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A UNESCO e a União Europeia lançaram um projeto de sensibilização para reforçar a resiliência dos Estados face à pandemia de Covid-19, para ajudar as sociedades a responder aos desafios que a falta de informação fiável e de qualidade sobre o coronavírus coloca à saúde pública, à boa governança e à paz.
Artigo completo: UNESCO e União Europeia unem esforços para assegurar uma informação de qualidade face à crise de Covid-19

Com apenas oito anos, o físico teórico Michio Kaku decidiu que dedicaria a sua vida a concluir o trabalho inacabado de Einstein: a teoria de tudo. Com 16 anos, e para a admiração de seus pais, ele construiu um acelerador de partículas na garagem de sua casa. Precoce e visionário, esta experiência doméstica foi a sua carta para Harvard.
O cientista americano é um dos fundadores da teoria das cordas, o principal candidato a oferecer a teoria unificada com a qual sonhou. "Acreditamos que isso explica a riqueza do universo, do Big Bang à criação das estrelas e do Sol, à criação dos seres humanos e, talvez, até do amor", diz ele.
Hoje, Michio Kaku ocupa a prestigiada cadeira Henry Semat de Física Teórica da Universidade de Nova York e é um dos disseminadores científicos mais populares do mundo. Ele está convencido de que "o conhecimento é democracia, fortalece" e argumenta que "estamos diante da nova revolução da física e não podemos deixar as pessoas para trás". A sua convicção é o germe de seu trabalho informativo. Ele colabora em vários programas de televisão e rádio nos quais, com linguagem clara e direta, converte os conceitos científicos mais densos em alimentos educativos para todos os públicos.
Ele também é autor de livros best-sellers como 'Hiperespaço', 'Física do impossível' ou 'O futuro de nossa mente'. O professor Kaku acredita que "os cientistas são inventores do futuro" e ousa prever como será o futuro: Internet em lentes de contato, engarrafamentos na lua ou roupas inteligentes para evitar ataques cardíacos. O seu futuro imaginado reside nos avanços da física, inteligência artificial e tecnologia. Ciência da não-ficção.
Referência: Si no compartes el conocimiento, no sirve para nada. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 22 October 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/si-no-compartes-el-conocimiento-no-sirve-para-nada-michio-kaku/

2014 |
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Download| 2018 | |
Este livro contém os resultados de pesquisas realizadas no campo das Ciências da Informação e Documentação que adotaram estruturas teóricas para a comunicação de informações, gestão de informações e do conhecimento. Agora abordados de forma isolada, às vezes em associação, são todos tangenciais à noção de contexto.
Ao longo do trabalho, os autores oferecem ao leitor uma rede de abordagens concetuais - através dos modelos teóricos - métodos e resultados que compõem um conjunto de conhecimentos elaborados por pesquisas realizadas ao longo de pouco mais de uma década. Composto por dezassete capítulos, o livro é estruturado em partes, sendo a primeira Introdução, e as outras têm direito, respetivamente, Comunicação de Informação Organizacional, Comunicação de Informação Científica, Comunicação de Informação em Comunidades, Gestão da Informação e Gestão do Conhecimento, Comunicação e Informação e Gestão do Conhecimento.
Os organizadores e autores esperam fornecer contribuições úteis para a base teórica de outros trabalhos que, sem dúvida, ampliarão essa discussão.
Referência: Arévalo, J. (2018). Comunicación de la información, gestión de la información y gestión de los conocimientos. Universo Abierto. Retrieved 13 December 2018, from https://universoabierto.org/2018/12/07/comunicacion-de-la-informacion-gestion-de-la-informacion-y-gestion-de-los-conocimientos/
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Autora: Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso | 2015 |
Resumo:
Esta dissertação aborda, de um ponto de vista crítico, a teoria do Conetivismo à luz dos seus princípios e das respetivas implicações na visão tradicional de aprendizagem e de conhecimento.
A tese foi desenvolvida tendo em conta uma metodologia de revisão bibliográfica das publicações mais relevantes da autoria dos principais representantes do Conetivismo, nomeadamente George Siemens e Stephen Downes, estando sempre subjacente a preocupação em não apresentar apenas mais um estudo sintetizador da teoria, mas simultaneamente uma visão crítica do Conetivismo.
Enquanto teoria de aprendizagem para uns, mera perspetiva epistemológica para outros, o Conetivismo tem assumido um papel crescente no debate acerca daquilo que entendemos por aprendizagem em rede e das suas implicações nos estatutos tradicionais do conhecimento e da aprendizagem e até do papel dos educadores e dos alunos.
Alvo de reconhecimento para uns, de críticas para outros, o Conetivismo está ainda a dar os primeiros passos no desenvolvimento de uma visão epistemológica inovadora, principalmente no que diz respeito à partilha em rede, à aprendizagem centrada em comunidades online, regidas por interesses e objetivos comuns, onde a auto-aprendizagem é fundamental. Mas que consequências traz esta nova forma de encarar a aprendizagem?
Até que ponto o Conetivismo é uma teoria que vai mais além das teorias de aprendizagem anteriores? Passaremos a encarar o conhecimento de modo diferente a partir daqui? Qual o verdadeiro alcance dos MOOC, cada vez mais em voga?
| Citação: | Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso - O conetivismo e as suas implicações nas noções de aprendizagem e conhecimento. [S.l.] : [s.n.], 2015. 121 p. |
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