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O mundo à nossa volta está a mudar constantemente e isso pode ter um impacto na maneira como as equipas e os indivíduos trabalham, especialmente com os rápidos avanços na tecnologia e as crescentes necessidades de fornecedores, profissionais e utilizadores das bibliotecas.

A mudança é uma parte importante de qualquer local de trabalho e, para um bibliotecário que gere uma equipa, ser capaz de liderar a mudança com sucesso (e com o mínimo de interrupções possível) é uma competência essencial.

Com base em conselhos de especialistas, exemplos da vida real e modelos de gestão de mudanças, este eBook ajuda-nos a compreender e a gerir a resistência à mudança.

 

ReferênciaKey Skills for Library Managers: CHANGE MANAGEMENT - Librarian Resources. (2020). Retrieved 20 July 2020, from https://librarianresources.taylorandfrancis.com/white_paper/key-skills-for-library-managers-change-management/

Educação para os Direitos Humanos | manuais

Amnistia Internacional - Portugal

07.07.20

A Amnistia Internacional lançou um conjunto de manuais que disponibiliza numa nova área do seu site, dedicada à Educação para os Direitos Humanos (EDH).

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São recursos úteis para as bibliotecas escolares, uma vez que fornecem informação e ideias de atividades para abordar temáticas dos direitos humanos, um dos temas trabalhados nas escolas e que se constitui cada vez mais como essencial na formação dos estudantes.

Existem poucos manuais de referência nestas temáticas em língua portuguesa e por isso se lança esta coleção, para que sejam ferramentas de apoio a professores, educadores, formadores, ou outros profissionais ligados à educação em contextos formais e não formais.

Alguns dos títulos que se apresentam versam sobre temas essenciais da atualidade em direitos humanos e cidadania, e do trabalho da Amnistia Internacional em Portugal e no mundo. Destes são exemplo “Celebrar a coragem dos defensores dos direitos humanos”, “Eu Acolho – direitos humanos das pessoas refugiadas”, “Pobreza e direitos humanos”, “Capacitar contra a tortura”, entre outros.



SOBRE OS MANUAIS

 Estes manuais foram desenhados de forma específica para o contexto português, a partir de materiais das campanhas da Amnistia Internacional. Incluem, em geral, a definição dos principais conceitos do tema, um enquadramento do mesmo nas questões de direitos humanos e exercícios ou dicas para serem levados para o contexto de sala de aula ou para outros espaços educativos.

Destinam-se a docentes, sobretudo, do 3.º ciclo e dos ensinos secundário e profissional, a educadores de outros contextos, inclusivamente não formais, e a outros profissionais ligados ao trabalho social e educativo. Todos os manuais estão disponíveis de forma gratuita.Com o fim das aulas, é tempo de desenvolver novas competências e preparar os conteúdos do próximo ano letivo, para as diversas disciplinas dos currículos escolares.

Os manuais da Amnistia Internacional podem contribuir para esta missão.

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Prefácio

(...) O presente manual procura servir como exemplo de currículo internacionalmente relevante, aberto à adesão ou adaptação, como resposta ao problema decorrente da desinformação global que confronta as sociedades em geral, e o jornalismo em particular.

Evita-se admitir que o termo fake news (“notícias falsas”) possua um significado direto ou comummente compreendido. Isso ocorre porque “notícias” significam informações verificáveis de interesse público, e as informações que não atendem a esses padrões não merecem o rótulo de notícias. Nesse sentido, então, a expressão “notícias falsas” é um oxímoro que se presta a danificar a credibilidade da informação que de facto atende ao limiar de verificabilidade e interesse público – isto é, notícias reais.

Para entender melhor os casos que envolvem manipulação exploratória do idioma e convenções de géneros de notícia, esta publicação trata esses atos de fraude pelo que são – como uma categoria particular de informação falsa em formas cada vez mais diversas de desinformação, inclusive em formatos de entretenimento como memes visuais.

Nesta publicação, o termo desinformação é comummente usado para se referir a tentativas deliberadas (frequentemente orquestradas) para confundir ou manipular pessoas por meio de transmissão de informações desonestas. Isso geralmente é combinado com estratégias de comunicação paralelas e cruzadas e um conjunto de outras táticas, como hackear ou comprometer pessoas. O termo “informação incorreta” frequentemente refere-se a informações enganosas criadas ou disseminadas sem intenção manipuladora ou maliciosa. Ambos são problemas para a sociedade, porém a desinformação é particularmente perigosa pois é frequentemente elaborada, com bons recursos, e acentuada pela tecnologia automatizada. (...)

 

Referência: Manual de Combate à Fake News. (2020). Retrieved 2 July 2020, from http://portaldobibliotecario.com/e-book/manual-de-combate-a-fake-news/

Juntos descobrimos a engenharia | e-book

Atividades, jogos e enigmas

16.06.20

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"Juntos descobrimos a Engenharia" é o novo livro digital infantil que a Ordem dos Engenheiros lançou para assinalar o Dia Mundial da Criança.
 
Leonardo Da Vinci e Mary Jackson, dois nomes emblemáticos da história da Engenharia, são os protagonistas desta publicação, que inclui muitas atividades, jogos e enigmas que levarão os mais novos a descobrir tudo o que precisam para serem verdadeiros engenheiros.
 
Num período marcado ainda pelo afastamento de muitas famílias, este é o contributo da Ordem dos Engenheiros para a sociedade e, de forma muito particular, para os seus membros - avós, pais e demais familiares -, ajudando-os na missão de explicar às crianças, de forma lúdica, o que é ser Engenheiro.
 

Referência: Ordem dos Engenheiros. (2020). Retrieved 16 June 2020, from https://www.ordemengenheiros.pt/pt/atualidade/noticias/ordem-dos-engenheiros-lanca-livro-digital-infantil-sobre-engenharia/

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José Matias Alves | Ilídia Cabral (Eds.) | Maio 2020 | 

Edição: Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

 

Prefácio

João Costa | Secretário de Estado Adjunto e da Educação

E de repente, sem termos tempo para nos prepararmos, o campo lexical da escola alterou-se e passou a incluir palavras como aula síncrona, distanciamento, plataforma, COVID19, máscara, chat, online, gel... Sabemos que os sistemas educativos europeus não tinham sido afetados tão negativamente desde a II Guerra Mundial. De um dia para o outro, as escolas fecharam-se e o sistema educativo viu-se alterado não por vontade, mas por imposição.

Os professores portugueses revelaram o seu profissionalismo e capacidade de adaptação, as escolas organizaram-se. Do lado do Ministério da Educação, fomos produzindo recursos, orientações, colhendo práticas, estabelecendo parcerias, para apoiar o trabalho às escolas e aos professores neste momento difícil (coligidas em http://apoioescolas.dge.mec.pt ).

Os testemunhos e os olhares deste livro, que tenho a honra de prefaciar, são prova desta capacidade de adaptação, da inquietação associada, da preocupação com os alunos. São também voz de um contexto que não se esperava, que gerou mais trabalho, muitos caos e muitas organizações, muito trabalho para todos, inversões de papéis, cansaço pelo trabalho e pela vontade de que o vírus desapareça depressa. (...)

 

Referência: (2020). Fep.porto.ucp.pt. Retrieved 31 May 2020, from http://www.fep.porto.ucp.pt/sites/default/files/files/FEP/SAME/Ebook_Ensinar_e_aprender_em_tempos_de_COVID_19.pdf


RBE


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