Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



franca.png

 Download | Maio 2018 

 

 
 

Referência: Plan national pour un numérique inclusif | Mission Société Numérique. (2018). Mission Société Numérique. Retrieved 13 September 2018, from https://societenumerique.gouv.fr/plannational/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

inclusao.png

 Download |

 

Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, (versão inglesa),  que estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão de todos e de cada um dos alunos, a DGE edita o Manual de Apoio à Prática cuja finalidade é a de apoiar os profissionais na implementação do novo regime jurídico da educação inclusiva, assim como apoiar os pais/encarregados de educação na sua colaboração com a escola.

 

ler mais >>

 

Referência: Educação Inclusiva: Decreto-Lei n.º 54/2018 e Manual de Apoio à Prática | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 18 August 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-inclusiva-decreto-lei-no-542018-e-manual-de-apoio-pratica

Autoria e outros dados (tags, etc)

livros_digitais.png

 Download |

 

Introducción

La presente publicación, escrita colectivamente entre muchas miradas, es una invitación a reflexionar acerca de los desafíos y oportunidades que surgen de las prácticas digitales por parte de las nuevas generaciones.

 

Se gesta a partir del trabajo colaborativo entre el Centro de Estudios Fundación Ceibal (Uruguay), la red Digitally Connected integrada por el Berkman Klein Center de la Universi- dad de Harvard y Unicef (Estados Unidos), el Instituto de Comunicación e Imagen de la Universidad de Chile (Chile), la Facultad de Información y Comunicación de la Universidad de la República (Uruguay) y el Grupo de Estudios en internet, Comercio electrónico, Telecomunicaciones e Informática (GECTI) de la Universidad de Los Andes (Colombia).

 

El proyecto nace hace más de un año y medio cuando el equipo editorial se propuso construir un libro que sirviera como espacio de diálogo y material de apoyo al público interesado en las prácticas digitales de niños, niñas, adolescentes y jóvenes. Nuestra idea era elaborar un texto que fuese accesible, de fácil lectura y que representara las múltiples voces del contexto latinoamericano.

 

Establecimos que el eje central de la publicación debía ser la inclusión social. La heterogeneidad socioeconómica y la riqueza cultural y geográfica que caracteriza nuestro continente podía permitirnos reunir diversas prácticas, estrategias e iniciativas para explorar nuevas formas de inclusión social.

(...)

 

Confiamos en que el libro constituirá un insumo para la reflexión y el conocimiento acerca del rol que ocupan las nuevas gene- raciones en la sociedad actual. De este mismo modo invitamos a la difusión y promoción de las iniciativas con el objetivo de continuar activando procesos de inclusión social mediada por tecnologías di- gitales en un continente que queremos ver cada día más conectado.

 

Referência: Cobo, C; Cortesi, S; Brossi, L; Doccetti, S; Lombana, A; Remolina, N; Winocur, R, y Zucchetti, A. (Eds.). (2018). Jóvenes, transformación digital y formas de inclusión en América Latina. Montevideo, Uruguay: Penguin Random House.

Autoria e outros dados (tags, etc)

jne.png

 Portal da dislexiaJNE

 

Foi publicado pelo Júri Nacional de Exames (JNE) o Guia para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames – JNE/2018 que contempla as normas para aplicação de condições especiais na realização de Provas de Aferição (2ª ano, 5º ano e 8º anos), Provas Finais (9º ano) e Exames Finais (11º e 12º anos) dos alunos com Necessidade Educativas Especiais para o ano de 2018.

 

Este Guia inclui a descrição das condições especiais nas Provas e Exames Nacionais que podem ser aplicadas aos alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008 (Educação Especial: cegueira, baixa visão, surdez, Perturbação do Espectro do Autismo, incapacidades intelectuais, Dislexia, Perturbação de Hiperatividade / Défice de Atenção, etc.), com Problemas de Saúde ou Incapacidades Físicas Temporárias.(...)

 

Ler mais >>

 

Moura, O.

