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Morales Campos, E. (coord). [e-Book] La posverdad y las noticias falsas: el uso ético de la información. México, IIBI, UNAM, 2018.

 

El reto del Seminario de Información y Sociedad en el año 2017 fue estudiar los alcances y las dimensiones que han alcanzado la posverdad y acciones afines como los rumores, las noticias falsas y los hechos alternativos.

Estos fenómenos representan usos y conductas que se manifiestan en diferentes medios y contextos, los cuales han tenido consecuencias catastróficas tanto en el ámbito académico como en el político, económico y social.

Estos aspectos son los que analizamos y estudiamos de manera especial y muy productiva en el presente libro, que reflexiona sobre valores éticos, convivencia social, educación, investigación, e integridad académica y profesional.

Con estos estudios buscamos crecer y fomentar un camino de valores y de respeto. El Seminario de Información y Sociedad, con sede permanente en el Instituto de Investigaciones Bibliotecológicas y de la Información de la UNAM, inició sus trabajos en 2002 a partir de la preocupación por analizar la interacción de la información con todas las actividades de la sociedad, así como la presencia de la biblioteca como un gran apoyo a diferentes grupos.

En quince años de trabajo, hemos analizados varios aspectos del uso ético de la información y ahora, nuevamente, abordamos otra arista.

 

Download:

 

Referência: Arévalo, J. (2018). La posverdad y las noticias falsas: el uso ético de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 13 November 2018, from https://universoabierto.org/2018/11/09/la-posverdad-y-las-noticias-falsas-el-uso-etico-de-la-informacion/

 

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 Julio Alonso-Arévalo, Carlos Lopes, Maria da Luz Antunes

2014 | Download |

 

Resumo: As novas possibilidades de comunicação também oferecem novas oportunidades para a formação, análise e avaliação da investigação. Cientistas e investigadores usam com frequência as aplicações baseadas na web em investigação.

 

Praticamente em todas as áreas de investigação, as ferramentas digitais converteram-se em indispensáveis; o aparecimento de novos paradigmas como o acesso aberto, as métricas alternativas e as redes sociais são um importante exemplo de como estas mudanças afetaram a forma como os estudiosos pensam no futuro das publicações académicas.

 

Estes acontecimentos criaram novas possibilidades e novos desafios na avaliação da qualidade da investigação, ao nível dos investigadores individuais e do desenvolvimento profissional.

 

É a este nível que a biblioteca desempenha um papel indispensável na formação de competências e habilidades informativas que se repercutirá na valorização social do profissional, na sua satisfação profissional e, em última instância, na qualidade da própria instituição.

 

Destacam-se os aspetos mais relevantes nos novos paradigmas de comunicação e difusão científica e, a esse respeito, recomendam-se as ações mais adequadas.

 

 

Alonso-Arévalo, J., Lopes, C., & Antunes, M. L. (2016). Literacia da informação: Da identidade digital à visibilidade científica. In C. Lopes, T. Sanches, I. Andrade, M. L. Antunes, & J. Alonso-Arévalo (Eds.), Literacia da informação em contexto universitário (pp. 109-152). Lisboa: Edições ISPA [ebook].

 

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Image via Flickr by USACE Europe District | Texto completo | 

 

Leigh Ann Whittle “ Como Ensinar os Alunos a Avaliar a Qualidade da Informação Online ” Edudemic, 2015

 

O volume de informações disponíveis na Internet é incrível e está a aumentar cada vez mais. A empresa de inteligência empresarial DOMO estima que 571 novos sites sejam criados a cada minuto. Com essa quantidade de informações, pode ser difícil para os alunos distinguirem um sítio web com informações confiáveis ​​ou não. Por esta razão, equipar os alunos com competências sobre a qualidade e confiabilidade das fontes de informação será muito útil para a sua vida académica e profissional.

