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Bando do Bosque é o nome da campanha que o Pingo Doce lançou com o apoio do Plano Nacional de Leitura 2027. A iniciativa, dirigida aos mais jovens, tem como foco um livro de que fazem parte seis personagens de peluche.
Esta campanha está associada à promoção de hábitos de leitura na infância, da responsabilidade social do Pingo Doce, no âmbito da qual se enquadra o apoio do Plano Nacional de Leitura 2027.
O Bando do Bosque gosta de se reunir debaixo de uma velha árvore. É na sua sombra que encontramos um grupo de amigos muito especial, sempre pronto para aventuras inesperadas.
Quem os seguir, nunca ficará aborrecido.
Queres conhecer o Bando do Bosque? Pede aos teus pais para te lerem este livro na hora de ires para a cama e diverte-te com as suas histórias e ilustrações de encantar.
por Vinícius de Oliveira (PORVIR)
Pesquisas recentes mostram que os primeiros anos da vida escolar são responsáveis por formar os alicerces para o desenvolvimento de competências, do bem-estar e da aprendizagem. Até agora, o esforço de países tem sido direcionado à abertura de novas vagas na educação infantil, mas de acordo com o estudo “Starting Strong 2017″, recém-divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), é preciso dar um próximo passo a mais e incluir medidas que melhorem as condições de trabalho de professores, a equidade no acesso e o uso de metodologias inovadoras.
Os benefícios vão além da aprendizagem. Uma educação de qualidade nesta etapa de ensino, segundo a entidade, pode ser benéfico a ponto de aumentar a participação de mulheres no mercado de trabalho, fator que tem forte correlação com altas taxas de matrícula durante a educação infantil, particularmente para mães com filhos com menos de 3 anos. Em países com alta taxa de participação feminina no mercado de trabalho (acima de 70% das mulheres entre 15 e 64 anos), como Dinamarca, Luxemburgo, Holanda, Portugal, Eslovênia, e Suíça, a proporção de crianças que frequentam um centro formal de educação infantil também é mais alta. Os dados também mostram que existe uma relação entre a taxa de matrícula para meninos com 3 anos, em 2005, e um menor número de casos de obesidade infantil quando eles alcançaram 11 anos, em 2014.
O estudo também reúne dados sobre a carreira do professor. Na educação infantil, as exigências de qualificação têm aumentado, entretanto, os salários continuam menores do que os de professores dos níveis superiores – na média, equivale a 74%. O documento ressalta que essa é só uma parte da equação para melhorar a educação infantil. “Para atrair os melhores candidatos à sala de aula, os países precisam oferecer pagamento adequado, o que é uma evidência que a profissão é valorizada pela sociedade, mas também proporcionar um ambiente em que esses profissionais têm autonomia e papel ativo no desenvolvimento escolar”, diz o texto.
Nos países que integram a organização, o investimento para esta etapa de ensino atinge em média 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto). O Brasil está perto desses números. Segundo dados de 2014 divulgados pelo MEC (Ministério da Educação), o investimento público direto foi de 0,7%. Mas o dinheiro não é sinal de qualidade.
Segundo o diretor da OCDE Andreas Schleicher, para que as crianças consigam ter uma boa transição para os primeiros anos do fundamental, é preciso que os sistemas tenham o aluno no centro, ofereçam formação e chances de colaboração para os profissionais e um currículo devidamente alinhado com objetivos de aprendizagem.
Diante deste cenário, o documento faz ainda algumas recomendações:
– Salários mais altos e melhores condições de trabalho poderiam atrair ou ajudar na retenção de profissionais mais jovens. Somente 25% dos professores que estão na educação infantil têm menos de 30 anos em países como Áustria, Coreia do Sul, Japão, Nova Zelândia, Turquia e Reino Unido.
– Educação infantil de qualidade traz mais benefícios a crianças de baixo nível socioeconômico, especialmente por oferecer a base para um aprendizado bem-sucedido ao longo da vida e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.
– O engajamento familiar é fundamental: ajudar as crianças a aprenderem enquanto estão em casa e ter maior contato com a equipe escolar são fatores associados ao sucesso acadêmico no futuro e também ao desenvolvimento socioemocional.
– O investimento público é importante para a sustentabilidade e equidade. Sem ele, existe a possibilidade de falta de bons programas, desigualdade no acesso e a segregação de crianças dependendo de sua renda.
– Entender as dificuldades de uma criança para evitar lacunas de aprendizado ainda na educação infantil pode trazer benefícios no longo prazo.
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O projeto Incluir Brincando é uma iniciativa da Vila Sésamo e do Fundo das Nações Unidas para a Infância - UNICEF, que procura contribuir para a garantia do direito a brincar de todas as crianças, respeitando os ritmos e a individualidade de cada uma.
Neste guia do brincar inclusivo, encontra sugestões de brinquedos, brincadeiras e jogos que permitem a participação de todas as crianças.
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