Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



telefonico.png

47% das grandes empresas vão aumentar a contratação de perfis digitais nos próximos anos. São necessários cadea vez mais especialistas em big data, análise de dados, segurança cibernética, marketing de rede, posicionamento, estratégia de negócios digitais ... A coleção 'Profissões digitais', uma publicação on-line e em papel da Fundação Telefónica, mostra as novas profissões que estão a mudar o cenário de empregos em todo o mundo.

 

Atualmente, 80% dos jovens que está a estudar vai encontrar trabalho em algo que não existe. Por isso, a Fundação Telefónica através do seu programa Conecta Empleo alavanca e fomenta a formação digital dos jóvens por via de potentes ferramentas que contribuem para a sua transformação. Uma delas é a nova coleção  ‘Profesiones digitales’, un conjunto de monográficos que se podem consultar e descarregar de forma gratuita:

 

Como novidade, a Fundação Telefónica acaba de lançar o 42 Madrid, um campus de programação inovador no qual ainda se pode registar através da sua plataforma on-line. Um método de ensino disruptivo, acessível a todos, sem aulas, sem livros, sem limite de idade, aberto 365 dias por ano e gratuito, que procura formar profissionais qualificados e especialistas em digital.

 

Referência: ¿Qué profesiones digitales demandan las empresas? | Fundación Telefónica España. (2020). Fundaciontelefonica.com. Retrieved 2 January 2020, from https://www.fundaciontelefonica.com/noticias/profesiones-digitales-mas-demandadas-empresas/

 

 

 

WEIWERBE_LOGO.png

| Projeto-piloto 2019.2020Programa WEIWE(R)BE |

A Rede de Bibliotecas Escolares, em parceria com a Universidade Aberta, apresentou, no dia 27 de novembro de 2019, o projeto-piloto WEIWE(R)BE.

 
 
 
 
 
Ver esta publicação no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 

1.º Encontro WEIWE(R)BE | literacia digital e literacia da informação com a be. http://blogue.rbe.mec.pt/1-o-encontro-weiwerbe-literacia-2314583

Uma publicação partilhada por Rede de Bibliotecas Escolares (@rbe_pt) a

Este programa visa o desenvolvimento de competências ao nível das literacias da informação e digital, de forma a promover o trabalho colaborativo e, ao mesmo tempo, novas responsabilidades nos utilizadores de recursos digitais.

No primeiro ano do programa WEIWE(R)BE o enquadramento nas práticas curriculares implica a definição de estratégias de trabalho com as seis bibliotecas de escolas do ensino secundário que aceitaram o convite de envolver, nesta experiência-piloto, professores e alunos de turmas do 10.º e 11.º anos.

Finalidade:

  • Criar uma atitude crítica e reflexiva no acesso e uso de fontes de informação, em particular dos Recursos Educacionais Abertos.

Objetivos:

  • Sensibilizar os professores para as potencialidades educativas das ferramentas digitais e ambientes a elas associados a par do trabalho colaborativo com a biblioteca escolar;
  • Capacitar os alunos para uma leitura crítica e uso eficaz e ético da informação, através de conteúdos da Web, nomeadamente artigos da Wikipédia.

 

curriculo.png

Orgs: José Carlos Morgado, Joana Sousa, Antonio Flávio Moreira, Arlindo Vieira

Download | 2018 |

Introdução

Como campo de fronteiras muito porosas, que se ampliam na confluência de distintas visões sobre o Homem, a Sociedade, a Educação e a Formação, o currículo vem, progressivamente, a consolidar-se como área de referência no domínio das Ciências da Educação, em todo o Mundo. Tal consolidação perspetiva-se por diversos desafios teóricos e metodológicos que procuraram interpelar as políticas e as práticas curriculares, com intuito de clarificar quer os propósitos que norteiam o fenómeno educativo, quer as transformações que, se quisermos melhorar a sua qualidade, é necessário introduzir nesse processo. Daí a importância de um amplo debate sobre as decisões curriculares, tanto no interior como no exterior das instituições educacionais, uma vez que delas depende, em grande parte, a forma como se idealizam e concretizam os propósitos educativos.

