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 Julio Alonso-Arévalo, Carlos Lopes, Maria da Luz Antunes

2014 | Download |

 

Resumo: As novas possibilidades de comunicação também oferecem novas oportunidades para a formação, análise e avaliação da investigação. Cientistas e investigadores usam com frequência as aplicações baseadas na web em investigação.

 

Praticamente em todas as áreas de investigação, as ferramentas digitais converteram-se em indispensáveis; o aparecimento de novos paradigmas como o acesso aberto, as métricas alternativas e as redes sociais são um importante exemplo de como estas mudanças afetaram a forma como os estudiosos pensam no futuro das publicações académicas.

 

Estes acontecimentos criaram novas possibilidades e novos desafios na avaliação da qualidade da investigação, ao nível dos investigadores individuais e do desenvolvimento profissional.

 

É a este nível que a biblioteca desempenha um papel indispensável na formação de competências e habilidades informativas que se repercutirá na valorização social do profissional, na sua satisfação profissional e, em última instância, na qualidade da própria instituição.

 

Destacam-se os aspetos mais relevantes nos novos paradigmas de comunicação e difusão científica e, a esse respeito, recomendam-se as ações mais adequadas.

 

 

Alonso-Arévalo, J., Lopes, C., & Antunes, M. L. (2016). Literacia da informação: Da identidade digital à visibilidade científica. In C. Lopes, T. Sanches, I. Andrade, M. L. Antunes, & J. Alonso-Arévalo (Eds.), Literacia da informação em contexto universitário (pp. 109-152). Lisboa: Edições ISPA [ebook].

 

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 Fonte | Download |

 

Os menores e os jovens de hoje, os chamados “nativos digitais”, fazem uso constante da Internet e beneficiam das inúmeras vantagens que ela traz. Informações na ponta dos dedos, possibilidade de comunicação com os amigos, vídeos, jogos ... Educação em aspectos de segurança, privacidade, proteção dos direitos das pessoas etc. é algo que deve ser ensinado desde a infância, já que os menores acedem desde muito jovens ao mundo digital, redes sociais, telefones celulares, aplicativos em smartphones, etc.


O trabalho dos pais e educadores é primordial na prevenção de riscos. O seu trabalho deve ser ensinar e orientar os filhos / alunos quando eles começam a sua jornada on-line. No entanto, às vezes são os próprios pais que desconhecem os perigos reais que os seus filhos enfrentam, como evitá-los e educar os filhos para que não sejam afetados por eles ou conhecer os passos a seguir no caso de terem sido vítima de um deles.

 

Ler mais >>

 

ReferênciaGuía de actuación contra el ciberacoso | EnFamilia. (2018). Enfamilia.aeped.es. Retrieved 11 October 2018, from https://enfamilia.aeped.es/lecturas-recomendadas/guia-actuacion-contra-ciberacoso

 

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Wikipedia + Libraries: Better Together de OCLC. 

WebJunction, 2018 

 

Materiais do curso

Este curso de formação ajuda os bibliotecários a começar a usar, editar e ensinar a Wikipédia. Os materiais foram criados durante a sessão da Wikipedia + Bibliotecas da OCLC: Better Together Project para fortalecer asligações entre bibliotecas públicas e a Wikipedia. O projeto foi realizado de dezembro de 2016 a maio de 2018 e foi financiado pela Fundação John S. e James L. Knight, pela Wikimedia Foundation e pela OCLC.

 

Os materiais são o produto da pesquisa e da experiência reunidos para projetar, entregar e avaliar o curso online de nove semanas da OCLC / WebJunction para funcionários de bibliotecas públicas nos Estados Unidos. Os participantes aprenderam o seguinte:

  • A ter uma compreensão mais profunda da Wikipedia
  • Adquiriram competências em avaliação e edição na Wikipedia
  • A desenvolver um plano para implementar a  Wikipédia nas suas bibliotecas
  • A promover o papel das bibliotecas como líderes na aquisição de habilidades básicas em informações, nas suas comunidades.

