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As escolas e os professores enfrentam desafios que exigem a redefinição, a reconstrução e a reinvenção de concepções e práticas que têm prevalecido nos sistemas educativos desde o século XIX. Entre as pressões para a obtenção de resultados a qualquer preço e as perspectivas ultra relativistas que tendem a ignorar os resultados e a relevância dos conhecimentos académicos, é necessário utilizar novas racionalidades que nos ajudem a enfrentar os desafios da educação e da formação contemporâneas.

Precisamos de professores, profissionais do ensino, que se assumam como intelectuais, como observadores qualificados das realidades em que estão inseridos. Profissionais que pensem o currículo como um projeto de inteligência, um projeto de conhecimento, com profundas implicações na vida social, económica e política das crianças e dos jovens.

É tendo em conta estas ideias que, neste Webinar, se irá discutir o papel que a avaliação pedagógica pode ter no desenvolvimento das aprendizagens de todos os alunos. A investigação tem mostrado que a avaliação pedagógica, orientada para a distribuição de feedback de qualidade e para as aprendizagens, melhora “dramaticamente” o que os alunos sabem e são capazes de fazer. E isso é uma conquista inestimável que está ao nosso alcance.

 

Referência: Avaliação para as, e das, aprendizagens e qualidade da educação nas salas de aula. (2019). YouTube. Retrieved 3 October 2019, from https://www.youtube.com/watch?v=CwmOIm46cd8

 

Oiça aqui, a comunicação:

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O volume 2 do Monitor da Educação e da Formação de 2019 contem 28 relatórios individuais por país. Baseia-se nos mais recentes dados quantitativos e qualitativos para analisar as principais medidas políticas que foram tomadas em cada Estado-Membro da UE. Completa outras fontes de informação que descrevem os sistemas nacionais de ensino e formação.

A Secção 1 apresenta os principais indicadores para o ensino e a formação. A Secção 2 identifica sucintamente os principais pontos fortes e os desafios que se colocam aos sistemas de ensino e de formação do país. A secção 3 centra-se nos professores e nos desafios que se colocam à profissão docente. A Secção 4 analisa o investimento no ensino e na formação. A secção 5 trata das políticas para modernizar a educação pré-escolar e escolar. A Secção 6 analisa as medidas para modernizar o ensino superior. A secção 7 trata do ensino e formação profissionais e, por fim, a secção 8 abrange a educação de adultos.

O manuscrito foi concluído em 26 de agosto de 2019.
É possível consultar dados contextuais adicionais em linha (ec.europa.eu/education/monitor)

***

Destaques:

  • Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo.
  • O investimento na modernização das infraestruturas é insuficiente, em especial, na educação e no acolhimento na primeira infância nas zonas metropolitanas.
  • As disparidades regionais em termos de resultados educativos, repetição de ano e taxas de abandono precoce da educação e formação estão a melhorar. O número de diplomados do ensino superior aumentou, mas a procura de especialistas em TIC por parte das empresas excede a oferta.
  • Mantém-se uma proporção muito significativa de adultos com um baixo nível de qualificações e é reduzida a participação dos adultos na aprendizagem.

 

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Reconhecendo o papel fundamental que a educação escolar desempenha na preparação dos jovens para um mundo impulsionado pela tecnologia, este relatório lança luz sobre duas perspectivas diferentes, porém complementares, da educação digital: o desenvolvimento de competências digitais relevantes para alunos e professores, por um lado, e o uso pedagógico das tecnologias para apoiar, melhorar e transformar a aprendizagem e o ensino, por outro.

O relatório fornece indicadores sobre o desenvolvimento da competência digital dos alunos por meio de currículos escolares e das competências digitais específicas para professores, a avaliação das competências digitais dos alunos e o uso de tecnologia para a avaliação em geral e, finalmente, sobre as abordagens estratégicas da educação e educação digitais e especificamente sobre as políticas de apoio às escolas nestas matérias.

Embora os quatro capítulos principais forneçam aos formuladores de políticas, pesquisadores e à comunidade educativa informações comparativas sobre as políticas atuais de educação digital escolar na Europa, os anexos acrescentam informações específicas por país, currículo escolar, estruturas de competência de professores, estratégias...

 

ReferênciaDigital Education at School in Europe - Eurydice - European Commission. (2019). Eurydice - European Commission. Retrieved 13 September 2019, from https://eacea.ec.europa.eu/national-policies/eurydice/content/digital-education-school-europe_en

 

 

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Mara Dierssen · Neurobióloga

Chaves da neurobiologia para transformar a educação | versão integral

 

“Se agora tirássemos um cérebro aqui, veríamos uma massa de geleia. É aí que ideias, emoções, o que pensamos sai. Entender como esse tipo de magia acontece é o que investigamos no meu laboratório.” Cientista, pesquisadora, professora universitária e médica especializada em Neurobiologia, Mara Dierssen dedicou a sua carreira à pesquisa científica, graças à motivação de seu pai, neurocirurgião, e à inspiração de Santiago Ramón y Cajal.

Como investigadora no Centro de Regulação Genómica de Barcelona e no programa Genes and Disease (G&D), o seu principal objetivo é decifrar os genes envolvidos em doenças genéticas complexas e a sua influência na memória e nos sistemas de aprendizagem. Espera-se que um dia o seu laboratório descubra as chaves da genómica que afetam a capacidade cognitiva. Enquanto isso, ela dedica os seus esforços não apenas à pesquisa, mas também à divulgação científica e critica estereótipos e a falta de diversidade.

