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Torelló, Josep (2015). La música en las Maneras de Representación cinematográfica.

Colección Transmedia XXI. Barcelona: Laboratori de Mitjans Interactius.

 

Prólogo

La musica se ve en el cine  - Jaume Duran

Todavía se puede decir que el cambio más importante en el mundo del cine, el primer gran audiovisual de la historia, se produjo en 1927 con la incorporación del sonido. Comúnmente, se denomina el periodo anterior a esta fecha como cine mudo o silente. Pero el cine nunca fue mudo. Casi siempre había habido un piano o un comentador a pie de pantalla o, cuando no, para las grandes ocasiones, una buena orquesta.

Ahora bien, a finales de la década de 1920, y por más que ya se habían dado algunas experimentaciones al respecto desde principios de ésta e incluso un gran interés desde sus orígenes, el Vitaphone fue el primer sistema eficaz de sonido sincronizado, registrado en grandes discos armonizados con la imagen que, a principios de la década de 1930, fue substituido por el Movietone, que incorporaba la banda sonora en el propio fotograma. [...]

 

 

Os direitos da criança | e-book

Reedição

21.11.19

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Adaptação do texto da Convenção Sobre os Direitos das Crianças: Paula Cristina Martins e Sara Pereira
Capa, ilustrações e arranjo gráfico: Arlindo Fagundes
ISBN: 978-989-8600-89-9
 
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Conhece os teus direitos
 
A Convenção sobre os Direitos das Crianças foi aprovada em Nova Iorque, em 20 de novembro de 1989, na Assembleia Geral das Nações Unidas, faz este ano 30 anos. Nos países em que foi ratificada (isto é, aceite como válida) passou a ser lei desse país. Praticamente todos os países do mundo aceitaram a Convenção dos Direitos da Criança. Portugal foi um desses países.
 
Apesar da evolução positiva dos Direitos das Crianças ao longo dos 30 anos da Convenção, há muitos que ainda não são reconhecidos. Para mudar esta realidade e contribuir para a igualdade de todas as crianças é importante conhecer, divulgar e refletir sobre esses direitos.
 
Foi por isso que em 1998 duas entidades que entretanto foram extintas – o Governo Civil de Braga e o Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho – publicaram este livro, em linguagem simples, para que todos a entendam.
 
Passadas três décadas, o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) e o Centro de Investigação em Estudos da Crianças (CIEC), ambos da Universidade do Minho, empenhados igualmente em pôr em prática esta Convenção, decidiram reeditar este livro, para que conheças e entendas bem os teus direitos e ajudes a promovê-los, na tua família, na tua escola, nos teus grupos de amigos, nos sítios que visitas... É por isso importante que leias este livro e que fales sobre ele.
 
Novembro de 2019
 

Referência: Os direitos da criança. (2019). Lasics.uminho.pt. Retrieved 21 November 2019, from http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/257

 

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Em que ponto estamos?

Desde a disseminação dos computadores pessoais nos anos 80 do século passado, a expansão da World Wide Web nos anos 90 e o surgimento das redes sociais e dos dispositivos móveis nos anos 2000, a tecnologia digital tem sido um catalisador de mudança social nas sociedades contemporâneas. Apesar de as escolas terem feito grandes esforços nas duas últimas décadas para se adaptarem às novas condições sociais e tecnológicas, a perceção geral é de que a vida social das crianças, pré-adolescentes e adolescentes gira em torno de um conjunto de tecnologias digitais e de novas práticas que são muitas vezes diferentes das dos pogramas educativos das escolas. [...]

 

Conteúdo relacionado:

 

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Um recurso para a dinamização do pensamento crítico dos alunos. Para professores de todos os níveis de ensino, apresenta fundamentação teórica, planificação e estratégias de aprendizagem e avaliação.