 

É possível baixar e reutilizar todos os materiais de formação disponíveis num arquivo .zip, que inclui o currículo, os slides dos cursos, os folhetos e as listas de leitura.

 

Também pode baixar cada parte dos materiais de formação separadamente.

Baixe apenas o currículo (arquivo .docx)  
Faça  o download dos slides do PowerPoint 
Faça o download dos folhetos

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Curso para bibliotecarios sobre capacitación en edición en WikipediaUniverso Abierto. Retrieved 22 August 2018, from https://universoabierto.org/2018/08/22/curso-para-bibliotecarios-sobre-capacitacion-en-edicion-en-wikipedia/

 

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eXeLearning.net | 

 

Manual de Exe Learning

 

O eXeLearning é um programa criado pela Universidade de Tecnologia de Auckland e pelo Instituto Politécnico Tairawhiti para criar recursos educacionais de forma simples e intuitiva, sem necessidade de grande conhecimento técnico. 

 

O eXeLearning gera o seu conteúdo em páginas da web ou em pacotes compactados IMS, SCORM 1.2 ou COmmon Cartridge. É um software livre e aberto. 

 

O eXeLearning permite a criação de um tutorial da web com uma página com um menu lateral dinâmico, além de editar páginas com conteúdo multimídia, personalizar o tutorial por meio de diferentes folhas de estilo e exportar como um site. O tutorial desenvolvido pode ser integrado ao Moodle através do Scorm.

 

Referência: Arévalo, J. (2016). eXelearning: programa open source para crear recursos educativosUniverso Abierto. Retrieved 21 August 2018, from https://universoabierto.org/2016/09/29/exelearning-programa-open-source-para-crear-recursos-educativos/

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 Ouvir a entrevista |

 

Reportagem / Entrevista Manhã 1

  • O desenvolvimento da tecnologia e a circulação da informação na forma como os mais novos aprendem, na entrevista de Miguel Bastos a Marc Prensky, especialista em educação e tecnologia | 04 Jul, 2018

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Onde se falou da Web e do uso seguro da informação na sala de aula e na vida, de tecnologias digitais, de informação, de conhecimento e de aprendizagem. Em suma, de multiliteracias.

 

Como ensinar e aprender no mundo digital que é hoje o nosso? Como tirar partido, como abrir a porta ao saber informal na sala de aula? Como é que se transforma em conhecimento?

 

Como é que se promove, nos professores e alunos, a capacidade de autoformação  ao longo da vida?

 

Os professores dirigem as aprendizagens nas Escolas e devem por isso apropriar-se destes (novos) saberes, de forma a poderem usá-los e transmiti-los aos alunos.

 

29 de julho de 2018.
Leituras na Linha. 1.º Encontro de Bibliotecas de Cascais

 

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 Inscrição obrigatória | Evento no Facebook | 18 de julho

 

A ação de formação prevista no plano de formação 2017/2018 é uma organização conjunta entre o CFAE AltoTejo e a RBE (Rede de Bibliotecas Escolares).

 

Programa:

9h00 - Abertura do Secretariado
9h30 - Sessão de Abertura
· Secretário de Estado da Educação, João Costa
· Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia
· Presidente do Conselho Intermunicipal da Beira Baixa, Luís Pereira
· Presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco, António Fernandes
· Diretor do A. E. Amato Lusitano, João Belém
10h00 - »João Costa - Secretário de Estado da Educação
"Autonomia e Flexibilidade Curricular – Competências Século XXI"
Moderadora: Maria Margarida Guimarães – Diretora do Agrup. de Escolas de Vila de Rei

 

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 Ler na fonte | por Cristopher Marques

 

Em permanência nos lugares cimeiros dos testes PISA, a Finlândia é apresentada como um modelo a seguir em matéria de ensino.

 

Em entrevista à RTP, a ministra finlandesa da Educação aponta os professores como chave do sucesso finlandês e defende a aposta na formação de docentes.