Referência internacional na investigação de deficiência intelectual e Síndrome de Down, o trabalho de Dierssen foi coligido em mais de 100 publicações científicas e galardoada com inúmeros prémios.

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Sampaio da Nóvoa

 

Sampaio da Nóvoa fala do futuro da Educação.

 

 

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Alessandro Garcia Paulino, Alan Victor Pimenta, Nilson Fernandes Dinis

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos-SP, Brasil

 

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Resumo

O artigo propõe uma discussão sobre as possibilidades de uma pedagogia da imagem que entrecruza os processos de montagem cinematográfica com as experiências do espectador, entendendo esta relação como formadora de significados sobre os filmes e sobre si. Com este propósito são utilizados conceitos sobre as distintas formas de visualidade do cinema e sobre os Estudos Culturais, em especial sobre os aspectos formativos que emergem das observações sobre os modos de endereçamento fílmico.

 

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Download | Recomendação 3/2019 |

 

Recomendação

O CNE recomenda que se disponha de um planeamento prospetivo que inclua estratégias de caracterização e provisão das necessidades do sistema educativo no que diz respeito ao pessoal docente nos diferentes grupos de recrutamento, para que se possa antecipar o estudo e a implementação das respostas mais adequadas. (...)

 

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Download | 2019 |
 
Resumo:
Os impactos da revolução digital têm afetado as mais diversas áreas e práticas sociais. Não só as formas como trabalhamos e comunicamos, mas também as formas como aprendemos e ensinamos têm vindo a ser confrontadas com a importância de se modernizarem e de usufruírem do potencial dos meios de comunicação. Principalmente daqueles que se encontram mais acessíveis no quotidiano. A crescente familiaridade com os media e a liberalização do seu acesso poderão, assim, ser compreendidas como oportunidades para a escola gozar das aprendizagens e práticas informais de professores e alunos para tornar o ensino mais próximo e para promover a aquisição e desenvolvimento de novas competências.
 
Foi adotada uma metodologia de análise mista que contemplou a aplicação de questionários a professores e alunos e a realização de entrevistas com professores. Partindo da análise dos hábitos e práticas criativas com os media de professores e alunos, decorridos no quotidiano e em contexto educativo, procurou-se refletir sobre as condições e predisposições para a introdução dos media em sala de aula, como ferramentas de trabalho que preparam os jovens para participar na sociedade e nas suas comunidades. Os resultados obtidos evidenciam que, apesar da existência de uma correlação positiva entre aqueles que usam os media mais frequentemente no quotidiano e aqueles que os utilizam mais frequentemente em contexto educativo, os usos nos dois contextos são ainda muito díspares. A par disso, professores e alunos reportam hábitos de criação, produção e participação reduzidos, percebendo-se que estes não são os principais intuitos da utilização dos meios no dia-a-dia.

 

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EL RETO
 
Las tecnologías de la información y de la comunicación (TIC) son la palanca principal de transformaciones sin precedentes en el mundo contemporáneo.
 
En efecto, ninguna otra tecnología originó tan grandes mutaciones en la sociedad, en la cultura y en la economía. La humanidad viene alterando significativamente los modos de comunicar, de entretener, de trabajar, de negociar, de gobernar y de socializar, sobre la base de la difusión y uso de las TIC a escala global. Es universalmente reconocido también que las TIC son responsables de aumentos en productividad, anteriormente inimaginables, en los más variados sectores de a actividad empresarial, y de manera destacada en las economías del conocimiento y de la inno vación. Respecto a los comportamientos personales, las nuevas tecnologías vienen revolucionando además las percepciones del tiempo y del espacio; a su vez, Internet se revela intensamente social, desencadenando ondas de choque en el modo como las personas interactúan entre sí a una escala planetaria. (...)
 
 
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Eva Millet · Jornalista e escritora

 

Eva Millet

Jornalista e escritora especializada em educação e crianças, Eva Millet alerta para os efeitos sobre crianças e jovens da "hiperpaternidade", modelo que surgiu nos Estados Unidos com a primeira geração "milenarista" e que já chegou a Espanha. Esse novo fenómeno vai "da superproteção ao controlo excessivo, tanto em casa como na sala de aula", recusa os professores e invade o espaço das crianças na escola. 

Millet investigou essa mudança na educação por meio de entrevistas com psicólogos, pedagogos, educadores, pais e professores, a quem dá voz em seus livros "Hiperpaternidad" e "Hiperniños". A autora destaca que esse sistema de "criação monstruosamente intensiva" está a criar uma geração de jovens ansiosos, impacientes e dependentes, com medos e baixa tolerância à frustração, o que também se reflete na sua aprendizagem e desempenho académico. 

Millet propõe que "as mães tigres, os pais bulldozer ou helicóptero" deem lugar a um modelo que lhes permita relaxar, confiar no senso comum e nas crianças, e não apostar apenas no acumular de experiências e conhecimentos, e optem por uma " educação de caráter "que reforce a sua empatia, resistência, valores e tolerância à frustração.

 

Referência“Sobreproteger a los niños es desprotegerlos”. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 21 July 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/ensenar-a-los-ninos-a-tolerar-la-frustracion-eva-millet/

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