 

Tim Kenyon

Professor e Investigador na Brock University (Canadá)

O ensino do pensamento crítico é uma espécie de enigma. Por um lado, é um dos elemen-tos mais exigidos no mundo educacional, com uma rara convergência entre políticos, comentadores, ativistas sociais, grandes organizações empresariais e os próprios educadores, que concordam que as competências de pensamento crítico são uma necessidade pedagógica urgente para a prosperidade económica, social e cultural. Por outro lado, nunca os educado- res foram tão explícitos ao afirmar que já promovem as competências de pensamento crítico nos seus programas e nas suas práticas. Desde o jardim de infância ao ensino superior, na formação académica ou vocacional, apenas precisamos de olhar para os currículos e para as descrições das disciplinas para verificar que todos estão a ensinar o pensamento crítico.

Como podemos precisar de forma tão “desesperada” de algo que todos já estão a fazer?

O problema é, em parte, a falta de clareza sobre o que se entende por ensino do pensa- mento crítico. Por que razão os professores não haveriam de considerar que o ensino inclui o pensamento crítico quando, no sentido mais amplo, as competências de raciocínio crítico são apenas competências de raciocínio, ponto final? Os aspetos interessantes e difíceis do pensamento crítico relacionam-se com o modo como competências e atividades de raciocínio que pareceriam bastante básicas de outra forma se interligam, como se ativam em rede nos momentos certos, como podem ser transformadas em atividades reflexivas e como podem ser relacionadas com as respostas sociais e emocionais apropriadas para serem eficientes quando ativadas. Por exemplo, a aritmética está entre o conjunto de competências de pensamento crítico, no sentido de que muitas vezes é preciso usar a aritmética elementar para pensar de modo crítico. Isso significa que apenas ensinar aritmética é ensinar o pensamento crítico? Se lhe atribuirmos esse significado, então como é que percebemos um défice mundial de pensamento crítico, quando competências como a numeracia são ensinadas de forma universal? [...]

 

Referência: Lidel, G. (2019). Educar para o Pensamento Crítico na Sala de Aula - Planificação, Estratégias e Avaliação. Issuu. Retrieved 12 November 2019, from https://issuu.com/lidel/docs/9789896930929_educar_para_o_pensame

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Orgs: José Carlos Morgado, Joana Sousa, Antonio Flávio Moreira, Arlindo Vieira

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Introdução

Como campo de fronteiras muito porosas, que se ampliam na confluência de distintas visões sobre o Homem, a Sociedade, a Educação e a Formação, o currículo vem, progressivamente, a consolidar-se como área de referência no domínio das Ciências da Educação, em todo o Mundo. Tal consolidação perspetiva-se por diversos desafios teóricos e metodológicos que procuraram interpelar as políticas e as práticas curriculares, com intuito de clarificar quer os propósitos que norteiam o fenómeno educativo, quer as transformações que, se quisermos melhorar a sua qualidade, é necessário introduzir nesse processo. Daí a importância de um amplo debate sobre as decisões curriculares, tanto no interior como no exterior das instituições educacionais, uma vez que delas depende, em grande parte, a forma como se idealizam e concretizam os propósitos educativos.

O último Colóquio sobre Questões Curriculares, realizado na Universidade de Cabo Verde (UNICV), procurou contribuir para esse debate. Os textos que integram este livro, e que serviram de base às Conferências e às Mesas Redondas realizadas no Colóquio, demonstram-no, uma vez que testemunham diferentes visões dos seus autores relativamente às temáticas centrais do Colóquio: o Currículo, a Formação, a Crioulidade e a Internacionalização. [...]

Referência: Universidade da Madeira (2019). Www3.uma.pt. Retrieved 11 November 2019, from http://www3.uma.pt/jesussousa/Publicacoes/113.EBook.pdf

Competência mediática e digital - e-book

do acesso à autonomia

10.11.19

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Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.

Prólogo

La educomunicación como proyecto social en el mundo de las pantallas

La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]

 

Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf

 

 

 

Uso de dados e novas avaliações | + aprendizajes

Centro de Estudos Fundação Ceibal

05.11.19

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"Uso de dados e novas avaliações" é o título da terceira edição da revista + Learning, publicada em setembro pela Fundação Ceibal. 

Nesta edição, encontramos entrevistas com especialistas, experiências inovadoras nacionais e internacionais e ferramentas tecnológicas para facilitar a avaliação pelos professores.

