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O navegador português partiu de Sevilha há 500 anos.

Fernão de Magalhães fez-se ao mar no dia 10 de agosto de 1519.

Partiu de Sevilha com uma esquadra de cinco navios e 234 homens decidido a provar que era possível circum-navegar o globo.

 

Referência: 500 anos da circum-navegação de Fernão Magalhães SIC Notícias. Retrieved 11 August 2019, from https://sicnoticias.pt/pais/2019-08-10-500-anos-da-circum-navegacao-de-Fernao-Magalhaes

 

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Inspirado num passado glorioso, Camões busca a identidade de um povo nos Lusíadas. Quem somos, o que nos define, que missão temos na História? No épico texto, o poeta exalta os feitos sem ocultar defeitos. Com ele fazemos uma viagem coletiva de reflexão.

 

Foi muito depois da sua publicação, em 1572, que “Os Lusíadas” começaram a ser lidos e o poema ganhou estatuto incontestado de obra nacional. Através da epopeia de Vasco da Gama à Índia, Camões transporta-nos numa viagem coletiva de reencontro com um passado de glórias para inspirar um tempo futuro. A narrativa da aventura das descobertas, da abertura ao conhecimento, ao mundo e à modernidade, convida a uma meditação profunda sobre o espírito de um povo: heróis do mar ou marinheiros de naufrágios?

 

São algumas as questões que esta obra coloca sobre a identidade de Portugal, como refere Maria Vitalina Leal de Matos no vídeo que aqui mostramos. A professora catedrática, agora jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde lecionou Estudos Camonianos, começa por responder à pergunta lançada no título do artigo: “Porque razão é Camões um símbolo nacional?”

 

ReferênciaCamões é um símbolo nacional. Porquê?. (2019). Camões é um símbolo nacional. Porquê?. Retrieved 10 June 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/camoes-e-um-simbolo-nacional-porque/

 

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PÊRA, Edgar
25 de Abril uma aventura para a democracia [Registo vídeo] / realização Edgar Pêra . - Lisboa : CD25A, 2000. - 1DVD : col. 15' .


Documentário realizado por ocasião das comemorações dos 25 anos do 25 de Abril e incluído no kit pedagógico sobre a história portuguesa recente, editado pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

 

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Clique na imagem para aceder ao vídeo. Duração: 35 min.

 

A partir do século XV, Portugal afirma-se como potência marítima e a sua indústria cresce acompanhando a construção naval. Nos séculos seguintes os produtos vindos do Império vão moldar a indústria portuguesa.

 

A construção naval é das mais importantes indústrias portuguesas durante o período da expansão marítima. Em Lisboa, Porto, Vila do Conde ou Algarve surgiram verdadeiras estruturas empresariais muito semelhantes às da atualidade.

 

Em redor deste sector desenvolvem-se outras manufaturas ligada à tecelagem (para o fabrico de velas), à tanoaria (para o armazenamento de víveres), à moagem (para o fabrico de biscoito usado como alimento nas viagens), ou da madeira, matéria necessária para o fabrico de quase todos os equipamentos.

 

Assiste-se também à chegada de imigrantes especializados, convidados pela coroa, com o objetivo de responder às diversas necessidades. Da Alemanha chegam, por exemplo, armeiros encarregados de fabricar peças de artilharia para armar as embarcações.

 

Do império vão chegar escravos, especiarias, açúcar, tabaco e, por fim, ouro.

 

Em alguns períodos a coroa tenta também incrementar outras manufaturas e indústrias, mas a possibilidade enriquecer de forma fácil nas colónias desviaram muitos dos esforços canalizados nesse sentido.

 

Referência: A Indústria durante a expansão do império. (2019). A Indústria durante a expansão do império. Retrieved 25 March 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/a-industria-durante-a-expansao-do-imperio/

 

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Ver na fonte para mais informação.

 

Referência: Bueno, O. (2019). Fotos: Seis cosas que quizá no sabías de los algoritmos EL PAÍS RETINA. Retrieved 19 February 2019, from https://retina.elpais.com/retina/2019/02/06/album/1549450488_222524.html#1549450488_222524_1549625604

 

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Série apresentada por João Paulo Diniz, produzida para assinalar os 75 anos da Rádio em Portugal, com entrevistas de estúdio a convidados, reportagens e imagens de arquivo.

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Texto de Carlos Fiolhais |

 

O Padre António Vieira viveu numa época de ouro da ciência, a  época da revolução científica, na qual sobressaíram grandes nomes como René Descartes, Galileu Galilei e Isaac Newton. Não sendo um cientista, tanto pela preparação que adquiriu no Colégio da Baía, no Brasil (um nó da rede global dos colégios jesuítas) como pelas suas numerosas leituras durante a sua longa vida, estava a par da ciência do seu tempo. Aos seus conhecimentos científicos ia amiúde buscar exemplos que serviam no seu discurso catequético e profético.  