O último Colóquio sobre Questões Curriculares, realizado na Universidade de Cabo Verde (UNICV), procurou contribuir para esse debate. Os textos que integram este livro, e que serviram de base às Conferências e às Mesas Redondas realizadas no Colóquio, demonstram-no, uma vez que testemunham diferentes visões dos seus autores relativamente às temáticas centrais do Colóquio: o Currículo, a Formação, a Crioulidade e a Internacionalização. [...]

Referência: Universidade da Madeira (2019). Www3.uma.pt. Retrieved 11 November 2019, from http://www3.uma.pt/jesussousa/Publicacoes/113.EBook.pdf

educacao.png

O volume 2 do Monitor da Educação e da Formação de 2019 contem 28 relatórios individuais por país. Baseia-se nos mais recentes dados quantitativos e qualitativos para analisar as principais medidas políticas que foram tomadas em cada Estado-Membro da UE. Completa outras fontes de informação que descrevem os sistemas nacionais de ensino e formação.

A Secção 1 apresenta os principais indicadores para o ensino e a formação. A Secção 2 identifica sucintamente os principais pontos fortes e os desafios que se colocam aos sistemas de ensino e de formação do país. A secção 3 centra-se nos professores e nos desafios que se colocam à profissão docente. A Secção 4 analisa o investimento no ensino e na formação. A secção 5 trata das políticas para modernizar a educação pré-escolar e escolar. A Secção 6 analisa as medidas para modernizar o ensino superior. A secção 7 trata do ensino e formação profissionais e, por fim, a secção 8 abrange a educação de adultos.

O manuscrito foi concluído em 26 de agosto de 2019.
É possível consultar dados contextuais adicionais em linha (ec.europa.eu/education/monitor)

***

Destaques:

  • Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo.
  • O investimento na modernização das infraestruturas é insuficiente, em especial, na educação e no acolhimento na primeira infância nas zonas metropolitanas.
  • As disparidades regionais em termos de resultados educativos, repetição de ano e taxas de abandono precoce da educação e formação estão a melhorar. O número de diplomados do ensino superior aumentou, mas a procura de especialistas em TIC por parte das empresas excede a oferta.
  • Mantém-se uma proporção muito significativa de adultos com um baixo nível de qualificações e é reduzida a participação dos adultos na aprendizagem.

 

Conteúdo relacionado:

 

Acompanhe na íntegra a palestra da Profª Drª Leonor Santos, da Universidade de Lisboa, diretamente do campus de Santo André, em evento realizado pela UFABC [Universidade Federal ABC], pelo PEHCM (Programa de Pós-Graduação em Ensino e História das Ciências e da Matemática).

 

Conteúdo relacionado:

glossario.png

 

ReferênciaGlossário - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 11 July 2019, from http://porvir.org/glossario/

 

Já pensou em incentivar os seus alunos a criarem conteúdos em áudio, vídeo, foto e texto? Veja a lista de recursos gratuitos selecionados pelo Porvir

porvir.png

  • Mão na Massa. Saiba o que muda quando a aprendizagem passa pelas mãos a partir de experiências que o Porvir conheceu e prepare-se para imaginar, ligar, apertar, errar e construir

 

 

 

formacao.PNG

 

A pós-graduação em Educação Literária e Literatura para a Infância e Juventude b-learning, apresenta-se como uma resposta às necessidades de formação especializada na área sentidas no terreno.

Com efeito, a proliferação editorial para a infância, aliada às recentes diretrizes governamentais no domínio da Educação literária, contrastam com a escassa oferta de formação de mediadores em geral, e de docentes em particular.

 
 

​Esta pós-graduação alia um conjunto diversificado de aproximações ao livro literário para a infância e juventude (género, ilustração, edição…) a uma componente prática de experimentação de técnicas de abordagem a este produto estético, sob o ponto de vista artístico, formativo e afetivo, constituindo, deste modo, um importante meio de formação para todos aqueles que, conscientes do poder da leitura, procuram respostas para aproximar o livro do seu leitor preferencial, numa perspetiva de  formação não apenas leitora e literária, mas também de cidadania ativa.

A modalidade b-learning permite que o curso se torne acessível a alunos a residir em qualquer ponto do país, e também no estrangeiro.

blog.PNG

Badillo Matos, Ángel. La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la información. Madrid: Real Instituto Elcano, 2019

 

Download |

 

A desinformação tem emergido como uma questão de importância pública através de vários escândalos que no cenário internacional recuperaram o debate sobre o fluxo internacional de informações, as suas conexões com os interesses geoestratégicos de certos países e os efeitos que têm sobre os cidadãos. 

