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Laura Rojas-Marcos - Psicóloga

 

Versão completa.

 

Referência: Qué es la asertividad y para qué sirve. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 April 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-asertividad-y-para-que-sirve-laura-rojas-marcos/

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O Manual

 

O Manual de Promoção de Competências Socioemocionais, de ora em diante designado por Manual, na lógica do modelo de intervenção proposto para a Saúde Escolar e a Saúde Mental, integra alguns temas e objetivos do Referencial de Educação para a Saúde da Direção-Geral da Educação (DGE), (no prelo) e oferece uma orientação nas áreas da promoção da saúde e bem-estar como um todo, bem como do desenvolvimento das relações interpessoais.

 

O principal objetivo do Manual é constituir-se como um recurso pedagógico para facilitar a formação e a implementação, passo a passo, de um projeto promotor da Saúde Mental na Escola, orientado pela tipologia de programas de Aprendizagem SEL (Social and Emocional Learning), assente nos seguintes princípios:

 

• Promoção da saúde, do bem-estar mental e do sucesso educativo através de uma abordagem compreensiva e holística de toda a Escola, integrada na promoção e educação para a saúde;

 

• Intervenção fundamentada nos modelos baseados na evidência científica, usando os resultados da avaliação para justificar decisões;

 

• Promoção de um ambiente escolar seguro, de suporte e protetor, respeitando os princípios da confidencialidade, de modo a que a comunidade educativa se sinta confiante para discutir e para solicitar apoio face às necessidades sentidas;

 

• Definição das intervenções e dos resultados adequados ao meio escolar, que contribuam para maximizar os fatores protetores e minimizar os fatores de risco;


• Consciencialização de que alguns fatores de proteção e de risco têm impacto nos resultados a nível da saúde e da educação e que influenciam as escolhas a nível pessoal e do grupo;


• Sensibilização dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para uma metodologia de projeto conjunta, capacitando-os para a implementação deste modelo em meio escolar;

Capacitação dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para serem, essencialmente, recurso de suporte a escolhas a nível pessoal e do grupo e facilitadores de aprendizagens e de tomada de decisão referentes ao potencial de saúde;

 

• Implementação de metodologias interativas e participativas no desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e competências para a tomada de decisão e na adoção de comportamentos mais saudáveis junto da comunidade educativa.

(...)

 

Referência: simões, c., & completo, V. (2016). Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em Meio Escolar.Spo-franciscofranco.blogspot.com. Retrieved 26 February 2019, from https://spo-franciscofranco.blogspot.com/2016/09/manual-para-a-promocao-de-competencias.html

 

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 Ler na fonte- DN | por Maria João Caetano

 

Em Cabo Verde não se pode usar a expressão "pitada de sal". No Brasil ninguém sabe o que é um autoclismo. Mas todos nos entendemos. Hoje é dia da Língua Portuguesa, que é falada por mais de 260 milhões de pessoas

 

"Eu pergunto se ele vai de terno, ele me diz que não vai de fato. Eu uso calcinhas, que ele diz que são cuecas, ele usa boxers, que eu digo que são cuecas." Parece caricatura mas não é. "Eu digo para de frescura e ele me diz não me venhas com fitas. Eu digo que ele não sabe porra nenhuma, ele diz que eu não sei a ponta de um corno." Os problemas de comunicação da brasileira Ruth e do seu marido, o português Filipe, foram o tema da crónica semanal que ela assina no Estadão, no passado dia 22 de abril. O título era: "Eu digo "Brasiu", ele diz "Purtugal"". E nela Ruth Manus elencava os vários equívocos provocados pelas diferentes línguas que eles usam, apesar de ambos falarem a mesma língua portuguesa.

 

"É tudo verdade", garante Ruth Manus, advogada e escritora de 29 anos que vive em Portugal desde 2015. "Às vezes, eu pergunto uma vez, duas vezes, três vezes e continuo sem entender o que ele ou outra pessoa dizem e então simplesmente desisto." Porque é que isto acontece? "Com o vocabulário eu já estou mais ou menos familiarizada, leio muito, os jornais, os livros. Mas para mim a dificuldade é mesmo a rapidez com que as pessoas falam e a maneira como falam, para dentro. Parece que é outra língua. Às vezes, penso que seria mais fácil falar em inglês, talvez porque eu desde logo presumisse que não fosse entender."

(...)

 

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Caetano, M.

