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Na Cidade perdeu ele a força e beleza harmoniosa do corpo, e se tornou esse ser ressequido e escanifrado ou obeso e afogado em unto, de ossos moles como trapos, de nervos trémulos como arames, com cangalhas, com chinós, com dentaduras de chumbo, sem sangue, sem febra, sem viço, torto, corcunda — esse ser em que Deus, espantado, mal pode reconhecer o seu esbelto e rijo e nobre Adão! Na Cidade findou a sua liberdade moral: cada manhã ela lhe impõe uma necessidade, e cada necessidade o arremessa para uma dependência: pobre e subalterno, a sua vida é um constante solicitar, adular, vergar, rastejar, aturar; rico e superior como um Jacinto, a Sociedade logo o enreda em tradições, preceitos, etiquetas, cerimónias, praxes, ritos, serviços mais disciplinares que os dum cárcere ou dum quartel…

 

Título: A Cidade e as Serras
Autor: Eça de Queirós
Data Original de Publicação: 1901
Data de Publicação do eBook: 2019
Imagem da Capa: Le Pont de l’Europe, de Gustave Caillebotte
Revisão: Ricardo Lourenço, Cláudia Amorim e Miriam Santos Freire
ISBN: 978-989-8698-56-8
Texto-Fonte: A Cidade e as Serras. Porto: Livr. Chardron, 1901.

EPUB
MOBI

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Oberländer, A. and T. Reimer (2019). [e-Book] Open Access and the Library. Basilea, Suiza, MDPI – Multidisciplinary Digital Publishing Institute, 2019

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As bibliotecas são lugares de aprendizagem e criação de conhecimento. Nas duas últimas décadas, a tecnologia digital - e as mudanças que a acompanham - aceleraram essa transformação até ao ponto em que a evolução se começa a transformar em revolução. Sob o modelo de assinatura, o papel das bibliotecas era comprar ou licenciar conteúdo em nome dos seus utlizadores e, em seguida, agir como guardiões para regular o acesso em nome dos titulares de direitos. Num mundo em que toda a pesquisa é aberta, o papel da biblioteca está a mudar do licenciamento e disseminação para a facilitação e apoio ao próprio processo de publicação, o que requer uma mudança fundamental em termos de estruturas, tarefas e competências. Também muda a ideia da coleção de uma biblioteca.

 

Num modelo aberto, é mais provável que a coleção seja o conteúdo criado pelos utilizadores da biblioteca (investigadores, funcionários, alunos, etc.), conteúdo que agora é curado pela biblioteca; Em vez de selecionar conteúdo externo, as bibliotecas precisam entender o conteúdo criado pelos seus próprios utilizadores e ajudá-los a disponibilizá-lo ao público, seja por meio de um depósito local, o pagamento dos custos de processamento de itens ou por meio de aconselhamento e orientação. Pode-se dizer que é um modelo simplista que deixa de lado coleções especiais e outras áreas. Mesmo assim, destaca as mudanças pelas quais as bibliotecas de pesquisa estão a passar, mudanças que provavelmente serão aceleradas como resultado de iniciativas como o Plan S

 

Esta edição especial investiga algumas das mudanças nos serviços da biblioteca atual relacionados com o acesso aberto.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El acceso abierto y la bibliotecaUniverso Abierto. Retrieved 11 July 2019, from https://universoabierto.org/2019/07/11/el-acceso-abierto-y-la-biblioteca/

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Orrú, Sílvia Ester ; Bocciolesi, Enrico. Educar para transformar o mundo: inovação e diferença por uma educação de todos e para todos / Educar para transformar el mundo: innovación y diferencia por una educación de todos y para todos. Ciudad Madero: Librum, 2019

 

Download (texto completo):

 

É por meio da educação que é possível fortalecer o respeito pelos direitos humanos, a aceitação das diferenças como qualidade própria de todos os seres humanos, bem como aprender a conviver com distintas pessoas e a se constituir sujeito de sua própria história. Por meio de uma educação libertadora é realizável a constituição de uma sociedade cada vez mais democrática e inclusiva. 

 

Com o objetivo de partilhar saberes e ações pedagógicas em prol de uma educação de todos e para todos numa perspetiva de educação democrática, inclusiva e inovadora, é que nasce esta obra a partir de estudos e vivências de professores do Brasil, Chile, Espanha, Itália e Portugal. Os capítulos apresentam perspetivas teóricas e experiências que reconhecem a diferença, a inclusão e a inovação como pilares fundamentais para a educação contemporânea e das futuras gerações. 

 

Nas palavras de Paulo Freire, “ensinar exige a convicção de que a mudança é possível”. Este é o maior sentido desta obra concebida com gosto pelos seus autores: partilhar convicções de que educar pessoas para transformar o mundo, é um ato de amor e de coragem.

 

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Download | 2017

 

O E-Book Literacia e Inclusão Digital: Boas Práticas em Portugal e em Espanha resulta de um amplo leque de pesquisas sobre Literacia e Inclusão Digital, em Portugal e em Espanha, identifcadas pela Rede ObLID

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Download | 2019

 

Desde o início do século XIX, a prática de leitura e escrita mudou devido aos avanços tecnológicos e às diferentes necessidades de comunicação que surgiram a partir de ambientes de novos media. O constante desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação facilita o consumo e a criação de produtos digitais e, além disso, favorece a participação e a colaboração. 

