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O projeto:

Há um projeto-piloto na cidade do Porto que está a dar provas ao nível da promoção na aprendizagem inicial da leitura e da escrita, entre mais de 700 crianças que frequentam a rede pública municipal do pré-escolar e do ensino básico (1.º ano). Os resultados do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) foram apresentados nesta quinta-feira.

 
Quer para a educação pré-escolar quer para o 1.º ano do ensino básico, as crianças-alvo de intervenção do CiiL "expressam melhorias significativas comprovadas pela diferença substancial entre este grupo e o grupo de crianças 'controlo', ou seja, crianças com características semelhantes, a frequentar os mesmos níveis de ensino, mas sem intervenção do CiiL", revelou Ana Sucena, coordenadora científica e técnica do projeto, na primeira conferência promovida pelo Centro de Investigação e Intervenção na Leitura, realizada nesta quinta-feira no Auditório Magno do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).
 
O projeto, que nasceu de uma parceria entre a Câmara do Porto, o Instituto Politécnico do Porto e o Ministério da Educação, em setembro de 2015, tem "um propósito claro e indicadores de resultados bem definidos", salientou o vereador da Educação da Câmara do Porto, Fernando Paulo.
 
Concretamente, "até 2020, abranger 4.700 alunos e reduzir em 12% o número de alunos com níveis negativos e em 30% a taxa de retenção e desistência", declarou o responsável.
 
Há praticamente quatro anos no terreno, o projeto acompanha hoje "773 crianças", 538 na educação pré-escolar e 235 no 1.º ciclo e tem ganho dimensão no contexto da cooperação institucional. Trata-se, por isso, de "um excelente exemplo do trabalho em rede" que o Município do Porto valoriza e promove, assinalou Fernando Paulo.
 
Através de equipas multidisciplinares que incluem profissionais da educação e da saúde do Porto, o projeto trabalha, ao nível dos 5 anos, a consciência fonémica e a linguagem, esclareceu Ana Sucena citada pela Lusa. E numa segunda fase, incide sobre a consciência fonémica e as relações letra/som, ou seja, "os alicerces daquilo que nos vai permitir ler uma palavra isoladamente".
 
Com o sucesso da iniciativa no Porto, já se equaciona a criação de uma Rede CiiL, com o objetivo de alargar a resposta de intervenção ao nível da promoção precoce da aprendizagem da leitura a todo o território nacional. Ana Sucena indica ao "Porto." que "tendo sido notório o interesse entre os participantes em aderir à mesma".
 
Na sessão de abertura da I Conferência do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CiiL) participaram ainda o pró-reitor do IPP-Instituto Politécnico do Porto, Luís Miguel Pinho, a presidente da Escola Superior de Saúde do P.PORTO, Cristina Prudêncio, o coordenador nacional da Estrutura de Missão do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, José Verdasca, entre outras autoridades e conferencistas. 
 
Atualmente, a ação do CiiL desenvolve-se no âmbito de uma candidatura cofinanciada aos Planos Integrados e Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar (PIICIE) do POR NORTE 2020, com atuação em todos os Agrupamentos de Escolas do Município do Porto.
 
 
ReferênciaAlunos das escolas do Porto ganham hábitos de leitura na aprendizagem das primeiras letras - Notícias - Portal de notícias do Porto. Ponto. . (2019). Porto.pt. Retrieved 15 July 2019, from http://www.porto.pt/http://www.porto.pt/noticias/criancas-das-escolas-do-porto-ganham-habitos-de-leitura-na-aprendizagem-das-primeiras-letras
 
 
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Escolas a Ler+

Intervenção de António Costa e Silva: Presidente da Comissão Executiva da Partex Oil and Gas e Membro do Conselho de Curadores da Universidade de Aveiro.

Infelizmente não temos a possibilidade de disponibilizar a gravação integral desta comunicação. Aqui ficam os últimos 8 minutos, que sabem a pouco, mas que mostram bem a excelência da intervenção.

