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No dia 11 de fevereiro, celebra-se o Dia da Internet mais Segura 2020, iniciativa europeia que se comemora em Portugal e se alarga a todo o mês de fevereiro. Para assinalar a data, realiza-se, em Lisboa, o Seminário «Faz delete ao cyberbullying!».
Para este encontro, o Consórcio Centro Internet Segura, do qual fazem parte a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., a Direção-Geral da Educação, o Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P., a Fundação Altice, a APAV e Microsoft Portugal, convidou especialistas nacionais e europeus, bem como um painel de jovens para nos darem a sua perspetiva e os seus testemunhos sobre como devemos prevenir e atuar face a este fenómeno transversal a toda a sociedade.
O evento irá decorrer, no Auditório do Fórum Picoas, no dia 11 de fevereiro de 2020, entre as 14h00 e as 18h00.
A participação é gratuita e aberta ao público, mas a inscrição é necessária, estando limitada à capacidade do auditório.
Registo em: https://questionarios.dge.mec.pt/index.php/481587?lang=pt
Este encontro é certificado, pela Direção-Geral da Educação, na modalidade de Ação de Curta Duração. Os docentes interessados em obter esta certificação podem consultar as instruções aqui.

O Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário, aprovado em agosto de 2016, foi elaborado pelo Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação, em parceria com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., o CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral e a Fundação Gonçalo da Silveira.
O Referencial de Educação para o Desenvolvimento constitui-se como documento orientador que visa enquadrar a intervenção pedagógica da Educação para o Desenvolvimento, como dimensão da educação para a cidadania, e promover a sua implementação na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. De natureza flexível, não prescritivo, este Referencial pode ser utilizado em contextos diversos, no seu todo ou em parte, sequencialmente ou não.
“Cibersegurança nas Escolas” é o tema do MOOC (Massive Open Online Course), desenvolvido pela Direção-Geral da Educação, com início a 14 de janeiro e término a 4 de março de 2019.
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Este MOOC destina-se preferencialmente aos elementos da Direção das Escolas/Estabelecimentos de Ensino Públicos e Privados, a coordenadores/administradores TIC que estão mais diretamente envolvidos com questões de Cibersegurança e às forças de segurança, nomeadamente ao programa “Escola Segura” (GNR e PSP) nas Escolas. Contudo, encontra-se aberto a todos os docentes dos Ensinos Básico e Secundário, a técnicos superiores (psicólogos, assistentes sociais, etc.) e a todos os interessados nesta temática.
Esta formação não é acreditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, mas a sua conclusão permite a obtenção de um Certificado de Conclusão do Curso e de um Selo Digital.
Faça a inscrição no MOOC ”Cibersegurança nas Escolas”.
Assista ao vídeo de divulgação do MOOC ”Cibersegurança nas Escolas”.
Referência: Abertura do MOOC “CiberSegurança nas Escolas” | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 18 December 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/tic-na-educacao/abertura-do-mooc-ciberseguranca-nas-escolas
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À semelhança das edições anteriores, esta iniciativa pretende fomentar a criação de projetos desenvolvidos pelos estabelecimentos de Educação Pré-Escolar e 1.º CEB que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente tecnologias de gravação digital de áudio e vídeo. Pretende-se também contribuir para a definição de ações estratégicas de ensino, promotoras de situações de aprendizagem significativa.
A introdução do Inglês no currículo do 1.º CEB, nos 3.º e 4.º anos, justificou, em 2016/ 2017, a criação da categoria de língua inglesa “Once Upon a Time...”, alargando assim o âmbito deste concurso.
As histórias a admitir a concurso, em língua portuguesa e em língua inglesa (3.º e 4.º anos), podem ser originais ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas e outros textos já existentes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc.
Nesta 10.ª edição, podem ainda ser abordados os domínios contemplados na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, nomeadamente o da Educação Ambiental e o do Risco, através da exploração de temas como, por exemplo, proteção da floresta, entre outros.
Em todos os casos, deve existir um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.
A dinamização deste concurso é assegurada pelo Ministério da Educação (ME), através da Direção-Geral da Educação(DGE), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027), em parceria com a Microsoft , a Associação Portuguesa de Professores de Inglês (APPI) e com a Rádio ZigZag.
A candidatura é feita online, até ao dia 31 de janeiro de 2019, através do preenchimento de um formulário.
A entrega dos trabalhos decorrerá de 16 de janeiro a 29 de março de 2019.
Para mais esclarecimentos, consulte o site de apoio ou contacte através do endereço de correio eletrónico: podcast@dge.mec.pt
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Ariana Cosme | Setembro 2018 | Download do estudo |
INTRODUÇÃO
Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1)1, da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar.
Foi ao abrigo do Despacho no 5908/2017, publicado Diário da República n.o 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório.
Nesta sequência, promoveu-se um estudo avaliativo compreensivo (modelo orientado para a gestão in Worthen e Sanders, 1987) daquele projeto, tendo como preocupação central a identificação e disponibilização de informação relevante para a fundamentação de decisões de gestão por parte do Ministério da Educação (Afonso, 2005).
Assim, mais do que medir, descrever ou julgar (Guba e Lincoln, 1989), pretendia-se contribuir para estimular os atores educativos no terreno, levando-os a participar nesse processo de modo a que, como defendia Kemmis (1988), a avaliação possa ser entendida como um processo através do qual se projetam, obtêm, conferem e organizam informações e argumentos que resultam da reflexão sobre o problema em debate.
Na linha de Natércio Afonso (2005), este estudo avaliativo teve como preocupação central “a recolha de informação fiável e sistemática sob aspetos específicos da realidade social usando procedimentos empíricos com o intuito de gerar e interrelacionar conceitos que permitem interpretar essa realidade” (p. 14). (...)
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