Moura, O. (2018). Condições especiais na realização de Provas e Exames dos alunos com Dislexia e outras NEE – 2018Portal da Dislexia. Retrieved 28 February 2018, from https://dislexia.pt/blog/condicoes-especiais-na-realizacao-de-provas-e-exames-dos-alunos-com-dislexia-e-outras-nee-2018/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

biblioteca.png

 

No dia 20 de fevereiro foi apresentado na Galiza (Santiago de Compostela) o nosso projeto "Dilfícil Leitura". Nosso: das professoras de ensino especial, da professora bibliotecária, das auxiliares de educação, dos Pais, da Biblioteca Municipal, da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), da Laredo, do Agrupamento de Escolas S. Gonçalo....

 

A apresentação decorreu nas jornadas formativas da Rede de Bibliotecas Escolares da Galiza, na Escola Galega de Administación Pública em Santiago de Compostela onde foi partilhado o trabalho de mediação do livro e da leitura que tem vindo  a ser feito junto de alunos com necessidades educativas especiais, através da Laredo Associação Cultural.

 

Este encontro formativo acontece no seguimento da intervenção/projeto Dilfícil Leitura apresentado no Folio/Educa (Óbidos/Portugal) a convite da Curadora Maria José Vitorino (Professora Bibliotecária).

 

Na realidade, tudo começou há 3 anos por iniciativa de Goretti Cascalheira, Biblioteca Municipal de Torres Vedras, lançando as Oficinas improváveis que têm percorrido as bibliotecas escolares do concelho promovendo a leitura inclusiva e a acessibilidade aos livros.

 

Trata-se de um projeto que decorreu durante 2 meses intensos numa biblioteca escolar rural (no meio das vinhas) no Centro Escolar da Ventosa (Torres Vedras) e envolveu crianças com necessidades educativas especiais, maioritariamente do perfil autista (severo), crianças das diferentes turmas que se constituíram em tandem para desenvolverem leitura a par  e mediação leitora, 1 professora bibliotecária (figura central em todo o processo), 3 professores de ensino especial e 3 auxiliares de educação e Miguel Horta, mediador da leitura no contexto das necessidades educativas especiais.

 

Este projeto decorreu com grande envolvimento da Rede de Bibliotecas Escolares e da Laredo Associação Cultural e do Agrupamento de escolas de S. Gonçalo (Torres Vedras). O trabalho foi desenvolvido em laboratório, na biblioteca escolar onde foram criadas as condições para o seu desenvolvimento.

 

Apresentámos um conjunto de livros que foram testados pelas crianças e adultos. Um dos objetivos do projeto, para além da pesquisa pedagógica, foi retirar as unidades de ensino especial (multideficiência e autismo) do isolamento que vivem na escola. Por outro lado, interessava-nos clarificar a diferença entre acessibilidade e inclusão, e foi nesse ponto de vista que também pensámos os livros, permitindo a fruição, tanto pela criança autista, quer pelo seu par. Importava mostrar que a biblioteca é um lugar onde cabe toda a gente e que as metodologias não-formais usadas na “casa dos livros” tinham um efeito positivo sobre as crianças, propondo um caminho mais aberto, diverso das práticas correntes do ensino especial no nosso país.

 

Os professores de ensino especial desta escola de Torres Vedras abraçaram o projeto, tratando de adaptar alguns livros a objetivos específicos da aprendizagem da leitura funcional e não só, com assinalável sucesso, relembrando que o livro é uma ferramenta sobre a qual se podem inventar mil e uma formas de mediar, de acordo com o perfil específico dos alunos. Durante o projeto foram desenvolvidos alguns materiais auxiliares ao momento da leitura que pretendem captar o foco e a perceção das crianças mais dispersas.

 

Também valorizámos o empréstimo domiciliário no contexto da sala de ensino especial, mesmo sabendo que algumas das nossas crianças poderiam danificar os livros.

 

Outra decisão deste projeto, foi valorizar o papel das auxiliares de educação, referentes sólidos das crianças especiais (autismo e multideficiência) no interior da escola, como mediadoras de leitura especializada, a par dos docentes e do mediador da leitura.