Uma conceptualização mais aberta da educação convida-nos a repensar o que chamamos de avaliação. É por isso que se dedica este número a oferecer uma visão mais ampla e rica do que é entendido por avaliação (e também por aprendizagem). Nesta edição, reflete-se sobre o uso de dados por professores, instituições e a importância de avaliar (o que? Como? Quando?) Para conhecer e melhorar.

Dentre os conteúdos, destaca-se a entrevista realizada com o especialista John Hattie, que fala na importância de conhecer e avaliar o impacto da tarefa de ensino, e um artigo sobre a avaliação no ensino superior de Mariana Maggio.

Encontramos ainda um estudo realizado pelo PISA a partir de testes reconhecidos (onde perguntam se a equidade na educação pode promover a mobilidade social), experiências dos EUA e também de centros educativos uruguaios em San Carlos e Artigas.

Além disso, é apresentada a rede ADELA e apresenta-se um estudo do pensamento computacional que está a ser realizado em vários países da América Latina.

Referência: Fundación Ceibal. (2019, setiembre). Uso de datos y nuevas evaluaciones. + Aprendizajes (2) 3.

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Para capacitar as pessoas que usam o Twitter para que possam analisar criticamente os conteúdos que veem, no início da Semana Mundial de Alfabetização Midiática e Informacional 2019 da UNESCO, foi lançado este novo guia para educadores, chamado Ensinar e Aprender com o Twitter.

Fácil de ler, informativo e divertido, o guia tem o objetivo principal de ajudar os educadores a capacitar as gerações mais jovens com competências de alfabetização mediática, permitindo que façam as perguntas certas sobre conteúdos que encontram na internet e analisem criticamente as notícias e informações com as quais se envolvem.

O guia contém diretrizes de melhores práticas sobre alfabetização mediática da UNESCO e também uma lista de leitura com curadoria de especialistas em programas da UNESCO, cujo objetivo é orientar os educadores sobre a atual literatura de ensino sobre esse tópico.

Para garantir um amplo alcance global, ele será traduzido inicialmente para nove idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, português, árabe, japonês, sueco e hindi, com plano futuro de traduzi-lo para outras línguas.

Também distribuiremos o guia para as escolas, alavancando nossas parcerias em todo o mundo, por exemplo, via rede de ONGs relevantes da UNESCO, agências estaduais de educação e a rede europeia de Centros de Internet Segura.

Esses esforços complementam diretamente o nosso processo de desenvolvimento de políticas sobre desinformação - e mais especificamente a abertura de um novo período de comentários públicos, quando você poderá dar opinião sobre as próximas políticas que adotaremos para combater a mídia sintética e manipulada em nosso serviço.

 

Sala de aula digital

O guia também contém dicas para educadores e pais que desejam descobrir os benefícios do uso do Twitter como uma ferramenta de aprendizagem na sala de aula ou em casa, oferecendo uma combinação útil de teoria, planos de aula e estudos de caso.

A partir de uma visão holística do que significa ser um bom cidadão digital, o manual também contém seções sobre segurança online e a respeito de como educadores podem lidar com o cyberbullying e aprender a controlar sua pegada digital. Veja mais detalhes aqui.

Referência: Twitter e UNESCO lançam guia de alfabetização midiática e informacional. (2019). Blog.twitter.com. Retrieved 3 November 2019, from https://blog.twitter.com/pt_br/topics/company/2019/twitter-e-unesco-lancam-guia.html

 

Conteúdo relacionado:

 

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imagem de universoabierto.org

The little book of. plagiarism. what it is and how to avoid it. 6th edition, September Stirling: University of Stirling, 2017

 

Este folheto foi desenvolvido para ajudar os alunos a entenderem melhor o que é o plágio e sugere estratégias para o evitar. 

 

Conteúdo relacionado:

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Download | Guia em linha |

Este guia convida a refletir, por um lado, sobre como ativar a memória e a continuação da vida das atividades e processos que realizamos, e por outro, que meios, dos que temos ao nosso alcance, podem ser mais indicados para consegui-lo.

 

Referênciacómo documentar un proyecto - La Aventura de Aprender. (2019). Laaventuradeaprender.intef.es. Retrieved 21 October 2019, from http://laaventuradeaprender.intef.es/guias/como-documentar-un-proyecto

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