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O jornal Público celebra hoje 25 anos de existência com uma edição especial sobre o tempo -

o tempo do Universo, o tempo do jornalismo, o tempo do ócio, o tempo para pensar.

 

Dirigida por João Magueijo, esta edição do Público é oferecida gratuitamente nas bancas a todos os leitores.

O programa de comemoração dos 25 anos inclui, ainda, um conjunto de iniciativas que se prolongam até 2016 e que começa por uma conferência no Centro Cultural de Belém, hoje, pelas 18h30. Intitulada  “Conversa sobre o Tempo” e de entrada livre, a conferência terá como oradores o físico João Magueijo, a cosmóloga Marina Cortês, o historiador Diogo Ramada Curto, o crítico de arte Alexandre Melo e o filósofo Nuno Nabais.

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O Diário de Notícias de hoje merece-nos uma especial referência pois inicia as celebrações dos 150 anos do jornal: "De 1 de Agosto de 2014 até 30 de Maio de 2015 o Diário de Notícias promove um conjunto de publicações e iniciativas públicas que assinalam o aniversário do jornal, fundado em 29 de Dezembro de 1864, relembrando grandes memórias do passado e perspetivando grandes sonhos para o futuro."

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Imagem: DN







O Diário de Notícias celebrou, ontem, a provecta idade de 149 anos. Zeinal Bava, o presidente da PT- Portugal que tem acumulado prémios nacionais e internacionais nas áreas da gestão e das telecomunicações, foi o convidado para dirigir a edição especial de aniversário do jornal.  

Reproduzimos alguns excertos do editorial que escreveu:

«Vivemos na era da informação, e qualquer consulta na internet, rápida ou mais demorada, sobre o tema "educação" devolve-nos um conjunto significativo de resultados: os indicadores da educação, as tendências na educação, as modas na educação, a educação país a país, a tecnologia e a educação. A educação e o futuro. Toda esta informação é prova material da importância de que a educação ganhou num mundo à procura de mais talento, de um novo roteiro, de um novo sentido. (...)

A informação está em toda a parte, multiplica-se, transforma-se. A informação ficou próxima, mesmo a que está distante ou que era inacessível. E, sobretudo, a natureza da informação mudou. Porque é colaborativa, porque está em rede, porque nunca, em nenhum outro momento da história, tantos tiveram acesso a tantos dados. É suficiente para falarmos de uma verdadeira sociedade de conhecimento? De forma alguma. A informação - seja ela um manual escolar, um tratado da história, um videojogo ou um novo clip de música - é matéria-prima. A informação em bruto, aquela que todos os dias invade os timelines das redes sociais, é altamente distrativa. Essa distração pode simplesmente comprometer o seu potencial. Ou, se bem utilizada, transforma-se num potencial de desenvolvimento individual e coletivo como nunca assistimos na história da humanidade.» (...)

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Hoje, no Diário de Notícias.

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A partir de quinta-feira, dia 22, o PÚBLICO passa a oferecer aos seus leitores um novo projecto editorial. O P3 é um site informativo que será produzido por uma equipa mista de jornalistas do PÚBLICO e de profissionais de sites universitários, dirigido a jovens utilizadores, tantas vezes afastados das versões impressas dos jornais e que apenas consomem as notícias que lhes são recomendadas nas redes sociais.
(...)
São três as secções do P3: Cultura, Actualidade e Vícios. A Cultura vive de forma autónoma e nela há espaço para o mp3, os Palcos, os Livros, o Design ou a Arquitectura. Na Actualidade coexistem os temas clássicos do Desporto, Economia ou Educação, de acordo com o ângulo de abordagem mais apropriado ao nosso público-alvo. A secção Vícios é uma espécie de suplemento, na qual serão destacados temas como a tecnologia, a moda ou as séries.
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Os números do  Diário de Lisboa, de Abril a Junho de 1925, já se encontram digitalizados e acessíveis online na Hemeroteca de Lisboa. Aqui >>

O Diário de Lisboa, fundado pelo banqueiro António Vieira Pinto a 7 de Abril de 1921, foi dirigido por Joaquim Manso até 1956, por Norberto Lopes até 1967, por Ruella Ramos até 1989, por Mário Mesquita até Setembro de 1990 e novamente por Ruela Ramos até 30 de Novembro de 1990, data do último numero do vespertino. Trata-se, portanto, uma fonte da maior importância para o estudo e conhecimento do Portugal contemporâneo, conforme lemos na última Newsletter da BLX (nº 69).

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Continua patente na Hemeroteca de Lisboa até ao próximo dia 20 de Março, a exposição Periódicos Lisboetas na Colecção da Hemeroteca Municipal (Séculos XVIII – XX).

Esta mostra reúne alguns dos títulos de jornais e revistas lisboetas mais importantes existentes na colecção da Hemeroteca Municipal de Lisboa, com informação detalhada sobre a vida de cada um deles. (...) As “espécies” expostas constituem fontes da maior importância para o conhecimento e estudo da cidade de Lisboa.


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RBE


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