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Apresentação

 

Na sociedade em rede a pergunta que devemos fazer é como se desenvolvem as aprendizagens dos novos atores e como estes se transformam em autores nos contextos de criação do conhecimento.

 

Os atores seguem um guião de ação, mas o que esperamos é que estes assumam um novo papel, como autores, para participarem de forma ativa nos processos de mudança e inovação.

 

A educação sustentada na reprodução de saberes, que se afirma ainda de modo recorrente, tem como pensamento orientador a valorização do currículo formal, a partir do qual resulta um modelo de desenvolvimento limitado, nos planos social e cognitivo, para enfrentar os processos de mudança.

 

Neste sentido, a educação para o futuro tem como maior desafio construir o pensamento para a cultura da inovação.

 

O desafio que enfrentamos na globalização do conhecimento não consiste em reproduzir saberes, pois assim ficaremos em modo de pausa no processo de mudança, mas sim inovar o conhecimento em rede para podermos antecipar o futuro.

 

No mundo digital e em rede a educação a distância tem um papel fundamental para afirmar as novas proximidades no diálogo, na colaboração e na construção conjunta das aprendizagens e do conhecimento.

 

 

 

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Ballesteros Guerra, JC e L. Picazo Sánchez (2019). [e-Book] TIC e sua influência na socialização de adolescentes. Madri, Centro da Rainha Sofia sobre Adolescência e Juventude, 2018.

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A pesquisa analisa o uso que adolescentes espanhóis entre os 14 e 16 anos fazem da rede e das redes sociais, as dificuldades que encontram, como as resolvem, os dispositivos que manipulam e desde quando, entre outras questões. Os resultados da pesquisa foram obtidos por meio de 1.624 entrevistas a adolescentes de 14 a 16 anos em centros educacionais, 4 grupos foco e 8 entrevistas individuais.

 

O objetivo dos processos de socialização é o indivíduo adquirir todos os elementos e conhecimentos que lhes permitam interagir na sociedade em que vive (Barahona et al., 2002). Nesse sentido, as TIC (tecnologias da informação e comunicação) envolvem mudanças nos ritos e padrões de comunicação e interação social, incorporando uma série de vantagens e possibilidades a esses processos de socialização, mas também desafios e riscos. 

 

Em relação à utilizaçâo das TIC, a população enfrenta uma infinidade de elementos que devem ser aprendidos para os integrar na sua vida quotidiana: a gestão do self online, a facilidade de comunicação, bem como o surgimento de novos códigos de relacionamento mediada pela tecnologia, a necessidade de conhecer e aprender os requisitos formais de gerenciamento de dispositivos, essa experiência uma constante renovação, ou as relações entre o mundo online e offline. 

 

Sempre foi sugerido que os jovens "têm mais facilidade", em relação à sua adaptação a mudanças e novas habilidades tecnológicas, e foram mesmo rotulados como "nativos digitais" para exemplificar a aparente facilidade com que assumem e incorporam os novos desafios tecnológicos nas suas diretrizes de vida. Facilidade que não nega o requisito de mediações de aprendizagem ou orientação em relação à sua adaptação às mudanças e às novas habilidades tecnológicas.

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

Referência: Arévalo, J. (2019). Las TIC y su influencia en la socialización de adolescentes.Universo Abierto. Retrieved 4 March 2019, from https://universoabierto.org/2019/03/04/las-tic-y-su-influencia-en-la-socializacion-de-adolescentes/

 

 

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Que iniciativas de Educação para a Cidadania são levadas a cabo nas nossas escolas? Em que medida é que essas práticas se cruzam com a Educação para a Cidadania Global numa perspetiva de transformação social?

 

Estas foram algumas das questões de partida que guiaram a construção do estudo exploratório Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar*, promovido pelo CIDAC e pela FGS, que decorreu entre 2017 e 2018 e que foi agora disponibilizado online. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professoras e professores e diferentes redes de educação, e que foi divulgado nesta newsletter, tendo-se recebido 164 respostas, das quais 124 foram consideradas válidas.

 
Consultar o estudo completo AQUI.
Resumo em português, castelhano e inglês AQUI.

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El informe “Journalism, Media and Technology Trends and Predictions 2019″ encuesta a 200 líderes digitales de todo el mundo sobre lo que creen que serán los retos y oportunidades a los que se enfrentarán el periodismo, los medios de comunicación y la tecnología este año. Este será el año en que la regulación de las empresas de plataformas tras la creciente preocupación por la desinformación, la privacidad y el poder de mercado. Algo que antes se consideraba impensable se ha convertido en “inevitable”, en palabras del jefe de Apple, Tim Cook, aunque los detalles serán confusos, difíciles de resolver y tomarán tiempo para hacerse realidad.

 

Mientras tanto, la difusión de contenidos falsos, engañosos y extremos seguirá socavando las democracias de todo el mundo, con la polarización de las elecciones en la India, Indonesia y Europa como puntos álgidos. El periodismo seguirá transformándose por los cambios estructurales que ya han provocado importantes caídas de los ingresos publicitarios. Los editores están buscando suscripciones para compensar la diferencia, pero es probable que los límites de esto se hagan evidentes en 2019. Tomadas en conjunto, es probable que estas tendencias conduzcan a la mayor ola de despidos en empresas periodísticas en años, debilitando aún más la capacidad de los editores para exigir responsabilidades a los políticos populistas y a los poderosos líderes empresariales.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Tendencias en periodismo, medios de comunicación y tecnología 2019Universo Abierto. Retrieved 22 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/22/tendencias-en-periodismo-medios-de-comunicacion-y-tecnologia-2019/

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Ariana Cosme | Setembro 2018Download do estudo

 

INTRODUÇÃO
Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1)1, da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar.