Referência: Caetano, M. (2018). ▶ Vídeo: CPLP - Quantas línguas cabem na língua portuguesa? DN. Retrieved 5 May 2018, from https://www.dn.pt/artes/interior/quantas-linguas-cabem-na-lingua-portuguesa-9309937.html

 

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Páscoa

16.04.17

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Ressurreição de Cristo. A Páscoa é a comemoração do fundamento da fé cristã, a crença que Jesus morreu e ressuscitou no terceiro dia.
1499-1502. Por Rafael, atualmente no Museu de Arte de São Paulo, Brasil. (Wikipédia)

 

Páscoa ou Domingo da Ressurreição[1][2] é uma festividade religiosa e um feriado que celebra a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento[3][4]. É a principal celebração do ano litúrgico cristão e também a mais antiga e importante festa cristã. A data da Páscoa determina todas as demais datas das festas móveis cristãs, exceto as relacionadas ao Advento[3]. O domingo de Páscoa marca o ápice da Paixão de Cristo e é precedido pela Quaresma, um período de quarenta dias de jejum, orações e penitências.

O termo "Páscoa" deriva, através do latim Pascha e do grego bíblico Πάσχα Paskha, do hebraico פֶּסַח (Pesaḥ ou Pesach), a Páscoa judaica[5][6]

A última semana da Quaresma é chamada de Semana Santa, que contém o chamado Tríduo Pascal, incluindo a Quinta-Feira Santa, que comemora a Última Ceia e a cerimônia do Lava pés que a precedeu[7][8] e também a Sexta-Feira Santa, que relembra a crucificação e morte de Jesus[9]. A Páscoa é seguida por um período de cinquenta dias chamado Época da Páscoa que se estende até o Domingo de Pentecostes.

A Páscoa é uma festa móvel, o que significa que sua data não é fixa em relação ao calendário civil. O Primeiro Concílio de Niceia (325) estabeleceu a data da Páscoa como sendo o primeiro domingo depois da lua cheia após o início do equinócio vernal (a chamada lua cheia pascal)[10]. Do ponto de vista eclesiástico, o equinócio vernal acontece em 21 de março (embora ocorra no dia 20 de março na maioria dos anos do ponto de vista astronômico) e a "lua cheia" não ocorre necessariamente na data correta astronômica. Por isso, a data da Páscoa varia entre 22 de março e 25 de abril (inclusive). Os cristãos orientais baseiam seus cálculos no calendário juliano, cuja data de 21 de março corresponde, no século XXI, ao dia 3 de abril no calendário gregoriano utilizado no ocidente. Por conseguinte, a Páscoa no oriente varia entre 4 de abril e 8 de maio inclusive.

A Páscoa cristã está ligada à Páscoa judaica pela data e também por muitos dos seus simbolismos centrais. Ao contrário do inglês, que tem duas palavras distintas para as duas festas (Easter e Passover respectivamente), em português e em muitas outras línguas as duas são chamadas pelo mesmo nome ou nomes muito similares[11]. Os costumes pascais variam bastante entre os cristãos do mundo inteiro e incluem missas matinais, a troca do cumprimento pascal e de ovos de Páscoa, que eram, originalmente, um símbolo do túmulo vazio[12][13][14]. Muitos outros costumes passaram a ser associados à Páscoa e são observados por cristãos e não-cristãos, como a caça aos ovos, o coelho da Páscoa e a Parada da Páscoa[15][16][17]. Há também uma grande quantidade de pratos típicos ligados à Pascoa e que variam de região para região.

 

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Vipasca Antiga é um aplicativo 3D que permite ao utlizador navegar pela área de mineração romana que hoje está presente em Aljustrel (Portugal): Download (1.2 GB).

No Museu Municipal da vila aljustrelense, foi apresentada no dia 27 de julho, às 18.00 horas, a reconstrução virtual do povoado de Vipasca, e da mina romana de Aljustrel, sob o título “Vipasca Antiga”.

Este trabalho resulta da pesquisa de doutoramento de Alex Martire, da Universidade de S. Paulo, no Brasil, sob a orientação da Professora Doutora Maria Isabel Fleming, intitulada "Ciberarqueologia em Vipasca: o uso de tecnologias para a reconstrução-simulação interativa arqueológica", com a consultoria de Artur Martins, arqueólogo e diretor do Museu Municipal de Aljustrel.

Este é mais um aporte importante ao projeto Parque Mineiro de Aljustrel, que permitirá conhecer de forma virtual e interativa a realidade da mina no período romano.

 

Texto da Rádio Pax, com pequenas adaptações.

 


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