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Está em marcha o segundo ano do projeto piloto WEIWE(R)BE que, em 2020-21, abrange mais seis escolas que no ano passado.
Coordenada pela Rede de Bibliotecas Escolares em parceria com a Universidade Aberta, esta iniciativa tem por objetivo promover estratégias de desenvolvimento das competências de literacia da informação, enquadrando-as nas práticas curriculares a partir das bibliotecas escolares.
Neste projeto são envolvidas turmas de 10.º ano de escolas do ensino secundário. O lançamento é no dia 3 de novembro de 2020, numa sessão aberta a todos.

Artigo completo: WEIWE(R)BE . Ano 2

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Prefácio

(...) O presente manual procura servir como exemplo de currículo internacionalmente relevante, aberto à adesão ou adaptação, como resposta ao problema decorrente da desinformação global que confronta as sociedades em geral, e o jornalismo em particular.

Evita-se admitir que o termo fake news (“notícias falsas”) possua um significado direto ou comummente compreendido. Isso ocorre porque “notícias” significam informações verificáveis de interesse público, e as informações que não atendem a esses padrões não merecem o rótulo de notícias. Nesse sentido, então, a expressão “notícias falsas” é um oxímoro que se presta a danificar a credibilidade da informação que de facto atende ao limiar de verificabilidade e interesse público – isto é, notícias reais.

Para entender melhor os casos que envolvem manipulação exploratória do idioma e convenções de géneros de notícia, esta publicação trata esses atos de fraude pelo que são – como uma categoria particular de informação falsa em formas cada vez mais diversas de desinformação, inclusive em formatos de entretenimento como memes visuais.

Nesta publicação, o termo desinformação é comummente usado para se referir a tentativas deliberadas (frequentemente orquestradas) para confundir ou manipular pessoas por meio de transmissão de informações desonestas. Isso geralmente é combinado com estratégias de comunicação paralelas e cruzadas e um conjunto de outras táticas, como hackear ou comprometer pessoas. O termo “informação incorreta” frequentemente refere-se a informações enganosas criadas ou disseminadas sem intenção manipuladora ou maliciosa. Ambos são problemas para a sociedade, porém a desinformação é particularmente perigosa pois é frequentemente elaborada, com bons recursos, e acentuada pela tecnologia automatizada. (...)

 

Referência: Manual de Combate à Fake News. (2020). Retrieved 2 July 2020, from http://portaldobibliotecario.com/e-book/manual-de-combate-a-fake-news/

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O “Falando da Europa” vai continuar em 2019 com o objetivo de comunicar a União Europeia e estimular o interesse dos jovens para esta temática, fomentar a inclusão e a cidadania Europeia, o espírito crítico, bem como contribuir para a tomada de decisões informadas. 

 
Os Media Lab Diário de Notícias e Jornal de Notícias e o Espaço Público Europeu - Espaço Europa, o serviço de informação da Representação da Comissão Europeia e do Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal,  têm o prazer de, pelo 8º ano consecutivo, desafiar os seus alunos a serem "jornalistas da Europa", no âmbito do Workshop “Falando da Europa” dedicado, como habitualmente, a um leque de temas sempre atuais e de grande interesse para os jovens. A sessão, a realizar-se numa das datas abaixo, será GRATUITA.
 

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Os temas a abordar são de grande interesse para o currículo escolar. Assim, do Empreendedorismo à Participação Cívica, passando pelo Voluntariado e o Ambiente, não esquecendo a Desinformação (Fake News) e a Importância da EU na vida de cada um, serão debatidos com os alunos, mostrando as diferentes oportunidades que a União Europeia lhes proporciona.

COMO? 

Sensibilizam-se os mais jovens para a cidadania europeia através da participação numa simulação de trabalho jornalístico em que realizam pesquisa e criação de notícias relacionadas com temas europeus, os quais são transversais ao trabalho desenvolvido pelas editorias do DN e do JN como Desporto, Sociedade, Cultura, Economia, Política e Internacional. 