 

No discurso de Padre António Vieira coexistem referências a autores antigos, como Aristóteles, que era a cartilha nas escolas jesuítas, e a autores modernos, como Descartes. Este filósofo e matemático apresentou em 1637, num apêndice ao famosíssimo Discours de la Méthode, uma descrição científica do arco-íris: este não era mais do que o resultado da refracção e da reflexão da luz solar em gotas de água na atmosfera. A luz solar batia na gota, desviava-se, reflectia-se no fundo da gota e voltava a desviar-se ao sair. Descartes foi, com o holandês Snell, o autor das leis da refracção, que descrevem matematicamente o desvio da luz quando passa de um meio para outro, no caso o ar e a água. Mais tarde, Newton, que realizou experiências com prismas de vidro em 1666, explicará que o desvio da luz de um meio para outro se devia à diferente velocidade de diferentes partículas de luz nos dois meios. A luz solar é branca, mas, como a luz branca é feita de partículas correspondentes às diferentes cores, as cores apareceriam diferenciadas dentro da gota e, ainda mais, à saída dela. No século XVII, o arco-íris era considerado “um dos principais ornamentos do trono de Deus” (Discours sur l'histoire universelle, 1681, do bispo e teólogo francês Jacques de Bossuet) e, conforme está escrito no Génesis, o sinal da aliança que Deus tinha celebrado com os homens após o Dilúvio universal (“o meu arco que coloquei nas nuvens. Será o sinal da minha aliança com a terra”, Gn. 9, 13). Ainda hoje o arco-íris se diz Arco da Velha: Velha significa Velha Aliança. Ora, num dos Sermões do Santíssimo Sacramento (in Obra Completa do Padre António Vieira,  Parenética, tomo II, vol. VI, dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate, Lisboa: Círculo de Leitores, 2013-2014, p. 84), proferido em Santa Engrácia, Lisboa, em 1645, escassos oito anos após ter saído o livro de Descartes, Vieira diz: “Na Íris ou Arco celeste, todos os nossos olhos jurarão que estão vendo variedade de cores: e contudo ensina a verdadeira Filosofia que naquele Arco não há cores, senão luz, e água”.  

A verdadeira Filosofia significa a ciência dos modernos, entre os quais estava Descartes. Mais tarde, no Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (idem, tomo II, vol. III, p. 49), pregado na Capela Real em 1651, Vieira afirma: “Isto, que chamamos Céu, é uma mentira azul, e o que chamamos Íris ou Arco-celeste, é outra mentira de três cores”.

 

 

 

Referência: Fiolhais, C. (2016). VIEIRA E A CIÊNCIADererummundi.blogspot.com. Retrieved 4 December 2018, from http://dererummundi.blogspot.com/2016/06/vieira-e-ciencia.html

 

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Portugal enviou mais de 50 mil homens para as trincheiras da Flandres, durante a I Guerra Mundial. Conheça algumas das suas histórias e as memórias que deixaram com familiares.


A I Guerra Mundial levou milhares de jovens portugueses até França, onde combateram as tropas alemãs e as do Império Austro-Húngaro.

As duas divisões formadas em Portugal combateram como força independente até Abril de 1918, quando foram surpreendidas por um intenso ataque às suas posições. Na batalha que ficaria conhecida em Portugal como a batalha de La Lys, os portugueses perderam mais de sete mil homens, mortos ou feitos prisioneiros do inimigo.

 

Referência: Vozes das trincheiras. (2018). Vozes das trincheiras. Retrieved 4 November 2018, from http://ensina.rtp.pt/artigo/vozes-das-trincheiras/?fbclid=IwAR1jKj1lRuRo_TsDtb_BXXC75rA

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Resumo

Em linha com o termo náutico, este Roteiro aponta percursos, indica etapas e salienta as principais mudanças da língua, possibilitando a posterior exploração autónoma de tópicos menos desenvolvidos ou daqueles que, em virtude da finalidade da obra, não foram contemplados.

 

“[…] a história da língua portuguesa, enquanto património, interessará a um público alargado, incluindo estudantes de Linguística, mas também profissionais e investigadores de várias áreas – historiadores, sociólogos, antropólogos, jornalistas, profissionais das indústrias da cultura, cientistas de diversos domínios – e bem assim a quantos, simplesmente, tenham curiosidade a respeito da história de um dos idiomas mais falados no mundo.

 

Referência: Informática, U. (2018). Roteiro de História da Língua Portuguesa / Livros / Publicações et al. / Investigação / unesco - Cátedra UNESCOCatedra.uevora.pt. Retrieved 15 October 2018, from http://www.catedra.uevora.pt/unesco/index.php/unesco_pt/Investigacao/Publicacoes/Books/Roteiro-de-Historia-da-Lingua-Portuguesa

 

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