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American Library Association  (ALA) em parceria com a Creative Commons, publica um remix do conteúdo do curso Certificado CC: Creative Commons para educadores e bibliotecários .  

Este livro está disponível para impressão na ALA Store e o PDF licenciado pela CC BY pode ser baixado aqui .

 

Referência: Our Book, “Creative Commons for Educators and Librarians,” Is Now Available - Creative Commons. (2019). Creative Commons. Retrieved 11 December 2019, from https://creativecommons.org/2019/12/06/cc-for-educators-and-librarians-is-available/

 

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Gigantes da tecnologia obrigados a remunerar adequadamente os autores para usar o seu trabalho…

 

A questão dos Direitos de Autor tem motivado um braço de ferro intenso entre Bruxelas e os gigantes da tecnologia. A União Europeia não está disposta a ceder e chegou a acordo para uma nova legislação que promete dar várias dores de cabeça a Google, Facebook e companhia.

 

De acordo com as novas regras, as grandes plataformas da internet terão de remunerar adequadamente os autores das publicações, desde músicos a jornalistas, para poderem usar o seu trabalho online. Serão ainda obrigadas a criar filtros para impedir que os utilizadores partilhem material protegido pelos direitos de autor.

 

Para a Europa é a única forma de proteger a herança cultural do Velho Continente e garantir que os autores são recompensados pelo seu trabalho, já os gigantes da tecnologia receiam o impacto da medida para os utilizadores.

 

A nova legislação ainda terá de ser aprovada pelo parlamento europeu e pelos países da UE.

 

Referência: UE chega a acordo para nova lei sobre os direitos de autor. (2019). euronews. Retrieved 19 February 2019, from https://pt.euronews.com/2019/02/14/ue-chega-a-acordo-para-nova-lei-sobre-os-direitos-de-autor

 

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por Ricardo Borges de Carvalho

 

Poderá ser o fim de muitos conteúdos gratuitos na Internet.

O Parlamento Europeu aprovou esta quarta-feira a reforma às regras dos direitos de autor nas plataformas digitais.

O artigo 11 e o 13 são os artigos mais polémicos e ficaram conhecidos como a "taxa dos links" e "os filtros de upload".

O artigo 11 obriga os agregadores de notícias, como o Google News, a pagarem às empresas que produzem a informação.

Já o artigo 13, exige que plataformas como o Youtube ou Facebook verifiquem que os conteúdos que os utilizadores colocam não estão protegidos pelos direitos de autor, antes de se tornarem públicos. 

 

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Parlamento Europeu / EuroparlTV 

Fonte

 

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por Isabel Marques da Silva

 

A Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento Europeu aprovou, quarta-feira, a proposta de diretiva sobre direitos de autor. O diploma, apresentado pela Comissão Europeia, atende ao pedido dos criadores e dos editores para reforçar as condições para serem remunerados pelas plataformas digitais.

 

Um dos artigos da diretiva prevê a instalação de filtros de bloqueio e outro exige o pagamento de licenças para aceder a material protegido pelos direitos de autor.

 

"Estas plataformas geram um lucro considerável com os trabalhos colocados online pelos utilizadores. Por isso, não podem, simplesmente, esconder-se atrás do argumento de que são os utilizadores que fazem o "upload", já que a plataforma ganha dinheiro com isso", disse Axel Voss, eurodeputado alemão de centro-direita que lidera a discussão da proposta a nível parlamentar.

 

O grupo dos Verdes votou contra e tem sido uma das vozes mais críticas da proposta que visa consolidar o Mercado Único Digital.

 

Os ecologistas, bem como grupos de pressão ligados às multinacionais do setor digital, alegam que a diretiva vai prejudicar o acesso dos utilizadores da Internet a muitos conteúdos, diminuindo a liberdade de expressão.

 

“As intenções podem ser boas, mas os métodos para resolver o problema são catastróficos e prejudicarão as pessoas que eles querem proteger”, disse Julia Reda, eurodeputada alemã dos Verdes.

 

Uma dessas vozes é Tim Bernes-Lee, inventor da Internet, que disse que a diretiva é um instrumento para controlo e vigilância.

 

O Parlamento Europeu poderá decidir por nova votação em plenário, no início de julho, antes de comunicar a sua posição oficial para a negociação futura com os governos dos Estados-membros.

 

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Referência: Voto favorável à diretiva sobre direitos de autor. (2018). euronews. Retrieved 21 June 2018, from http://pt.euronews.com/2018/06/20/voto-favoravel-a-diretiva-sobre-direitos-de-autor

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Copyright for Libraries in 2018 – Part 1 |

 

As leis do direito de autor em todo o mundo mudam constantemente no intento de adaptar-se -ou reagir- ao mundo digital. Estas mudanças podem ter um grande impacto no funcionamento das bibliotecas e no serviço que prestam. 

 

Embora algumas reformas ofereçam novas possibilidades e segurança jurídica, outros olham para trás e tentam usar a lei para restringir a capacidade das bibliotecas de garantir aos utilizadores um acesso significativo à informação.

 

É por isso que o comitê de direitos autorais da IFLA e outros comitês e redes de assuntos jurídicos compilaram um inventário das reformas recentes e em andamento que afetam as bibliotecas e os seus serviços em todo o mundo. Após esta primeira parte, a segunda parte identificará as questões que parecem estar a ganhar importância nas reformas de direitos autorais e na abordagem que os países estão a tomar.

 

Fonte: Copyright for Libraries in 2018 – Part 1 « Library Policy and Advocacy Blog
Copyright for Libraries in 2018 – Part 1 « Library Policy and Advocacy Blog. (2018). Blogs.ifla.org. Retrieved 20 February 2018, from https://blogs.ifla.org/lpa/2018/02/15/copyright-for-libraries-in-2018-part-1/


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