Este workshop é, ainda, enriquecido pelas apresentações de especialistas/oradores convidados. Os alunos serão os jornalistas da sessão que, divididos em grupos, com o seu espírito crítico, serão desafiados a agir e a elaborar o seu Jornal em suporte impresso, vídeo ou rádio sobre o que ouviram na sessão com o orador. Todos os seus trabalhos serão depois inseridos nas redes sociais do projeto e partilhados com a comunidade.

 

 

 

Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news

Artigo de Rafiza Luziani Varão Ribeiro Carvalho

07.11.19

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Resumo
A popularidade do termo fake news e a sua crescente utilização, inclusive em pesquisas académicas, está longe de gerar um consenso sobre a sua conceptualização. Este artigo apresenta e analisa os resultados do primeiro grande levantamento do estado da arte sobre o conceito fake news em língua inglesa, realizado por Edson C. Tandoc Jr., Zheng Wei Lim e Richard Ling, a partir de revisão de literatura em 34 artigos prévios.


Seis grandes grupos de conceitos são expostos: sátira; paródia; fabricação; manipulação; publicidade e relações públicas; propaganda. Como resultado da análise, evidencia-se a ideia de que o vocábulo fake news está mais relacionado à propaganda, ou a outras práticas comunicacionais, e menos ao jornalismo.

 

Introdução

No dia 11 de janeiro de 2017, numa conferência de imprensa pouco antes de sua posse como o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump criticou duramente a atuação da imprensa nas eleições em que se saíra vencedor, no ano anterior. Na ocasião, o jornalista Jim Acosta, da CNN, retrucou: “Já que o senhor está nos atacando, poderia nos dar a chance de fazer uma pergunta?”. Trump se recusou e disse, em episódio que se tornaria icónico de suas relações com os veículos jornalísticos: “Vocês são fake news”. [...]

 

Referência: Carvalho, R. (2019). Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news. Questões Transversais7(13). Retrieved from http://revistas.unisinos.br/index.php/questoes/article/view/19177

 

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Para capacitar as pessoas que usam o Twitter para que possam analisar criticamente os conteúdos que veem, no início da Semana Mundial de Alfabetização Midiática e Informacional 2019 da UNESCO, foi lançado este novo guia para educadores, chamado Ensinar e Aprender com o Twitter.

Fácil de ler, informativo e divertido, o guia tem o objetivo principal de ajudar os educadores a capacitar as gerações mais jovens com competências de alfabetização mediática, permitindo que façam as perguntas certas sobre conteúdos que encontram na internet e analisem criticamente as notícias e informações com as quais se envolvem.

O guia contém diretrizes de melhores práticas sobre alfabetização mediática da UNESCO e também uma lista de leitura com curadoria de especialistas em programas da UNESCO, cujo objetivo é orientar os educadores sobre a atual literatura de ensino sobre esse tópico.

Para garantir um amplo alcance global, ele será traduzido inicialmente para nove idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, português, árabe, japonês, sueco e hindi, com plano futuro de traduzi-lo para outras línguas.

Também distribuiremos o guia para as escolas, alavancando nossas parcerias em todo o mundo, por exemplo, via rede de ONGs relevantes da UNESCO, agências estaduais de educação e a rede europeia de Centros de Internet Segura.

Esses esforços complementam diretamente o nosso processo de desenvolvimento de políticas sobre desinformação - e mais especificamente a abertura de um novo período de comentários públicos, quando você poderá dar opinião sobre as próximas políticas que adotaremos para combater a mídia sintética e manipulada em nosso serviço.

 

Sala de aula digital

O guia também contém dicas para educadores e pais que desejam descobrir os benefícios do uso do Twitter como uma ferramenta de aprendizagem na sala de aula ou em casa, oferecendo uma combinação útil de teoria, planos de aula e estudos de caso.

A partir de uma visão holística do que significa ser um bom cidadão digital, o manual também contém seções sobre segurança online e a respeito de como educadores podem lidar com o cyberbullying e aprender a controlar sua pegada digital. Veja mais detalhes aqui.

Referência: Twitter e UNESCO lançam guia de alfabetização midiática e informacional. (2019). Blog.twitter.com. Retrieved 3 November 2019, from https://blog.twitter.com/pt_br/topics/company/2019/twitter-e-unesco-lancam-guia.html

 

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