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Download | 2019

 

Desde o início do século XIX, a prática de leitura e escrita mudou devido aos avanços tecnológicos e às diferentes necessidades de comunicação que surgiram a partir de ambientes de novos media. O constante desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação facilita o consumo e a criação de produtos digitais e, além disso, favorece a participação e a colaboração. 

 

Da mesma forma, essas tecnologias promovem a interatividade nos ecossistemas digitais que constroem significados através da interação de diferentes elementos icónicos, verbais e sonoros. 

 

No ecossistema do livro, a mediação da tecnologia levou à emergência do dispositivo de leitura, o que, juntamente com o aparecimento da web e hipertexto, modificou processo  leitor e a tradição secular baseada no uso de papel.

 

O tempo que antes se dedicava a ler o jornal, ver televisão ou escutar a rádio hoje distribuiu-se, de maneira atomizada, entre o Twitter, o Facebook, o WhatsApp, livro impresso, eBooks, Podcasts, Instagram, Wattpad, YouTube....

 

Referência: Lectoescritura digital - Publicaciones - Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. (2019). Sede.educacion.gob.es. Retrieved 4 July 2019, from https://sede.educacion.gob.es/publiventa/d/22961/19/0

 

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2015 |

 

De acordo com um relatório do National Literacy Trust para a First News, a leitura da imprensa pode ter um impacto significativo nas competências de leitura e motivação das crianças.

 

Envolver-se em atividades de alfabetização em torno da leitura da imprensa pode ter um impacto significativo nas competências de leitura e motivação das crianças, de acordo com um relatório do National Literacy Trust para a First News .

 

No âmbito do desenvolvimento da pesquisa, foi avaliado nas escolas o impacto de um programa de leitura de imprensa (The First News Reading Package). O programa de atividades em torno das notícias atuais foi desenvolvido ao longo de oito semanas, e incluiu questionários de compreensão de leitura, testes e quebra-cabeças, concebidos com o objetivo de desenvolver o vocabulário dos participantes e despertar o seu interesse em ler a imprensa.

 

Para medir o impacto do desenvolvimento dessas atividades utilizou-se o New Group Reading Test, cujos resultados mostraram que as crianças participantes tiveram progresso significativo nas suas competências de leitura, bem como melhorias nos seus conhecimentos e nas suas competências dedutivas.

 

As pesquisas realizadas antes e depois do projeto mostraram como as suas atitudes em relação à leitura, em geral, e à leitura da imprensa, em particular, foram transformadas:

  • Houve aumento nas taxas de leitura no lazer, tanto na ficção (53% a 58%) como na não-ficção (40% a 48%).
  • A probabilidade de ler a imprensa no tempo de lazer duplicou (de 28% para 42%).
  • A percepção da leitura da imprensa como atividade interessante e divertida também aumentou (respetivamente de 58% para 74% e de 32% para 53%).
  • A participação no projeto também converteu os participantes em utilizadores das bibliotecas. O número de crianças que passou a ter um media favorito duplicou e a First News tornou-se a escolhida por 72% do total. Os jornais passaram da sexta para a terceira posição na sua lista de materiais de leitura para o tempo livre.

 

Pode aceder ao relatório completo neste link .

 

Fonte: National Literacy Trust.

 

Referência:

Article title: Motivar y aprender con la lectura de prensa
Website title: Elisa Yuste. Consultoría en cultura y lectura
URL: https://www.elisayuste.com/motivar-y-aprender-con-la-lectura-de-prensa/

 

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 Retransmisión en directo del 11 de junio

 Retransmisión en directo (sesión de tarde)

 Retransmisión en directo del 12 de junio

 Retransmisión en directo del 12 de junio (sesión de tarde)

 

¿Cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad? Esta es la propuesta del encuentro Leer Iberoamérica Lee 2019, que bajo el lema Las otras caras de la lectura se celebra en la Biblioteca Nacional de España, como parte de los eventos de la Feria del Libro de Madrid.

 

El encuentro, que pretende profundizar sobre cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad, contará con representantes de treinta y cinco de las iniciativas más relevantes de distintos países iberoamericanos (Argentina, Brasil, Colombia, Chile, España, México, Portugal…) quienes van a dialogar críticamente, compartir espacios, experiencias y propuestas.