 

A ida ao Folio/Educa (Festival Internacional de Literatura de Óbidos) foi o ponto alto do nosso projeto – durante um dia, alunos em tandem, auxiliares de educação, professores de ensino especial e o mediador de serviço, partilharam com grupos visitantes (alunos e professores) os livros e a metodologia desenvolvida na escola da Ventosa. Este projeto envolveu toda a comunidade escolar, com especial destaque para os Pais que confiaram na nossa aventura, e aponta um caminho possível para a inclusão, onde a biblioteca escolar desempenha um papel proactivo e central. Na sequência do “Dilfícil Leitura” a professora bibliotecária Joana Rodrigues lançou uma nova ideia de leitura inclusiva no interior da escola, “Ler é ser especial”.

 

por Miguel Horta

 

Texto composto a partir de textos do Facebook e do blogue da Laredo, da autoria de Miguel Horta (responsável pelo projeto), reproduzido aqui com algumas alterações.

Autoria e outros dados (tags, etc)

meninos.jpg

 

Meninos do Planeta da Luz, um livro resultado da implementação do projeto Todos Juntos Podemos Ler no Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio, Esposende, venceu o prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2017.

 

Os alunos dos três ciclos do ensino básico do agrupamento, através do projeto Todos Juntos Podemos Ler, puderam vivenciar práticas de inclusão e respeito pela diferença. Desafiados pelos professores, as crianças e jovens escreveram e ilustraram histórias para os seus colegas e amigos com Currículo Específico Individual (CEI). São histórias de fantasia, de mundos de príncipes e de princesas, de amigos, escritas com textos simples, curtos, em letra maiúscula e acompanhadas de Símbolos Pictográficos para a Comunicação (SPC) de modo a poderem ser lidas e compreendidas por todas as crianças com CEI.

 

O projeto Todos Juntos Podemos Ler, apoiado pela Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura e a Direção de Serviços da Educação Especial e Apoios Socioeducativos, tem contribuído para que, nas escolas portuguesas, as bibliotecas escolares se transformem em bibliotecas inclusivas, onde todas as crianças, sem exceção, têm oportunidade de ler e de serem mais felizes.

 

O Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, criado em 2012 pela CASES, destina-se a homenagear pessoas singulares e coletivas que, em cada ano, se distingam na Economia Social. A categoria Trabalhos de Âmbito Escolar visa premiar trabalhos da comunidade escolar, ao nível do primeiro, segundo e terceiro ciclos do ensino básico, ensino secundário e profissional, que envolvam alunos e professores na vivência e difusão de teorias e práticas de Economia Social.

 

Raquel Ramos

Coordenadora interconcelhia

Autoria e outros dados (tags, etc)

plural.png

Plural e Singular | Ler revistaDownload

 

A Plural&Singular é um órgão de comunicação digital dedicado à temática da deficiência e da inclusão que lançou a 1.ª edição no início de dezembro de 2012 por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

A revista é dirigida a pessoas com deficiência, cuidadores, instituições, profissionais, empresas e outras entidades ligadas a esta área.

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

unesco.png

© UNESCO 2017 | Download 

 

Including all learners and ensuring that each individual has an equal and personalized opportunity for educational progress is still a challenge in almost every country. Despite commendable progress made over the past two decades to expand access to basic education, further efforts are needed to minimize barriers to learning and to ensure that all learners in schools and other learning settings experience a genuine inclusive environment.

 

The 2030 Agenda for Sustainable Development, with its focus on leaving no one behind, provides a unique opportunity to build more inclusive and equitable societies. This should start with inclusive education systems.

 

Sustainable Development Goal (SDG) 4 on education calls for inclusive and equitable quality education and lifelong learning opportunities for all by 2030. It emphasizes inclusion and equity as laying foundations for quality education and learning. SDG 4 also calls for building and upgrading education facilities that are child-, disability-, and gender-sensitive and for providing safe, non-violent, inclusive and effective learning environments for all.

 

To achieve this ambitious goal, countries should ensure inclusion and equity in and through education systems and programs. This includes taking steps to prevent and address all forms of exclusion and marginalization, disparity, vulnerability and inequality in educational access, participation, and completion as well as in learning processes and outcomes. It also requires understanding learners’ diversities as opportunities in order to enhance and democratize learning for all students.

