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Una de las características de las sociedades actuales tiene que ver con la complejidad y grandes desafíos de nuestros tiempos: globalización, desempleo, crisis humanitaria y de refugiados, conflictos bélicos, problemáticas sociales, corrupción política, etc. Cada vez se hace más latente la necesidad de repensar las funciones de los docentes y su papel en la sociedad.

 

Se hace igualmente necesario replantear el papel del alumnado en una sociedad compleja y cambiante en la que juegan un papel muy importante las tecnologías de la información y la comunicación, pero, cabe peguntase:

 

¿Qué podemos hacer desde las escuelas? ¿Cómo pueden los formadores de docentes preparar a los futuros profesores? 

(...)

 

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Photo by Aslı Yılmaz on Unsplash

 

As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Secundário são homologadas pelo Despacho n.º 8476-A/2018 , de 31 de agosto.

 

Nos documentos das AE, as menções efetuadas aos anos de escolaridade não prejudicam, no âmbito dos cursos profissionais, a organização e desenvolvimento das Aprendizagens.

 

Formação Geral

Disciplinas

Anos

10.º

11.º

12.º

Português

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Filosofia

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Inglês Continuação

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Alemão Iniciação

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Alemão Continuação

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Espanhol Iniciação

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Espanhol Continuação

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Francês Iniciação

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Francês Continuação

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Educação Física

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Português Língua Não Materna (PLNM)

Níveis de Proficiência

Nível A1

Nível A2

Nível B1

Formação

Específica

Disciplinas

Anos

10.º

11.º

12.º

Desenho A

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História A

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Matemática A

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Biologia e Geologia

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Economia A

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Física e Química A

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Geografia A

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Geometria Descritiva A

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História B

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História da Cultura e das Artes

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Alemão Iniciação

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Alemão Continuação

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Espanhol Iniciação

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Espanhol Continuação

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Francês Iniciação

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Francês Continuação

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Latim A

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Literatura Portuguesa

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Matemática Aplicada às Ciências Sociais

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Matemática B

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Antropologia     PDF
Biologia     PDF
Ciência Política     PDF

Clássicos da Literatura

 

 

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Direito

 

 

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Economia C

 

 

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Filosofia A

 

 

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Física

 

 

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Geografia C

 

 

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Geologia

 

 

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Grego

 

 

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Inglês Continuação

 

 

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Alemão Iniciação

 

 

PDF

Alemão Continuação

 

 

PDF

Espanhol Iniciação

 

 

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Espanhol Continuação

 

 

PDF

Francês Iniciação

 

 

PDF

Francês Continuação

 

 

PDF

Latim B

 

 

PDF

Literaturas de Língua Portuguesa

 

 

PDF

Materiais e Tecnologias

 

 

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Oficina de Artes

 

 

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Oficina de Multimédia B

 

 

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Psicologia B

 

 

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Química

 

 

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Sociologia

 

 

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Aplicações Informáticas B     PDF 

 

Referência: Aprendizagens Essenciais - Ensino Secundário | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 1 September 2018, from http://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-ensino-secundario


 

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Wikipedia + Libraries: Better Together de OCLC. 

WebJunction, 2018 

 

Materiais do curso

Este curso de formação ajuda os bibliotecários a começar a usar, editar e ensinar a Wikipédia. Os materiais foram criados durante a sessão da Wikipedia + Bibliotecas da OCLC: Better Together Project para fortalecer asligações entre bibliotecas públicas e a Wikipedia. O projeto foi realizado de dezembro de 2016 a maio de 2018 e foi financiado pela Fundação John S. e James L. Knight, pela Wikimedia Foundation e pela OCLC.

 

Os materiais são o produto da pesquisa e da experiência reunidos para projetar, entregar e avaliar o curso online de nove semanas da OCLC / WebJunction para funcionários de bibliotecas públicas nos Estados Unidos. Os participantes aprenderam o seguinte:

  • A ter uma compreensão mais profunda da Wikipedia
  • Adquiriram competências em avaliação e edição na Wikipedia
  • A desenvolver um plano para implementar a  Wikipédia nas suas bibliotecas
  • A promover o papel das bibliotecas como líderes na aquisição de habilidades básicas em informações, nas suas comunidades.