 

Foi ao abrigo do Despacho no 5908/2017, publicado Diário da República n.o 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório.

 

Nesta sequência, promoveu-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders, 1987) daquele projeto, tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação de decisões de gestão por parte do Ministério da Educação (Afonso, 2005).

 

Assim, mais do que medir, descrever ou julgar (Guba e Lincoln, 1989), pretendia-se contribuir para estimular os atores educativos no terreno, levando-os a participar nesse processo de modo a que, como defendia Kemmis (1988), a avaliação possa ser entendida como um processo através do qual se projetam, obtêm, conferem e organizam informações e argumentos que resultam da reflexão sobre o problema em debate.

 

Na linha de Natércio Afonso (2005), este estudo avaliativo teve como preocupação central “a recolha de informação fiável e sistemática sob aspetos específicos da realidade social usando procedimentos empíricos com o intuito de gerar e interrelacionar conceitos que permitem interpretar essa realidade” (p. 14). (...)

 

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Dados administrativos das escolas públicas, desde o pré-escolar ao ensino secundário, dos dois últimos anos letivos

No âmbito do Simplex+ o Ministério da Educação disponibiliza o BIME – Plataforma de Informação Edu que agrega informação administrativa relativa às escolas públicas, divulgando um conjunto de dados úteis ao cidadão relativamente às escolas públicas nos dois últimos anos letivos.

 

Pode encontrar os dados administrativos aqui.

 

Mais informação útil:

 

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Resumo


As crianças portuguesas de três-oito anos estão a crescer em lares apetrechados com dispositivos móveis, individualizados, de pequeno porte e ecrãs tácteis, com aplicações diversificadas.

 

Apesar desta ecologia digital, o primeiro inquérito nacional sobre como as crianças estão a crescer entre ecrãs (N= 656), realizado para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em 2016, contraria pressuposições de um boom tecnológico. Apenas 38% dos pais reportam que as crianças usam a internet e prevalece uma mediação centrada no controlo e na restrição.

 

 

Este texto apresenta e discute resultados desse inquérito e do estudo qualitativo em 20 famílias cujas crianças acedem a meios digitais, centrando-se nas competências digitais.


Estas incluem competências tradicionais (ler, escrever e contar), e outras relacionadas com acesso e uso das tecnologias digitais (Sefton-Green, Marsh, Erstad & Flewitt, 2016).

 

Castro, T., Ponte, C., Jorge, A. and Batista, S.

Referência: Castro, T., Ponte, C., Jorge, A., & Batista, S. (2017). Crescendo entre ecrãs: competências digitais de crianças de três a oito anos. CECS - Publicações / Ebooks0(0), 144-157. Retrieved from http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/article/view/2671/2579

 

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Resumo

Depois de anos de alguma incerteza e muita controvérsia quanto às possíveis causas da evolução climática que arrasa o nosso tempo, sucedem-se cimeiras atrás de cimeiras, quase à velocidade de crescimento dos gases de efeito de estufa na atmosfera, para discutir o que se convencionou chamar de “alterações climáticas”! Onde, a par de cientistas, ambientalistas, sociólogos e homens da finança, emergem as figuras políticas de muitos dos países que traçam o mapa mundo atual. Tentam firmar acordos e produzir medidas que contrariem o excesso e desmesurado crescimento de CO2 antrópico na atmosfera, bem patente nas curvas de variação deste gás, monitorizadas em vários laboratórios disseminados pelo planeta, desde Mauna Loa e de Samoa, à Antártida e ao Alasca.

 

Ler mais >>

 

Referência Duarte, L.V., (2018) Da última Cimeira do Clima à história evolutiva da Terra, Rev. Ciência Elem., V6(1):001

DOI http://doi.org/10.24927/rce2018.001

 

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Outros números da Revista:

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 por Vítor Tomé - CIAC - Universidade do Algarve Download |

 

Redes sociais: perceções de aprendizagem em ambiente formal, não‑formal e informal por parte de jovens, seus encarregados de educação e seus professores 

 

Resumo

 As redes sociais online (RSO) são ferramentas com potencial no desenvolvimento da literacia digital, focada na aquisição de competências técnicas, de análise crítica e de práticas de formação, contextualmente situada em contextos de aprendizagem formal e informal complementares.

 

Apresentamos neste artigo os resultados de uma investigação que visou compreender se há condições para concretizar o potencial das RSO, pelo que inquirimos jovens portugueses (10‑16), seus professores e encarregados de educação (EE), a que se seguiram entrevistas de grupos focais e entrevistas semiestruturadas, seguindo o design dos métodos mistos.

 

Os professores reconhecem potencial pedagógico às RSO, mas consideram, tal como os alunos e os EE, que a aprendizagem com recurso às RSO ocorre sobretudo no contexto informal, que veem como quase estanque em relação ao formal, não se sentindo preparados para os integrar no caso específico das RSO.

 

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 Consultar o estudo | Fonte

 

Resultados Escolares por Disciplina - 3.º Ciclo

A DGEEC apresenta um estudo sobre o desempenho escolar dos alunos em cada disciplina do 3.º ciclo do ensino básico geral, no ano letivo de 2014/15.

 

O estudo centra-se nos alunos matriculados em escolas públicas de Portugal continental, analisando as suas classificações finais nas seguintes onze disciplinas obrigatórias: Ciências Naturais, Educação Física, Educação Visual, Físico-Química, Geografia, História, Inglês, Língua Estrangeira II, Matemática, Português e TIC.

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