 

Os estudantes de hoje não conhecem um mundo sem Internet, mas isso não significa que eles saibam como pensar criticamente sobre o que veem online. Julie Coiro, professora associada de educação da Universidade de Rhode Island, escreveu num post no blogue da Edutopia que os alunos do ensino secundário tendem a concentrar-se mais na relevância do que na credibilidade. O tipo de autor e publicação são de importância limitada para os alunos e, se examinarem esses elementos, não podem explicar por que escolheram determinados sites. Coiro observou problemas semelhantes entre estudantes do ensino secundário e universitário.

Coiro sugere estratégias para ajudar os alunos a avaliar efetivamente o que eles veem na Internet, praticar refutando o que está na Internet e verificar informações. Por outras palavras, tornarem-se consumidores críticos de material em linha significa mais do que apenas ver um website. É preciso saber como o conteúdo pode ser qualificado em termos de qualidade e como julgar o que é material bom e o que não é.

 

Identifique um bom conteúdo

Existem alguns controlos necessários para garantir que o conteúdo em linha seja realmente confiável. Para ser considerado como tal, o conteúdo deve ser relevante para a questão em estudo ou pesquisa, estar actualizado com a informação que pode ser verificada através de outras fontes, e apoiado por um autor ou editor confiável, especialmente aqueles com autoridade na disciplina. Também é importante detetar qualquer viés pessoal ou comercial que derive do conteúdo.

A maioria de nós evita a Wikipédia como um recurso, mas a enciclopédia em linha define os seus próprios padrões de conteúdo confiável. Ironicamente, a Wikipédia também desencoraja o uso de páginas da Wikipédia nos seus padrões de confiabilidade. Entre as fontes que a Wikipédia considera mais confiáveis ​​estão as revistas científicas, revistas académicas, jornais convencionais e blogues de notícias escritos pelos próprios jornalistas. A Wikipédia também sugere evitar o trabalho autopublicado, se não houver maneira de verificar se o autor é um especialista no assunto.

 

Aprenda a usar sites de maneira eficaz

É possível que os alunos não entendam as diferenças de qualidade entre os sites. Mostrar aos alunos como são os diferentes sites, e o seu propósito, ajuda-os a ver como usar cada tipo de site. Sites incluem sites pessoais, de interesse especial, profissionais, de notícias e comerciais. Determinar as diferenças entre eles também é uma boa lição para identificar qualquer preconceito.

Os nomes de domínio também são uma indicação da credibilidade de um site. Sites nos domínios .edu, .gov e .org são considerados confiáveis, mas aqueles com domínios .com e .net exigem uma análise mais detalhada. Examinar todos os elementos do endereço da Web pode ajudar os alunos a determinar a confiabilidade de uma fonte. A George Mason University oferece o exemplo do site "http://www.gmu.edu/facstaff/policy/administrative/60.html" (ligação quebrada), no qual cada parte do endereço da Web oferece uma pista sobre a origem do as informações do site.

Ensinar os alunos a procurar por "boas informações" pode ajudá-los a determinar um bom conteúdo em linha. Devemos conhecer os mecanismos de pesquisa académicos, como o Elsevier, Ebsco e outros, que contêm informações revistas por especialistas. Mesmo as pesquisas no Google podem ser mais adequadas ao usar a opção "Pesquisa avançada". O Google também oferece uma pesquisa de livros e uma pesquisa de artigos de pesquisa no Google Académico . Nas bases de dados, os alunos também devem saber como usar efetivamente os operadores de pesquisa booleanos (AND, OR, NOT ... ") para restringir um determinado tópico.

 

Julgar o conteúdo de forma eficaz

Os alunos devem considerar o propósito do projeto e quais fontes são valiosas nesse campo. Por exemplo, sites como o Purdue OWL ou o Modern Language Association MLA podem ser mais valiosos para um artigo em inglês do que um site mais comercial. Geralmente, um bom conteúdo é atribuído a um autor específico, exceto quando organizações confiáveis, como universidades, governos ou organizações de mídia e não-governamentais, publicaram o material.