 

La pregunta movilizadora del encuentro: ¿Qué significa formar lectores hoy?, se desarrolla en torno a cinco ejes: la participación de la sociedad civil, las políticas públicas de lectura, la formación de nuevos lectores, las nuevas virtualidades, los espacios colectivos y los encuentros de lectores.

 

Algunos de los temas abiertos al debate son la lectura en la primera infancia, el papel de la literatura, la lectura independiente, la lectura en situaciones de crisis, las nuevas ficciones digitales, los lectores en red, los retos y desafíos de las políticas públicas…

 

Entre las experiencias, estarán: las salas de lectura en México, las bibliotecas en Medellín, las bibliotecas comunitarias en Brasil, los clubs de lectura en Galicia, los proyectos participativos del Ayuntamiento de Madrid, los espacios de lectura en Portugal, la red de lectura pública en Chile, los proyectos comunitarios en Argentina, los laboratorios ciudadanos y la formación de lectores…

 

Este acto se organiza por el Laboratorio Emilia, JCastilho - Gestión & Proyectos, la Feria del Libro de Madrid y la Biblioteca Nacional de España; con la colaboración del Colectivo Álbum y el Clúster Fesabid, el CRIF Las acacias, Medialab Prado y la Residencia de Estudiantes. Además cuenta con el apoyo del Ayuntamiento de Madrid, el Ministerio de Cultura y Deporte, la Fundación Monte Madrid, la Fundación Santillana y el CERLALC.

 

Referência: España, B. (2019). Biblioteca Nacional de EspañaBne.es. Retrieved 13 June 2019, from http://www.bne.es/es/Actividades/2019/06-junio/leer-iberoamerica-2019.html

 

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Foto: Rafael Marchante

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário.

 

"Não abras este livro" e as aventuras de Harry Potter são alguns dos livros preferidos dos alunos do ensino básico e secundário que participaram numa eleição nacional em que estiveram 70 obras a votos.

 

"Não abras este livro" foi a obra com mais votos entre os alunos do 1.º ciclo, conseguindo o primeiro lugar com 13,9% dos 33.733 votos, graças à iniciativa "Miúdos a votos".

 

Este é o resultado da participação de mais de 15 mil alunos de cerca de 500 escolas de todo o país que fizeram parte da terceira edição da iniciativa, em que foram contabilizados 78.382 votos.

 

Os alunos mais novos foram os mais entusiastas, com 33.733 votos, segundo os dados disponibilizados pela organização que mostram que à medida que os alunos vão crescendo a adesão vai diminuindo.

 

No 2.º ciclo participaram 22.479 alunos, no 3.º ciclo foram 19.229 e, no ensino secundário, a iniciativa só conseguiu mobilizar a participação de 2.941 eleitores.As regras eram simples: As turmas escolhiam um livro a seu gosto, depois faziam campanha, tentavam angariar votantes e os que conseguiam ter 50 votos passavam a integrar a lista de finalistas.

 

Este ano foram a concurso 70 obras, através da iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares e a Visão Júnior, em parceria com outras entidades como o Plano Nacional de Leitura.Assim, os livros preferidos entre os mais novos são "Não abras este livro" (13,9%), "O Diário de um Banana" (13,5%), o "Cuquedo" (9,3%), "Tubarão na Banheira (8,9%) e "A girafa que comia estrelas" (7,4%).

 

No segundo ciclo, a "Avozinha Gansgster" foi a que angariou mais votos (16,2%), seguindo-se "Harry Potter e a Pedra Filosofal" (8%) e "Harry Potter e a câmara dos segredos" (7,3%).

 

Os livros de aventuras de J. K. Rowling também estão entre os preferidos dos alunos do 3.º ciclo que elegeram "Harry Potter e a Pedra Filosofal" como o melhor de todos, com 14,8% dos votos, seguindo-se dois livros que remetem para o tempo do holocausto: o "Diário de Anne Frank" (14,4%) e "O Rapaz do pijama às riscas" (12,6%).

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário, segundo a votação hoje divulgada que mostrou que 20% dos votantes o escolheram.

