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Resumo

Em linha com o termo náutico, este Roteiro aponta percursos, indica etapas e salienta as principais mudanças da língua, possibilitando a posterior exploração autónoma de tópicos menos desenvolvidos ou daqueles que, em virtude da finalidade da obra, não foram contemplados.

 

“[…] a história da língua portuguesa, enquanto património, interessará a um público alargado, incluindo estudantes de Linguística, mas também profissionais e investigadores de várias áreas – historiadores, sociólogos, antropólogos, jornalistas, profissionais das indústrias da cultura, cientistas de diversos domínios – e bem assim a quantos, simplesmente, tenham curiosidade a respeito da história de um dos idiomas mais falados no mundo.

 

Referência: Informática, U. (2018). Roteiro de História da Língua Portuguesa / Livros / Publicações et al. / Investigação / unesco - Cátedra UNESCOCatedra.uevora.pt. Retrieved 15 October 2018, from http://www.catedra.uevora.pt/unesco/index.php/unesco_pt/Investigacao/Publicacoes/Books/Roteiro-de-Historia-da-Lingua-Portuguesa

 

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 Ler na fonte- DN | por Maria João Caetano

 

Em Cabo Verde não se pode usar a expressão "pitada de sal". No Brasil ninguém sabe o que é um autoclismo. Mas todos nos entendemos. Hoje é dia da Língua Portuguesa, que é falada por mais de 260 milhões de pessoas

 

"Eu pergunto se ele vai de terno, ele me diz que não vai de fato. Eu uso calcinhas, que ele diz que são cuecas, ele usa boxers, que eu digo que são cuecas." Parece caricatura mas não é. "Eu digo para de frescura e ele me diz não me venhas com fitas. Eu digo que ele não sabe porra nenhuma, ele diz que eu não sei a ponta de um corno." Os problemas de comunicação da brasileira Ruth e do seu marido, o português Filipe, foram o tema da crónica semanal que ela assina no Estadão, no passado dia 22 de abril. O título era: "Eu digo "Brasiu", ele diz "Purtugal"". E nela Ruth Manus elencava os vários equívocos provocados pelas diferentes línguas que eles usam, apesar de ambos falarem a mesma língua portuguesa.

 

"É tudo verdade", garante Ruth Manus, advogada e escritora de 29 anos que vive em Portugal desde 2015. "Às vezes, eu pergunto uma vez, duas vezes, três vezes e continuo sem entender o que ele ou outra pessoa dizem e então simplesmente desisto." Porque é que isto acontece? "Com o vocabulário eu já estou mais ou menos familiarizada, leio muito, os jornais, os livros. Mas para mim a dificuldade é mesmo a rapidez com que as pessoas falam e a maneira como falam, para dentro. Parece que é outra língua. Às vezes, penso que seria mais fácil falar em inglês, talvez porque eu desde logo presumisse que não fosse entender."

(...)

 

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Caetano, M.

Referência: Caetano, M. (2018). ▶ Vídeo: CPLP - Quantas línguas cabem na língua portuguesa? DN. Retrieved 5 May 2018, from https://www.dn.pt/artes/interior/quantas-linguas-cabem-na-lingua-portuguesa-9309937.html

 

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Visto no Facebook da SIC Notícias.

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Clássicos em rede é um programa de atividades para alunos dos ensinos básico e secundário, com o objetivo de aumentar os seus conhecimentos sobre a Cultura Clássica e, sobretudo, levá-los a descobrir a sua presença na atualidade: na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário coletivo, no ideário que está na base das nossas sociedades e em tantas outras áreas.

 

Este programa é desenvolvido, em parceria, pela Rede de Bibliotecas Escolares, pelo Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CEC-FLUL) e pelas autoras do projeto Olimpvs.net.

 

O projeto desenvolve-se em três linhas de atividade:

 

Olimpíadas

           
Reucursos
Brevemente
            Sessões de exploração

 

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O portal RTP Ensina partilha o desafio dos professores na educação e formação de alunos. Na preparação do ano escolar, disponibiliza artigos que apoiam o trabalho dos professores e acrescentam interesse às matérias curriculares.

 

 

Dispondo de um acervo único, que resulta de oitenta anos de produção de programas de televisão e de rádio, a RTP oferece às escolas a possibilidade de consultarem entrevistas únicas, séries documentais ou pequenas rubricas específicas sobre a língua portuguesa .

 

Nesta área do Português, apresenta programas como Grandes Livros, Palavras Ditas ou Cuidado com a Língua!. E ainda escritores que em discurso direto falam dos seus livros e do processo criativo. São muitos que aqui têm biografia feita: José Saramago, Agustina, Lídia Jorge, e outros lusófonos, entre os quais Clarice Lispector, Pepetela ou Agualusa.

 

Para melhor consultar estas matérias, basta escolher o tema na lista abaixo. Alternativamente pode sempre utilizar a caixa de pesquisa livreno topo da página Ensina RTP à direita.

 Texto replicado da fonte com pequenas alterações.

 

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A Presidente do Camões, I.P., Ana Paula Laborinho, fala da progressiva afirmação do nosso idioma em todos os continentes, dos avanços no seu ensino, da ação e dos projetos do Instituto da Cooperação e da Língua que lidera há oito anos.