É importante ensinar aos alunos como é o processo de publicação contrastando os padrões de publicação de livros, revistas e jornais com os de websites, muitos dos quais não seguem os mesmos padrões rigorosos que os correspondentes impressos. A discussão pode se voltar para as recomendações que os alunos devem usar para avaliar o conteúdo.

A verificação cruzada de informações é uma boa maneira de os alunos verem como o conteúdo on-line é confiável e incentiva-os a explorar outros conteúdos e a avaliar a sua credibilidade. Se os alunos conseguirem encontrar as mesmas informações noutro lugar, eles poderão provar que o conteúdo é preciso e confiável.

 

Criação de lições de conteúdo da web

Fazer um projeto de pesquisa em sala de aula a partir de um exercício de credibilidade do site não ensina apenas os alunos a determinar se a informação on-line é de qualidade, mas também os envolve num um tópico específico. Esta é uma excelente maneira de introduzir um conceito e ensinar competências de navegação na web. Ao fazer isso, os alunos aprendem a avaliar as informações que encontram enquanto aprendem um pouco da história.

 

Entenda porque é importante

Os alunos vão precisar de avaliar o material em linha para provar a sua credibilidade. Grande parte da procura desses conteúdos será realizada on-line, o que significa que eles terão que entender qual é a evidência que qualifica um site como confiável. Ao mesmo tempo, desafia os alunos a pensar criticamente sobre o assunto e determinar quais pontos são relevantes para o seu trabalho ou pesquisa. Ser capaz de construir um argumento efetivo e relevante não apenas ajuda os alunos em trabalhos académicos futuros, mas também os ajuda a ser mais persuasivos e a comunicar mais claramente noutras áreas das suas vidas. A capacidade de identificar e selecionar informações confiáveis ​​é útil para a sua credibilidade pessoal e profissional.

 

Tradução livre do espanhol.

 

Referência: Cómo enseñar a los estudiantes a evaluar la calidad de la información en línea. (2018). Universo Abierto. Retrieved 1 October 2018, from https://universoabierto.org/2018/09/11/como-ensenar-a-los-estudiantes-a-evaluar-la-calidad-de-la-informacion-en-linea/amp/

 

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Photo by Annie Spratt on Unsplash

 

8 de setembro de 2018

“Quando aprenderes a ler, serás livre para sempre”, escreveu Frederick Douglass, no século XIX, um escravo negro americano liberto, campeão da causa abolicionista e autor de várias obras. Este apelo à emancipação através da leitura e, de um modo mais geral, do domínio dos conhecimentos fundamentais - ler, escrever e contar - tem um alcance universal.

 

A alfabetização é o primeiro passo para a liberdade, para a libertação das condicionantes sociais e económicas. É o pré-requisito para o desenvolvimento, individual e coletivo. Reduz a pobreza e as desigualdades, cria riqueza e ajuda a erradicar problemas de nutrição e de saúde pública.

 

Desde a época de Frederick Douglass, e particularmente nas últimas décadas, foram alcançados progressos consideráveis em todas as regiões do mundo, e milhões de homens e mulheres foram resgatados da ignorância e da dependência através de um amplo movimento de alfabetização e de democratização do acesso à educação. No entanto, a perspetiva de um mundo em que cada indivíduo seja detentor de conhecimentos fundamentais permanece um ideal.

 

Hoje em dia, em todo o mundo, mais de 360 milhões de crianças e adolescentes não estão matriculados na escola; seis em cada 10 crianças e adolescentes – ou seja, 617 milhões - não adquirem as competências mínimas em literacia e numeracia; 750 milhões de jovens e adultos ainda não sabem ler e escrever - e destes, dois terços são mulheres. Estas lacunas, que são extremamente incapacitantes, levam à exclusão de fato da sociedade e perpetuam a espiral de desigualdades sociais e desigualdades de género.

