sala de aula.

 

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 por Sergio C. FanjulEl País

 

É a palavra tecnológica da moda, embora seja usada com grande ignorância. Nós tentamos explicar o que isso significa ... e como se complica quando lhe adicionamos computação

 

Algoritmo é a palavra tecnológica da moda: algoritmos fazem isto e aquilo, eles conhecem as nossas paixões mais íntimas, eles vão assumir os nossos empregos, eles estão prontos para destruir a sociedade e o mundo ... Na linguagem quotidiana eles são referidos como se fossem génios do mal, demiurgos desobedientes ou a espinha dorsal de megacorporações sem escrúpulos. Na verdade, um algoritmo é algo mais simples, um mecanismo cego e sem vontade, mas que, como veremos, está a mudar o mundo de forma definitiva e merece a máxima atenção...

O que é um algoritmo? Simplesmente uma série de instruções simples que são realizadas para resolver um problema. A regra de multiplicação que aprendemos na escola e que permite obter o produto de dois números, com papel e lápis, é um algoritmo simples. Mas podemos dar uma definição um pouco mais rigorosa:

Na verdade, [...] o que é exatamente um algoritmo?
Getty Images
 

" Um conjunto de regras sistematicamente aplicadas a alguma entrada apropriada de dados, resolvem um problema num número finito de passos elementares", como afirma o professor da Faculdade de Informática da Universidade Complutense Ricardo Peña Marí, autor no momento do livro De Euclid para Java, a história dos algoritmos e linguagens de programação (Nívola). " É importante notar que o algoritmo tem que ser finito e executa as instruções de forma sistemática, ou seja, ele é cego ante o que está a fazer, e que os passos com que opera são elementares , " diz o professor.

 

 

 

 

Assim, um algoritmo poderia ser uma receita para cozinhar ou as instruções para fazer um avião de papel a partir de uma folha. Os algoritmos possuem uma entrada (input) e uma saída (output)) Entre ambas estão as instruções: a entrada poderia ser como carne moída, a folha de polpa de tomate e de saída a lasanha perfeitamente gratinada. "Ainda que nestas tarefas muitas vezes influa a capacidade das pessoas que as criam: não é o mesmo uma receita preparada por um grande chef, que pode até melhorá-la ou por um principiante," enfatiza Miguel Toro, professor do Departamento de Idiomas e Sistemas de Computação da Universidade de Sevilha. Na realidade, os algoritmos executam operações tão simples que podem ser realizadas com sucesso por qualquer pessoa. Até pelas máquinas. Aqui está o cerne da questão.

 

  • Algoritmos + computadores = revolução

Porque embora os algoritmos existam pelo menos desde os tempos dos babilónios, com a chegada dos computadores eles assumem muito mais destaque. A união de máquinas e algoritmos é o que está a mudar o mundo. O matemático britânico Alan Turing famoso por ter descoberto a máquina Enigma de mensagens cifradas nazis e por se ter matado mordendo uma maçã envenenada depois de sofrer uma severa perseguição por causa da sua homossexualidade, foi o primeiro que ligou algoritmo e computadores. Alan Turing na verdade foi um dos primeiros a imaginar um computador como o conhecemos. Ele até pensou que as máquinas poderiam pensar e até escrever poemas de amor.

 

 

A máquina de Turing não é uma máquina que exista no mundo físico, mas uma construção mental.Consiste numa fita infinita na qual são executadas operações repetitivas até que sejam dadas soluções, torna-se uma definição computacional do algoritmo e um computador, o primeiro conceptualizado: "Na essência, é o precursor dos computadores: tem uma memória, algumas instruções (um programa), algumas operações elementares, uma entrada e uma saída", explica o professor Peña. O mais interessante é que é uma máquina universal, que pode executar qualquer programa que seja ordenado. Dentro dos problemas do mundo existem dois tipos: aqueles que podem resolver uma máquina de Turing (chamada computável) e aqueles que não podem (não computáveis), como vemos nas tarefas do mundo real que as máquinas podem executar (cada vez mais) e outras que apenas humanos podem executar. Todos os computadores, tabletssmartphones, etc., que conhecemos são máquinas de Turing.

 

"Em definitivo, o trabalho dos programadores de computador é traduzir os problemas do mundo para uma linguagem que uma máquina possa entender", diz Peña. Isto é, em algoritmos que a máquina manipula: para isto é necessário partir a realidade em pequenos problemas em sucessão e pôr o computador executá-los. Um programa de computador é um algoritmo escrito numa linguagem de programação que no final acaba convertido em milhares de operações simples que são realizadas com correntes elétricas no processador, correntes representadas pelos célebres uns e zeros, os dígitos que caracterizam o digital. Quando jogamos um videojogo tridimensional, olhamos para o Facebook ou usamos um processador de texto, a máquina na verdade está realizando inúmeras operações com pequenas correntes elétricas, sem saber que de tudo isso sai Lara Croft com duas pistolas. A chave é que são muitas operações ao mesmo tempo: um computador de 4 GHz pode fazer 4.000 milhões de operações em apenas um segundo. Em essência, isso são algoritmos e isso é a informática.

