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Vídeo produzido pelos Líderes digitais do Agrupamento de Escolas do Alandroal.

 

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Julio Alonso-Arévalo; Sonia Martín Castilla. " O papel das bibliotecas em um mundo de notícias falsas " Desiderata, vol. 11, n. 1 (2019). p. 50-59

 

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O conceito de "notícias falsas" tornou-se uma questão importante durante as eleições nos EUA. em 2016, quando notícias com pouca ou nenhuma base se espalharam rapidamente nos media sociais, causando alguma preocupação sobre a sua possível influência no processo democrático. Mas a existência de "notícias falsas" não é algo novo. As "guerras de desinformação" já existiam na Roma antiga. 

 

O grande problema do século XXI é que o ecossistema de informações mudou profundamente como resultado das possibilidades oferecidas pela tecnologia da informação, de modo que hoje é difícil até mesmo para um especialista discernir que informação é verdadeira e a que não é. Como afirma Julie Posetti e Alice Matthews "poderosas novas tecnologias simplificam a manipulação e a fabricação de conteúdo e redes sociais ampliam dramaticamente falsidades vendendo governos não democráticos, políticos populistas e entidades empresariais desonestas" (Posetti & Matthews, 2018).

 

*traduzido da fonte com supressões.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El papel de las bibliotecas en un mundo de noticias falsasUniverso Abierto. Retrieved 6 April 2019, from https://universoabierto.org/2019/04/05/el-papel-de-las-bibliotecas-en-un-mundo-de-noticias-falsas/

 

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Todos os dias, milhões de pessoas usam a Web para tudo e mais alguma coisa, desde verificar o estado do tempo até partilhar vídeos de gatos. Mas o que é exactamente a "world wide web"?
 
Twila Camp descreve este sistema de informações interligadas como uma cidade virtual que toda a gente possui e explica como ela está organizada de um modo que imita a forma natural de pensar do nosso cérebro.
 
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MILD (https://mild.rbe.mec.pt) - Manual de Instruções para a Literacia Digital - é uma plataforma digital da Rede de Bibliotecas Escolares que ajuda os jovens a usar a Internet e as redes digitais de uma forma mais informada, consciente, crítica e segura. 

 

Apresenta um conjunto de recursos e atividades nos domínios da leitura, dos media e da cidadania digitais, organizados em oito áreas de literacia, que podem ser usados em contexto formal ou informal de aprendizagem, na sala de aula, na biblioteca escolar ou de forma autónoma pelos jovens.

 

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Um programa de rádio sobre cidadania digital para os mais novos

ZigZaga na Net” são 30 episódios de conteúdo áudio sobre Cidadania Digital que a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Direção-Geral da Educação (DGE), em parceria com a Rádio Online ZigZag da Antena 1 - RTP,  lançaram no dia 14 de fevereiro, no auditório da RTP.

Este programa de rádio juvenil pretende sensibilizar para várias questões de literacia digital, nomeadamente os direitos e deveres online; os direitos de autor; a veracidade e fiabilidade da informação (desinformação e notícias falsas); a privacidade; a pegada digital; a dependência online e das tecnologias; os comportamentos seguros online; o bullying e o ciberbullying, entre muitos outros. 

A Escola de Referência de alunos surdos do Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos foi desafiada a participar e envolver os alunos na tradução para Língua Gestual Portuguesa dos episódios, dando assim origem a um projeto pioneiro nesta matéria. Estes episódios contam ainda com a presença assídua das mascotes do Centro Internet Segura (a INES) e do SeguraNet (o Pisca).

 

ReferênciaFCT e DGE lançam “ZigZaga na Net”. (2019). Portugal INCoDe.2030. Retrieved 18 February 2019, from https://www.incode2030.gov.pt/destaque/fct-e-dge-lancam-zigzaga-na-net

 

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Apresentação da plataforma MILD - Manual de Instruções para a Literacia Digital: mild.rbe.mec.pt

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por Ingrid Mosquera Gende

[Profesora adjunta en la Universidad Internacional de La Rioja. Dpto. Inglés. Facultad de Educación. Doctora en filología inglesa. DEA en Psicología de la Educación. Postgrados en Alteraciones de la Audición y el Lenguaje y en Estrategias de Aprendizaje. Máster en Docencia Universitaria.]

 

Eu sou fã do Twitter. Mesmo que tenha aspectos negativos, colocando os prós e contras numa escala, não tenho dúvidas. Para começar, precisamos conhecer o mais básico  e,  para isso, permito-me partilhar consigo o videotutorial acima em que explico algumas ideias para nos apresentarmos no Twitter com um propósito educativo.