 

É possível baixar e reutilizar todos os materiais de formação disponíveis num arquivo .zip, que inclui o currículo, os slides dos cursos, os folhetos e as listas de leitura.

 

Também pode baixar cada parte dos materiais de formação separadamente.

Baixe apenas o currículo (arquivo .docx)  
Faça  o download dos slides do PowerPoint 
Faça o download dos folhetos

 

Referência: Arévalo, J. (2018). Curso para bibliotecarios sobre capacitación en edición en WikipediaUniverso Abierto. Retrieved 22 August 2018, from https://universoabierto.org/2018/08/22/curso-para-bibliotecarios-sobre-capacitacion-en-edicion-en-wikipedia/

 

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Com base em pesquisas educacionais nacionais e internacionais, Porvir aponta as principais características do professor do século 21

 

A tecnologia e as novas formas de organização da sociedade trouxeram mudanças para muitas profissões. Assim como as grandes corporações começaram a repensar suas atividades, na sala de aula não poderia ser diferente. Para ensinar uma geração conectada e que vive em constante transformação, os professores também devem estar em constante atualização.

Com base em pesquisas nacionais e internacionais, o Porvir separou algumas das principais características que compõem o perfil do professor do século 21. Nem todos os atributos são novidade para quem acompanha o site, mas eles servem como ponto de partida para uma reflexão sobre as novas formas de ensinar e aprender.

 

Confira a lista:

Saber explicar bem os conteúdos
De acordo com os estudantes ouvidos pela segunda fase (2017-2018) da pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, a didática é uma das características mais valorizadas em um educador. Para 54% dos 18.844 mil jovens ouvidos, um bom  professor deve saber explicar bem os conteúdos.

 

Propor diferentes atividades nas aulas
Ainda segundo a pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, os jovens reconhecem um professor que consegue ir além da aula tradicional. Na avaliação de 31% deles, é importante propor atividades diversificadas, ou seja, ir além da aula expositiva.

 

Conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade
Além de saber ensinar, os alunos também valorizam docentes que sabem estabelecer um diálogo harmonioso. Na pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas: Por que frequentam?”, feita pelo MEC (Ministério da Educação), OEI (Organização dos Estados Interamericanos) e Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), eles evidenciam que o professor é fator decisivo contra a evasão escolar. Ele deve conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade.

 

Acompanhar alunos com dificuldade de aprendizagem
Segundo a pesquisa “Boas Práticas em Sala de Aula”, da Fundação Lemann, que observou 70 professores que alcançaram bons resultados de aprendizagem, o acompanhamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem está entre as cinco principais estratégias adotadas por eles. O estudo ainda aponta outras estratégias, como a facilitação do diálogo entre alunos, resolução coletiva de situações-problema, leitura frequente pelos alunos e experimentos em ciências.

 

Ser um mentor para os alunos descobrirem seus interesses e talentos
Com o crescente acesso à internet, o relatório do NMC (New Media Consortium) aponta que o professor deixa de ser a fonte primária de conhecimento e se torna fundamental no papel de orientação e mediação. Na mesma linha, a pesquisa School in 2030, do WISE (Word Summit for Education), mostra que 73% dos entrevistados acreditam que o professor terá como função orientar os alunos ao longo de suas trajetórias de aprendizagem autônoma.

 

Dominar o conteúdo, usar tecnologia e saber se comunicar
Uma pesquisa que ouviu alunos, educadores e pais de instituições parceiras do grupo Unità Educacional apontou que no campo das competências técnicas é fundamental que o professor tenha domínio do conteúdo, atualização tecnológica e capacidade de comunicação.

 

Estimular a participação dos estudantes
Conforme aponta o documento “Juventudes pela Educação: Propostas para fortalecer a participação das juventudes brasileiras em prol da melhoria da educação”, desenvolvido pelo Movimento Todos pela Educação, em parceria com o Instituto Inspirare e o Instituto Unibanco, os educadores que não conhecem e nem consideram as características e demandas dos estudantes têm dificuldade de oferecer oportunidades educativas conectadas com o seu potencial, suas limitações, seus interesses e suas necessidades.

