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No quadro das novas políticas educativas, Maria do Céu Roldão, agora em coautoria com Sílvia de Almeida, retoma a reflexão sobre autonomia das escolas e flexibilização curricular procedendo a uma atualização do livro Gestão Curricular – Para a Autonomia das Escolas e dos Professores.

Dada a relevância desta publicação entendeu a DGE apoiar esta reedição/atualização, disponibilizando-a agora à comunidade educativa, em particular às escolas.

 

Referência: (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 17 December 2018, from http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/AFC/livro_gestao_curricular.pdf

 

 

 

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Ariana Cosme | Setembro 2018Download do estudo

 

INTRODUÇÃO
Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1)1, da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar.

 

Foi ao abrigo do Despacho no 5908/2017, publicado Diário da República n.o 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório.

 

Nesta sequência, promoveu-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders, 1987) daquele projeto, tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação de decisões de gestão por parte do Ministério da Educação (Afonso, 2005).

 

Assim, mais do que medir, descrever ou julgar (Guba e Lincoln, 1989), pretendia-se contribuir para estimular os atores educativos no terreno, levando-os a participar nesse processo de modo a que, como defendia Kemmis (1988), a avaliação possa ser entendida como um processo através do qual se projetam, obtêm, conferem e organizam informações e argumentos que resultam da reflexão sobre o problema em debate.

 

Na linha de Natércio Afonso (2005), este estudo avaliativo teve como preocupação central “a recolha de informação fiável e sistemática sob aspetos específicos da realidade social usando procedimentos empíricos com o intuito de gerar e interrelacionar conceitos que permitem interpretar essa realidade” (p. 14). (...)

 

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 Ver apresentação |

 

Decorreu ontem em Portalegre, no Agrupamento de Escolas do Bonfim, uma reunião de trabalho dedicado ao tema “Autonomia e Flexibilidade Curricular: o papel das Bibliotecas Escolares".  Estiveram presentes 70 pessoas entre as quais diretores de escolas, coordenadores de departamentos,coordenadores dos diretores de turmas e professores bibliotecários.

 

A sessão foi dinamizada pelas Coordenadoras Interconcelhias das Bibliotecas Escolares,  Ana Paula Ferreira e Fátima Bonzinho, bem como pelos assessores dos centros de formação responsáveis pelo acompanhamento do processo de implementação da autonomia e flexibilidade curricular nas escolas, Luísa Moreira pelo Cefopna, Paulo Tavares pelo ProfSor e Manuela Barreiros pelo Margua.

 

Durante a sessão, foram apresentados e discutidos os documentos de referência da autonomia e flexibilidade curricular e os pressupostos que os norteiam.

 

Posteriormente, foi criada uma situação simulada, no sentido de favorecer a reflexão em torno do papel que a biblioteca escolar pode assumir neste processo de autonomia que está a ser levado a cabo pelas escolas.

 

O trabalho colaborativo e a necessidade de ver a biblioteca como um espaço que promove uma cultura de saber nas escolas e que favorece a autoformação de professores e alunos, foi o mote para a apresentação de exemplos de planos de ação da biblioteca, em articulação com o projeto educativo e visando o desenvolvimento das competências chave elencadas no Perfil do aluno do século XXI.

 

Foi ainda apresentado e discutido um exemplo de uma planificação em articulação com outras disciplinas, visando implementar um projeto que, para além das aprendizagens essenciais, promove o desenvolvimento de multiliteracias.


Uma biblioteca que vive e respira para além das paredes e que encontra respostas para os percursos diferenciados que cada agrupamento está a seguir, foi a proposta apresentada e que foi recebida com entusiasmo pelos presentes.

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Prioridades para as Bibliotecas Escolares no contexto da flexibilidade curricular e do perfil do aluno para o século XXI -  Sónia Cruz
 
 
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 Foto de Redd Angelo em Unsplash | Ler na fonte

 
No âmbito dos trabalhos de preparação do ano letivo 2018-2019, o Ministério da Educação definiu as prioridades de atuação das Bibliotecas Escolares, que a seguir se elencam:

1. Um trabalho mais aprofundado com as escolas de 1.º ciclo, integrando as bibliotecas nas dinâmicas de trabalho em sala de aula e formando os professores titulares de turma em práticas de formação de leitores e dinamização de literacia familiar;
 

2. A implementação do referencial "Aprender com a Biblioteca Escolar", que preconiza metodologias de trabalho cooperativo entre professores, colocando a biblioteca no centro das atividades da escola e explora o trabalho dos professores bibliotecários como mediadores de aprendizagens;
 

3. A promoção de um trabalho de avaliação das literacias, através do desenvolvimento de instrumentos rigorosos para a avaliação da competência leitora;
 

4. A promoção da inovação pedagógica e da flexibilidade curricular a partir da biblioteca escolar, enquanto espaço privilegiado do cruzamento de saberes disciplinares e do acesso a múltiplos recursos;
 

5. A implementação da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, através da capacitação das bibliotecas com instrumentos de participação dos alunos no comentário aos temas da atualidade e no acesso a recursos que lhes permitam desenvolver conhecimentos e capacidade crítica;
 
 
6. O reforço das literacias digitais, através da promoção de leitura em diferentes formatos e da promoção da competência de leitura em texto e hipertexto.
 

Estas prioridades colocam as Bibliotecas Escolares no centro da escola, reforçando o seu papel enquanto instrumento de promoção de melhores aprendizagens.

Para a sua concretização, serão disponibilizadas ações de formação, recursos digitais e documentação de apoio às escolas, já a partir de setembro de 2018.
 
