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“Cibersegurança nas Escolas” é o tema do MOOC (Massive Open Online Course), desenvolvido pela Direção-Geral da Educação, com início a 14 de janeiro e término a 4 de março de 2019.

(...)

 

Este MOOC destina-se preferencialmente aos elementos da Direção das Escolas/Estabelecimentos de Ensino Públicos e Privados, a coordenadores/administradores TIC que estão mais diretamente envolvidos com questões de Cibersegurança e às forças de segurança, nomeadamente ao programa “Escola Segura” (GNR e PSP) nas Escolas. Contudo, encontra-se aberto a todos os docentes dos Ensinos Básico e Secundário, a técnicos superiores (psicólogos, assistentes sociais, etc.) e a todos os interessados nesta temática.

 

Esta formação não é acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, mas a sua conclusão permite a obtenção de um Certificado de Conclusão do Curso e de um Selo Digital.

 

Faça a inscrição no MOOC ”Cibersegurança nas Escolas”. 

Assista ao vídeo de divulgação do MOOC ”Cibersegurança nas Escolas”. 

 

Referência: Abertura do MOOC “CiberSegurança nas Escolas” | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 18 December 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/tic-na-educacao/abertura-do-mooc-ciberseguranca-nas-escolas

 

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Ver na fonte |


À semelhança das edições anteriores, esta iniciativa pretende fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelos estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e 1.º CEB que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo. Pretende-se também contribuir para a definição de ações estratégicas de ensino, promotoras de situações de aprendizagem significativa.

 

A introdução do Inglês no currículo do 1.º CEB, nos 3.º e 4.º anos, justificou, em 2016/ 2017, a criação da categoria de língua inglesa “Once Upon a Time...”, alargando assim o âmbito deste concurso.

 

As histórias a admitir a concurso, em língua portuguesa e em língua inglesa (3.º e 4.º anos), podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc.

 

Nesta 10.ª edição, podem ainda ser abordados os domínios contemplados na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente o da Educação Ambiental e o do Risco, através da exploração de temas como, por exemplo, proteção da floresta, entre outros.

 

Em todos os casos, deve existir um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.

 

A dinamização deste concurso é assegurada pelo Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação(DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027), em parceria com a Microsoft , a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) e com a Rádio ZigZag.

 

A candidatura é feita online, até ao dia 31 de janeiro de 2019, através do preenchimento de um formulário.

 

A entrega dos trabalhos decorrerá de 16 de janeiro a 29 de  março de 2019.

 

Para mais esclarecimentos, consulte o site de apoio ou contacte através do endereço de correio eletrónico: podcast@dge.mec.pt

 

• Formulário de inscrição
• Regulamento
• Materiais de apoio
• Perguntas Frequentes
• Site de apoio

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Ariana Cosme | Setembro 2018Download do estudo

 

INTRODUÇÃO
Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1)1, da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar.

 

Foi ao abrigo do Despacho no 5908/2017, publicado Diário da República n.o 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório.

 

Nesta sequência, promoveu-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders, 1987) daquele projeto, tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação de decisões de gestão por parte do Ministério da Educação (Afonso, 2005).

 

Assim, mais do que medir, descrever ou julgar (Guba e Lincoln, 1989), pretendia-se contribuir para estimular os atores educativos no terreno, levando-os a participar nesse processo de modo a que, como defendia Kemmis (1988), a avaliação possa ser entendida como um processo através do qual se projetam, obtêm, conferem e organizam informações e argumentos que resultam da reflexão sobre o problema em debate.

 

Na linha de Natércio Afonso (2005), este estudo avaliativo teve como preocupação central “a recolha de informação fiável e sistemática sob aspetos específicos da realidade social usando procedimentos empíricos com o intuito de gerar e interrelacionar conceitos que permitem interpretar essa realidade” (p. 14). (...)

 

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A Direção-Geral da Educação divulga as  Orientações Curriculares para as TIC no 1.º Ciclo, um documento que, desde a sua génese, teve o contributo dos Centros de Competência TIC, a saber, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Universidade do Minho, Universidade de Aveiro, Softciências, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém,  Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, EDUCOM,  Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal e Universidade de Évora.