 

Saber mediar trabalhos em grupo
O livro “Planejando o Trabalho em Grupo – Estratégias para Salas de Aula Heterogêneas”, escrito pelas pesquisadoras Elizabeth Cohen (1932-2005) e Rachel A. Lotan, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, traz estratégias para a  preparação de atividades colaborativas que impactam no aprendizado, característica considerada fundamental para um bom professor.

 

Ser paciente e se aproximar do aluno  
De acordo com o relatório Global Survey of Teacher Effectiveness (“Pesquisa global sobre efetividade do professor”), produzido pelo grupo editorial britânico Pearson, os estudantes brasileiros consideram a paciência e o bom relacionamento como umas das principais qualidades de um bom professor.

 

Referência: O que é ser um bom professor? - PORVIR. (2018). PORVIR. Retrieved 24 July 2018, from http://porvir.org/o-que-e-ser-um-bom-professor/

 

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 Ler na fonte | por Cristopher Marques

 

Em permanência nos lugares cimeiros dos testes PISA, a Finlândia é apresentada como um modelo a seguir em matéria de ensino.

 

Em entrevista à RTP, a ministra finlandesa da Educação aponta os professores como chave do sucesso finlandês e defende a aposta na formação de docentes.

 

Sanni Grahn-Laasonen louva a autonomia escolar e insiste que a motivação dos alunos está relacionada com o sucesso escolar. Assume por isso o objetivo de tornar a escola "mais divertida" e sublinha que aprender passa também por deixar as crianças brincar e fazerem parte de um grupo.

 

O sucesso da educação finlandesa está associado a um sistema de ensino inteiramente gratuito, onde a escolaridade obrigatória só começa aos sete anos e as crianças passam menos tempo na escola do que em Portugal. Os trabalhos de casa são quase inexistentes e não há exames nacionais. Os professores têm autonomia para definir os recursos utilizados e não são avaliados. Todos têm mestrado, formação específica e são muitos os que não conseguem entrar nos cursos que abrem as portas à docência.

A qualidade do ensino finlandês é sublinhada nos testes de avaliação internacional PISA: desde o seu surgimento, em 2000, que a Finlândia se mantém nos lugares cimeiros. Apesar da reputação internacional do modelo finlandês, Helsínquia avançou com uma reforma educativa. O objetivo é adaptar o ensino ao século XXI, tirando proveito das novas tecnologias e privilegiando as competências em detrimento das matérias. 

Desde 2015, Sanni Grahn-Laasonen é o rosto da política de educação da Finlândia. Antes de liderar este ministério, Saani Grahn-Laasonen foi ministra do Ambiente e jornalista ao serviço do tabloide finlandês Iltalehti. É também vice-presidente do Partido da Coligação Nacional, movimento liberal-conservador filiado no Partido Popular Europeu que integra o atual Executivo finlandês.

 

“Escola Cá e Lá”. Veja a reportagem do Linha da Frente que compara o ensino em Portugal e na Finlândia



 

RTP: Qual o segredo do modelo educativo finlandês?

Sanni Grahn-Laasonen:
 Se tivesse que referir apenas um segredo do modelo de educação finlandês, diria que são os professores. Os professores finlandeses são muito respeitados pela sociedade finlandesa, estão muito motivados e bem formados, inclusive com mestrado. Damos-lhe uma grande autonomia pedagógica.

Como temos visto, o facto de termos professores com independência, tão motivados e bem formados e em quem podemos confiar traz ótimos resultados. Toda a sociedade finlandesa acredita na educação e confia nos professores.

Não há qualquer sistema de avaliação de professores. Vocês acreditam neles pela formação que lhes deram antes?


Sim. Não há exames estandardizados no sistema de ensino finlandês. Não queremos ter esse tipo de controlo feito pelo Governo ou pelo ministério. Os nossos professores são profissionais, escolhem os seus próprios materiais pedagógicos e sabemos que escolhem os melhores métodos. Este modelo tem dado muito bons resultados, como temos visto, por exemplo, nos testes PISA.

Apesar dos bons resultados avançaram recentemente com uma reforma do currículo. Quais as principais diferenças?