 

Leia aqui a entrevista publicada pelo Jornal de Letras na edição de 30 de agosto a 12 de setembro de 2017. Direitos reservados do Jornal de Letras.

 

Fonte.

 

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Download | Porto, 2010 | Fonte 


«Organizado pelo Centro de Linguística da Universidade do Porto e pela Secção de Linguística do Departamento de Estudos Portugueses e Estudos Românicos da Faculdade de Letras da mesma Universidade, nos dias 22, 23 e 24 de Outubro de 2008.

O encontro tinha um duplo objectivo: por um lado, reunir investigadores nas áreas da Linguística e da Língua Portuguesas cujo trabalho se centrasse na reflexão gramatical, tanto do ponto de vista teórico como aplicado, assim como estudiosos da história das ideias gramaticais; por outro lado, homenagear Simão Cardoso, que, ao longo de 25 anos, prestou serviço na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e no Centro de Linguística da mesma Universidade e que foi autor, entre outros textos, da Historiografia Gramatical (1500-1920), uma obra que constitui um elemento precioso de trabalho para linguistas e gramáticos.

 

Como prova da amizade e do reconhecimento dos seus colegas e amigos, o primeiro dia de trabalhos do Colóquio foi-lhe dedicado e também a exposição de gramáticas organizada pela Dra. Isabel Leite e pela Prof. Dra. Fátima Silva; a exposição permitiu ver algumas “preciosidades” que fazem parte do Fundo Primitivo da Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo constituído uma ocasião única para acompanhar esse largo percurso que a Gramática, na sua diversidade, tem apresentado, um caminho da “arte” à ciência e que o Simão Cardoso tão bem soube estudar e apreciar. (...)»

 

 (visto no Facebook)

 

FICHA TÉCNICA:

Titulo: Gramática: História, Teorias, Aplicações
Organização: Ana Maria Brito
Edição: Fundação Universidade do Porto – Faculdade de Letras

ISBN: 978-972-8932-56-5
Dep. Legal: 308915/10
Execução gráfica: Tipografia Nunes Lda-Maia

 

ÍNDICE

  • Da “arte” à ciência: o caminho da Gramática - Ana Maria Brito 
  • Mudam-se os tempos, muda-se a gramática - Inês Silva Duarte
  • A consciência da dimensão imperial da Língua na produção linguístico-gramatical portuguesa - Clarinda Azevedo Maia
  • O espaço da fonologia nas descrições gramaticais - Maria Helena Mira Mateus
  • Linguagem ao longo da vida. Que implicações de que gramática em que momento? - Maria da Graça Lisboa Castro Pinto
  • La theorie Sens ↔ Texte : histoire, théorie et applications - Françoise Bacquelaine
  • O uso de conectores argumentativos num corpus de gramáticos quinhentistas - Clara Araújo Barros
  • Formas de tratamento: item gramatical no ensino do Português Língua Materna - Isabel Margarida Duarte
  • Aspectos da teoria verbal na Grammatica ingleza para uso dos Portuguezes de José Urcullu (Porto 1848)
  • Sónia Duarte Itinerário pelo ensino e aprendizagem da língua - Sónia Duarte
  • Em torno da gramática - Olívia Figueiredo
  • ‘Desagravo’ da gramática portuguesa (1820-1824) – Contribuições para uma historiografia das polémicas gramaticais em Portugal - Filomena Gonçalves 
  • Gramática: produzir significados na escrita - Carlos Gouveia
  •  Emergente: uma leitura - Ana Martins
  • Significado, Contexto e Gramática - Pedro Santos
  • Gramática Cognitiva: estruturação conceptual, arquitectura e aplicações - Augusto Soares da Silva, Hanna Battoreo Coerência_39 para Coesão**: Qual é o nosso papel no género chat? - Claúdia Silva
  • A Pedagogia dos Discursos e o Laboratório Gramatical no ensino da gramática. Uma proposta de articulação - Purificação Silvano, Sónia Rodrigues 

 

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 Observador | por Carlos Maria Bobone

 

A história dos acordos (e desacordos) ortográficos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

 

 

 

  1. O que se escreve e o que se devia escrever
  2. Escrever como se diz
  3. Serão os “cavalos” “cadeiras”?

 

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?

 

A tarefa complica-se ainda mais no caso da escrita: já não é apenas um som que corresponde a um objecto, mas um traço, que corresponde a um som, que corresponde a um objecto. Acresce a isto que, para serem compreendidos, os traços têm de ser limitados. Isto é: o assentimento do traço que corresponde ao som tem de ser comum, tem de ter regra. Por outro lado, para que os sons tenham significado, têm de ter certas especificidades maiores do que eles. O som de cozer e coser pode ser igual, mas a escrita deve ser diferente para indicar significados diferentes. Temos, assim, um número limitado de letras, menor do que o número de sons a que têm de corresponder, e ao mesmo tempo sons iguais a que têm de corresponder letras diferentes. (...)

 

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Vídeo informativo para introduzir o português como segunda língua no secundário e no bacharelato galegos.

Publicado a 26/04/2016

Edição e imagem: Carlos Mendes Pereira

Guião e apresentação: Olívia Pena

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De origem incerta, o ponto de exclamação é marcado pelas muitas utilidades, pouca frequência nos textos formais e visto como sinal de simpatia nas mensagens virtuais.

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