 

  • Meus problemas com algoritmos

Apesar da longevidade dos algoritmos e da maturidade dos computadores, a palavra algoritmo tornou-se moda nos últimos anos. A que se deve? "Os computadores podem calcular muito mais rápido que um cérebro humano e, desde o surgimento da Internet, há um salto e coisas que pareciam impossíveis a serem alcançadas", diz Miguel Toro. Por exemplo, em disciplinas em plena ebulição, como o big data ou a inteligência artificial.

"Algoritmos são usados ​​para prever resultados eleitorais, conhecer os nossos gostos e o mundo do trabalho é algorítmico : as diferentes tarefas são convertidas em algoritmos e o trabalho é automatizado", explica o professor. As únicas tarefas não algorítmicas, no momento, são aqueles relacionados com a criatividade e as emoções humanas, essa é a nossa vantagem. Embora se defenda com frequência que a Revolução Tecnológica criará novos empregos, Toro acredita que nunca haverá tantos empregos destruídos e concentrados em pessoas e países com a adequada preparação. "É por isso que uma ideia que parecia típica da esquerda, como a renda básica universal, está sendo proposta por Bill Gates e experimentada em lugares como a Califórnia ou a Finlândia. É necessário que haja consumidores para que o sistema económico não desmorone."

 

 

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 Download | Maio 2018 

 

 
 

Referência: Plan national pour un numérique inclusif | Mission Société Numérique. (2018). Mission Société Numérique. Retrieved 13 September 2018, from https://societenumerique.gouv.fr/plannational/

 

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Os Recursos Educativos Abertos (REA) fazem referência a materiais de ensino, aprendizagem e investigação em suporte digital de caráter gratuito, pois são publicados com uma licença aberta (Creative Commons) que permite o seu uso, adaptação e redistribuição por outros sem nenhuma restrição ou com restrições limitadas. O fenómeno dos REA é considerado de grande importância e interesse no futuro do ensino e da educação, em todos o níveis de ensino.

 

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A iniciativa "Leer a imagen" da Consejería de Educación de Castilla y León dirige-se ao último ano do 1.º Ciclo e ao 2.º Ciclo. Através de curta-metragens de animação, com atividades pedagógicas e cinematográficas, pretende-se promover a alfabetização digital e o manejo de novos recursos, ressaltar a importância da leitura para aprender e o emprego de diferentes técnicas para melhorar a competência linguística.
O enfoque é interdisciplinar, favorecendo ainda o tratamento de temas transversais como a educação crítica e artística, desenvolvimento da convivência ou creatividade, entre outros.


Toda a informação neste link.

 

Fonte.

 

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 Ler para aprender. Ler na era digital | 2010 |

 

Esta publicación ofrece artículos, breves y divulgativos, escritos por personas de reconocido prestigio. Tiene como fin compartir ideas, consejos, pensamientos, además de suscitar el debate y la reflexión sobre los viejos y los nuevos objetivos de la alfabetización. Con firma quiere contribuir a hacer de la lectura la herramienta básica del conocimiento especialmente en la era digital. Ofrece a docentes, estudiantes y familias claves e instrumentos para favorecer la competencia lectora y ofrece ideas y consejos para enseñar a leer (comprender, escribir, hablar y conversar) por placer y a leer para aprender matemáticas, filosofía, publicidad o arte. Además, presta una especial atención a la diversificación de los soportes de lectura y a las nuevas formas de leer, así como las posibilidades que ofrece la Web 2.0 para la educación. La lectura digital va unida a nuevas prácticas culturales, que requieren nuevas competencias. Aquí se abordan los cambios que supone la lectura en Internet que van mucho más allá de un cambio de soporte. Supone fundamentalmente cambios profundos en el modo de acceder a la información, de procesarla y de compartirla para satisfacer objetivos muy diversos: disfrutar, relacionarse con los otros, participar en actividades sociales, y, fundamentalmente, aprender. Esta publicación que se enmarca en los recursos del Centro Virtual www.leer.es cuyo objetivo es contribuir al éxito académico y a superar el abandono y el fracaso escolar.

Unidad editora: Secretaría General Técnica. Centro de Publicaciones. Ministerio de Educación

Propuesto por: Subdirección General de Orientación y Formación Profesional

Autor/es: Añón, Elia María ; Bargueño, Eugenio ; Barredo, Fernando; Nuere, Silvia

Otras menciones de responsabilidad: Esquinas, Francisco ; Sánchez Zarco, Mercedes (Coords.) ; Coll, César (Dir. Col.)

 

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 Autora: Tíscar Lara | leer.es |

 

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Encontramo-nos num contexto sociocultural caracterizado por uma forte crise de modelos de autoridade e mediação, onde cada vez há mais acessibilidade às fontes de informação e maior necessidade de transformar os dados em conhecimento. Esta situação gera um estado de incerteza constante marcado pela convivência com sistemas abertos e instáveis que nos obrigam a filtrar a sobreabundância de informação, enquanto construímos a nossa identidade digital num cenário de sobre-exposição pública.

 

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