 

Da mesma forma, essas tecnologias promovem a interatividade nos ecossistemas digitais que constroem significados através da interação de diferentes elementos icónicos, verbais e sonoros. 

 

No ecossistema do livro, a mediação da tecnologia levou à emergência do dispositivo de leitura, o que, juntamente com o aparecimento da web e hipertexto, modificou processo  leitor e a tradição secular baseada no uso de papel.

 

O tempo que antes se dedicava a ler o jornal, ver televisão ou escutar a rádio hoje distribuiu-se, de maneira atomizada, entre o Twitter, o Facebook, o WhatsApp, livro impresso, eBooks, Podcasts, Instagram, Wattpad, YouTube....

 

Referência: Lectoescritura digital - Publicaciones - Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. (2019). Sede.educacion.gob.es. Retrieved 4 July 2019, from https://sede.educacion.gob.es/publiventa/d/22961/19/0

 

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Corporate author: UIS [560], FHI 360 (USA) [2], Oxford Policy Management (UK) [2], University of Cambridge (UK). Research for Equitable Access and Learning Centre [2]
ISBN: 978-85-7652-241-6
Collation: 143 pages
Language: Portuguese
Also available in: English
Year of publication: 2019
Type of document: book

 

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Badillo Matos, Ángel. La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la información. Madrid: Real Instituto Elcano, 2019

 

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A desinformação tem emergido como uma questão de importância pública através de vários escândalos que no cenário internacional recuperaram o debate sobre o fluxo internacional de informações, as suas conexões com os interesses geoestratégicos de certos países e os efeitos que têm sobre os cidadãos. 

 

É um debate recorrente, mas desta vez tem novos ingredientes: a natureza das redes digitais permite utilizá-las não só para disseminar informação, mas também para atacar, mediante técnicas informáticas, servidores de dados (para modificá-los, roubá-los ou destruí-los); as redes sociais e a personalização da informação recebidas através delas implicam novas formas de romper a esfera pública, e os cidadãos incorporaram as práticas de produção e consumo de informação digital sem grande conhecimento da lógica desses novos meios, transferindo-os dos media tradicionais. 

 

Este texto analisa as transformações que deram origem ao novo ecossistema e propõe, a partir do estudo das iniciativas europeias sobre a desinformação, um modelo de análise da situação e o reforço da ação coordenada europeia desde Espanha.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 26 June 2019, from https://universoabierto.org/2019/06/26/la-sociedad-de-la-desinformacion-propaganda-fake-news-y-la-nueva-geopolitica-de-la-informacion/

 

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Download | Setembro 2013 |

 

Scolari, Carlos A. (ed.) (2013). Homo Videoludens 2.0. De Pacman a la
gamification. Collecció Transmedia XXI. Laboratori de Mitjans Interactius.
Universitat de Barcelona. Barcelona.

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O livro infantil ‘A história de Chiquinho’ conta de forma ilustrada a vida e a luta do ambientalista Chico Mendes. Com ilustrações de Ziraldo, o livro mostra diversas questões que envolvem a preservação da Floresta Amazónica.


A história do seringueiro e ativista é contada de forma resumida com o objetivo de colocar a criança em contacto com a personalidade histórica de Chico Mendes e a sua importância para a história brasileira.


Idealizado em parceria com o Instituto Chico Mendes e o cartunista e escritor Ziraldo.

 

Referência: Educom, U. (2019). Baixe livro gratuito, ilustrado por Ziraldo, que ajuda a conhecer quem foi Chico MendesUniverso Educom. Retrieved 18 June 2019, from http://universoeducom.org/baixe-livro-gratuito-ilustrado-por-ziraldo-que-ajuda-a-conhecer-quem-foi-chico-mendes/

 

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Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo, o novo livro digital do programa Escolas Transformadoras, apresenta a criatividade como um valor e uma habilidade essenciais para a formação de pessoas capazes de transformar a educação e a sociedade. 

 

Aqui, mais de 40 autores e autoras, entre estudantes, professores, gestores de escola, investigadores, profissionais do terceiro setor e professores universitários, abordam a criatividade como um dos valores transformadores essenciais para a superação de desafios na educação.

 

A publicação tem a sua origem no Encontro Nacional realizado pelo programa em agosto de 2018, no Instituto Brincante (Brasil). Naquela oportunidade, a coordenação do programa organizou vivências sobre criatividade com o intuito de fomentar os diálogos e trocas entre a sua rede. Uma dessas vivências foi um painel de cocriação que visava, justamente, assentar as bases para a edição deste livro.

 

Visualize na íntegra o painel de conversa sobre criatividade: 

 

Referência: Criatividade: mudar a educação, transformar o mundo. (2019). Escolas Transformadoras. Retrieved 15 June 2019, from https://escolastransformadoras.com.br/materiais/criatividade-educacao-mundo/

 

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         – 5 maneiras de estimular a criatividade
         – Criatividade não é uma festa

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