 

É um debate recorrente, mas desta vez tem novos ingredientes: a natureza das redes digitais permite utilizá-las não só para disseminar informação, mas também para atacar, mediante técnicas informáticas, servidores de dados (para modificá-los, roubá-los ou destruí-los); as redes sociais e a personalização da informação recebidas através delas implicam novas formas de romper a esfera pública, e os cidadãos incorporaram as práticas de produção e consumo de informação digital sem grande conhecimento da lógica desses novos meios, transferindo-os dos media tradicionais. 

 

Este texto analisa as transformações que deram origem ao novo ecossistema e propõe, a partir do estudo das iniciativas europeias sobre a desinformação, um modelo de análise da situação e o reforço da ação coordenada europeia desde Espanha.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 26 June 2019, from https://universoabierto.org/2019/06/26/la-sociedad-de-la-desinformacion-propaganda-fake-news-y-la-nueva-geopolitica-de-la-informacion/

 

Conteúdo relacionado:

 

gloria.jpg

 

alicia.jpg

 

 

Ler na fonte |

 

Alicia e Glòria escrevem sobre como a biblioteca faz parte de forma incontornável da mudança. Conseguir que os alunos sejam capazes de aceder à informação, de a tratar e comunicar de maneira adequada, servindo os propósitos do conhecimento. Aprender e ensinar a pensar requer muita leitura, escrita e oralidade em diferentes suportes e formatos, requer o uso da biblioteca.

 

Nestes tempos de confusão e incerteza, as escolas deambulam de um tipo de formação para outra: neurociência, aprendizagem cooperativa, inteligências múltiplas, mindfulness, cursos derivado da questão da coexistência, a igualdade de género, gamificação, inovação de todos os tipos, ou seja, relacionados a agentes, estudantes, media, recursos, espaços ... Até onde podemos ir? E que impacto essa multiplicidade formativa pode ter na realidade e nas necessidades das escolas?

 

Sem subestimar nenhuma das ofertas, resulta pouco convincente que cada um se forme sobre o que queira ou que de um tema se vá a outro, sem manter uma linha de trabalho que combine interesses decorrentes das necessidades reais, de todos os dias, ou seja, que nasça de uma reflexão e que convoque uma equipa para trabalhar pelo aprimoramento do ensino de cada dia. E depois, tendo priorizado uma linha de trabalho , dependendo das necessidades, ver-se-á o modus operandi. 

 

Não há dúvida de que a biblioteca no dia-a-dia deve ser uma peça angular, o que significa que os professores conhecem os recursos, atualizam-nos, veem a sua relação com as áreas curriculares, aprendem a trabalhar com uma variedade de recursos (entre os quais pode estar o livro didático) que seja uma ajuda no acesso à informação, que pode trabalhar com os alunos para que essas informações sejam transformadas em conhecimento e que tudo isso possa ser comunicado com as ferramentas necessárias. Nisto consiste a competência informacional e digital. Sabendo também, que a leitura, a escrita e a oralidade no impresso e no digital é suportada, especialmente no início, na literatura, que acompanha a competência linguística.

 

Falamos de ler, escrever e falar sobre os textos impressos ou digitais, falamos de tratar e comunicar com os recursos necessários e de desenvolver ações coordenadas para que o espaço da biblioteca se mantenha vivo durante toda a vida.

 

É o dia a dia das nossas escolas... mas, lamentavelmente, a biblioteca está vazia de professores, crianças, adolescentes e universitários. Talvez seja hora de propor uma formação inicial e permanente, diferente, alternativa, mais funcional e real, com origem nas escolas e para as escolas.

 

*tradução com adaptações.

Referência: Cómo iniciar los cambios en educación: La biblioteca. (2019). Leer, escribir y hablar para cambiar. Retrieved 24 June 2019, from https://leerescribirhablarblog.wordpress.com/2019/06/19/como-iniciar-los-cambios-en-educacion-la-biblioteca/

 

Conteúdo relacionado:

 

 


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Twitter



Perfil SAPO

foto do autor