 

A tudo isto se soma agora um novo desafio: um mundo em plena mutação, onde o ritmo das inovações tecnológicas está continuamente a acelerar-se. Para poder encontrar um lugar na sociedade, conseguir um emprego e responder aos desafios sociais, económicos e ambientais, as competências tradicionais em literacia e numeracia já não são suficientes; novas competências, inclusive em tecnologias da informação e comunicação, estão a tornar-se cada vez mais necessárias.

 

É um desafio preparar os jovens e os adultos para empregos que na sua maioria ainda não foram inventados. É por isso indispensável ter acesso a uma aprendizagem durante toda a vida, tirar proveito de caminhos e pontes entre as diferentes modalidades de formação e beneficiar de grandes oportunidades de mobilidade.

 

Em 2018, este Dia Internacional é subordinado ao tema “Alfabetização e desenvolvimento de competências” e foca-se numa abordagem evolutiva da educação. A UNESCO está ativamente envolvida nesta redefinição de políticas de alfabetização e incentiva práticas educacionais inovadoras. Também apoia as diferentes formas de cooperação entre o setor público e o setor privado, porque somente uma compreensão global da causa da educação pode responder adequadamente às necessidades de um mundo que parece reinventar-se a cada dia.

 

Neste Dia Internacional, convido todos os atores do mundo da educação, e de outros setores, pois trata-se de uma causa que a todos diz respeito, a mobilizarem-se a fim de que o ideal de uma sociedade mundial inteiramente alfabetizada se converta um pouco mais em realidade.

Audrey Azoulay

 

Referência: Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional da Alfabetização. (2018). Comissão Nacional da UNESCO. Retrieved 3 September 2018, from https://www.unescoportugal.mne.pt/pt/noticias/mensagem-da-diretora-geral-da-unesco-por-ocasiao-do-dia-internacional-da-alfabetizacao-2

 

 

 

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Declaração completa [PDF]

 

Resposta da IFLA às notícias falsas: desenvolva competências e lute contra a censura. Da Conferência Anual. 25 de agosto de 2018

 

A informação falsa que aparece online pode distorcer a tomada de decisão das pessoas e prejudicar o debate nas sociedades. E, ao mesmo tempo, a luta contra as "falsas notícias" também serve como desculpa para promulgar leis repressivas que restringem a liberdade de expressão. Uma resposta eficaz baseada em meios mais fortes, literacia informacional e maior confiança no ambiente digital deve ser dada e deve-se tomar cuidado para não tomar medidas que corram o risco de limitar a liberdade de acesso à informação.

As bibliotecas podem ser muito úteis.

 

As "Fake News" é um assunto que está sendo debatido intensamente em muitas partes do mundo. Há uma grande preocupação de que a desinformação deliberada possa minar a tomada de decisão democrática e trazer confusão e dúvida para as vidas das pessoas.

 

A difusão de informações imprecisas com a intenção de enganar não é algo novo. No entanto, a rapidez com que as notícias digitais são produzidas e disseminadas faz com que a prevalência de "falsas notícias" seja uma tendência preocupante.

 

A contribuição das bibliotecas

As bibliotecas desempenham um papel importante nesse debate, dado o seu compromisso institucional e ético de ajudar os utilizadores a aceder a informações confiáveis ​​e autênticas.

 

A IFLA tem trabalhado ativamente durante anos na  informação e alfabetização midiática . No WLIC 2017, a IFLA publicou a sua declaração sobre  alfabetização digital, destacando que a capacidade de aproveitar o potencial das ferramentas digitais é essencial para uma sociedade democrática e uma cidadania comprometida.

 

Na WLIC em 2018, a  Declaração da IFLA sobre Notícias Falsas  reafirma o papel essencial das bibliotecas para combater a desinformação por fornecer as ferramentas e competências para as detectar e reconhecer. A experiência profissional dos bibliotecários torna as nossas instituições únicas quando se trata de ajudar os cidadãos a avaliar criticamente as informações que encontram online.

 

Ao mesmo tempo, as bibliotecas combatem a censura ao defender a liberdade de expressão e informação como um direito humano fundamental. A declaração enfatiza este papel e apela aos governos para resistirem à tentação de "proibições"  que podem prejudicar a liberdade intelectual.

