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Mais de metade dos trabalhadores portugueses (52,3%) têm qualificações demasiado baixas para o posto de trabalho que ocupam. Num lote de 24 Estados analisados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Portugal é o país com pior desempenho neste indicador. Se acrescentarmos os 4% da força laboral que têm demasiadas qualificações, então 56,3% dos trabalhadores em Portugal estão desajustados. Numa população empregada de 4,5 milhões, há 2,5 milhões que não têm as suas competências devidamente alinhadas com a função que desempenham.

 

O estudo da OIT, intitulado "Desajuste de competências na Europa", mostra que o fenómeno é igualmente grave entre a população jovem (até aos 31 anos): 40,1% dos trabalhadores jovens têm qualificações abaixo das que seriam exigíveis para o posto de trabalho que ocupam. Recorrendo às estatísticas do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao segundo trimestre deste ano, constata-se que este fenómeno afeta cerca de 380 mil jovens. Pior só na Islândia, com um rácio de 49,7%. (...)

 

Ler mais em Dinheiro Vivo, 2 nov. >>

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Fonte: Pordata






Neste dia mundial dedicado ao trabalhador, lembramos um dos piores dramas que, neste momento, atinge  uma significativa percentagem da população em idade ativa em Portugal e noutros países do mundo: o desemprego.  Conheça os dados relativos ao emprego e mercado de trabalho na PORDATA.  

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Futurália

12.03.13





















Abriu hoje, em Lisboa, a Futurália, o maior salão anual de oferta formativa, formação e empregabilidade. Para todos os jovens e ativos à procura de cursos, estágios, requalificações e emprego ...

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Futurália 2011

16.03.11



Começa hoje, na FIL, a maior feira portuguesa na área da educação/formação, a Futurália, que atrai estudantes, pais e encarregados de educação, professores e outros profissionais da área. O evento constitui uma oportunidade única de informação e aconselhamento para os jovens que terminaram o ensino secundário e para os universitários que planeiam o seu futuro académico e profissional. Oferece também um conjunto alargado de  workshops, seminários, actividades de demonstração, concursos e passatempos, entre outros.

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Fonte: Jornal IOnline

Três artigos do jornal I falam sobre  o  percurso dos estudantes à saída do secundário: os que acabam o 12º ano e prosseguem  estudos, no ensino superior universitário ou politécnico; os que  se lançam à procura do 1º emprego com o curriculum vitae  e os "conhecimentos" que têm na bagagem; a relação entre estes percursos e o perfil das famílias. O jornal baseia-se no estudo Estudantes à Saída do Secundário, do Observatório dos Trajectos dos Estudantes do Ensino Secundário (OTES) e do Gabinete de Estatísticas e Planeamento da Educação (GEPE), do Ministério da Educação.

 Ler no IOnline,  de 9 Março >>
Ler mais no GEPE >>


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RBE


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