 

"A rapariga que roubava livros" e o "Diário de Anne Frank" foram as outras duas obras preferidas pelos mais velhos, com 16,2% e 14,1% dos votos, respetivamente.

 

O objetivo principal do "Miúdos a Votos" é escolher os livros preferidos, mas acaba por ser também uma forma de aproximar os mais novos dos métodos de eleição e processos democráticos, sublinhou o ministro da Educação em declarações à Lusa. Um objetivo sério que conta com a participação da Comissão Nacional de Eleições: A CNE está presente "para ajudar em todo o processo e para poder esclarecer as crianças que tenham dúvidas relativas ao processo de eleição", disse Tiago Brandão Rodrigues.

 

Além da "promoção da leitura e aproximação ao objetivo livro", é também uma forma de "aumentar a literacia para os métodos de eleição e processos democráticos", acrescentou o ministro, à margem do lançamento de um livro dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca.Os mais novos passam a "entender verdadeiramente os métodos de eleição e o que é isso de votar mas também para que servem as nossas eleições", acrescentou.

 

Portugal foi um dos países com as mais baixas taxas de participação nas eleições europeias, com uma taxa de abstenção próxima dos 70%.

 

As escolas têm vários projetos para promover uma cultura de cidadania e participação democrática desde as idades mais precoces, como é o caso do Orçamento Participativo das Escolas, em que os alunos podem apresentar uma ideia para melhorar a sua escola, ou a Voz do Aluno, em que os estudantes debatem internamente questões que os preocupam.

 

O ministro da Educação esteve hoje numa outra iniciativa que considerou ser também essencial neste processo: A apresentação do livro "Opiniões de Segunda", com os artigos de opinião dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca escritos durante o ano letivo.

 

Trata-se de um "exercício de cidadania e de debate plural, potenciando o espírito crítico, a capacidade argumentativa e a expressão escrita", sublinhou em declarações à Lusa.

 

Neste caso, a iniciativa partiu da Associação de Estudantes da escola e a receita da venda do livro reverterá a favor da organização não governamental Helpo, que promove projetos educativos em Moçambique.

Lusa

 

Referência: Quais são os livros preferidos dos alunos portugueses?SIC Notícias. Retrieved 2 June 2019, from https://sicnoticias.pt/cultura/2019-05-31-Quais-sao-os-livros-preferidos-dos-alunos-portugueses-

 

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Oiça aqui a comunicação:

Dois estudos sobre leituras juvenis (2004/2013)

Objetivos dos dois estudos:

  • Mapear as práticas de leitura de livros impressos e os objetos dessas leituras.
  • Medir a proporção entre leituras escolares / leituras livres.
  • Situar as práticas de leitura entre as atividades de tempos livres.
  • Conhecer as formas de leitura em ambiente digital bem como as formas de leitura de imprensa clássica.
  • Conhecer as representações e os juízos sobre a prática leitora.
  • Compreender as fraturas nessas práticas: sexo, idade, habitat, capital escolar das famílias; orientação para os estudos, contacto precoce com a leitura, estimulação familiar.
  • Entender a importância das redes de pares e de outros agentes na promoção da leitura.
  • Caraterizar os padrões e finalidades de uso das bibliotecas municipais e escolares.
  • Avaliar a possibilidade de formação de uma classe leitora juvenil.
  • Estabelecer para os vários planos analisados um perspetiva evolutiva.
 
 
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A McDonald’s Portugal, em parceria com o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e o Expresso, apresentam o inquérito “O que leem os nossos filhos” – uma sondagem conduzida pela Growth from Knowledge (GFK) que analisa os hábitos de leitura das famílias portuguesas, com crianças e jovens entre os 5 e os 15 anos. 

 

Referência: 2027, P. (2019). Plano Nacional de Leitura 2027Pnl2027.gov.pt. Retrieved 28 May 2019, from http://pnl2027.gov.pt/np4/habitosdeleitura.html

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Programa | Flyer |

 

16 de Maio de 2019 Casa das Artes / Biblioteca Municipal Tomás de Figueiredo Arcos de Valdevez.

Inscrições em: www.cenfipe.edu.pt/

 

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