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Respuesta de la IFLA a las Noticias Falsas: Desarrollar Destrezas y Luchar contra la CensuraUniverso Abierto. Retrieved 31 August 2018, from https://universoabierto.org/2018/08/29/respuesta-de-la-ifla-a-las-noticias-falsas-desarrollar-destrezas-y-luchar-contra-la-censura/

 

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 Fonte |

 

Como podem os alunos ser ensinados a analisar informações e imagens, apurar o seu pensamento crítico e formar uma opinião? Como promover o entendimento e o uso racional dos media, especialmente dos media digitais?

 

Num mundo complexo, onde a informação é superabundante, instantânea e em fluxo, a educação para os media e para a informação (EMI) tornou-se uma prioridade.

 

Com esta brochura, o CLEMI deseja incentivar os professores das escolas a implementarem atividades em EMI, atendendo às suas necessidades específicas. Assim, disponibiliza 11 fichas pedagógicas e 3 fichas de interciclos. Cada uma delas fornece referências aos programas, um curso com atividades concretas, uma indicação da duração, referências para avaliação, sugestões de registos escritos e recursos. 

 

Estas fichas foram validadas e enriquecidas por um comitê pedagógico, garantindo a qualidade e a relevância do conteúdo.

 

Esta brochura também apresenta uma variedade de depoimentos que demonstram que a literacia mediática e da informação é uma prioridade educativa partilhada. 

 

Aprender a pesquisar, verificar e publicar informações com responsabilidade é fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos. Pensado como uma ferramenta de formação e suporte à ação, espera-se que esta brochura responda efetivamente às necessidades dos professores.

 

>> Faça o download do folheto

 

Faça o download das brochuras por ciclo

Referência: Brochure "éducation aux médias et à l'information" à l'école primaire - CLEMI. (2018). CLEMI. Retrieved 24 June 2018, from https://www.clemi.fr/fr/ressources/emi-ecole-primaire.html

 

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Hughes, Conrad ; Acedo, Clementina. Guiding Principles for Learning in the Twentyfirst Century. Ginebra: UNESCO. Oficina Internacional de Educación, 2017

 

O objetivo deste livreto é fornecer princípios orientadores para a aprendizagem no século XXI. É destinado a professores, designers de currículo, líderes escolares e outros envolvidos em todos os níveis de educação escolar e pode ser usado para qualquer faixa etária, uma vez que os princípios que ele contém são gerais o suficiente para serem aplicados em diferentes contextos. (...)

 

Ler mais >>

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Principios rectores para el aprendizaje en el siglo XXIUniverso Abierto. Retrieved 29 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/04/24/principios-rectores-para-el-aprendizaje-en-el-siglo-xxi/

 

 

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Ler mais >>

 

Webber, S.

Referência: Webber, S. (2018). Official launch of the new Information Literacy definition #ILdefinition #lilac18Information-literacy.blogspot.pt. Retrieved 6 April 2018, from https://information-literacy.blogspot.pt/2018/04/official-launch-of-new-information.html

 

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Lanning, Scott. “Concise Guide to Information Literacy“. 2nd. ed.  Santa Barbara, California : Libraries Unlimited, 2017 | Download

 

Guía concisa de Alfabetización informacional

Referência: Guía concisa de Alfabetización informacional. (2018). Universo Abierto. Retrieved 5 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/03/27/guia-concisa-de-alfabetizacion-informacional/amp/

 

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Ledesma Ayora, Marco. “Del conductismo, cognitivismo y constructivismo al conectivismo para la educación” [eBook] Quito: Editorial Jurídica del Ecuador, 2015. ISBN 978-9978-17-431-9

 

É  possível que  o  potencial  da  era  conetiva   esteja a  alterar  os  cérebros  dos  seres  humanos?

 

As conexões neuronais e tecnológicas estão a obligar as tecnologias da aprendizagem a criar e difundir os seus conhecimentos para a era digital.

 

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