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O que é a Gentileza? O que é ser solidário?

A ação da... e na biblioteca escolar: A importância da partilha. Ler , partilhar leituras, para quê?

 

Veja o vídeo. A Gentileza, a solidariedade e a leitura, na prática destes alunos!

 

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Ken Robinson | Educador e escritor

 

 

Referência: "Tenemos una poderosa imaginación". (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 15 March 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-hace-falta-para-ser-un-buen-profesor-ken-robinson/

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Marina Subirats - Socióloga

 

Visualizar a versão completa.

 

Especialista em educação em igualdade, Marina Subirats é Professora Emérita de Sociologia na Universidade Autónoma de Barcelona e uma das líderes em feminismo e coeducação na Espanha durante as últimas três décadas. 

 

Desde os anos 1980, pesquisou a evolução dos modelos sociais que diferenciam as crianças desde o nascimento, durante os seus estudos e futuros trabalhos. Como especialista em sociologia da educação, publicou, entre outros livros, "Forjar um homem, moldar uma mulher" e "Coeducação, apostar na liberdade". 

 

"Um dos problemas que temos na nossa sociedade é o androcentrismo, que destaca a figura masculina. A nova etapa consiste no desaparecimento dos géneros e na construção de uma cultura não androcêntrica, que valoriza igualmente o que é atribuído a homens e mulheres ", propõe Subirats.

 

A socióloga diz que, além do desafio do acesso universal à educação, é hora de rever os modelos masculinos inconscientemente transmitidos da escola e da família, e destaca uma importante reflexão: "Se perguntar algo à sua filha, pergunte também ao seu filho e dê-lhes a mesma valoração. 

 

"O feminismo é um movimento de libertação das mulheres, mas também dos homens ", conclui Marina Subirats.

 

Referência: ¿Cómo viven las jóvenes de hoy la desigualdad de género?. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 8 March 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/como-educar-en-igualdad-marina-subirats/

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Está disponível em português, para download gratuito, a obra ‘Njinga Mbande: Rainha do Ndongo e do Matamba’, uma publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, que se revelou como negociadora e diplomata ímpar, além de apresentar táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.

 

O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Setor de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Gênero, com financiamento do Governo da República da Bulgária.

 

Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

 

Referência: Silva, D. (2017). Baixe material pedagógico da Série Mulheres na História da África, produzido pela UnescoUniverso Educom. Retrieved 7 March 2019, from http://universoeducom.org/baixe-material-pedagogico-da-serie-mulheres-na-historia-da-africa-produzido-pela-unesco/

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Ballesteros Guerra, JC e L. Picazo Sánchez (2019). [e-Book] TIC e sua influência na socialização de adolescentes. Madri, Centro da Rainha Sofia sobre Adolescência e Juventude, 2018.

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A pesquisa analisa o uso que adolescentes espanhóis entre os 14 e 16 anos fazem da rede e das redes sociais, as dificuldades que encontram, como as resolvem, os dispositivos que manipulam e desde quando, entre outras questões. Os resultados da pesquisa foram obtidos por meio de 1.624 entrevistas a adolescentes de 14 a 16 anos em centros educacionais, 4 grupos foco e 8 entrevistas individuais.

 

O objetivo dos processos de socialização é o indivíduo adquirir todos os elementos e conhecimentos que lhes permitam interagir na sociedade em que vive (Barahona et al., 2002). Nesse sentido, as TIC (tecnologias da informação e comunicação) envolvem mudanças nos ritos e padrões de comunicação e interação social, incorporando uma série de vantagens e possibilidades a esses processos de socialização, mas também desafios e riscos. 

 

Em relação à utilizaçâo das TIC, a população enfrenta uma infinidade de elementos que devem ser aprendidos para os integrar na sua vida quotidiana: a gestão do self online, a facilidade de comunicação, bem como o surgimento de novos códigos de relacionamento mediada pela tecnologia, a necessidade de conhecer e aprender os requisitos formais de gerenciamento de dispositivos, essa experiência uma constante renovação, ou as relações entre o mundo online e offline. 

 

Sempre foi sugerido que os jovens "têm mais facilidade", em relação à sua adaptação a mudanças e novas habilidades tecnológicas, e foram mesmo rotulados como "nativos digitais" para exemplificar a aparente facilidade com que assumem e incorporam os novos desafios tecnológicos nas suas diretrizes de vida. Facilidade que não nega o requisito de mediações de aprendizagem ou orientação em relação à sua adaptação às mudanças e às novas habilidades tecnológicas.