O mundo está a mudar muito rapidamente, o que significa que também nós temos de desenvolver a educação e trazer ideias novas. Há uma grande relação entre investigação e o desenvolvimento da educação na Finlândia. 

Com este currículo que estamos agora a implementar, queremos evidenciar não só o conhecimento mas também as competências futuras que serão necessárias. Por exemplo, usamos um modelo de ensino que se baseia no “acontecimento”. Não sei se esta é a palavra mais adequada para descrever este modelo mas o que queremos é que haja uma grande cooperação entre professores e diferentes disciplinas. Colocamos um acontecimento no centro e depois analisamo-lo através de diferentes perspetivas e disciplinas.

Além disto, trabalhamos as competências de que os alunos precisarão no futuro como o espírito crítico, as competências sociais e a comunicação.

Esta reforma curricular gera consenso na sociedade e entre partidos políticos ou é expectável que, no futuro, estas mudanças sejam revertidas?

Na Finlândia, toda a sociedade valoriza a educação. Quando desenvolvemos a educação, os profissionais, professores e investigadores estão no centro do debate. Não são os políticos. Nós, políticos, não mexemos nos currículos. São feitos por profissionais, nomeadamente professores. Damos depois uma grande autonomia aos professores e às escolas para escolherem como e quando ensinam e os materiais que utilizam. 

Regem-se pelo princípio que deve haver a mínima intervenção da política na educação?

Sim. É claro que a legislação vem do ministério e do Governo. Mas, depois disto, os municípios é que são responsáveis por organizar as escolas e a educação. Os professores têm um papel muito importante.

Em Portugal estamos também a debater a autonomia das escolas. Por onde devemos começar para dar mais autonomia às escolas?


Nunca me sinto muito confortável para dar conselhos a outros países porque acredito que as decisões devem ser tomadas pelos próprios países. O que digo sempre é que é muito importante que a formação de professores seja de grande qualidade. Se a formação for boa, os próprios professores podem tomar as decisões e serem responsáveis pela aprendizagem. (...)

 

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Referência: RTP, N. (2018). Ministra da Educaçãoo da Finlândia. "Professores são segredo do modelo de educaçãoo"Rtp.pt. Retrieved 15 June 2018, from https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ministra-da-educacao-da-finlandia-professores-sao-segredo-do-modelo-de-educacao_es1065459

 

 

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 Ver |

 

Um retrato íntimo e emocionante sobre a arte de ensinar e transmitir conhecimento. Uma história marcante de um professor muito especial que passou 40 anos a ensinar na única turma da aldeia de Saint-Just-et-Vacquières, no sul de França.

 

 

Referência: Adeus, Meu Professor de 13 Jun 2018 - RTP Play - RTP. (2018). RTP Play. Retrieved 14 June 2018, from https://www.rtp.pt/play/p3850/e351573/adeus-meu-professor

 

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Assim afeta o sono o rendimento escolar | Juan Antonio Madrid · Cronobiólogo e Catedrático de Fisiologia

 

De Juan Antonio Madrid bien podría decirse que es un “relojero del sueño humano”y uno de los investigadores con mayor producción científica a nivel mundial en el campo de los “ritmos circadianos". Catedrático de Fisiología y Especialista en Cronobiología por la Universidad Pierre y Marie Curie de París, Juan Antonio Madrid dirige actualmente el Laboratorio de Cronobiología (Cronolab) de la Universidad de Murcia, una institución especializada en la investigación del reloj biológico y cómo sus alteraciones impactan en la salud de las personas.

 

El Laboratorio Cronolab forma parte del CIBER de Fragilidad y Envejecimiento Saludable CIBERFES (Instituto de Salud Carlos III). Este experto afirma que “una de las principales causas del fracaso escolar es también la falta de sueño de nuestros jóvenes”. Las consecuencias de los cada vez más habituales trastornos del sueño, las recomendaciones para mejorarlo o los falsos mitos, son algunos de los temas que Juan Antonio Madrid repasa en este video en el que nos ofrece la realización de un test para medir la calidad de nuestro sueño. (...)

 

Ver programa completo.