 

Sanni Grahn-Laasonen louva a autonomia escolar e insiste que a motivação dos alunos está relacionada com o sucesso escolar. Assume por isso o objetivo de tornar a escola "mais divertida" e sublinha que aprender passa também por deixar as crianças brincar e fazerem parte de um grupo.

 

O sucesso da educação finlandesa está associado a um sistema de ensino inteiramente gratuito, onde a escolaridade obrigatória só começa aos sete anos e as crianças passam menos tempo na escola do que em Portugal. Os trabalhos de casa são quase inexistentes e não há exames nacionais. Os professores têm autonomia para definir os recursos utilizados e não são avaliados. Todos têm mestrado, formação específica e são muitos os que não conseguem entrar nos cursos que abrem as portas à docência.

A qualidade do ensino finlandês é sublinhada nos testes de avaliação internacional PISA: desde o seu surgimento, em 2000, que a Finlândia se mantém nos lugares cimeiros. Apesar da reputação internacional do modelo finlandês, Helsínquia avançou com uma reforma educativa. O objetivo é adaptar o ensino ao século XXI, tirando proveito das novas tecnologias e privilegiando as competências em detrimento das matérias. 

Desde 2015, Sanni Grahn-Laasonen é o rosto da política de educação da Finlândia. Antes de liderar este ministério, Saani Grahn-Laasonen foi ministra do Ambiente e jornalista ao serviço do tabloide finlandês Iltalehti. É também vice-presidente do Partido da Coligação Nacional, movimento liberal-conservador filiado no Partido Popular Europeu que integra o atual Executivo finlandês.

 

“Escola Cá e Lá”. Veja a reportagem do Linha da Frente que compara o ensino em Portugal e na Finlândia



 

RTP: Qual o segredo do modelo educativo finlandês?

Sanni Grahn-Laasonen:
 Se tivesse que referir apenas um segredo do modelo de educação finlandês, diria que são os professores. Os professores finlandeses são muito respeitados pela sociedade finlandesa, estão muito motivados e bem formados, inclusive com mestrado. Damos-lhe uma grande autonomia pedagógica.

Como temos visto, o facto de termos professores com independência, tão motivados e bem formados e em quem podemos confiar traz ótimos resultados. Toda a sociedade finlandesa acredita na educação e confia nos professores.

Não há qualquer sistema de avaliação de professores. Vocês acreditam neles pela formação que lhes deram antes?


Sim. Não há exames estandardizados no sistema de ensino finlandês. Não queremos ter esse tipo de controlo feito pelo Governo ou pelo ministério. Os nossos professores são profissionais, escolhem os seus próprios materiais pedagógicos e sabemos que escolhem os melhores métodos. Este modelo tem dado muito bons resultados, como temos visto, por exemplo, nos testes PISA.

Apesar dos bons resultados avançaram recentemente com uma reforma do currículo. Quais as principais diferenças?

O mundo está a mudar muito rapidamente, o que significa que também nós temos de desenvolver a educação e trazer ideias novas. Há uma grande relação entre investigação e o desenvolvimento da educação na Finlândia. 

Com este currículo que estamos agora a implementar, queremos evidenciar não só o conhecimento mas também as competências futuras que serão necessárias. Por exemplo, usamos um modelo de ensino que se baseia no “acontecimento”. Não sei se esta é a palavra mais adequada para descrever este modelo mas o que queremos é que haja uma grande cooperação entre professores e diferentes disciplinas. Colocamos um acontecimento no centro e depois analisamo-lo através de diferentes perspetivas e disciplinas.

Além disto, trabalhamos as competências de que os alunos precisarão no futuro como o espírito crítico, as competências sociais e a comunicação.

Esta reforma curricular gera consenso na sociedade e entre partidos políticos ou é expectável que, no futuro, estas mudanças sejam revertidas?

Na Finlândia, toda a sociedade valoriza a educação. Quando desenvolvemos a educação, os profissionais, professores e investigadores estão no centro do debate. Não são os políticos. Nós, políticos, não mexemos nos currículos. São feitos por profissionais, nomeadamente professores. Damos depois uma grande autonomia aos professores e às escolas para escolherem como e quando ensinam e os materiais que utilizam. 