 
Ficheiros:

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Neste vídeo pode (re)ver as intervenções dos participantes do evento que tiveram lugar no período da manhã: 

 

9h30 

Sessão de Abertura
· Secretário de Estado da Educação, João Costa
· Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Correia
· Presidente do Conselho Intermunicipal da Beira Baixa, Luís Pereira
· Presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco, António Fernandes
· Diretor do A. E. Amato Lusitano, João Belém

 

10h00 

João Costa - Secretário de Estado da Educação "Autonomia e Flexibilidade Curricular – Competências Século XXI"
Moderadora: Maria Margarida Guimarães – Diretora do Agrup. de Escolas de Vila de Rei

 

11h30 

Maria João Horta - Sub Diretora Geral de Educação (DGE)
-"Perfil do Aluno e Projetos DGE"
Moderador: António Carvalho - Diretor do Agr. de Escolas Nuno Álvares

 

12h30 

José Miguel – Diretor do CFAE EDUFOR
-"Oportunidades Educativas e boas práticas: Erasmus+ & Ambientes Educativos Inovadores"
Moderador: José Almeida- Diretor do Agr. de Escolas Verde Horizonte-Mação

 

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Foreword

 

In July 2017, Portugal officially adopted Legislative Order no. 5908/2017, which allows Portuguese schools to join a project called the "Project for Autonomy and Curriculum Flexibility (PACF)" on a voluntary basis. PACF provides schools with the necessary conditions to manage the curriculum while also integrating practices that promote better learning.

 

The PACF is being implemented as a pilot project during the 2017-2018 school year. Beginning in September 2017, over 200 schools joined the pilot. Per Portugal’s request, the OECD has conducted a review of the project. The purpose of the review is to explore how the project supports schools in effectively exercising autonomy and greater flexibility as they redesign their curricula according to the goals delineated in the Students' Profile by the End of Compulsory Schooling.

 

The Students' Profile by the End of Compulsory Schooling is a guiding document that describes the principles, vision, values and competences the country wishes Portuguese students to have by the time they finish compulsory schooling. In this review, the OECD examines how Portugal can support schools and teachers in adapting existing subjects, curricula and learning to incorporate the goals set out in the student profile. To this end, it delivers an independent analysis of the overall strategy, curriculum design and implementation of the PACF, as well as the first results of the pilot project. The review documents the process under the pilot programme and the status of its implementation in schools.

 

The analysis uses the curriculum design principles identified by the OECD Education 2030 project as a reference. The report provides policy insights and advice to Portuguese authorities at all levels of government, as well as practitioners and other stakeholders. The aim is to help them to ensure high-quality curriculum design and implementation. The report is also intended to help other OECD member countries and non-member economies understand the Portuguese process of redesigning learning models. 

(...)

 

Anon

Referência: (2018). Oecd.org. Retrieved 4 May 2018, from http://www.oecd.org/education/2030/Curriculum-Flexibility-and-Autonomy-in-Portugal-an-OECD-Review.pdf

 

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 Fonte: DGE AtividadesApresentação

 

O Ministério da Educação, em colaboração com a Federação Nacional de Associações de Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário, desafia todas as escolas a participarem, no dia 15 de janeiro de 2018, num amplo debate nacional com o objetivo de refletir sobre como organizar a escola e o ensino, com vista à concretização do Perfil dos Alunos no Final da Escolaridade Obrigatória.

 

Perfil dos Alunos, homologado pelo Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho, configura o que se pretende que os jovens alcancem no final da escolaridade obrigatória, sendo, para tal, determinante o compromisso da escola e de todos os que lá trabalham, das famílias e encarregados de educação, dos decisores políticos e da sociedade em geral. Neste sentido, julga-se oportuno e importante desenvolver uma iniciativa que promova a apropriação deste documento por todos aqueles que, de uma forma ou outra, têm intervenção na educação dos jovens portugueses e a reflexão focada em soluções concretas de organização da escola e do ensino, que visem a consecução do Perfil dos Alunos.

 

Neste dia 15 de janeiro realizar-se-á uma Conferência Nacional em Lisboa e, em simultâneo, as escolas associam-se localmente, num movimento que se pretende de âmbito nacional. A ideia é que, por um dia, as escolas suspendam a sua rotina diária e possam acompanhar a Conferência Nacional, em direto, via internet, organizar Conferências Locais e desenvolver outras atividades.

 

As escolas deverão inscrever-se nesta iniciativa no site do evento, onde também se disponibiliza o Programa, sugestões de atividades e documentos de apoio.

 

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 Fonte |

 

Autores: Vários
Tema: Educação
Coleção: Educação
Ano: 2017
Págs.: 218
ISBN: 9789898835321
Novidade

Download Gratuito  

 

Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer.

 

No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenas dentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15).

 


Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convocando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvolvimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibilidade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.

Cristina Palmeirão e José Matias Alves

 

Editora: Universidade Católica Editora
Website: Uceditora.ucp.pt
URL: http://bit.ly/2jiZ5yl

 

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pelo Professor João Costa, Secretário de estado da educação. 

 

Promover sucesso escolar significa promover melhores aprendizagens para todos.

 

Neste webinar apresenta-se o conjunto de medidas de política educativa em curso que concorrem para a construção de aprendizagens significativas para todos os alunos, com destaque para:

a) Educação Pré-escolar;

b) Programa Qualifica;

c) Planos de ação estratégica;

d) Formação contínua de professores;

e) Perfil do Aluno;

f) Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;

g) Aprendizagens Essenciais;

h) Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular;

i) Modelo de avaliação;

j) Educação inclusiva.

 

Estas medidas complementam-se para dar substância ao Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, em curso desde 2016.

 

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