 

Referência: Así afecta el sueño al rendimiento escolar. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 30 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/asi-afecta-el-sueno-al-rendimiento-escolar-juan-antonio-madrid/

 

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 Ensina RTP |

 

O documentário “Regresso sem Fim” de Anabela Saint-Maurice viaja das origens, às reflexões e obra de um dos maiores pensadores do século XX.

 

Filósofo, crítico e ensaísta literário associado ao existencialismo, Eduardo Lourenço tomou a poesia como fonte preferencial da sua obra. Fernando Pessoa, o Modernismo e Portugal são temas recorrentes nos seus ensaios.

 

Eduardo Lourenço de Faria, nasceu no Distrito da Guarda em 23 de Maio de 1923.  Estudou no Colégio Militar e licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas em Coimbra. Foi Leitor na Universidade de Grenoble e tornou-se professor jubilado em Nice em 1988.

 

Recebeu vários prémios ao longo da carreira dedicada às artes e letras e publicou uma extensa lista de ensaios como Heterodoxia I e II, O Labirinto da Saudade – Psicanálise Mítica do Destino Português, ou Fernando, Rei da Nossa Baviera.

 

Eduardo Lourenço:

Referência: Eduardo Lourenço: . (2018). Eduardo Lourenço: . Retrieved 25 May 2018, from http://ensina.rtp.pt/artigo/eduardo-lourenco/

 

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 foto JN | por Alexandre Inácio |

 

José Jorge Teixeira, professor de Física e Química na escola secundária Júlio Martins, em Chaves, foi eleito o melhor professor de Portugal. O dinheiro do prémio servirá para desenvolver o projeto que criou noutras escolas do país.

 

As suas aulas "começam sempre com bom humor, pelo porquê das coisas", garantiu esta tarde após receber os 30 mil euros de prémio do Global Teacher Prize Portugal, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. José Jorge Teixeira é professor há 24 anos e um dos seus principais objetivos é conciliar o ensino formal e informal para cativar os alunos. Aos docentes, deixou uma mensagem: a tecnologia e os recursos não são tudo, "temos a nossa cabeça e a nossa imaginação para do pouco fazermos muito".

 

Há 12 anos, o docente fundou na Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC): a partir da matéria, os alunos debatem ideias e criam um novo produto. A experiência é depois revelada à comunidade escolar. Este ano, por exemplo, os alunos estão a desenvolver um instrumento que permita a captação de água a partir do vapor. O objetivo, explicou o professor, é conseguir-se desenvolver plantas "autónomas", quase sem rega. O dinheiro do prémio, explicou aos jornalistas, será para replicar o seu projeto noutras escolas do país.

 

"Trabalhamos 22 horas letivas e inúmeras não letivas. Antes de vir para aqui já dei aulas de segunda, de terça, de quarta, de quinta? Estou esgotado!", afirmou José Teixeira, manifestando-se igualmente feliz.

(...)

 

 

Ler mais >>

 

Inácio, A. and Inácio, A.

Referência: Inácio, A., & Inácio, A. (2018). Professor de Chaves eleito o melhor de PortugalJN. Retrieved 19 May 2018, from https://www.jn.pt/nacional/interior/professor-de-chaves-eleito-o-melhor-de-portugal-9348102.html

 

 

 

 

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Porque é que as crianças deviam aprender filosofia? | Jordi Nomen

 

Jordi Nomen é professor de Filosofía na Escuela Sadako de Barcelona e autor do livro ‘El niño filósofo. Cómo ayudar a los niños a pensar por sí mismos’.

 

Nomen, explica-nos neste vídeo o sentido que tem a filosofia na educação das crianças destacando o valor das perguntas para as fazer pensar: ‘temos muitas respostas, mas fazem-nos falta as perguntas e isso não está no Google’, afirma. Defensor do papel das humanidades, Jordi Nomen destaca o papel da literatura, da música e filosofia na educação e afirma que ‘renunciar às humanidades é renunciar à humanidade’.

 

Visualizar o programa completo. | A filosofia faz-nos críticos, criativos e cuidadosos

 

 

¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?

Referência: ¿Por qué los niños deberían aprender Filosofía?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/por-que-los-ninos-deberian-aprender-filosofia-jordi-nomen/

 

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