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

Referência: Arévalo, J. (2019). Las TIC y su influencia en la socialización de adolescentes.Universo Abierto. Retrieved 4 March 2019, from https://universoabierto.org/2019/03/04/las-tic-y-su-influencia-en-la-socializacion-de-adolescentes/

 

 

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O Manual

 

O Manual de Promoção de Competências Socioemocionais, de ora em diante designado por Manual, na lógica do modelo de intervenção proposto para a Saúde Escolar e a Saúde Mental, integra alguns temas e objetivos do Referencial de Educação para a Saúde da Direção-Geral da Educação (DGE), (no prelo) e oferece uma orientação nas áreas da promoção da saúde e bem-estar como um todo, bem como do desenvolvimento das relações interpessoais.

 

O principal objetivo do Manual é constituir-se como um recurso pedagógico para facilitar a formação e a implementação, passo a passo, de um projeto promotor da Saúde Mental na Escola, orientado pela tipologia de programas de Aprendizagem SEL (Social and Emocional Learning), assente nos seguintes princípios:

 

• Promoção da saúde, do bem-estar mental e do sucesso educativo através de uma abordagem compreensiva e holística de toda a Escola, integrada na promoção e educação para a saúde;

 

• Intervenção fundamentada nos modelos baseados na evidência científica, usando os resultados da avaliação para justificar decisões;

 

• Promoção de um ambiente escolar seguro, de suporte e protetor, respeitando os princípios da confidencialidade, de modo a que a comunidade educativa se sinta confiante para discutir e para solicitar apoio face às necessidades sentidas;

 

• Definição das intervenções e dos resultados adequados ao meio escolar, que contribuam para maximizar os fatores protetores e minimizar os fatores de risco;


• Consciencialização de que alguns fatores de proteção e de risco têm impacto nos resultados a nível da saúde e da educação e que influenciam as escolhas a nível pessoal e do grupo;


• Sensibilização dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para uma metodologia de projeto conjunta, capacitando-os para a implementação deste modelo em meio escolar;

Capacitação dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para serem, essencialmente, recurso de suporte a escolhas a nível pessoal e do grupo e facilitadores de aprendizagens e de tomada de decisão referentes ao potencial de saúde;

 

• Implementação de metodologias interativas e participativas no desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e competências para a tomada de decisão e na adoção de comportamentos mais saudáveis junto da comunidade educativa.

(...)

 

Referência: simões, c., & completo, V. (2016). Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em Meio Escolar.Spo-franciscofranco.blogspot.com. Retrieved 26 February 2019, from https://spo-franciscofranco.blogspot.com/2016/09/manual-para-a-promocao-de-competencias.html

 

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Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário, aprovado em agosto de 2016, foi elaborado pelo Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação, em parceria com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., o CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral e a Fundação Gonçalo da Silveira.

 

Referencial de Educação para o Desenvolvimento constitui-se como documento orientador que visa enquadrar a intervenção pedagógica da Educação para o Desenvolvimento, como dimensão da educação para a cidadania, e promover a sua implementação na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. De natureza flexível, não prescritivo, este Referencial pode ser utilizado em contextos diversos, no seu todo ou em parte, sequencialmente ou não.

 

Referência: Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário | Direção-Geral da Educação. (2019). Dge.mec.pt. Retrieved 21 February 2019, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/referencial-de-educacao-para-o-desenvolvimento-educacao-pre-escolar

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Que iniciativas de Educação para a Cidadania são levadas a cabo nas nossas escolas? Em que medida é que essas práticas se cruzam com a Educação para a Cidadania Global numa perspetiva de transformação social?

 

Estas foram algumas das questões de partida que guiaram a construção do estudo exploratório Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar*, promovido pelo CIDAC e pela FGS, que decorreu entre 2017 e 2018 e que foi agora disponibilizado online. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professoras e professores e diferentes redes de educação, e que foi divulgado nesta newsletter, tendo-se recebido 164 respostas, das quais 124 foram consideradas válidas.

 
Consultar o estudo completo AQUI.
Resumo em português, castelhano e inglês AQUI.

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O livro de atas do  XXV Colóquio da Afirse Portugal, realizado em Lisboa, em fevereiro de 2018, encontra-se disponível para consulta.

 

Pinhal, J.,  Cavaco, C., Cardona, Mª.J., Costa, F., Marques, J. & Faria, R. (Orgs.) (2019). A investigação, a formação, as políticas e as práticas em educação – 30 anos de AFIRSE em PortugalAtas do XXV Colóquio da AFIRSE Portugal. Lisboa: AFIRSE Portugal e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

 

Trata-se do colóquio comemorativo dos 30 anos da AFIRSE em Portugal,  por isso o Livro de Atas encontra-se disponivel e aberto a todos os interessados.

 

ReferênciaLivro de Atas de 2018. (2019). AFIRSE Portugal. Retrieved 29 January 2019, from http://afirse.ie.ul.pt/livro-de-atas-de-2018/

 

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Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

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