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O Observatório da Imprensa abriga um extenso acervo de 22 anos de crítica de mídia no Brasil a partir do gesto inaugural do jornalista Alberto Dines que, em parceria com o então reitor da Unicamp Carlos Vogt, deu origem a criação de um espaço autônomo e plural de crítica do jornalismo. Na mesma Universidade onde o projeto do Observatório nasceu junto ao Labjor – Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo- foi lançada, na semana passada, a compilação “Observatório da Imprensa – Uma antologia de Crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018”, organizada pelos jornalistas Pedro Varoni e Lucy Oliveira e publicada em formato e-book pela editora Casa da Árvore. O lançamento fez parte do Simpósio do Projor – Instituto para o desenvolvimento do jornalismo durante o 5º Encontro de Divulgação de Ciência e Cultura.
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O Observatório da Imprensa foi criado na internet em 1996 para expandir-se gradativamente às outras mídias, convidando as pessoas a engajarem-se num fórum de ideias nitidamente progressistas, mas com um caráter apartidário e pluralista, a fim de combater a intolerância. Esse conteúdo resulta de um projeto editorial inovador e pioneiro em relação à crítica de mídia no Brasil.
A antologia constitui um documento de pesquisa para todos os interessados nas regularidades e mutações das relações entre jornalismo e poder no período que vai dos últimos anos do século passado a esse final da segunda década do século XXI.
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"Falar de Memória" é um programa transmitido na Rádio Macau da autoria de Hugo Pinto e a participação do jornalista e investigador João Guedes. Semanalmente, revisitam o passado de Macau através das histórias que têm como protagonistas personagens e lugares que ainda perduram na memória.
(Texto retirado do blogue com ligeiras alterações).
Oiça os programas aqui.
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No quadriénio em que se comemora o centenário da 1.ª Guerra Mundial, o novo Workshop do Media Lab vai desafiar os alunos a serem “Repórteres de Guerra” através da análise de um dossier temático previamente preparado, em colaboração com a Associação dos Professores de História, com conteúdos de media e testemunhos da época.
Alunos do 5.º ao 12.º ano poderão fazer a 1.ª página de Jornal ou um Suplemento de 4 páginas, no qual perceberão como os conteúdos de História são transversais aos temas do dia-a-dia, nomeadamente nas secções de Sociedade, Cultura, Economia, Desporto, Politica e Internacional.
O Media Lab conta consigo e com os seus alunos, a partir do 3º período, para o novo desafio Repórteres de Guerra: um Olhar sobre a I Guerra Mundial”. As inscrições podem ser feitas aqui >>.
Esclarecimentos:
Email: medialabdn@dn
Telefone: 210.997.026
O jornal Público celebra hoje 25 anos de existência com uma edição especial sobre o tempo -
o tempo do Universo, o tempo do jornalismo, o tempo do ócio, o tempo para pensar.
Dirigida por João Magueijo, esta edição do Público é oferecida gratuitamente nas bancas a todos os leitores.
O programa de comemoração dos 25 anos inclui, ainda, um conjunto de iniciativas que se prolongam até 2016 e que começa por uma conferência no Centro Cultural de Belém, hoje, pelas 18h30. Intitulada “Conversa sobre o Tempo” e de entrada livre, a conferência terá como oradores o físico João Magueijo, a cosmóloga Marina Cortês, o historiador Diogo Ramada Curto, o crítico de arte Alexandre Melo e o filósofo Nuno Nabais.
Maria José Brites, professora da Universidade Lusófona e investigadora na área dos media e da literacia mediática, coordenadora do RadioActive Portugal, publicou um estudo que tenta compreender o perfil dos jovens portugueses relativamente ao consumo de notícias e à participação cidadã através do jornalismo. Com o título Jovens e culturas cívicas, o estudo está disponível, desde 29 de janeiro, em formato PDF, e terá brevemente versão para impressão e versão ePub.
A Comissão Nacional da Unesco e o Gabinete para os Meios de Comunicação Social vão realizar a cerimónia de divulgação e entrega dos Prémios de Jornalismo “Direitos Humanos & Integração” no próximo dia 25 de setembro, pelas 18h00, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, Praça dos Restauradores, em Lisboa. Os vencedores saírão da lista de nomeados selecionados pelo júri desta 9ª edição do Prémio, composto por Guilherme d’Oliveira Martins, Catarina Duff Burnay e Paula Moura Pinheiro.
O programa da cerimónia integrará um momento musical. A entrada é livre.
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Com 103 anos feitos há dias (31 de agosto) Manuela de Azevedo foi a primeira mulher portuguesa com carteira profissional de jornalista. A esta atividade aliou, desde cedo, a de escritora e poetisa, tendo publicado o seu primeiro livro de poemas - Claridade, com prefácio de Aquilino Ribeiro - em 1935. Nasceu em Lisboa mas foi ainda menina para Mangualde e frequentou o Liceu de Viseu. Estudiosa de Camões, sobre o qual também escreveu, fundou a Associação que instalou a Casa-Memória de Camões em Constância.
O Museu Nacional da Imprensa, no Porto, tem promovido diversas iniciativas de divulgação da obra e vida de Manuela de Azevedo que ainda é senhora para se deslocar às bibliotecas escolares e captar a atenção dos jovens com as inúmeras histórias, recheadas de humor, que a sua longa memória conserva.
Assinalamos o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, 3 de maio, que se celebra anualmente sob patrocínio da UNESCO, divulgando o artigo 19 da Agenda Pós-2015 do Global Forum for Media Development. Este artigo, subscrito por organizações de todo o mundo, defende que o acesso à informação e meios de comunicação independentes são essenciais para o desenvolvimento:
"O desenvolvimento humano nas próximas décadas dependerá do acesso que as pessoas têm à informação. Novas mídias e tecnologias inovadoras estão possibilitando grandes avanços econômicos, políticos e sociais. Acreditamos que a liberdade de expressão e o acesso a meios de comunicação independentes são essenciais para o desenvolvimento econômico e democrático. A liberdade de expressão e os meios de comunicação são instrumentos para alavancar o desenvolvimento humano e são fins em si mesmos. Portanto, nós, abaixo-assinados, requeremos que o Grupo de Trabalho Aberto incorpore integralmente as recomendações sobre governança constantes no relatório do Painel de Alto Nível de Pessoas Eminentes (A Nova Parceria Global: Erradicar a Pobreza e Transformar Economias através do Desenvolvimento Sustentável) aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos para a Agenda Pós-2015, especialmente as recomendações de:
• Estabelecer um objetivo específico de "garantir a boa governança e instituições eficazes"
• Incluir como componentes desse objetivo uma cláusula para "garantir que as pessoas desfrutem de liberdade de expressão, de associação e de manifestação pacífica, bem como de acesso a meios de comunicação e a informações independentes" e para "garantir o direito à informação e o acesso a dados governamentais por parte do público"
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