 

Siga as contas

Uma das possibilidades mais interessantes do Twitter , e a mais conhecida, é seguir outras contas. Há muitos artigos que nos oferecem um compêndio das melhores contas educativas no Twitter , mas acho que cada um deve seguir o seu instinto, sem se deixar levar pelo número de seguidores que um utilizador pode ter . Quando entra no Twitter e começa a procurar por contas e pode ver quem está seguindo a quem, algumas contas vão levá-lo para outras pessoas e nós mesmos podemos decidir quem seguir e quem não seguir. Recomendo seguir professores que publicam as suas experiências e o dia a dia na sua sala de aula, podemos aprender muito com eles.

 

Listas

Pode chegar um momento em que seguimos tantas pessoas que nos parece que há informações perdidas ao longo do caminho. Para isso, nós podemos criar as nossas próprias listas , tanto com pessoas que seguimos como com pessoas que não seguimos. Podemos criar listas dedicadas a tópicos específicos que sejam do nosso interesse, para as consultarmos quando julgarmos apropriado. Este é o exemplo de uma lista que preparei, com apenas 10 membros, das quase 900 contas que atualmente acompanho. Quando vou à lista, vejo apenas as publicações desses 10 membros. Esta é uma maneira não exclusiva de filtrar e organizar as informações no Twitter .

 

Momentos

Para mim, os momentos foram uma grande descoberta . Isso significa aglutinar num único espaço os tweets que são especialmente interessantes , das contas que são, sejam ou não seguidas. Para dar um exemplo, este é um momento que criei, chamado Experiências na sala de aula , é muito mais visual se puder vê-lo no seu telemóvel. Defini-lo-ia como um ebook interativo no qual reuno experiências que utilizadores, professores, compartilham no Twitter . Muitas ideias podem ser retiradas, vendo o que os colegas estão a fazer nas suas salas de aula. Ele vai continuar a crescer.

 

Hashtags

As hashtags são rótulos que, com este símbolo #,  permitem agregar os twits de um tema específico . Quando pesquisa no Twitter , pode procurar todas as postagens que possuem hashtags específicas . Existem hashtags educativas muito recorrentes. Além disso, usando hashtags, em dias e horários específicos, geralmente uma hora, eventos educacionais ocorrem no Twitter, de diferentes tópicos, que muitos professores usam para discutir e aprender sobre novos recursos e experiências. Vai descobri-los facilmente seguindo professores e visualizando as suas publicações.

 

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Twitter: una gran oportunidad de aprendizaje para alumnos y docentes. (2019). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 30 January 2019, from http://blog.tiching.com/twitter-una-oportunidad-de-aprendizaje/

 

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Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

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Já se encontra disponível, no repositório da Universidade de Aveiro, a versão portuguesa do “Digital Competence Framework for Educators (DigCompEdu)”, da responsabilidade dos investigadores do CIDTFF, Margarida Lucas e António Moreira.

 

O DigCompEdu dirige-se a educadores de todos os níveis de educação, desde a infância até ao ensino superior e educação de adultos, incluindo formação geral e profissional, educação especial e contextos de aprendizagem não formal. Propõe 22 competências, organizadas em 6 áreas, e um modelo de progressão para ajudar os educadores a avaliarem e desenvolverem a sua competência digital.

 

Com base no DigCompEdu foi desenvolvida uma ferramenta de autorreflexão que permite aprender mais sobre os pontos fortes pessoais e as áreas onde é possível melhorar a utilização que se faz das tecnologias digitais para o ensino e a aprendizagem. Está disponível para educadores de diferentes níveis de ensino e pode ser acedida aqui.

 

Referência: – Livro | DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores . (2019). Blogs.ua.pt. Retrieved 13 January 2019, from http://blogs.ua.pt/cidtff/index.php/2019/01/11/livro-digcompedu-quadro-europeu-de-competencia-digital-para-educadores/

 

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Aprender en la Era Digital. Madrid; Fundación Telefónica, 2018

 

O estudo convida à reflexão e foca os cenários educativos atravessados hoje ​​por uma mudança vertiginosa de época. Os fatores mais decisivos deste cenário são as transformações que estão a ocorrer com conhecimento e informação. Pode-se argumentar que a educação tem lugar hoje no âmbito de uma revolução cujo alcance não se limita unicamente ao âmbito tecnológico e produtivo, mas manifesta-se em aspetos económicos, sociais, culturais, políticos e educativos, estabelecendo-se, em suma, um novo contexto digital e uma nova cidadania.

 

A partir de uma perspetiva ampla de qualidade educativa, os autores analisam a forma como as tecnologias contribuem para democratizar o conhecimento, disponibilizando-o para amplos setores sociais. Ao mesmo tempo, e de forma complementar e enfática, assinala-se que as TIC representam uma oportunidade para melhorar a qualidade da educação. Para tanto, o trabalho contextualiza a situação das políticas de TIC na Argentina, no marco da proatividade refletida nas agendas educativas da região.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Aprender en la era digitalUniverso Abierto. Retrieved 9 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/09/aprender-en-la-era-digital/

 

 

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