 

Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, enquadra as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) como áreas de integração curricular transversal no 1.º Ciclo do Ensino Básico, potenciadas pela dimensão globalizante deste nível de ensino. Nesta medida, este documento curricular visa desenvolver um conjunto comum de competências de natureza multidisciplinar, criando contextos relevantes e significativos, articulados com as componentes do currículo, bem como com as capacidades e atitudes previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Referência: Orientações Curriculares para as TIC no 1.º CEB | ERTE. (2018). Erte.dge.mec.pt. Retrieved 1 October 2018, from http://erte.dge.mec.pt/noticias/orientacoes-curriculares-para-tic-no-1o-ceb

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 SeguraNet |


A 12.ª edição dos Desafios SeguraNet 2018/19 terá início no dia 01 de outubro, prolongando-se até 31 de maio de 2019.

 

Esta edição destina-se a todas as escolas, públicas e privadas, do ensino básico.

 

Para participar nos Desafios, as Escolas deverão efetuar o registo com o código de estabelecimento de ensino.

 

Nos Desafios dirigidos ao 1.º ciclo do ensino básico, as turmas registadas serão, ao longo do ano, convidadas a responder a três Desafios sobre temas relacionados com a segurança digital.

 

No caso dos Desafios dirigidos ao 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, as equipas de alunos e professores poderão responder a um desafio por mês e as equipas de encarregados de educação a desafios trimestrais.

 

Este concurso é uma iniciativa enquadrada nas ações estratégicas de ensino orientadas para o perfil do aluno definidas nas Aprendizagens Essenciais da disciplina Tecnologias Informação Comunicação (TIC) e nas Orientações curriculares para as TIC no 1.º Ciclo.

 

Esta iniciativa também poderá ser dinamizada no âmbito da disciplina Cidadania e Desenvolvimento nos domínios:
Direitos Humanos (Campanha Não ao Discurso do Ódio; Ciberbullying); Saúde (Dependência OnlineBullying/Ciberbullying); Sexualidade (SextingSextortion); Media (Literacia mediática; Direitos de Autor; Fake News) e Segurança, Defesa e Paz (Cibersegurança).

 

Registo em: http://www.seguranet.pt/pt/desafios

 

Referência: Lançamento da 12.ª edição dos Desafios SeguraNet 2018/2019 | SeguraNet. (2018). Seguranet.pt. Retrieved 26 September 2018, from http://www.seguranet.pt/pt/noticias/lancamento-da-12a-edicao-dos-desafios-seguranet-20182019

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Photo by Aslı Yılmaz on Unsplash

 

As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Secundário são homologadas pelo Despacho n.º 8476-A/2018 , de 31 de agosto.

 

Nos documentos das AE, as menções efetuadas aos anos de escolaridade não prejudicam, no âmbito dos cursos profissionais, a organização e desenvolvimento das Aprendizagens.

 

Formação Geral

Disciplinas

Anos

10.º

11.º

12.º

Português

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PDF

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Filosofia

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Inglês Continuação

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Alemão Iniciação

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Alemão Continuação

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Espanhol Iniciação

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Espanhol Continuação

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Francês Iniciação

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Francês Continuação

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Educação Física

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Português Língua Não Materna (PLNM)

Níveis de Proficiência

Nível A1

Nível A2

Nível B1

Formação

Específica

Disciplinas

Anos

10.º

11.º

12.º

Desenho A

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História A

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Matemática A

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Biologia e Geologia

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Economia A

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Física e Química A

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Geografia A

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Geometria Descritiva A

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História B

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História da Cultura e das Artes

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PDF

 

Alemão Iniciação

PDF

PDF

 

Alemão Continuação

PDF

PDF

 

Espanhol Iniciação

PDF

PDF

 

Espanhol Continuação

PDF

PDF

 

Francês Iniciação

PDF

PDF

 

Francês Continuação

PDF

PDF

 

Latim A

PDF

PDF

 

Literatura Portuguesa

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PDF

 

Matemática Aplicada às Ciências Sociais

PDF

PDF

 

Matemática B

PDF

PDF

 

Antropologia     PDF
Biologia     PDF
Ciência Política     PDF

Clássicos da Literatura

 

 

PDF

Direito

 

 

PDF

Economia C

 

 

PDF

Filosofia A

 

 

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Física

 

 

PDF

Geografia C

 

 

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Geologia

 

 

PDF

Grego

 

 

PDF

Inglês Continuação

 

 

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Alemão Iniciação

 

 

PDF

Alemão Continuação

 

 

PDF

Espanhol Iniciação

 

 

PDF

Espanhol Continuação

 

 

PDF

Francês Iniciação

 

 

PDF

Francês Continuação

 

 

PDF

Latim B

 

 