 

UNESCO supports government education policy-makers, practitioners and key stakeholders in their efforts to develop and implement inclusive policies, programmes and practices that meet the needs of all learners.

 

We are confident that this Guide for Ensuring Inclusion and Equity in Education will serve as a resource for countries and will contribute to accelerating efforts worldwide towards inclusive education.

 

Qian Tang,

Ph.D. Assistant Director-General for Education

 

Para saber mais:

Autoria e outros dados (tags, etc)

app.png

 Fonte |

 

 O Centro de Competência TIC - Santarém lança a APP para dispositivos Android "Fábulas de La Fontaine", da autoria da colega Teresa Pacheco.

 

Esta App, para dispositivos Android, inclui 6 fábulas de La Fontaine, para ler e ouvir. Cada fábula inclui um conjunto variado de jogos e atividades.

 

Inclui uma versão em inglês. Destina-se a alunos dos 1º e  2º ciclos.

 

Pode ser instalada em telemóveis, mas foi especialmente concebida para ser visualizada em tablets.

 

Google Play: Fábulas de La Fontaine

Autoria e outros dados (tags, etc)

dicas.png

 in PORVIR |

 

A tecnologia permite o acesso a uma infinidade de recursos que podem ser usados no processo de ensino e aprendizagem. Para isso é preciso que os professores tenham a competência para selecionar os conteúdos e ferramentas mais relevantes para os seus alunos. Eles devem estar alinhados com os objetivos de aprendizagem previstos no currículo, ter consistência e fidedignidade, além de serem simples e intuitivos.

Levando em conta estes parâmetros, elencam-se 9 fatores que devem ser levados em conta ao longo do processo de seleção:

 

1) O conteúdo possui alinhamento com o currículo?
Aqui o professor precisa definir previamente o conteúdo pedagógico para o qual necessita dos recursos e delimitar os objetivos de aprendizagem que deseja alcançar. Feito isso, ele deve analisar se o recurso responde claramente aos objetivos, se está adequado ao público-alvo, se é relevante, preciso e confiável. Por fim, é preciso verificar se as atividades fazem sentido para os objetivos traçados.

 

2) O conteúdo é de qualidade e adequado ao propósito?
Para responder a essa questão, o professor deve verificar se o conteúdo é central e relevante dentro da experiência de aprendizagem. Objetos como imagens, áudio e vídeos devem ser adequados ao público e ao contexto de uso. Eles também devem ser de qualidade gráfica e sonora que permitam fácil entendimento nas diferentes plataformas. O documento do CIEB alerta, ainda, que devem ser evitados recursos com conteúdos com parcialidade política, religiosa ou étnica, preconceitos, material ofensivo ou omissões.

 

3) Possibilita métodos pedagógicos inovadores, promovendo engajamento e facilitando a aprendizagem?
Um dos benefícios dos conteúdos digitais é a grande variedade de tipos (texto, áudio, vídeo, imagens, páginas de internet interativas, aplicativos e jogos), que oferecem múltiplas oportunidades de escolha para aprender. O professor é quem deve planear a melhor forma de aproveitar essa diversidade, baseado no perfil dos alunos. Isso pode acontecer por meio de métodos como ensino híbrido, sala de aula invertida, ensino adaptativo, aprendizagem através de desafios, projetos, aprendizagem personalizada, dentre outros. Na seção glossário, do Porvir, encontra a definição de cada uma dessas estratégias.

 

4) Possui formas efetivas de avaliar a aprendizagem?
Um recurso educacional deve mostrar se o aluno conseguiu ou não alcançar os objetivos de aprendizagem propostos. Isso pode ser feito através de pequenas atividades incorporadas em diferentes etapas, de uma avaliação informal no final, de uma autoavaliação ou através de atividades em pares e em grupos. Também é possível fazer uma avaliação formal, que mede o nível de desenvolvimento alcançado pelo aluno durante e/ou após o uso do recurso em comparação ao seu conhecimento prévio.

 

 

 

Adaptado do português do Brasil.

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_