Regem-se pelo princípio que deve haver a mínima intervenção da política na educação?

Sim. É claro que a legislação vem do ministério e do Governo. Mas, depois disto, os municípios é que são responsáveis por organizar as escolas e a educação. Os professores têm um papel muito importante.

Em Portugal estamos também a debater a autonomia das escolas. Por onde devemos começar para dar mais autonomia às escolas?


Nunca me sinto muito confortável para dar conselhos a outros países porque acredito que as decisões devem ser tomadas pelos próprios países. O que digo sempre é que é muito importante que a formação de professores seja de grande qualidade. Se a formação for boa, os próprios professores podem tomar as decisões e serem responsáveis pela aprendizagem. (...)

 

Ler mais >>

 

Referência: RTP, N. (2018). Ministra da Educaçãoo da Finlândia. "Professores são segredo do modelo de educaçãoo"Rtp.pt. Retrieved 15 June 2018, from https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ministra-da-educacao-da-finlandia-professores-sao-segredo-do-modelo-de-educacao_es1065459

 

 

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Victor Küppers: Porque é tão importante aprender a escutar?
Victor Küppers. Professor e escritor.

 

Ver programa completo.

 

Victor Küppers es Doctor en Humanidades y Licenciado en Administración y Dirección de Empresas. Profesor universitario y formador, Küppers es autor de libros de éxito como "El efecto Actitud" y "Vivir una vida con sentido".

 

Es un defensor absoluto del poder que tiene la ‘actitud’ para desarrollar el máximo potencial de las personas: "Tú vales tus conocimientos, tus habilidades y tu actitud, pero la actitud multiplica”, explica.

 

Víctor Küppers reivindica la importancia de aprender a escuchar para cuidar las relaciones en el mundo actual. Apasionado por la psicología positiva, su pensamiento se podría resumir en esta frase de Teresa de Calcuta: “Que nadie se acerque a ti sin que al irse se sienta un poco mejor y más feliz”. Para Küppers esta es la definición de una ‘persona espectacular’.

 

 

Referência: ¿Por qué es tan importante saber escuchar?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 12 June 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aprender-a-escuchar-victor-kuupers/

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 InscriçõesPrograma | 5 e 6 de julho

 

Linhas de reflexão

Tendo em conta o contexto que enforma hoje a realidade, mais virtual, hipertextual e mediática, onde se verificam profundas mudanças sociais, processadas a um ritmo intenso e em diversos contextos, torna-se premente uma reflexão em torno do papel do professor e da escola, da necessidade de reconfiguração dos seus modos de trabalho, do desenvolvimento de “novas alfabetizações” e de um olhar avaliativo sobre as suas próprias representações (sobre o que deve ser a escola e o que e como ensinar).

 

Objetivos:

  • Debater o conceito de cidadania: um olhar transversal e plural.
  • Partilhar conhecimento e experiências práticas com outros especia- listas e organizações sobre o valor da educação para a cidadania
  • Questionar o papel dos professores e profissionais das bibliotecas no aprofundamento do trabalho associado a situações formais de aprendizagem, no âmbito da cidadania, tanto ao nível dos conteú- dos temáticos como dos processos metodológicos
  • Incentivar a um trabalho mais qualificado e eficaz das escolas e das bibliotecas no campo da cidadania e da inclusão
  • Motivar para o desenvolvimento e a renovação das políticas de for- mação de professores a nível central e local.
  • Reforçar e consolidar as iniciativas e aprendizagens promovidas pe- las bibliotecas escolares/escolas no âmbito da componente curricu- lar de Cidadania e Desenvolvimento.

 

Encontro acreditado para docentes que frequentem o programa de formação complementar: dia 6 de julho - 9.30hàs 13.00h (Registo CCPFC/ACC - 100296/18 - 0,5 créditos).

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