PDF

Literaturas de Língua Portuguesa

 

 

PDF

Materiais e Tecnologias

 

 

PDF

Oficina de Artes

 

 

PDF

Oficina de Multimédia B

 

 

PDF

Psicologia B

 

 

PDF

Química

 

 

PDF

Sociologia

 

 

PDF

Aplicações Informáticas B     PDF 

 

Referência: Aprendizagens Essenciais - Ensino Secundário | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 1 September 2018, from http://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-ensino-secundario


 

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inclusao.png

 Download |

 

Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, (versão inglesa),  que estabelece os princípios e as normas que garantem a inclusão de todos e de cada um dos alunos, a DGE edita o Manual de Apoio à Prática cuja finalidade é a de apoiar os profissionais na implementação do novo regime jurídico da educação inclusiva, assim como apoiar os pais/encarregados de educação na sua colaboração com a escola.

 

ler mais >>

 

Referência: Educação Inclusiva: Decreto-Lei n.º 54/2018 e Manual de Apoio à Prática | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 18 August 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-inclusiva-decreto-lei-no-542018-e-manual-de-apoio-pratica

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Em escolas que se caraterizam hoje pela heterogeneidade dos seus alunos deixou de ser possível continuar a defender a ideia que educar, nesses contextos, é ensinar tudo a todos, como se todos fossem um só.

 

Se esta é uma afirmação relativamente consensual, importa reconhecer que deixa de haver consenso quando perguntamos o que se entende por diferenciar práticas, projetos e atividades pedagógicas ou como é que isso se faz no quotidiano de uma sala de aula. A saber: Como é que entendemos a diferença no mundo em que vivemos? A diferença é um problema ou uma propriedade?

 

São objetivos que orientam este webinar:

a. Refletir sobre as diferentes conceções de diferenciação curricular e pedagógica que, hoje, tendem a suportar as representações dos professores sobre a problemática da diferenciação;

b. Identificar algumas propostas de intervenção nos domínios da gestão curricular, da gestão e organização do trabalho pedagógico e da avaliação.

 

O webinar começa com a temática da Diferenciação curricular e pedagógica – Das abordagens assistencialistas e compensatórias à abordagem inclusiva. Comparando-se os pressupostos, as implicações curriculares, pedagógicas e avaliativas dos projetos de diferenciação assistencialista, compensatório e inclusivo, constata-se que a diferenciação tanto pode ser um ato de empoderamento dos alunos, do ponto de vista das aprendizagens e formação, como, pelo contrário, pode constituir um ato de discriminação capaz de, em nome do reconhecimento das diferenças, legitimar as desigualdades e contribuir para as tornar aceitáveis.

 

Depois aborda a Diferenciação curricular e pedagógica – Das respostas desejáveis às respostas possíveis. Apresenta-se um conjunto de estratégias e de dispositivos que possibilitam a concretização de um projeto de diferenciação de caráter inclusivo, os desafios relacionados com a gestão diferenciada dos objetivos escolares, da organização do espaço e do tempo de aprendizagem e sobre modalidades de apoio educativo.

 

A reflexão sobre a avaliação e os diferentes modos de a concretizar, de forma congruente com uma visão inclusiva da Escola fecham este webinar.

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No dia 15 de janeiro, 322 comunidades educativas juntaram-se em torno desta conferência e desenvolveram, também elas, inúmeras atividades.

 

Contudo, o “Dia do Perfil dos Alunos” marca, apenas, o início de outras dinâmicas na escola que conduzam à reflexão crítica, ao trabalho colaborativo e à renovação das práticas pedagógicas, promotoras de uma escola melhor.

 

Este vídeo, a par de outros recursos didáticos, pode ser usado para dinamizar este movimento em torno do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Fonte.

 

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pelo Professor João Costa, Secretário de estado da educação. 

 

Promover sucesso escolar significa promover melhores aprendizagens para todos.

 

Neste webinar apresenta-se o conjunto de medidas de política educativa em curso que concorrem para a construção de aprendizagens significativas para todos os alunos, com destaque para:

a) Educação Pré-escolar;

b) Programa Qualifica;

c) Planos de ação estratégica;

d) Formação contínua de professores;

e) Perfil do Aluno;

f) Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania;

g) Aprendizagens Essenciais;

h) Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular;

i) Modelo de avaliação;

j) Educação inclusiva.

 

Estas medidas complementam-se para dar substância ao Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, em curso desde 2016.

 

Conteúdo relacionado:

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